Cachaça, a verdadeira preferência nacional

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Dona de muitos nomes, ainda estigmatizada em sua própria terra, para muitos não é uma boa ideia, mas, também há admiradores espalhados por todo o Brasil. Com moderação e cautela é possível tomar um bom gole da “marvada”. Invenção dos tempos da colonização portuguesa no Brasil, nos antigos engenhos de açúcar, o refugo da produção era dado aos animais e aos escravos.

Os escravos, às vezes, deixavam a borra de melaço fermentar por alguns dias, criando assim a primitiva cachaça.

As marcas em todo país

Entre as cachaças de renome nacional podemos citar a Havana, produzida em Salinas, dita como hors-concurs, ela é a preferida de pelo menos oito entre dez apreciadores. A Salineira, da mesma cidade, é outra que merece destaque. Pedra Azul e Montes Claros, também em Minas Gerais, são municípios com tradição e boas marcas. Além disso, no Nordeste, no Sudeste e no Centro-Oeste não é difícil encontrar produtos de boa qualidade. No Paraná destaca-se a Reserva do Patrão

Em Águas de Lindóia também é produzida uma das melhores pingas de São Paulo, a do engenho Barreiro, na pequena Cabreúva se produz também excelentes aguardentes.

 

Marca centenária, a Ypioca existe há 156 anos

Com a situação financeira abalada, o agricultor português radicado em Recife, Dario Telles de Menezes utilizou um pequeno alambique de cerâmica que havia trazido do Velho Continente. Com a enxada, abriu covas na terra e deu início ao primeiro plantio de cana-de-açúcar da região. Nascia a Cachaça Ypioca.

São produzidos anualmente 80 milhões de litros resultantes de cana plantada em 3 mil hectares. A empresa emprega 2.400 pessoas e gera outros 7 mil empregos indiretos. São os homens e mulheres que fazem a cobertura de palha que envolve as garrafas da Ypioca. Pouco mais de 5% da produção é exportada, com o incentivo à exportação a meta é chegar a 30%. É exportada para diversos países da Ásia, Europa e também para os Estados Unidos.

A Ypioca recicla 100% dos subprodutos de suas indústrias.

Cachaça para estimular as exportações

Considerada a terceira bebida destilada mais consumida no mundo, pois ela só perde para a vodka, e para o soju (bebida coreana bastante difundida no oriente), a pinga é praticamente consumida só no Brasil.

A ideia agora é incentivar as exportações, ensinar os outros países a beber a caninha, identificando-a como produto genuinamente nacional.

 

 

Uma bala explosiva!

Lá vai uma receita de bala para cachaceiro nenhum botar defeito, faça …

Ingredientes:

1 quilo de açúcar refinado

2 copos de pinga

2 copos de água

2 pacotes de gelatina sem sabor

1 pacote de gelatina vermelha

Modo de preparar

Dissolver as gelatinas nos dois copos de água quente. Em seguida colocar a pinga e açúcar, mexer bem.

Colocar no fogo (mas não apague a chama). Volte novamente para o fogo e faça a mesma coisa até levantar fervura três vezes. Retire do fogo, coloque em uma assadeira e leve à geladeira.

No dia seguinte, corte em cubos e passe no açúcar. Sirva!

Pequena história da cachaça

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O jornalista Rômulo Almeida é conhecido como um grande especialista no assunto e é dele esta pequena história da cachaça:

Os egípcios antigos dão o primeiro sinal. Curam várias moléstias, inalando vapor de líquidos aromatizados e fermentados, absorvido diretamente do bico de uma chaleira, num ambiente fechado.

Os gregos registram o processo de obtenção da ácqua ardens. A Água que pega fogo – água ardente, aparece nos registros do Tratado da Ciência escrito por Plínio, o velho, que viveu entre os anos 23 e 79 depois de Cristo. Ele conta que apanha o vapor da resina de cedro, do bico de uma chaleira, com um pedaço de lã. Torcendo o tecido obtem-se o Al kuhu.

