Diálogos do SUAS – Discussão sobre a Política da Pessoa com Deficiência

Evento: Diálogos do SUAS – Discussão sobre a Política da Pessoa com Deficiência de acordo com a Resolução CNAS nº 34 de 28/11/2011

A PAULUS, por meio do NPFPDS (Núcleo PAULUS de Formação, Pesquisa e Disseminação Social), convida usuários, trabalhadores e gestores de instituições ligados à Política de Assistência Social, com foco no âmbito da Pessoa com Deficiência, a participar do evento “Diálogos do SUAS – Discussão sobre a Política da Pessoa com Deficiência de acordo com a Resolução CNAS nº 34 de 28/11/2011”, que ocorre no próximo dia 20 de SETEMBRO, na FAPCOM (Faculdade PAULUS de Tecnologia e Comunicação).

O encontro possuirá dois momentos: pela manhã, uma mesa de debates, composta por Edna Alegro (Federação Nacional das Associações Pestalozzi), Gustavo Miranda (Federação Nacional das APAES – FENAPAES), Carmem Fogaça (Vice-Presidente do CNAS), Emmanuelle Leão (Secretária Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida – Campinas/SP), e mediada por Carlos Ferrari (Ex-Conselheiro do CNAS), discutirá a legislação na área da Pessoa com Deficiência, a partir de novos direitos, ambiência de conquistas e organização institucional. Já durante a tarde, os presentes terão a oportunidade de participar de oficinas voltadas para questões específicas do cotidiano da Pessoa com Deficiência no âmbito da Assistência Social. Os participantes das oficinas serão certificados*.

Doria promete criar prêmios para incentivar paulistanos

Se eleito prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB) propõe criar uma série de premiações em diversas áreas para incentivar a população. Sugiro alguns:

  • Prêmio: Caminhão de açúcar para adoçar a boca do paulistano que não para de reclamar.
  • Premio Pastel do Ano para o paulistano que comer mais pastel de feira no lugar dele.
  • Prêmio Literatura Na periferia para aquele que escrever melhor sobre as suas mazelas na lida diária.
  • Prêmio Adianta o meu para o funcionário público que só vê 00000000,1%
  • Prêmio Bafo de Ouro para o melhor cachaceiro da cidade.
  • E para finalizar o Prêmio Papai Noel pois assim o paulistano se realiza!

 

Nós, os heróis e os mortos

Duque500Hoje, 25 de agosto de 2016, ao ler uma matéria da Folha de S. Paulo sobre moradores em situação de rua (disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/08/1806716-agentes-de-haddad-atropelam-regra-ao-retirar-de-praca-morador-de-rua.shtml) lembrei de uma crônica famoso que custou caro ao seu autor, o grande cronista paulistano Lourenço Diáferia. Eu, anquela época, pacientemente lia e recortava essas cronicas e as colava num caderno. Pena que não saberia que um dia existira uma máquina chamada escaner que poderia ter preservado esse material. Por contingências várias tive que me desfazer dessas raridades. Mas na internet achei uma cópia dessa crônica que foi considerado ofensivo às forças armadas, e Diaféria foi imediatamente preso e enquadrado na famosa Lei se Segurança Nacional.

Pode não ter relação o caso da matéria de hoje da FSP com a cronica, mas vale dar uma lida nela:

 

 

Herói. Morto. Nós.

*Lourenço Diaféria

Não me venham com besteiras de dizer que herói não existe. Passei metade do dia imaginando uma palavra menos desgastada para definir o gesto desse sargento Sílvio, que pulou no poço das ariranhas, para salvar o garoto de catorze anos, que estava sendo dilacerado pelos bichos.

O garoto está salvo. O sargento morreu e está sendo enterrado em sua terra.

Que nome devo dar a esse homem?

Escrevo com todas as letras: o sargento Silvio é um herói. Se não morreu na guerra, se não disparou nenhum tiro, se não foi enforcado, tanto melhor.

