Por que AMO SP?

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Massao Ohno – Poesia Presente, no Canal Curta

Quinta do Pensamento – 23/01

22h05 – “Massao Ohno – Poesia Presente” (documentário)
Nos anos 1960, Massao Ohno abriu portas para uma nova geração de poetas paulistanos ao publicar a “Coleção dos Novíssimos”. Em sequência, lançou Hilda Hilst e introduziu o haikai em português no Brasil. Este documentário retrata como Masso redefiniu o âmbito da poesia e do conceito gráfico editorial no país.  Diretora: Paola Prestes. Duração: 90min. Classificação: Livre. Horários Alternativos: 24 de janeiro, sexta-feira, às 2h10 e às 16h10; 25 de janeiro, sábado, às 10h; 26 de janeiro, domingo, às 19h; 27 de janeiro, segunda-feira, às 10h10.

As Aventuras da Arte Moderna, no Canal Curta

Terça das Artes – 21/01

23h – “As Aventuras da Arte Moderna” (Série) – Episódio “Boemia”
No alegre início do século XX, em Montmartre, um grupo de artistas pobres que compreende Max Jacob, Picasso, Apollinaire, Derain e Vlaminck, entre outros, passa a residir numa antiga fábrica de pianos: Le Bateau-Lavoir. Enquanto isso, do outro lado do Sena, Matisse, conhecido por levar uma vida de austeridade, está ocupado em virar a ordem estabelecida de cabeça para baixo no Salon d´Automne de 1905, exibindo obras que explodem em cores extravagantes. O Fauvismo nasce. Dentro das salas escuras do Bateau -Lavoir, Picasso prepara sua resposta. Prestando homenagem às suas respectivas visões da modernidade, os dois pintores erguem os seus pincéis para uma competição de telas. Diretoras: Amélie Harrault, Pauline Gaillard. Duração: 52 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 22 de janeiro, quarta-feira, às 03h e às 17h; 23 de janeiro, quinta-feira, às 11h.

Teodoro Alexandre de Beaurepaire

Olá amigos e amigas da Vitrine do Giba vamos hoje falar sobre mais um personagem das Guerras da Independência e que é nome de Rua no bairro do Ipiranga, na Cidade de São Paulo. O personagem de hoje é Teodoro de Beaurepaire

Teodoro Alexandre de Beaurepaire nasceu em Toulon, na França em 1787. Foi militar brasileiro de origem francesa. Estudou em Lisboa e veio para o Brasil, em 1808, como primeiro-tenente na esquadra que naquele ano trouxe a Família Real Portuguesa para o Brasil.

Em 1823, lutou na Bahia contra as tropas portuguesas durante a Guerra da Independência. No ano seguinte, participou da repressão à Confederação do Equador, em Pernambuco. Nessa ocasião, aprisionou o navio rebelde “Constituição ou Morte”, que depois passou a se chamar “Beaurepaire”. O Brigue Constituição ou Morte, ex-Rio Ave, foi armado pelos revolucionários de Pernambuco. Aprisionado pela Corveta Maria da Glória, do comandante Teodoro de Beaurepaire, em Porto de Pedras, Alagoas em 25 de julho de 1824. Passou a chamar-se Beaurepaire, tendo sido o único navio a ostentar esse nome(1) na Marinha do Brasil em homenagem ao oficial que o capturou. O comandante e o imediato desse navio rebelde, o maltês John Matrowich e o português João Guilherme Ratcliff, foram condenados à morte e executados em 17 de março de 1825.

Na Guerra da Cisplatina, participou de vários combates em 1826 e 1827 e capturou navios corsários que perseguiam os navios mercantes brasileiros. Entre 1837 e 1838, já chefe de divisão, chefiou as forças navais na repressão à Sabinada. Em 1843, comandou a esquadra que escoltou a imperatriz D. Teresa Cristina de Nápoles até o Rio de Janeiro para se casar com D. Pedro II.

Faleceu como vice-almirante e foi enterrado no Cemitério de São João Batista na gloriosa cidade do Rio de Janeiro em 2 de novembro de 1849.

Ficamos por aqui e aguardem o próximo vídeo sobre Personagens da Independência. Compartilhe, curta e inscreva-se em nossos canais.

