Educação e Pandemia

Conexão Vitrine #05
A Conexão Vitrine desta segunda dia 12 de abril é AO VIVO e sua participação é fundamental durante o programa! Venha debater com a gente!
O tema é Educação e Pandemia – como os profissionais da educação, família e sociedade estão enfrentando a nova realidade devido a pandemia.
Como a tecnologia ajudou neste processo? A EAD pode substituir o ensino presencial? Quais as dificuldades enfrentadas na utilização das plataformas disponibilizada pelos governos?
Teremos a participação da professora Fernanda Estrela. Mande suas questões, suas sugestões e perguntas para o Conexão Vitrine da Vitrine do Giba. https://youtu.be/yD3F_6b3A1M

Morreu Alfredo Bosi

Professor emérito da USP, Bosi foi uma referência na crítica literária brasileira e na luta pelos direitos humanos (foto: Cecília Bastos/Jornal da USP)

Agência FAPESP – Morreu ontem (07/04), aos 84 anos, Alfredo Bosi, vítima da COVID-19. Ele foi professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e o sétimo ocupante da cadeira de número 12 da Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 2003.

Bosi foi uma referência na crítica literária brasileira. Publicou mais de 20 livros, entre eles a História Concisa da Literatura Brasileira (1970), uma obra considerada canônica, já na 52ª edição; O Ser e o Tempo da Poesia (1977), vencedor do Prêmio APCA de 1977; Dialética da Colonização (1992), ganhador do Prêmio Jabuti de 1993, do Prêmio Casa Grande & Senzala de 1993 e do Prêmio APCA de 1992; Machado de Assis: O Enigma do Olhar (1999), que também lhe valeu o Jabuti em 2000; Literatura e Resistência (2002); e Ideologia e Contraideologia (2010), entre outras.

“Ele foi uma emerência concreta. É uma perda inestimável do ponto de vista da literatura, da história e dos direitos humanos”, diz Paulo Martins, diretor da FFLCH. Bosi foi presidente do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns (1982-1984) e membro da Comissão de Justiça e Paz desde 1987.

“O Brasil perde uma de suas mais relevantes referências culturais e um dos grandes homens entre os que dedicaram a vida à defesa da democracia e dos direitos humanos. Mais do que nunca, o país precisa de personalidades como Bosi; sua falta será sentida”, afirma Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP.

Bosi nasceu em São Paulo, descendente de uma família de italianos. Formado em Letras (1960) e doutorado (1964) pela USP, dedicou os primeiros anos da vida acadêmica à literatura italiana. Na década de 1970, com a publicação de História Concisa da Literatura Brasileira, engajou-se definitivamente no ensino da literatura brasileira no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH-USP, onde tornou-se professor titular (1985).

Ocupou o cargo de diretor (1998 a 2001) e vice-diretor (1987 a 1997) do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, além de editor da revista Estudos Avançados (1989 a 2019) e coordenador do Programa Educação para a Cidadania (1991-1996). Coordenou a Comissão de Defesa da Universidade Pública (1998) e a Cátedra Lévi-Strauss (convênio com o Collège de France, de 1998 a 2004), presidiu a comissão que elaborou o Código de Ética da USP (2001), foi o primeiro presidente da Comissão de Ética da USP (2002 a 2003) e coordenou o Grupo de Estudos Literatura e Cultura (2006 a 2013).

Bosi realizou pesquisas nos Estados Unidos como fellow da John Simon Guggenhein Memorial Foundation e, em 1990, foi pesquisador do Institut des Textes et des Manuscrits Modernes, na França. Foi professor convidado da École des Hautes Études en Sciences Sociales em 1993, 1996 e 1999 e ocupou a Cátedra Brasileira de Ciências Sociais Sérgio Buarque de Holanda da Maison des Sciences de l’Homme, em 2003.