Podem me explicar que esse tipo de heroísmo é resultado de uma total inconsciência do perigo.

Pois quero que se lixem as explicações. Para mim, o herói, como o santo, é aquele que vive sua vida até as últimas consequências.

O herói redime a humanidade à deriva.

Esse sargento Silvio podia estar vivo da silva com seus quatro filhos e sua mulher. Acabaria capitão, major.

Está morto.

Um belíssimo sargento morto.

E todavia.

Todavia eu digo, com todas as letras: prefiro esse sargento herói ao duque de Caxias.

O duque de Caxias é um homem a cavalo reduzido a uma estátua. Aquela espada que o duque ergue ao ar aqui na Praça Princesa Isabel – onde se reúnem os ciganos e as pombas do entardecer – oxidou-se no coração do povo.

O povo está cansado de espadas e de cavalos. O povo urina nos heróis de pedestal. Ao povo desgosta o herói de bronze, irretocável e irretorquível, como as enfadonhas lições repetidas por cansadas professoras que não acreditam no que mandam decorar.

O povo quer o herói sargento que seja como ele: povo. Um sargento que dê as mãos aos filhos e à mulher, e passeie incógnito e desfardado, sem divisas, entre seus irmãos.

No instante em que o sargento – apesar do grito de perigo e de alerta de sua mulher – salta no fosso das simpáticas e ferozes ariranhas, para salvar da morte o garoto que não era seu, ele está ensinando a este país, de heróis estáticos e fundidos em metal, que todos somos responsáveis pelos espinhos que machucam o couro de todos.

Esse sargento não é do grupo do cambalacho.

Esse sargento não pensou se, para ser honesto para consigo mesmo, um cidadão deve ser civil ou militar. Duvido, e faço pouco, que esse pobre sargento morto fez revoluções de bar, na base do uísque e da farolagem, e duvido que em algum instante ele imaginou que apareceria na primeira página dos jornais.

É apenas um homem que -como disse quando pressentiu as suas últimas quarenta e oito horas, quando pressentiu o roteiro de sua última viagem- não podia permanecer insensível diante de uma criança sem defesa.

O povo prefere esses heróis: de carne e sangue.

Mas, como sempre, o herói é reconhecido depois, muito depois. Tarde demais.

É isso, sargento: nestes tempos cruéis e embotados, a gente não teve o instante de te reconhecer entre o povo. A gente não distinguiu teu rosto na multidão. Éramos irmãos, e só descobrimos isso agora, quando o sangue verte, e quanto te enterramos. O herói e o santo é o que derrama seu sangue. Esse é o preço que deles cobramos.

Podíamos ter estendido nossas mãos e te arrancando do fosso das ariranhas -como você tirou o menino de catorze anos- mas queríamos que alguém fizesse o gesto de solidariedade em nosso lugar.

Sempre é assim: o herói e o santo é o que estende as mãos.

E este é o nosso grande remorso: o de fazer as coisas urgentes e inadiáveis – tarde demais.

 

*Lourenço Diaféria foi “absolvido” em 1979. Morreu em 2009.
A crônica foi publicada em 1º de setembro de 1977, no Jornal Folha de são Paulo.

76 anos do assassinato de Trotsky ordenado por Stalin

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Paulo de Mattos Skromov – fundador do PT e sindicalista coureiro – nos lembra um pouco da História. O testamento escrito antes do seu covarde assassinato ocorrido em 21 de agosto de 1940, em  Coyoacán, México.

O Testamento de Leon Trotsky

Em 1940, Trotsky apresentava problemas graves de saúde. O esforço de toda uma vida dedicada à revolução, cobrava seu preço. Acreditava que a morte estava próxima, quer pelo agravamento de sua doença, quer, como ocorreu, na mão de um agente a mando de Stalin. Neste contexto, escreveu o seu famoso Testamento em que a reafirmação decidida e vigorosa dos princípios do marxismo, cede, em dado momento, à doçura com que contempla Natália, sua companheira de mais de quarenta anos, entreabrindo a janela do quarto. O parágrafo final torna-se, então, um hino de amor à vida e à esperança.

