Day: 6 de fevereiro de 2016

Mapa dos Caminhos – Proteção Territorial Indígena

Embora o caráter preventivo das ações que competiam tanto ao Estado quanto ao empreendedor não tenha sido alcançado, as ameaças seguirão prementes e um novo plano deve ter em vista a alocação estratégica de infraestrutura e pessoal com garantia de recursos, bem como a homologação das terras indígenas que ainda faltam e a gestão territorial no entorno dessas áreas.

Conforme proposta apresentada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) no âmbito do projeto Indicadores de Belo Monte, o documento Mapa dos Caminhos aprofunda a pesquisa e o debate sobre temas prioritários, de forma propositiva, para subsidiar a Câmara Técnica de Monitoramento do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX).
Neste sentido, o presente documento traz análises da condicionante 2.28 da Licença Prévia (LP), que trata das ações de regularização fundiária das Terras Indígenas (TI) sob influência da Usina Hidrelétrica Belo Monte e da condicionante 2.20 da Licença de Instalação (LI) que dispõe sobre a “Implementação do Plano de Proteção das Terras Indígenas”.

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UNICEF pede 9 milhões de dólares para atenuar impacto do zika nos recém-nascidos

 

Foto: Facebook UNICEFFoto: Facebook UNICEF

Com o vírus zika declarado, em conjunto com as doenças neurológicas e malformações congênitas, uma emergência de saúde pública, o Fundo da ONU para a Infância está trabalhando com os governos na mobilização das comunidades para que se protejam da infecção, que já afeta mais de 20 países da América Latina e do Caribe.

O UNICEF lançou nesta terça-feira (02) um apelo de aproximadamente 9 milhões de dólares para financiar seus programas para limitar a propagação do vírus e atenuar o seu impacto sobre os recém-nascidos e suas famílias em toda a região.

“Embora ainda não haja nenhuma evidência conclusiva da relação de causalidade entre a microcefalia e o vírus zika, há preocupação suficiente para justificar uma ação imediata”, disse a assessora sênior do UNICEF para Emergências de Saúde, Heather Papowitz. “Precisamos agir rápido para oferecer às mães e gestantes a informação de que necessitam para proteger seus bebês e a si mesmas, e precisamos engajar as comunidades no combate ao mosquito que carrega e transmite o vírus.”

Entre 22 de outubro de 2015 e 26 de janeiro de 2016, foram registrados 4.180 casos de microcefalia em recém-nascidos no Brasil. Em 2014, o número registrado foi de 147 casos em todo o país. Junto com o governo e outros parceiros, o UNICEF está mobilizando as comunidades no Brasil levando mensagens sobre como evitar picadas de mosquito e eliminar os criadouros.

Medidas simples podem ajudar a evitar a infecção e controlar a rápida propagação do vírus. Entre elas, o uso de repelente; cobrir ao máximo o corpo, com roupas compridas e de cor clara; eliminar os locais onde os mosquitos possam procriar; e colocar telas nas janelas e portas. As mulheres grávidas que acham que foram expostas ao vírus devem procurar atendimento com um profissional de saúde.

Embora o aumento da microcefalia, até agora, tenha sido relatado somente no Brasil, o UNICEF também está ampliando seu apoio a outros países da América Latina e do Caribe e está pronto para apoiar os governos nacionais, conforme necessário – utilizando a sua rede de 24 escritórios que atendem 35 países e territórios na região. (ONU BRASIL)

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Mapa dos Caminhos – Saúde Indígena

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) é um espaço aberto de estudo, aprendizado, reflexão, inovação e de produção de conhecimento, composto por pessoas de formação multidisciplinar, engajadas e comprometidas, e com genuína vontade de transformar a sociedade.

Mapa dos Caminhos – Saúde Indígena

O Programa Integrado de Saúde Indígena (Pisi), uma das ações para mitigação de impactos previstas no licenciamento ambiental de Belo Monte, teve seu escopo reduzido a partir do Plano Operativo do Plano Básico Ambiental – Componente Indígena. Assim, o Pisi falhou em realizar a planejada reorganização do atendimento à saúde indígena, orientada pela vigilância em saúde, pelo caráter preventivo e pela disponibilidade de profissionais e serviços diretamente nas aldeias. Ao contrário, a frequência de indígenas na cidade de Altamira se intensificou, por diversos fatores, e o maior contato com bens de consumo acabou por agravar certos problemas de saúde. A contratação de recursos humanos pelo empreendedor, o fortalecimento das instâncias de gestão e a melhor integração com outras dimensões do PBA-CI estão entre as principais recomendações para correção de rumos.. Leia mais aqui!

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