Hambúrguer leve de Palmito

Prato com ingredientes leve é o ideal para retomar a alimentação saudável após dias de festividade

Receita leve ajuda à voltar à alimentação saudável após aproveitas as festas de carnaval

Após aproveitar os dias de festa no carnaval, é chegada a hora de voltar à rotina da alimentação saudável! Uma dica para retomar o fôlego é apostar em receitas práticas, que não demandem muito tempo na cozinha. Pensando nisso, a Sacciali, marca de alimentos gourmet focada na gastronomia italiana, separou uma receita de Hambúrguer de Palmito, ideal para ser saboreado com uma salada leve. Confira!

Hambúrguer de Palmito

Ingredientes:

  • 2 Palmitos picados
  • 1 colher de sopa de pimentão vermelho
  • 1 colher de sopa de cebolinha fresca picada
  •  2 colheres de sopa de cebola picada
  • 1 colher de sopa de Mostarda Gourmet
  • 1 colher de chá de alho picado
  • 1 colher de sopa de farinha de berinjela
  • 1 clara de ovo
  • Fio de Azeite Premium
  • Pimento do reino a gosto

Modo de preparo:

Em uma panela adicione o fio de Azeite Premium e doure o alho e a cebola. Em seguida junte o Palmito . Desligue o fogo e acrescente o pimentão e a Mostarda Gourmet e tempere com sal e pimenta;

Em seguida, adicione a farinha de berinjela e misture até dar consistência. Coloque a cebolinha e a clara e mexa até obter uma massa homogênea;

Acomode a massa em três aros iguais para hambúrguer ou molde com as mães e coloque em uma assadeira untada. Leve para assar em fogo média, pré-aquecido por 40 minutos;

Sirva com salada!

Vitrine do Giba Indica. Teatro

Com texto de Leonardo Netto e direção de Fabiano de Freitas, peça aborda a homofobia na sociedade moderna.
No dia 29 de fevereiro o Sesc Ipiranga recebe a estreia da peça 3 Maneiras de Tocar no Assunto. O espetáculo aborda a homofobia da sociedade moderna através de três solos curtos. No primeiro, O Homem de Uniforme Escolar, o público assiste a uma aula de bullying homofóbico. O segundo, O Homem com a Pedra na Mão, é o depoimento de um dos participantes da Revolta de Stonewall, que aconteceu em junho de 1969, em Nova York. O terceiro, O Homem no Congresso Nacional, é o pronunciamento de um deputado gay e ativista na tribuna da Câmara.
Inédita em São Paulo, a montagem esteve em temporada no Teatro Poeirinha, no Rio de Janeiro, em 2019,  e já acumula quase 20 indicações em premiações de teatro.
Concorre ao Prêmio APTR (Melhor Espetáculo, Texto, Direção, Ator, Direção de Movimento, Iluminação e Música) e ao Botequim Cultural (Melhor Espetáculo, Ator, Texto e Direção de Movimento). É a atual vencedora do Prêmio Cesgranrio nas categorias: Melhor Texto Nacional Inédito, Melhor Ator e Categoria Especial, pela direção de movimento de Marcia Rubin e integrará a programação do Festival de Curitiba, que acontece em abril de 2020.

Entrevista com Emerson Ike Coan sobre o Clube da esquina

Mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero (FCL), na qual é pesquisador no Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo (CNPq), nas linhas de pesquisa Comunicação e Política na Sociedade do Espetáculo e Comunicação e Cultura na Sociedade do Espetáculo. Mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

Entrevista com Deysi Cioccari

Deysi Cioccari é jornalista, doutora em Ciência Política pela PUC-SP e pós-doutoranda em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero. Uma das primeiras a estudar o “Fenômeno Bolsonaro”. Sua mais atual Pesquisa trata-se da “Construção da Imagem do Presidente Jair Bolsonaro”.

Conheça o gengibre

Gengibre

Nome científico: Zingiber officinale Roscoe

Nome popular: gengibre

Família: Zingiberaceae

O gengibre é uma raiz que pode ser utilizada em chás ou em raspas que podem ser adicionadas a água, sucos, iogurtes ou saladas. 