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Contrarresiliente, uma resenha

O livro é de poesias, mas bem poderia ser um livro de crônicas. Ou será uma crônica-poesia? Mas poderia ser também um livro reportagem, um retrato escrito poeticamente na desgraça que é ser nas ruas onde não ser igual já é um enorme diferencial. O Zeh Gustavo, nosso contrarresiliente fala (ou melhor escreve, descreve e reescreve) o que o engasgado está por nós.
Vá devagar, o livro tem seu público e tem seu selo antifascista, portanto, não espere que nele impere cápsulas antipedagógicas oprimidas. Aqui a escrita é trans! Transbolzonarizado, transacomodado, transeunte.
O Zeh que já em outras lavras traçou linhas incômodas, em contrarresiliente vai direto ao golpe! Pronto para combater o ar contaminado de imbecilidade ou da boçalidade bosta que impera nos guetos nobres da sociedade pós-boçal com seus hiper chiliques.
A poesia aqui é contracorrente e deveras atinge quem deveras ler. Ler aqui é um ato de contravenção, contradição, contradito, não espere palavras mornas, textos leves como beijos suaves ou músicas para dormir.
Portanto, na contra mão necessária, eu super indico a leitura de contrarresiliente de Zeh Gustavo, editado pela Editora Viés.

O Dia do Fico e a Rua…

No dia 9 de janeiro de 1822, o príncipe regente D. Pedro I fez uma declaração de que não cumpriria mais as ordens das Cortes Portuguesas, que exigiam sua volta a Lisboa, ficando no Brasil.
Ficaram famosas as palavras supostamente ditas pelo Príncipe Regente: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico”.
Esta afirmativa de Dom Pedro I contribuiu para o fortalecimento do movimento separatista no Brasil, até então considerado uma extensão de Portugal. É por esse motivo que esse dia é tão importante para o Brasil.
Ocorria que as cortes de Lisboa, não aprovaram as medidas tomadas por dom Pedro para administrar o país; elas queriam recolonizar o Brasil e passaram a pressionar o príncipe a também retornar a Lisboa, deixando o governo do país entregue a uma junta submissa aos interesses portugueses. Uma reação de políticos brasileiros aconteceu e eles entregaram ao regente uma lista com 8 mil assinaturas solicitando sua permanência aqui. A resposta de dom Pedro foi a célebre frase apresentada acima. Ela marca a adesão do príncipe regente ao Brasil e à causa brasileira, que vai desembocar em nossa Independência, no mês de setembro daquele ano. O Dia do Fico, portanto, é um dos marcos do processo de libertação política do Brasil.
No Ipiranga, bairro de São Paulo, temos a Rua do Fico em homenagem a este tão importante momento. Fique com a Vitrine do Giba, participe, compartilhe e inscreva-se nos nossos canais.

Cuidado com a insolação

Siga as dicas da Associação Paulista de Medicina para enfrentar a insolação

A insolação é uma condição séria provocada pelo excesso de exposição ao sol e ao calor intenso. Ela acontece quando a temperatura corporal ultrapassa os 40º C, fazendo com que o mecanismo de transpiração falhe e o corpo não consiga se resfriar.

O quadro de insolação merece especial atenção porque com o aumento rápido da temperatura corporal, a pessoa acaba perdendo muita água, sais e nutrientes importantes para manutenção do equilíbrio do organismo.

É importante lembrar que a condição da insolação está bastante associada ao clima quente e seco, mas também pode ocorrer em ambientes úmidos.

É uma condição que pode ser fatal. O atendimento médico deve ser imediato, assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas, para evitar o óbito e outras complicações, como danos no cérebro, coração, rins e músculos.

Causas

Segundo a dermatologista Leontina da Conceição Margarido, delegada da Associação Paulista de Medicina (APM) e membro da Academia de Medicina de São Paulo, “a insolação pode ocorrer em qualquer tipo de pele, mas é pior nas pessoas com pele e olhos claros. Os ruivos são os mais susceptíveis às queimaduras e suas consequências”.