Recebeu a insígnia Ordem de Rio Branco no grau de Comendador, em abril de 1996, e a Ordem do Mérito Cultural, outorgada pelo Ministério da Cultura, em novembro de 2005.

Era viúvo de Ecléa Bosi, professora emérita do Instituto de Psicologia da USP, falecida em 2017. Deixa dois filhos: Viviana Bosi, também professora da FFLCH-USP, e José Alfredo Bosi.
 

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.https://agencia.fapesp.br/republicacao_frame?url=https://agencia.fapesp.br/morreu-alfredo-bosi-aos-84-anos/35595/&utm_source=republish&utm_medium=republish&utm_content=https://agencia.fapesp.br/morreu-alfredo-bosi-aos-84-anos/35595/

Feminismos, mulheres, cinema, diretoras negras

Mulheres, feminismos e audiovisual no Brasil

Confira o bate papo com Vivyane Garbelini. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (2019). Mestra em Comunicação (2017) e jornalista graduada (2011) pela Faculdade Cásper Líbero. Pesquisa feminismos, audiovisual brasileiro, imprensa feminina e representações midiáticas de gêneros. Participa dos grupos de pesquisa Midiato e Comunicação e Sociedade do Espetáculo. Tem experiência profissional em produção de conteúdo para internet e na área de educação.

#feminismos #mulheresnegrasnocinema #mulheresnocinema

Morre ex-vereador paulistano Jean Madeira

Nota de pesar: Câmara lamenta morte do ex-vereador Jean Madeira

MARCH 31, 2021

É com pesar que a Câmara Municipal de São Paulo lamenta a morte do ex-vereador Jean Madeira, aos 44 anos, nesta quarta-feira (31/3).

Jean Madeira foi eleito em 2012 para seu primeiro mandato no Legislativo Paulistano. Como uma liderança do movimento jovem e pastor na igreja evangélica, foi defensor de pautas ligadas ao esporte e à luta contra as drogas. Ele também foi secretário municipal de Esportes e Lazer em São Paulo.

A Câmara se solidariza com todos os familiares e amigos de Jean Madeira.

É TUDO VERDADE DIVULGA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DE SUA 26ª EDIÇÃO

É TUDO VERDADE DIVULGA A PROGRAMAÇÃO

COMPLETA DE SUA 26ª EDIÇÃO


De 8 a 18 de abril, o festival apresenta 69 produções exibidas on-line e totalmente gratuitas

Os títulos brasileiros e internacionais, dentre longas e curtas-metragens premiados pelo júri do festival, qualificam-se para a disputa do

Oscar® 2022

Abertura apresenta “Fuga”, de Jonas Poher Rasmussen, eleito melhor documentário do Festival de Sundance 2021

 “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi, que mostra a extrema vulnerabilidade das tribos indígenas brasileiras, é o filme de encerramento

Mostra Especial e 18ª Conferência Internacional do Documentário celebram o centenário de Chris Marker

Ruy Guerra e Caetano Veloso ganham homenagens com programações especiais

A seleção do É Tudo Verdade 2021 conta com 69 títulos de 23 países. A programação em streaming de filmes, master classes e debates, estará distribuída pelas plataformas É Tudo Verdade/Looke, Sesc em Casa eSpcine Play; no site do Itaú Cultural, no canal do YouTube do SESC 24 de Maio; no site do É Tudo Verdade;e na TV, no Canal Brasil.

Os filmes vencedores dos prêmios dos júris nas Competições Brasileiras e Internacionais de Longas/ Médias-Metragens e de curtas-metragens estarão automaticamente classificados para apreciação à disputa pelo Oscar® do ano que vem. A cerimônia de premiação acontecerá às 17h do dia 18 de abril, no YouTube do É Tudo Verdade.

26ª edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários conta com patrocínio do ITAÚ, parceria do SESC-SP e com o apoio cultural da SPCINE, ITAÚ CULTURAL e CANAL BRASIL. Realização: Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo e Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.