Saúde

Ações e combate ao Covid-19

Hoje, 30/05, as 19hs, faremos uma LIVE para discutir a pandemia do Coronavírus com as seguintes convidadas Muna Zeyn e Cynthia regina Fisher.

Muna Zeyn é assistente social formada pela FMU e pós-graduada pela PUC, chefe de gabinete da deputada federal Luiza Erundina e funcionária aposentada da Prefeitura de São Paulo. Foi apresentadora do primeiro programa de internet para mulheres o Alltv Mulheres. Ativista pelos direitos das mulheres e participa do comitê estadual de vigilância e mortalidade materna do estado de São Paulo.

Cynthia Regina Fischer é Doutora e Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, tendo sido também pesquisadora do grupo de pesquisa GEALIN – PUC/SP desde sua criação até 2014. Bacharel e Licenciada em Língua e Literatura Inglesas, com habilitação para magistério e tradução pela mesma instituição. Atualmente, além de Professora Titular do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP (antigo CEFET-SP), é também Assessora de Relações Internacionais do Instituto, em que atua na busca de parcerias com instituições de ensino superior, focando em ações de pesquisa, ensino, extensão e mobilidade da comunidade acadêmica para promover a internacionalização do IFSP. Foi Pró-Reitora de Ensino no período de 2013-2014 do IFSP. Foi Diretora Geral dos Câmpus Itapecerica da Serra (2015) e Câmpus São Paulo-Pirituba (2015-2018), cuja principal responsabilidade foi estruturar o novo campus e gerenciar sua implantação. Atualmente, desenvolve pesquisa e capacitação na área de Formação de Professores e inserção de Novas Tecnologias da Informação e Comunicação no fazer pedagógico.

Pelo LINK: https://www.facebook.com/vitrinedogiba/live/

Esqueça o Carnaval, agora é a hora de usar máscaras!

Em tempos de proteção contra vírus, é hora de mudança. Vamos começar a usar máscaras no cotidiano.

Até agora a recomendação é que pessoas sem sintomas respiratórios, como tosse, não precisam usar máscara médica. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso de máscaras para pessoas com sintomas de Covid-19 e para aqueles que cuidam de indivíduos com sintomas, como tosse e febre. O uso de máscaras é crucial para os profissionais de saúde e as pessoas que cuidam de alguém (em casa ou em um estabelecimento de saúde). A OMS recomenda o uso racional de máscaras médicas para evitar o desperdício desnecessário de recursos preciosos.

Mas já há em andamento posicionamento contrários e que começam a recomendar o uso de máscaras.

Bem se você é daquelas ou daquelas em que vigora a máxima de que o seguro morreu de velho segue abaixo vários modelos de mascaras para seres usadas de acordo com seu gosto ou profissão..

Vacinação contra Influenza começa segunda-feira 23 de março

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, inicia na segunda-feira, dia 23 de março, a vacinação contra a gripe (influenza), em todo o município.
A campanha é destinada para grupo prioritários. Inicialmente, serão atendidos idosos e profissionais da saúde. Em seguida, será disponibilizada, gradativamente, para os seguintes grupos: crianças de 6 meses a 5 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob
medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e forças de segurança e salvamento.

Conheça o gengibre

Gengibre

Nome científico: Zingiber officinale Roscoe

Nome popular: gengibre

Família: Zingiberaceae

O gengibre é uma raiz que pode ser utilizada em chás ou em raspas que podem ser adicionadas a água, sucos, iogurtes ou saladas. 

Características gerais: erva rizomatosa, ereta, com cerca de 50cm de altura. Folhas simples, invaginantes, de 13-30cm de comprimento. Flores estéreis de cor branco-amarelada. Rizoma ramificado, de cheiro e sabor picantes, agradáveis. É originária da Ásia e cultivada no Brasil.

Uso: seus rizomas são utilizados como especiaria para tempero de carnes e de bebidas desde a época da antiga civilização greco-romana. Na literatura etnofarmacológica há referência de seu emprego como remédio contra asma, bronquite e menorragia, porém sem comprovação científica.