O problema é causado basicamente por situações de exposição prolongada ao sol e ao calor. Normalmente acontece em ambientes muito quentes ou em situações que provoquem aumento rápido da temperatura corporal, como, por exemplo:

Passar muito tempo exposto ao sol sem protetor solar (na praia, no clube, na piscina etc).
Praticar atividades extenuantes, ou seja, que causam esgotamento, enfraquecimento físico.
Usar excesso de roupas, especialmente no calor.
Ficar sem se hidratar por muito tempo.

A prática regular de atividades físicas é uma orientação padrão dos médicos, especialmente por melhorar a qualidade de vida e prevenir uma série de doenças crônicas, como diabetes, câncer e hipertensão. No entanto, atividades exaustivas, que causam debilitação na pessoa, provocam o efeito inverso, contribuindo para insolação e, em casos mais graves, lesões de diversos tipos e até mesmo a morte.

Apesar de o ambiente externo ser mais propício ao aparecimento do problema, é fundamental ter cautela. Barraca ou guarda sol, por exemplo, não protegem dos raios solares, eles refletem no solo e acabam atingindo mesmo aqueles que estão na sombra. “A proximidade com a água, areia e neve também aumentam a incidência de luz e intensificam a exposição à radiação”, alerta Leontina.

O que fazer

Ela causa sintomas que vão aparecendo aos poucos. Os primeiros sinais são:

dores de cabeça;
tontura;
náusea;
pele quente e seca;
pulso rápido;
temperatura elevada;
distúrbios visuais;
confusão mental.
Dependendo do tempo de exposição ao sol, os sintomas podem ser mais graves e podem incluir, entre outras coisas:

respiração rápida e difícil;
palidez (às vezes desmaio);
convulsão;
temperatura do corpo muito elevada;
extremidades arroxeadas;
fraqueza muscular;
coma;
morte.

A insolação provoca o aumento de, pelo menos, 25% das chances de desenvolver câncer de pele. Além disso, favorece o aparecimento de sardas, melasma, queimaduras e envelhecimento precoce.

“ É preciso estar atento às lesões que mudam de tamanho, de cor, começam a coçar, doer, arder. Feridas que demoram em cicatrizar ou não cicatrizam, são sinais de degeneração e que não pode ser ignoradas”, completa.

É essencial buscar ajuda médica imediata assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas de insolação.

Fatores de risco

Alguns fatores, hábitos, posturas, comportamentos e situações podem aumentar os riscos de insolação. Crianças, idosos, pessoas com doenças crônicas, como câncer, diabetes, hipertensão, e pessoas com imunidade baixa, como transplantados e portadores de HIV/Aids, devem ter cuidado especial com a insolação, uma vez que esta condição pode provocar efeitos colaterais graves com maior probabilidade nesse público.

Não beber líquidos adequadamente.
Ingerir muito álcool ou cafeína.
Pessoas que têm gastroenterites.
Pessoas que fazem uso de medicamentos para pressão alta, diuréticos, antidepressivos ou antipsicóticos.

Comece a cultivar uma horta

Olá amigo e amigas da Vitrine do Giba! Quero aproveitar este intermédio entre o Natal e O fim do ano, um momento propicio para reflexões, para fazer uma alegoria sobre Cultivar Hortas. O grande líder sul africano Nelson Mandela quando estava preso ocupava seu tempo cuidando de uma hora que ele mesmo iniciou. Enquanto os demais presos estavam jogando damas, cartas ou olhando para o nada, Mandela aproveitava seu tempo de SOL para cultivar uma horta, horta esta que ele começou num cantinho do pátio; ali onde começou a cavar com suas próprias mãos até conseguir a utilização de um ancinho.  Mandela usava até restos de ossos triturados, ossos que ele achava enterrado no pátio,  em sua prática diária de cultivar. E assim, usava seu tempo para meditar e ter novos conhecimentos sobre plantas e sobre como cultivar estas plantas. Muitas dessas hortaliças eram depois doadas aos seus guardiões, aos guardas do presídio.

Bom, que tal ir além, sair da mesmice e começar a cultivar qualquer tipo de hortas, mas alguma coisa que faça você sair do lugar comum, do tédio e que faça você ampliar os seus horizontes? Comece a cultivar uma horta e este será o seu começo da sua virada!

Fique com a Vitrine do Giba, inscreva-se em nossos canais e até a próxima.