A água ardente vai para as mãos dos Alquimistas que atribuem a ela propriedades místico-medicinais. Se transforma em água da vida. A Eau de Vie é receitada como elixir da longevidade.

A aguardente então vai para da Europa para o Oriente Médio, pela força da expansão do Império Romano. São os árabes que descobrem os equipamentos para a destilação, semelhantes aos que conhecemos hoje. Eles não usam a palavra Al kuhu e sim Al raga, originando o nome da mais popular aguardente da Península Sul da Ásia: Arak. Uma aguardente misturada com licores de anis e degustada com água.

A tecnologia de produção espalha-se pelo velho e novo mundo. Na Itália, o destilado de uva fica conhecido como Grappa. Em terras Germânicas, se destila a partir da cereja, o kirsch. Na Escócia fica popular o Whisky, destilado da cevada sacarificada.

No extremo Oriente, a aguardente serve para esquentar o frio das populações que não fabricam o Vinho de Uva. Na Rússia a Vodka, de centeio. Na China e Japão, o Sakê, de arroz.

Portugal também absorve a tecnologia dos árabes e destila a partir do bagaço de uva, a Bagaceira.

Os portugueses, motivados pelas conquistas espanholas no Novo Mundo, lançam-se ao mar. Na vontade da exploração e na tentativa de tomar posse das terras descobertas no lado oeste do Tratado de Tordesilhas, Portugal traz ao Brasil a Cana de Açúcar, vindas do sul da Ásia. Assim surgem na nova colônia portuguesa, os primeiros núcleos de povoamento e agricultura.

Os primeiros colonizadores que vieram para o Brasil, apreciavam a Bagaceira Portuguesa e o Vinho d’Oporto. Assim como a alimentação, toda a bebida era trazida da Corte.

Num engenho da Capitania de São Vicente, entre 1532 e 1548, descobrem o vinho de cana de açúcar – Garapa Azeda, que fica ao relento em cochos de madeiras para os animais, vinda dos tachos de rapadura. É uma bebida limpa, em comparação com o Cauim – vinho produzido pelos índios, no qual todos cospem num enorme caldeirão de barro para ajudar na fermentação do milho, acredita-se. Os Senhores de Engenho passam a servir o tal caldo, denominado Cagaça, para os escravos. Daí é um pulo para destilar a Cagaça, nascendo aí a Cachaça.

Dos meados do Século XVI até metade do Século XVII as “casas de cozer méis“, como está registrado, se multiplicam nos engenhos. A Cachaça torna-se moeda corrente para compra de escravos na África. Alguns engenhos passam a dividir a atenção entre o açúcar e a Cachaça.

A descoberta de ouro nas Minas Gerais, traz uma grande população, vinda de todos os cantos do país, que constrói cidades sobre as montanhas frias da Serra do Espinhaço. A Cachaça ameniza a temperatura.

Incomodada com a queda do comércio da Bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe várias vezes a produção, comercialização e até o consumo da Cachaça.

Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756 a Aguardente de Cana de Açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, abatida por um grande terremoto em 1755.

Para a Cachaça são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o literário, para manter as faculdades da Corte.

Como símbolo dos Ideais de Liberdade, a Cachaça percorre as bocas dos Inconfidentes e da população que apoia a Conjuração Mineira. A Aguardente da Terra se transforma no símbolo de resistência à dominação portuguesa.

Com o passar dos tempos melhoram-se as técnicas de produção. A Cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas – o famoso Quentão.

No século passado instala-se, com a economia cafeeira, a abolição da escravatura e o início da república, um grande e largo preconceito a tudo que fosse relativo ao Brasil. A moda é européia.

Em 1922, a Semana da Arte Moderna, vem resgatar a brasilidade nos campos literário e das artes plásticas. No decorrer do nosso século, o samba é resgatado. Vira o carnaval. Nestas últimas décadas a feijoada é valorizada como comida brasileira especial. A Cachaça ainda tenta desfazer preconceitos e continuar no caminho da apuração de sua qualidade.