“Minha pressão sanguínea elevada (e que continua a elevar-se) engana àqueles que me são próximos sobre minhas reais condições físicas. Estou ativo e capaz de trabalhar, mas o fim está evidentemente próximo. Estas linhas serão tornadas públicas após minha morte.
Não preciso mais uma vez refutar aqui a calúnia vil de Stalin e seus agentes: não há uma só mancha sobre minha honra revolucionária. Não entrei, nem direta nem indiretamente, em nenhum acordo, ou mesmo em nenhuma negociação de bastidores, com os inimigos da classe operária. Milhares de adversários de Stálin tombaram, vítimas de falsas acusações. As novas gerações revolucionárias reabilitarão sua honra política e tratarão seus carrascos do Kremlim como eles merecem.

Agradeço ardentemente aos amigos que se mantiveram leais através das horas mais difíceis de minha vida. Não cito nenhum em particular, porque não os posso citar todos.
Apesar disso, considero-me no direito de fazer exceção para o caso de minha companheira, Natália Ivanovna Sedova. Além da felicidade de ser um combatente da causa do socialismo, quis a sorte me reservar a felicidade de ser seu esposo. Durante quarenta anos de vida comum, ela permaneceu uma fonte inesgotável de amor, magnanimidade e ternura. Sofreu grandes dores, principalmente no último período de nossas vidas. Encontro algum conforto no fato de que ela conheceu também dias de felicidade.

Nos quarenta e três anos de minha vida consciente, permaneci um revolucionário; durante quarenta e dois destes, combati sob a bandeira do marxismo. Se tivesse que recomeçar, procuraria evidentemente evitar este ou aquele erro, mas o curso principal de minha vida permaneceria imutável. Morro revolucionário proletário, marxista, partidário do materialismo dialético e, por conseqüência, ateu irredutível. Minha fé no futuro comunista da humanidade não é menos ardente; em verdade, ela é hoje mais firme do que o foi nos dias de minha juventude.

Natascha acabou de chegar pelo pátio até a janela e abriu-a completamente para que o ar possa entrar mais livremente em meu quarto. Posso ver a larga faixa de verde sob o muro, sobre ele o claro céu azul, e por todos os lados, a luz solar. A vida é bela, que as gerações futuras a limpem de todo ó mal, de toda opressão, de toda violência e possam gozá–lá plenamente.”

Leon Trotsky
Coyoacán, 27 de fevereiro de 1940.

Post Scriptum

Diante da natureza de minha doença (pressão sanguínea elevada e em constante elevação), parece-me que o fim chegará de repente e, provavelmente – é ainda uma hipótese pessoal -, por uma hemorragia cerebral. É o melhor dos fins que eu poderia desejar. É possível, entretanto, que eu me engane (não tenho a menor vontade de ler livros especializados, e os médicos naturalmente não me dirão a verdade). Se a esclerose tiver que assumir um caráter prolongado e eu for ameaçado de uma longa invalidez (neste momento, pelo contrário , sinto até uma intensa energia espiritual devida ao subir da pressão, mas isso não durará muito), reservo-me o direito de determinar por mim mesmo o momento de minha morte. O “suicídio” (se é esse o termo apropriado) não será, de maneira alguma, a expressão de uma explosão de desespero. Natascha e eu já nos dissemos mais de uma vez que, se chegados a uma tal condição física, preferiremos encurtar a própria vida, ou mais exatamente, o longo processo da agonia. Mas, sejam quais forem as condições de minha morte, morrerei com uma fé inquebrantável no futuro comunista. Esta fé no homem e em seu futuro dá-me, mesmo agora, uma tal força de resistência como religião alguma poderia me fornecer.