Características gerais: erva rizomatosa, ereta, com cerca de 50cm de altura. Folhas simples, invaginantes, de 13-30cm de comprimento. Flores estéreis de cor branco-amarelada. Rizoma ramificado, de cheiro e sabor picantes, agradáveis. É originária da Ásia e cultivada no Brasil.

Uso: seus rizomas são utilizados como especiaria para tempero de carnes e de bebidas desde a época da antiga civilização greco-romana. Na literatura etnofarmacológica há referência de seu emprego como remédio contra asma, bronquite e menorragia, porém sem comprovação científica.

Alimentação do Idoso – RECOMENDAÇÕES

  • Realizar de 5 a 6 refeições por dia, em ambiente tranqüilo, mastigando bem os alimentos;
  • Estabelecer os horários das refeições, evitando ficar longos períodos em jejum;
  • Aumentar o consumo de líquidos ENTRE as refeições, evitando ingeri-los DURANTE as mesmas;
  • Dar preferência à água, chás de hortelã, camomila e erva cidreira, ao invés de café, bebidas alcoólicas e refrigerantes;
  • Evitar consumir alimentos muito gordurosos ou fritos e preparações a base de banha animal e gordura vegetal hidrogenada. Utilizar óleos como oliva, canola, soja, porém em quantidades moderadas;
  • Dar preferência às preparações cozidas, refogadas, assadas ou grelhados;
  • Usar sal com moderação. Substituir os temperos prontos pelos naturais como limão, salsa, salsinha e orégano;
  • Evitar o consumo de alimentos enlatados, embutidos, sopas industrializadas, caldos concentrados;
  • Evitar o consumo excessivo de açúcares e doce;
  • Consumir diariamente 3 porções de leite ou substituto, de preferência desnatados;
  • Consumir diariamente carnes magras, hortaliças folhosas verde-escuras e leguminosas;
  • Consumir diariamente de 3 a 5 porções de hortaliças e 2 a 4 porções de frutas;
  • Atentar para as datas de validade dos alimentos.

Sesc Ipiranga recebe a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

Única apresentação do concerto inusitado é grátis e aberto ao público em geral

No dia 08 de fevereiro, sábado, às 16h, o Sesc Ipiranga recebe a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, num concerto inusitado, no quintal da unidade.

A Orquestra é formada por capoeiristas, músicos e pessoas da comunidade. Sua proposta é musical, tanto na concepção dos arranjos quanto na escolha do repertório que inclui ritmos oriundos de difrentes manifestações populares como o samba, afoxé, puxada-de – rede e frevo.

Os berimbaus são afinados e agrupados em naipes: berimbau gunga ou berra-boi (som grave), de centro (som médio) e o viola ou violinha (som mais agudo). O “Berimbum”, com som super-grave, é tocado com arco de violoncelo. Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos e canções. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), agogô, pandeiro, reco-reco, ganzá, triângulo, atabaque, kalimba, n’tama (talk-drums), matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade.

Histórico

A ideia de uma Orquestra de Berimbaus surgiu nos encontros informais que aconteciam na pracinha do Morro do Querosene, ao cair das tardes de domingo, quando Dinho Nascimento e alguns amigos se reuniam para tocar, jogar capoeira e passar seus ensinamentos aos mais jovens e outros recém-chegados. O convite para um concerto, em fins de 2007, consolidou a formação atual e inaugurou a agenda de apresentações. Sua identidade artística a tem levado a eventos de capoeira, de populações em situação de rua e em defesa de causas ambientais e sociais, além da profunda interação com a comunidade local e de culturas populares.