Hoje, várias marcas de alta qualidade figuram no comércio nacional e internacional e estão presentes nos melhores restaurantes e adegas residenciais pelo Brasil e pelo mundo.

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Vida e obra de Leon Trotsky

 

Em 7 de novembro de 1879, nascia o intelectual e revolucionário bolchevique León Trotsky

Nascido em família de origem judaica, Lev Davidovich Bronstein, que mais tarde assumiria o nome de guerra de Leon Trotsky, foi um intelectual marxista e revolucionário bolchevique, organizador do Exército Vermelho e rival de Stalin na tomada do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) à morte de Lenin.

No final de 1917, os bolcheviques, liderados por Lênin e Trotsky, deram um golpe de Estado e derrubaram o governo provisório, dando início ao que chamavam de “ditadura do proletariado” e criando uma República Soviética da Rússia.

Em 1923 aprofundou-se a cisão entre ele e seu companheiro de partido Stalin, provocada pela ascendência deste na crescente burocracia partidária e por divergências políticas relacionadas aos rumos da revolução. Trotsky propugnava a expansão da revolução por outros países, enquanto Stalin formulava a doutrina do socialismo em um país único. Com a morte de Lênin, em 21 de janeiro de 1924, começou a corrida pela sucessão. No Comitê Central do Partido Bolchevique, iniciou-se o processo de calúnia e difamação de Trotsky promovido por Stalin e seus principais aliados de ocasião. Em 1925 Trotsky foi proibido de falar em público e em 1929 foi banido da União Soviética.

Exílio, affair e morte

Ficou no exílio na Turquia até 1933, na França até 1935 e depois na Noruega até 1937. Finalmente, foi para o México com sua segunda esposa, Natalia Sedova, no dia 9 de janeiro de 1937, a convite do muralista Diego Rivera, marido de Frida Kahlo. No méxico, Trotsky teve um romance, nem tão secreto, com Frida Kahlo, que ainda se recuperava das muitas traições de Diego. Ele mandou cartas de amor para Frida dentro dos livros que a emprestou e deixou para trás o auto retrato que Frida dedicou à ele: “Between the Curtains”. Na pintura, Frida está segurando uma carta que diz, “Para Trotsky, com muito carinho, eu dedico está pintura. 7 de Novembro de 1937. Frida Kahlo, São Miguel, México.”. Sete de novembro é o dia de aniversário de Trotsky.

 

Ele nunca deixou de lado o ativismo político, em 1938, escreveu o panfleto “Programa de Transição”, que é o programa de fundação da 4a Internacional Comunista. Stalin, porém, considerava a militância de Trotsky uma ameaça real a sua hegemonia sob o movimento comunista internacional. Assim, infiltrou um agente na residência mexicana de Trotsky, Ramón Mercader, que o matou a golpes de picareta em 1940. Mercader jamais assumiu ter agido a mando de Stalin.

Leia a obra do autor e suas biografias disponíveis no acervo da Estante Virtual:


Diário do Exílio – Leon Trotski

Entre os anos 1934 e 1935, quando a Segunda Guerra Mundial se iniciava, Trotsky escreveu seu Diário do Exílio em três cadernos escolares. Neste diário, Trotsky faz comentários clarividentes de acontecimentos futuros e fala também de sua situação pessoal.

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Stalin – Leon Trotski

Neste livro Trotsky retoma a luta contra a teoria de Stalin-Bukharin do “socialismo em um só país”, que visava transformar a III Internacional em uma agência de defesa da URSS. Ao mesmo tempo, sintetiza as batalhas travadas pela Oposição de Esquerda entre 1923 e 1928. Os textos de Trotsky compõe uma poderosa síntese dessa luta teórica, programática, política e metodológica.