Leon Trotsky
3 de março de 1940.

Se os políticos ouvissem…

leonardoboff

“Ligados organicamente às bases, os políticos são continuamente educados, reeducados, pelo povo e nele encontram mil razões para continuar a lutar por causas justas atendam às demandas desse povo.” (p.35)

“Diria que sempre que se desloca da sua base real, que é o povo, quando não se deixa controlar por esse portador originário nem se enriquece com uma articulação organica com ele, esse poder acaba se isolando, se substantivando, se autonomizando, até se tornar totalitário.” p.35

Entrevista de Leonardo Boff em Teoria e Debate, 64 novembro/dezembro de 2005.

Dia do Filósofo

Hoje, 16 de agosto é o Dia do Filósofo.

 

 

 

 

Nietzsche: a vida e obra do grande filósofo

No dia do filósofo a sugestão é obra mais tradicional de um dos maiores pensadores

Publicada originalmente na década de 1960, Nietzsche, uma biografia, de R. J. Hollingdale, é relançada com texto atualizado à luz das pesquisas mais recentes pela editora Edipro e traduzida por Maria Luisa de Abreu Lima Paz.

Desde a primeira publicação, novas edições dos escritos de Nietzsche, novos documentos a respeito de sua vida e novas interpretações de sua filosofia alteraram profundamente a imagem que se faz dele. Mas o esforço resoluto de Hollingdale para identificar uma base sólida de fatos verificáveis e autoridade textual não é menos oportuno hoje do que era em 1965.

A biografia narra a evolução intelectual do filósofo, acompanha o período de sua maturidade e seu colapso mental em 1889. R. J. Hollingdale, um dos mais proeminentes tradutores de Nietzsche, transmite a vivacidade do filósofo. Além de ser uma fonte confiável sobre a vida de um dos mais importantes pensadores da era moderna, a obra é uma valiosa introdução à evolução dos pensamentos de Friedrich.

 “ (…) Esta nova edição – que passou por uma revisão de estilo e foi totalmente corrigida e atualizada em seu contexto, além de receber um novo prefácio e um importante apêndice contendo uma visão geral dos progressos recentes acerca de Nietzsche no meio acadêmico – deve prover às novas gerações de alunos a orientação, o discernimento e a simpatia crítica necessários para enfrentarem os desafios apresentados ao mundo contemporâneo por Nietzsche, e por aqueles que alegam representá-lo”.

Glenn W. Most – Universidade de Chicago

Nietzsche, uma biografia é ideal para qualquer pessoal interessada na vida e na obra do crítico que queira descobrir por que ele é uma figura tão significativa para a evolução do pensamento moderno.

Ficha Técnica

Editora: Edipro

Autor: R. J. Hollingdale

Tradutora: Maria Luisa de Abreu Lima Paz

Páginas: 312

Formato: 16×23 cm

ISBN: 978-85-7283-934-1

Preço: R$ 69,00

Sobre o autor:

R. J. Hollingdale (Reginald John Hollingdale) – É reconhecido até hoje como o melhor tradutor de filosofia e literatura alemã, em especial dos trabalhos de Nietzsche, Goethe, Hoffman, Lichtenberg e Schopenhauer. Foi eleito presidente da Sociedade Friedrich Nietzsche em 1989, na Inglaterra. Faleceu em 2001. Ao longo de sua carreira, Hollingdale foi subeditor do The Guardian e crítico literário do The Times. Publicada em 1965, sua obra sobre Friedrich Nietzsche é considerada a biografia definitiva do filósofo e responsável por reabilitar a reputação do autor alemão entre os falantes de língua inglesa. A biografia foi reimpressa em 1999 pela Cambridge University Press.

Sobre a tradutora:

Maria Luisa de Abreu Lima Paz – Tradutora e editora, tem longa experiência em coedições internacionais e na tradução de livros das mais diversas áreas, nos idiomas inglês e espanhol. Graduada em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), especializou-se em Mercado Editorial pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA/USP).