Alimentação do Idoso – RECOMENDAÇÕES

  • Realizar de 5 a 6 refeições por dia, em ambiente tranqüilo, mastigando bem os alimentos;
  • Estabelecer os horários das refeições, evitando ficar longos períodos em jejum;
  • Aumentar o consumo de líquidos ENTRE as refeições, evitando ingeri-los DURANTE as mesmas;
  • Dar preferência à água, chás de hortelã, camomila e erva cidreira, ao invés de café, bebidas alcoólicas e refrigerantes;
  • Evitar consumir alimentos muito gordurosos ou fritos e preparações a base de banha animal e gordura vegetal hidrogenada. Utilizar óleos como oliva, canola, soja, porém em quantidades moderadas;
  • Dar preferência às preparações cozidas, refogadas, assadas ou grelhados;
  • Usar sal com moderação. Substituir os temperos prontos pelos naturais como limão, salsa, salsinha e orégano;
  • Evitar o consumo de alimentos enlatados, embutidos, sopas industrializadas, caldos concentrados;
  • Evitar o consumo excessivo de açúcares e doce;
  • Consumir diariamente 3 porções de leite ou substituto, de preferência desnatados;
  • Consumir diariamente carnes magras, hortaliças folhosas verde-escuras e leguminosas;
  • Consumir diariamente de 3 a 5 porções de hortaliças e 2 a 4 porções de frutas;
  • Atentar para as datas de validade dos alimentos.

Cuidado com a insolação

Siga as dicas da Associação Paulista de Medicina para enfrentar a insolação

A insolação é uma condição séria provocada pelo excesso de exposição ao sol e ao calor intenso. Ela acontece quando a temperatura corporal ultrapassa os 40º C, fazendo com que o mecanismo de transpiração falhe e o corpo não consiga se resfriar.

O quadro de insolação merece especial atenção porque com o aumento rápido da temperatura corporal, a pessoa acaba perdendo muita água, sais e nutrientes importantes para manutenção do equilíbrio do organismo.

É importante lembrar que a condição da insolação está bastante associada ao clima quente e seco, mas também pode ocorrer em ambientes úmidos.

É uma condição que pode ser fatal. O atendimento médico deve ser imediato, assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas, para evitar o óbito e outras complicações, como danos no cérebro, coração, rins e músculos.

Causas

Segundo a dermatologista Leontina da Conceição Margarido, delegada da Associação Paulista de Medicina (APM) e membro da Academia de Medicina de São Paulo, “a insolação pode ocorrer em qualquer tipo de pele, mas é pior nas pessoas com pele e olhos claros. Os ruivos são os mais susceptíveis às queimaduras e suas consequências”.

O problema é causado basicamente por situações de exposição prolongada ao sol e ao calor. Normalmente acontece em ambientes muito quentes ou em situações que provoquem aumento rápido da temperatura corporal, como, por exemplo:

Passar muito tempo exposto ao sol sem protetor solar (na praia, no clube, na piscina etc).
Praticar atividades extenuantes, ou seja, que causam esgotamento, enfraquecimento físico.
Usar excesso de roupas, especialmente no calor.
Ficar sem se hidratar por muito tempo.

A prática regular de atividades físicas é uma orientação padrão dos médicos, especialmente por melhorar a qualidade de vida e prevenir uma série de doenças crônicas, como diabetes, câncer e hipertensão. No entanto, atividades exaustivas, que causam debilitação na pessoa, provocam o efeito inverso, contribuindo para insolação e, em casos mais graves, lesões de diversos tipos e até mesmo a morte.

Apesar de o ambiente externo ser mais propício ao aparecimento do problema, é fundamental ter cautela. Barraca ou guarda sol, por exemplo, não protegem dos raios solares, eles refletem no solo e acabam atingindo mesmo aqueles que estão na sombra. “A proximidade com a água, areia e neve também aumentam a incidência de luz e intensificam a exposição à radiação”, alerta Leontina.

O que fazer

Ela causa sintomas que vão aparecendo aos poucos. Os primeiros sinais são:

dores de cabeça;
tontura;
náusea;
pele quente e seca;
pulso rápido;
temperatura elevada;
distúrbios visuais;
confusão mental.
Dependendo do tempo de exposição ao sol, os sintomas podem ser mais graves e podem incluir, entre outras coisas:

respiração rápida e difícil;
palidez (às vezes desmaio);
convulsão;
temperatura do corpo muito elevada;
extremidades arroxeadas;
fraqueza muscular;
coma;
morte.

A insolação provoca o aumento de, pelo menos, 25% das chances de desenvolver câncer de pele. Além disso, favorece o aparecimento de sardas, melasma, queimaduras e envelhecimento precoce.

“ É preciso estar atento às lesões que mudam de tamanho, de cor, começam a coçar, doer, arder. Feridas que demoram em cicatrizar ou não cicatrizam, são sinais de degeneração e que não pode ser ignoradas”, completa.

É essencial buscar ajuda médica imediata assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas de insolação.

Fatores de risco

Alguns fatores, hábitos, posturas, comportamentos e situações podem aumentar os riscos de insolação. Crianças, idosos, pessoas com doenças crônicas, como câncer, diabetes, hipertensão, e pessoas com imunidade baixa, como transplantados e portadores de HIV/Aids, devem ter cuidado especial com a insolação, uma vez que esta condição pode provocar efeitos colaterais graves com maior probabilidade nesse público.