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Trotsky Exilio e Assassinato de um Revolucionario – Bertrand M. Patenaud

Baseado em vasta pesquisa original e com impressionante força narrativa, Bertrand M. Patenaude apresenta a trágica e fascinante biografia de Leon Trótski, tendo como ponto de partida seu exílio no México, entre 1937 e 1940, quando é assassinado. O autor entrelaça a história dos últimos anos de vida de Trótski com flashbacks de episódios cruciais de sua carreira como jovem marxista, herói revolucionário, chefe do Exército Vermelho, líder bolchevique, proscrito da URSS de Stálin e finalmente herege do Kremlin, marcado para morrer pela polícia secreta do regime. Valendo-se da correspondência privada e dos diários de Trótski, bem como de testemunhos de seus guarda-costas e secretários e arquivos da KGB, Patenaude detalha as tumultuadas relações do líder revolucionário com o casal de pintores Diego Rivera e Frida Kahlo – que incluíram um caso amoroso com Frida – e sobre o tormento que viveu enquanto sua família e camaradas eram vítimas do Grande Terror promovido pelo stalinismo.

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O Imperialismo e a Crise da Economia Mundial – Leon Trotsky

Nessa coletânea de textos, trotsky analisa a economia mundial sob dois aspectos fundamentais: sob o impacto da crise de 1929, e sob a reorganização política dos países imperialistas e das classes sociais nas décadas do entre-guerras. Retira dessas análises conclusões fundamentais para o método marxista aplicado à economia.

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A Revolução Desfigurada – Leon Trotsky

A obra retrata as fases da luta de seis anos da facção dirigente da URSS contra a Oposição de Esquerda e particularmente contra Trotsky. Grande parte do livro é consagrada à refutação das acusações contra o autor. A primeira parte apresenta uma carta de Trotsky ao Instituto Histórico do Partido e da Revolução de Outubro. A segunda parte compõem-se de quatro discursos pronunciados por Trotsky perante as mais altas instâncias do Partido, de junho a outubro de 1927, período da mais intensa luta ideológica entre a Oposição e a facção de Stalin. Por fim, um pequeno panfleto escrito no exílio em Alma-Ata, em 1928, em resposta a uma carta de admoestação de um adversário. Este documento dá ao livro a conclusão necessária, iniciando o leitor na apreciação do último estágio da luta que precedeu diretamente o banimento do autor.

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A História da Revolução Russa – Leon Trotsky

Trotsky escreve sobre a revolução da sua vida unindo a serenidade do historiador que deve esclarecer o que aconteceu, com a lucidez do teórico que precisa explicar porque aconteceu, sem camuflar o compromisso do militante que esteve na primeira linha de acontecimentos que mudaram os destinos do século 20. Das linhas desta obra imperdível surge a conclusão que a revolução russa não foi prematura, mas atrasada. As sociedades não se transformam na medida em que a mudança é necessária. As mudanças em condições políticas reacionárias, como eram as da Rússia sob o Tsar depois da derrota da revolução de 1905, por mais necessárias que sejam, parecem por anos e anos como impossíveis. Surgem como extravagâncias de visionários. Toda ordem político-social se apoiou, portanto, no extremo conservadorismo das sociedades humanas. Os tempos da política estão sempre atrasados em relação aos tempos da história. Um atraso maior ou menor separa o momento em que o agravamento da crise histórica se manifesta, do momento em que as forças sociais em luta estão dispostas a medir forças, e chega a hora da revolução.

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Entre na nova tendência da Moda Medieval

Por Gilberto da Silva

Já que estamos caminhando a passos largos de volta para a Idade Média, nada melhor do que ir, de pronto, e bem preparado para a moda. Para quem ainda não sabe, ou não se lembra a Idade Média, ou a denominada Era Medieval, foi um período da História Europeia que durou do século IV ao século XV. Afinal, retroceder sim, mas com estilo, não é Denner? Não consultei meus amigos estilistas, mas segue aqui uma pequena seleção de estilos para homens e mulheres. As roupas variam de séculos para séculos, “seculorum”, e também depende da classe social ou hierarquia de poder: imperadores e religiosos vestiam-se com mais suntuosidade.  Escolha seu modelito, peça esta que você pode comprar após pesquisas na internet e vá fundo de volta ao passado. Os milenaristas te agradecem!