A paixão pelos discos de vinil expressada no documentário Record Store Day

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Imagens Documentário Record Store Day – Créditos: Divulgação

LRG apresenta o documentário produzido em São Paulo com Djs renomados que contam suas experiências e histórias com os discos de vinil

Imagens Documentário Record Store Day – Créditos: Divulgação

São Paulo, agosto de 2016 A LRG (Lifted Research Group) marca californiana com foco no streetwear e entusiastas da cultura urbana, foi a produtora do documentário Record Store Day, gravado em São Paulo, com direção de Andre Almeida, designer com base em São Paulo (the2022.com) e que já havia trabalhado com a LRG no projeto de 2 anos do selo Beatwise Recordings. O documentário será lançado em São Paulo, no dia 05 de agosto, na loja de disco Patuá na Vila Madalena.

A ideia de narrar a paixão pelo vinil no mini-documentário partiu de uma ação da LRG. “A ideia partiu da vontade de juntarmos os 4 djs embaixadores locais da marca em uma ação. No dia da loja de discos (Abril) a marca fez uma ação com sacolas ecobag nas três lojas que aparecem no vídeo, e devido a sinergia e empatia que rolou resolvemos juntar tudo no vídeo, escolhendo o disco de vinil como um tema recorte entre todos e que possa revelar um pouco da persona de cada embaixador de uma maneira mais indireta e específica.”, comenta André.

As gravações ocorreram dentro dos home studios dos Djs  Sleep, Kefing, Tamenpi e PG; na Lions e nas lojas Patuá, Gringos e Casa Brasilis. Durante o período de filmagens, as câmeras puderam captar a essência de cada Dj e suas relações com os discos de vinil. Para a LRG, apoiar essas iniciativas do cenário musical é uma forma de expressar a relação existente entre a moda e a música, entre a LRG e a cultura, mais direcionado para a cultura urbana, onde se encaixa não só o Djs  mas também o Hip Hop.

“Este é o primeiro documentário que estamos apoiando, mas a ideia é que este projeto permaneça na LRG, e com isso poderemos circular entre vários ritmos musicais. Começamos com o Hip Hop, porque temos muita identificação, mas música é música e de boa qualidade temos muitas no Brasil”, explica Rogério Manosa, gerente da marca.

A paixão pelo vinil é o tema principal do documentário. Durante o desenrolar da história, é possível dizer que o antigo vinil está vivo e ganhando força, não só por oferecer um áudio de melhor qualidade, mas também por tratar-se de uma arte mais atraente e sedutora para os Djs. O que se vê é que manter esses discos vivos faz com que o cenário musical, mesmo com toda sua tecnologia atual empregada, mantenha-se charmoso sem deixar de lado a qualidade e a historia musical que só os antigos LPs carregam.

Cada um dos Djs contou suas experiências pessoais com os vinis, desde seus primeiros contatos com a música, até a preferência em continuar discotecando com eles, mesmo depois de tanta tecnologia apresentada para o segmento. ”Muitos Djs não se adaptaram ou não curtem mesmo, é da época do disco e curte isso ai. Para quem toca com o vinil é diferente, o contato direto com ele é um lance físico que as outras plataformas não conseguem chegar”, diz Dj PG.

O resgate da história e paixão pelos vinis também pode ser visto nas imagens da Beat Brasilis, um encontro de Djs/beatmakers, que acontece toda quarta em São Paulo realizada pela Casa Brasilis , onde beatmakers e aspirantes se encontram e, através de um disco de vinil escolhido da semana, criam novas músicas a partir dos samples desse disco.

A relação de paixão com a música e com os discos, foi contada por cada um dos Djs s que deram ao documentário uma verdadeira exposição da importância deles e de suas contribuições para suas carreiras e gostos musicais.