Não beber líquidos adequadamente.
Ingerir muito álcool ou cafeína.
Pessoas que têm gastroenterites.
Pessoas que fazem uso de medicamentos para pressão alta, diuréticos, antidepressivos ou antipsicóticos.

Especialista dá dicas para evitar transtornos com a alimentação no período das festas

É possível comer o que se gosta, de forma moderada e saudável, evitando problemas como a intoxicação alimentar Foto: Agência Minas/ André Brant

Fim de ano chegou e com ele confraternizações, reuniões com amigos e familiares, viagens e saída da rotina. A alimentação muda, os horários ficam mais flexíveis e são permitidos até certos excessos com alimentação e bebida, por exemplo. Relaxar é bom, mas os cuidados com a saúde não devem ser deixados de lado.

Para que o período de descanso e lazer seja tranquilo e proveitoso, é preciso ter atenção com a qualidade dos alimentos e bebidas que ingerimos. Nesse período, é comum que as pessoas consumam alimentos que não fazem parte do dia a dia ou mesmo encomende pratos para a ceia ou comam mais em restaurantes.

Tudo isso faz com que estejam mais expostas a uma intoxicação alimentar, caso alguns cuidados não sejam seguidos. De acordo com o gastroenterologista do Hospital Anchieta, Dr. Rodrigo Aires de Castro, a intoxicação alimentar é um conjunto de sinais e sintomas decorrentes da ingestão de alimentos ou água contaminados com microorganismos – bactérias, vírus, fungos ou parasitas -, toxinas ou produtos químicos. “Essa contaminação pode acontecer na fabricação do alimento, durante o seu preparo, decorrente do modo de armazenamento e até nos utensílios utilizados para o seu consumo”, explica o médico.

O gastroenterologista diz que há uma tendência no aumento do número de casos durante as festas e férias devido, por exemplo, ao aumento do consumo de alimentos, especialmente fora de casa, na qual não se sabe a procedência ou os cuidados no preparo; ao consumo de alimentos em condições inadequadas de armazenamento, como em ambulantes nas praias, onde o alimento circula exposto ao calor e estraga mais rápido; além da exposição dos indivíduos a bactérias as quais não estão acostumados, como em viagens ao exterior ou a outro estado, ocasionando a chamada “diarreia dos viajantes”.

Quais são os sintomas e em quanto tempo aparecem?

O especialista aponta que os sintomas mais comuns são diarreia líquida, dor abdominal, náuseas, vômitos, febre e mal-estar. Casos mais graves podem evoluir para desidratação, perda de peso e queda da pressão arterial.

O tempo de manifestação dos sintomas depende de uma série de fatores tanto do indivíduo – imunidade, doenças crônicas, uso de medicações, entre outros – quanto do microorganismo infectante. “Por isso temos sintomas que se desenvolvem muito rapidamente, em poucas horas, ou levam vários dias para surgirem. Se levarmos em consideração apenas os agentes causais mais comuns, vírus e bactérias, varia, usualmente, de seis a 48 horas o período entre a ingestão e o início dos sintomas”, aponta Dr. Rodrigo.

Tratamento

A maioria dos casos é leve e melhora dentro de poucos dias. A recomendação, segundo o médico, é manter uma hidratação adequada, consumir alimentos leves, evitando condimentos, leites e derivados, cafeína e gordura. “Em casos mais intensos, especialmente se há desidratação, recomendamos procurar auxílio médico para que seja feita uma avaliação profissional e uma condução adequada, pois pode ser necessária a administração de soro endovenoso e antibióticos”, esclarece.

O médico alerta ainda que é preciso iniciar logo o tratamento para evitar complicações como a desidratação, principalmente em crianças e idosos. Caso não haja uma intervenção adequada, pode evoluir para casos mais graves e até óbito. “Se houver diminuição da saliva, ausência de lágrimas durante o choro, urina em pouca quantidade e com cor e cheiro forte, perda da elasticidade da pele e sonolência e/ou diminuição do nível de consciência, deve-se procurar ajuda médica imediatamente”, ressalta Dr. Rodrigo.

Confira como evitar uma intoxicação alimentar:

•             Lave bem as mãos antes de manipular ou ingerir alimentos;

•             Tome cuidado com o local e a procedência daquilo que você come;

•             Se for consumir algo de ambulantes, dê preferência para aqueles que estão mais bem acondicionados e que o vendedor não manipule os alimentos com as mãos;

•             Evite alimentos crus;

•             Verifique as condições de higiene do local onde vai comer;

•             Cuidado ao ingerir água, prefira sempre as minerais engarrafadas;

•             Se ainda assim, você ou alguém que você gosta tiver sido vítima de uma intoxicação alimentar, preste atenção à hidratação, oferecendo (ou ingerindo) líquidos em maior quantidade e/ou frequência. Procure auxílio médico!