 

Tirania, tiranias, tirânicos

SONETO LXV
Se a morte predomina na bravura
Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
Pode sobreviver a formosura,
Tendo da flor a força a devastar?
Como pode o aroma do verão
Deter o forte assédio destes dias,
Se portas de aço e duras rochas não
Podem vencer do Tempo a tirania?
Onde ocultar – meditação atroz –
O ouro que o Tempo quer em sua arca?
Que mão pode deter seu pé veloz,
Ou que beleza o Tempo não demarca?
Nenhuma! A menos que este meu amor
Em negra tinta guarde o seu fulgor.

Sendo diversos os modos de alcançar o poder, a forma de reinar é sempre idêntica.

         Os eleitos procedem como quem doma touros; os conquistadores como quem se assenhoreia de uma presa a que têm direito; os sucessores como quem lida com escravos naturais.

         Se acaso hoje nascesse um povo completamente novo, que não estivesse acostumado à sujeição nem soubesse o que é a liberdade, que ignorasse tudo sobre uma e outra coisa, incluindo os nomes, e se lhe fosse dado a escolher entre o ser sujeito ou o viver a liberdade, qual seria a escolha desse povo?

         Não custa a responder que prefeririam obedecer à razão em vez de servirem a um homem; a não ser que se tratasse dos israelitas, os quais, sem ninguém os obrigar e sem necessidade, elegeram um tirano [I Samuel, capítulo 8]; mas nunca leio a história de tal povo sem uma grande decepção e alguma fúria, tanta que quase me alegro por lhe terem acontecido tantas desgraças.

Discurso Sobre a Servidão Voluntária

Etienne de La Boétie

 

Aprenda a fazer brigadeiro de palito para o Dia das Crianças

 

Ingredientes:
½ xícara de chocolate em pó
1 lata de leite condensado
½ caixa de creme de leite
2 colheres de sopa de margarina sem sal
Confeitos coloridos a gosto
Palitos para pirulito a gosto

Modo de preparo
Misturar em uma panela o chocolate em pó, o leite condensado, o creme de leite e a margarina sem sal. Levar ao fogo e mexer até desgrudar do fundo da panela. Deixar esfriar. Fazer as bolinhas, passar nos confeitos coloridos, espetar o palito para pirulito e servir.

Fonte: Divino Fogão – www.divinofogao.com.br

 

Outubro

Fernando Brant (Outubro 1946 – Junho 2015) e Milton Nascimento

 

Como entrou Outubro, vamos inaugurar o mês com uma das mais bonitas letra/música da dupla Fernando Brant e Milton Nascimento, presente no 1º LP(Disco) do Milton(1967).

OUTUBRO
Tanta gente no meu rumo
Mas eu sempre vou só
Nessa terra desse jeito
Já não sei viver
Deixo tudo deixo nada
Só do tempo eu não posso me livrar
E ele corre para ter meu dia de morrer
Mas se eu tiro do lamento um novo canto
Outra vida vai nascer
Vou achar um novo amor
Vou morrer só quando for
A jogar o meu braço no mundo
Fazer meu outubro de homem
Matar com amor essa dor
Vou
Fazer desse chão minha vida
Meu peito é que era deserto
O mundo já era assim
Tanta gente no meu rumo
Já não sei viver só
Foi um dia e é sem jeito
Que eu vou contar
Certa moça me falando alegria
De repente ressurgiu
Minha história está contada
Vou me despedir.

De quando é melhor ficar calado…

A Nota da Executiva do PT é digna daquelas Notas – que pedem pra Assessoria de Imprensa fazer , mas ela sabe que não é a forma correta…- onde sobre o manto de respeito à Constituição e na defesa da imunidade parlamentar ajuda Aécio.  Sabe-se que Aécio não está sendo punido por ações praticadas como Senador, e sim, por erros gravíssimos de prática de crimes comuns. Louvar a imunidade reclamada não para proteger atos de banditismo .. Um erro… Depois não reclame das Serpentes que estão saindo do ninho.