“O contato com os vinis vai fazendo com que você crie uma pesquisa que te faz abrir um leque, um universo musical muito grande de variedade de gêneros que não acaba”, Dj Tamenpi.

O lançamento do documentário ocorre no dia 05 de agosto, na Patuá, será aberto ao público e contará com a presença do Dj PG que participou do documentário.

Serviço:
Lançamento Documentário Record Store Day @ patuadiscos
Data: 05/08
Endereço: R. Fidalga, 516 Vl. Madalena, SP
Horário: 18h00
Entrada: Gratuita
Censura:Livre
http://www.patuadiscos.com.br/ 

Mulheres e a Universidade

mulherescedem

“Mulheres e a Universidade”

Debate Cedem – Unesp 40 Anos

 17/08/16 – 4ª feira às 18h30

 

Frente as discussões contemporâneas sobre a igualdade de gênero, o debate “Mulheres e a Universidade” propõe uma reflexão sobre a trajetória feminina na universidade. A partir da experiência e pesquisas de especialistas serão abordados temas como: novas conquistas de espaços, reconhecimentos, desafios e perspectivas futuras em um ambiente, historicamente, reconhecido como centro de reflexão e produção do conhecimento, mas também de predominância do gênero masculino.

Expositoras

Profa. Dra. Lidia Maria Vianna Possas, possui doutorado em História Social pela USP, Mestrado em Historia pela Unesp. É livre docente em Historia, Relações de Gênero e Feminismos na América Latina na Unesp. Docente do Programa de Pós Graduação de Ciências Sociais da Unesp/Marília. Atualmente é pesquisadora do CNPq (bolsa PQ) e Coord. do Laboratório Interdisciplinar de Estudos de Gênero/LIEG-na UNESP-Marília, faz parte do Conselho Gender and Feminist Studies /LASA 2016-2017 desenvolvendo projeto de políticas públicas abordando a violência doméstica em parcerias com outras Universidades do país

Profa. Dra. Leila Marrach Basto de Albuquerque, possui doutorado e mestrado em Ciências Sociais pela PUC/SP. Atuou como professora assistente doutor 2 na Unesp. É líder do Núcleo de Estudos: Corpo e Sociedade, grupo de pesquisa certificado pelo CNPq, e participa como pesquisadora, desde 1992, do Projeto: Memória da Universidade, vinculado ao CEDEM – UNESP. Tem experiência no campo da Sociologia, com ênfase em Sociologia da Ciência e Sociologia da Religião investigando principalmente os seguintes temas: ciência moderna, epistemologias, contracultura, medicinas alternativas, novos movimentos religiosos e corporeidades. É pesquisadora do CEDEM.

Profa. Dra. Andréa Borelli, possui mestrado em História pela PUC/SP e doutorado em Ciências Sociais pela PUC/SP. Atualmente é pesquisadora do Núcleo de Estudos da Mulher na PUC/SP e professora titular da Universidade Cruzeiro do Sul. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República, atuando principalmente nos seguintes temas: gênero, direito, mulher, gênero e discurso.

 

Mediação

Profa. Dra. Maria Leandra Bizello, possui doutorado e mestrado em Multimeios pela UNICAMP. Fez estágio doutoral na Sorbonne Nouvelle – Paris III/ França. Possui Pós-doutorado em Ciência da Informação pela Universidade do Porto – Porto/ Portugal. Atualmente é professora do Curso de Arquivologia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação na UNESP. Tem experiência na área de História, Comunicação e Ciência da Informação.

 

Inscrições gratuitas: http://www.cedem.unesp.br/#!/form/

Data e horário: 17/08/2016, 4ª feira às 18h30

Local: Praça da Sé, 108 – 1º andar (metrô Sé)

*** Certificado de participação a ser retirado no evento

Duração: 2h30

 

Informações:

(11) 3116–1701

eventos@cedem.unesp.com.br

www.cedem.unesp.br

www.facebook.com/cedemunesp