O berimbau

 Urucungo ou berimbau de barriga, o mais utilizado no Brasil, é um instrumento musical constituído por um arco de madeira retesado por um arame ou corda (string) com uma cabaça (ou caixa de ressonância), que utiliza uma pedra ou dobrão (para pressionar a corda), uma baqueta (para percutir a corda) e um caxixi (pequeno chocalho que reforça a marcação do ritmo). Inspirado em modelos africanos, tornou-se um instrumento tipicamente brasileiro, símbolo de liberdade e resistência cultural. No início era utilizado pelos mercadores. Hoje, fundamental numa roda-de-capoeira, arte marcial brasileira, é respeitado como mestre que dita e organiza o jogo. Daí as peças rítmicas conhecidas como toques de capoeira: Angola, São Bento Grande, São Bento Pequeno, Luna, Cavalaria, Amazonas…


Ficha Técnica
Dinho Nascimento – direção artística, maestro, músico (berimbum, berimbau-rabeca, kalimba, talk-drums)
Gabriel Brilé – berimbau, atabaque e pandeiro
Cecília Pellegrini – caixa do divino, pandeiro, agogô, sinos, triângulo, reco-reco, vocais
Luís Henrique Meira – berimbau
Wagner Branco – berimbau
Tchaca Souza – berimbau e zabumba
Pedro Romão – berimbau, zabumba, atabaque
Décio Sá – berimbau

Serviço:

Orquestra de Berimbaus

Dia: 08/02, Sábado, às 16h
Grátis

Praça Cinza
Classificação: Livre

As mulheres preferem olhar nos olhos dos homens

Certa vez li num jornal que o zoólogo Günter Tembrock – na época ele tinha uns 76 anos – um estudioso do comportamento reprodutivo dos animais, que ao fazer sua escolha a fêmea dá preferência ao macho que lhe parecer superior aos demais, característica que poderá garantir o desenvolvimento de seus descendentes. Sendo assim, a fêmea tolera a poligamia de seus companheiros…. A Moral dupla teria assim sua sólida base biológica!????
Na antiguidade, segundo alguns evolucionistas, o sucesso da espécie humana foi o investimento na criação dos descendentes. Portanto, em matéria de seletividade, a fêmea humana era inteligente (pois é: continua até hoje…) permitia apenas a aproximação daqueles que possuíssem bons genes e boa disposição e tato para ter cuidados com seus filhotes. Vai daí as dores de amores…
Ele, o macho, concorria, testava, ela, a fêmea, negava e testava (parece moderno?). Se ele ganhava a sorte grande, e isto ele sempre sonhava, se transformava no reprodutor. Mas desde aqueles tempos já existia dois tipos de homens: o “pai” (o que provia e cuidava) e o “borboleteador” (o que espalhava seus espermatozóides e vazava, caia fora…). Segundo esta teoria o tipo “pai”, protótipo de reprodutor ficava com mais fraqueza para o adultério. O perigo da traição enraizou o ciúme masculino. Sendo assim, o homem tende mais para o sexo oportunista, enquanto a fêmea tende ao sexo escolhido, afirmava na entrevistado o zoólogo Tempborck. Belo legado biológico!
Diante destas especulações científicas, o ciúme feminino está mais vinculado ao fator emocional do que às escapadas do reprodutor. Era assim no inicio da história da Humanidade é assim nos dias atuais!
Os olhos masculinos estão voltados para as regiões médias e inferior das mulheres, as áreas mais quentes, mas sensuais, mais reprodutivas…. ( que o digam os turistas que procuram as “popozudas no Rio de Janeiro). A mulher prefere olhar o homem no rosto e daí com sua inteligência descobrir o DNA em oito segundos… A mulher é rápida no gatilho!
Apesar do “olho no olho” ser a preferência das fêmeas elas não se dão por contente com isto apenas. Para as fêmeas não basta olhar o parceiro, a excitação vem com o contato físico. Bem, os machos também são estimulados por sinais visuais que o digam os que preferem peitos redondos e grandes por parecem nádegas!
Esses zoólogos! Os homens parecem sempre não querer uma mulher mais toda a espécie feminina… O acoplamento total!
Já as mulheres preferem uma minoria, dá mais atenção ao conteúdo do produto e não na quantidade, exceto é claro em se tratando de consumo no mundo das compras, onde o desejo de consumir extrapola qualquer olhar.
Bem, sendo assim, a mulher prefere olhar nos olhos dos homens e nas prateleiras das lojas (coisa que alguns homens já estão fazendo…) e os homens tem lá outros fetiches….