Minhas propostas para o Cades Ipiranga

Gilberto da Silva – 01
Candidato ao Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz do Ipiranga

CARTA DE INTENÇÕES E PROPOSTAS

Eu, Gilberto da Silva, sociólogo, jornalista, funcionário aposentado da Prefeitura de São Paulo, venho através desta carta descrever minhas intenções e propostas, caso seja eleito, para o cargo de conselheiro regional do meio ambiente da Prefeitura Regional Ipiranga;
1. Contribuir na implantação das políticas de meio ambiente e sustentabilidade no âmbito da administração municipal;
2. Fomentar a Cultura de Paz na região;
3. Incentivar e colaborar nas atividades de conscientização sobre o meio ambiente na região;
4. Contribuir no estabelecimento de canais de comunicação entre a população da região e o Cades IP auxiliando na democratização e ampliação deste espaço;
5. Em consonância com as diretrizes do Cades, representar a sociedade civil quanto ás suas demandas e propostas no que diz respeito às questões ambientais presentes nas políticas públicas (moradia, uso e ocupação do solo, resíduos sólidos, educação ambiental, entre outras) no âmbito PR-IP, dialogando permanentemente com os representantes do poder público.
6. A presente eleição será realizada no dia 07 de outubro de 2017 , na Praça de Atendimento da Prefeitura Regional Ipiranga, Rua Lino Coutinho, 444, Ipiranga, São Paulo, com início às 10h e término às 16h.

Nesse sentido peço o seu voto no dia 07 de outubro de 2017,

Saudações ambientais,
Gilberto da Silva
Candidato n. 01

 

Eleição do Cades Ipiranga

ELEIÇÃO CADES-IPIRANGA GESTÃO 2017-2019
O Prefeito Regional do Ipiranga, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, torna público o REGIMENTO ELEITORAL DA ELEIÇÃO DO CONSELHO REGIONAL DE MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E CULTURA DE PAZ DA PREFEITURA REGIONAL IPIRANGA

Art. 1º. A Eleição dos representantes da sociedade civil no Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Prefeitura Regional Ipiranga, doravante denominado CADES Ipiranga reger-se-á por este regimento eleitoral.
Parágrafo Único: Este Regimento foi elaborado pela Comissão Eleitoral conforme atribuição e composição constante na Portaria nº 015/PR-IP/GAB/2017 e no Edital publicado no Diário Oficial da Cidade em 29/07/2017, página 06.

Art. 2º. Poderão participar da Eleição dos representantes da sociedade civil no CADES Ipiranga, todos os cidadãos, com 16 anos ou mais, que residam ou trabalhem na área de abrangência da Prefeitura Regional de Ipiranga, comprovados por documento de identidade com foto e comprovante de residência ou trabalho.

Art. 3º. Consideram-se como princípios norteadores do Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz a transparência, a universalidade, a legalidade, a moralidade, a precaução, a prevenção, a impessoalidade, a publicidade, a eficiência e a cultura de paz como base da participação popular na tomada de decisões.

DO OBJETIVO
Art. 4º. Considera-se como objetivo geral desta Eleição, a escolha dos representantes da sociedade civil para compor o Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Prefeitura Regional Ipiranga.

DAS ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO
Art. 5º. As atribuições do Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz estão estabelecidas no artigo 51 da Lei n° 14.887, de 2009 e Portaria nº 90/SVMA – G/2015.

DA COMISSÃO ELEITORAL
Art. 6º O processo eleitoral será coordenado pela Comissão Eleitoral designada através da Portaria nº 015/PR-IP/GAB/2017, cuja composição e atribuições foram publicadas no Diário Oficial da Cidade em 29/07/2017, página 06.
Parágrafo Único – A Comissão Eleitoral será presidida por Amândio Martins, R.F 646.301.1 e secretariada por Paulo Eduardo Vorrath R.F. 631.874.6.

DOS CANDIDATOS
Art.7º. As candidaturas homologadas são:
Nº Nome do Candidato(a)
01 GILBERTO DA SILVA
02 LUCAS ANDRÉ MARTINS
03 ARLINDO AMARO DOS SANTOS
04 JOSÉ CARLOS OLIVEIRA
05 HELENI LOPES DE SOUZA OLIVEIRA
06 DANILO ANHOLETO
07 RONALDO CORNÉLIO CAGGISI
08 TATIANE FERNANDES LEÃO
09 ANA MARIA PIMENTA
10 KEILA ROBERTA DIAS DE CASTRO
11 GERSON LUIZ PINHEIRO
12 VICTÓRIA PLÁCIDO MARTINS
13 ROSANO CHRISTOFARO JUNIOR
14 MARCELA TERESINHA SZITAS LIMA

DO CADASTRAMENTO E VOTAÇÃO
Art. 8º. Somente os participantes devidamente cadastrados terão direito ao voto.
Art. 9º O cadastramento e a votação dar-se-ão por processo eletrônico com programa desenvolvido pela PRODAM – Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo e será iniciada às 10h e encerrada às 16h.
§ 1º. Na impossibilidade do uso de equipamento eletrônico serão utilizadas cédulas eleitorais que serão rubricadas pelo Presidente e mais um membro da Comissão Eleitoral.
§ 2º A presente eleição será realizada no dia 07 de outubro de 2017 na Praça de Atendimento da Prefeitura Regional Ipiranga, Rua Lino Coutinho, 444, Ipiranga, São Paulo, com início às 10h e término às 16h.
§ 3º Além dos membros da Comissão Eleitoral participarão servidores da PMSP para o cadastramento e orientação dos eleitores.
§ 4º A fiscalização da eleição poderá ser realizada pelo candidato ou por pessoa por ele indicada à Comissão Eleitoral no início dos trabalhos do dia da eleição.
§ 5º. Caso haja eleitores no local de credenciamento e votação até o horário marcado para o término da eleição, serão distribuídas senhas para que a participação seja garantida.

DA APURAÇÃO DOS VOTOS
Art. 6º Ao final da eleição será impresso relatório contendo o número de eleitores e o número de votos que cada candidato recebeu, no caso de eleição eletrônica. No caso de eleição por cédulas será realizada a contagem de votos e de eleitores cadastrados.
Art. 7º O Secretário da Comissão Eleitoral, de posse de todos os dados, lavrará ata com o resultado final e o Presidente proclamará a classificação dos candidatos a representantes da Sociedade Civil no CADES Ipiranga que será publicada no Diário Oficial da Cidade – DOC.

DOS CONSELHEIROS
Art. 8º. Conforme Lei 14.887 de 15 de janeiro de 2009, o CADES Ipiranga será assim constituído:
I – Pelo poder público:
a) 1(um) representante da Prefeitura Regional Ipiranga mais 1(um) suplente
b) 1 (um) representante da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente mais 1(um) suplente
c) 1 (um) representante da Secretaria Municipal de Participação e Parceria mais 1(um) suplente (nome alterado para Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania)
d) 1 (um) representante da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação mais 1 (um) suplente
e) até 4 (quatro) representantes de outras Secretarias Municipais interessadas mais 4 (quatro) suplentes, considerando-se a paridade.
II – Pela Sociedade Civil
a) 8 (oito) representantes eleitos como titulares e 8 (oito) como suplentes entre os cidadãos maiores de 18 (dezoito) anos que residam ou trabalhem na região administrada pela Prefeitura Regional Ipiranga.
§ 1º. O mandato dos conselheiros será de 2 (dois) anos, podendo haver 2 (duas) reconduções ao cargo em igual período.
§ 2º. As funções dos Conselheiros não serão remuneradas.
Art. 9º. As reuniões do Conselho serão abertas à participação de qualquer cidadão interessado que terá direito a voz de acordo com o regimento interno.
Art. 10. Os representantes do poder público serão indicados pelas suas respectivas pastas.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 11. A Ata de Eleição deverá ser publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo – DOC em até 10 dias úteis após a eleição.
Art. 12. Os casos omissos neste Regimento Eleitoral serão analisados e resolvidos pela Comissão Eleitoral

Art. 13. Este regimento entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.

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