Luiza Possi apresenta show “Piano & Voz” em São Paulo

Luiza Possi está na estrada com o show Piano & Voz. No dia 09 de setembro, a se apresenta no Centro Cultural Olido, em São Paulo.“O show é feito de referências minhas como intérprete, há releituras de clássicos do jazz, MPB e do rock nacional, de Rita Lee a Raimundos”, conta Luiza. “Músicas do meu repertório – como “Eu Espero” e “Me Faz Bem” – também fazem parte do set list”, completa.Ao lado de Ivan Teixeira, no piano, Luiza tem viajado o Brasil com esse formato de show. Já dividiram o palco com ela, artistas como Alcione, DeMaria, Elba Ramalho e Enok, sanfoneiro do Trio Virgulino. Em outubro, a cantora receberá também Thedy Corrêa, vocalista do Nenhum de Nós nas apresentações que fará no Sul do país.SERVIÇOLuiza Possi | Piano & Voz
Local:
Centro Cultural Olido | Av. São João, 473Data: dia 09 de setembro | domingoHorário: Retirada de ingressos | 18hInício do show | 19hPreços: Entrada GratuitaDuração: 90 minutos

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Livro da EdUFSCar aborda relações entre escrita e oralidade no teatro

Obra, de autoria do francês Roger Chartier, será lançada na UFSCar, com a presença do autorSerá lançado no próximo dia 12 de setembro, no campus sede da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), durante o V Colóquio Internacional de Análise do Discurso (CIAD), o livro “Do palco à página – publicar teatro e ler romances na época moderna – séculos XVI-XVIII”, de autoria de Roger Chartier, traduzido por Bruno Feitler, com revisão de Mary Del Priore, e publicado pela EdUFSCar.O livro traz análises que o historiador francês faz das travessias vivenciadas pelos textos e que constituem um capítulo fundamental da história cultural da escrita e da leitura, dedicado a compreender as transformações e as variações de uso e sentido de um texto em suas itinerâncias. A obra parte do princípio de que, ao ultrapassar as fronteiras da cena para o manuscrito, do manuscrito para o impresso, e então ganhar a vida de novo nos palcos, tem-se a modificação da produção e difusão de textos. Quando os textos mudam de forma, a recepção se altera. Ela também se altera pela razão de os textos permanecerem os mesmos quando seus leitores já não o são.No prefácio, o autor explica que os quatro ensaios que compõem o livro tratam de períodos, gêneros e públicos diferentes. De um lado, o teatro da primeira modernidade, dos séculos XVI e XVII, seus autores e espectadores; do outro, o romance do Século das Luzes (XVIII) e seus leitores. Para Luzmara Curcino, docente do Departamento de Letras (DL) da UFSCar, e Pâmela Rosin e Clarissa Conti, respectivamente doutoranda e mestre pela UFSCar, todas elas autoras da apresentação da obra, Chartier se dedica à análise das transformações dos textos, dos mais cotidianos aos mais consagrados, dos mais antigos aos contemporâneos, assegurando que a História cumpra uma de suas funções fundamentais, que é iluminar o presente com interpretações do passado, de modo a nos permitir compreender as continuidades bem como as descontinuidades que regem as práticas atuais. “Em suas palavras, encontramos o aporte teórico fundamental e a sustentação histórica incontornável para empreender as travessias previstas e também as inesperadas nessa sempre desafiadora aventura de estudo da existência peculiar dos textos, entre a flutuação de seus usos e a relativa fixidez de suas formas, entre a institucionalização de sua recepção e a indeterminada variação de suas leituras”, escreveram as pesquisadoras na apresentação da obra.O lançamento do livro, aberto ao público e com a presença do autor francês, acontece no dia 12 de setembro, das 15h20 às 16 horas, na Livraria da EdUFSCar, localizada na área Norte do Campus São Carlos. Mais informações no site da EdUFSCar (www.edufscar.com.br).

Não esqueçam do Museu!

“No feriado da Independência, foi queimado o prédio onde foi assinada a independência do Brasil” diz filósofo Dia 7 de Setembro, sexta-feira, será o feriado da Independência, cuja história foi perdida, queimado na triste tragédia que não só chocou o país, mas como também o envergonhou diante do mundo. O incêndio do Museu Histórico Nacional foi repercussão, não só no Brasil, mas em todo mundo.Arrasado, um fã de arqueologia, da história e do tempo, o filósofo luso-brasileiro Fabiano de Abreu diz que sexta-feira será de luto.“O feriado da independência, aquele de depois de amanhã, que muitos esperam ansiosamente para descansar e dar aquela escapadela da rotina, não é mais um feriado da independência e sim do ‘Luto da Independência’, pois queimaram o prédio onde foi assinada a independência do Brasil.”O filósofo que ontem participou de um debate na RTP internacional para todos os países lusófonos, fez questão de lembrar a perda especial para a colônia portuguesa no Rio de Janeiro e no Brasil. “Ontem ao falar na RTP fiz questão de expressar o sentimento de nós, portugueses, que vivemos no Brasil e a perda significativa de um pedaço de Portugal que ali estava.”

Aberrações políticas

Por Gilberto da Silva

No passado, as chamadas “aberrações humanas” eram utilizadas como atrações nos circos, os chamados circo de horrores (“freak shows”). Eram seres com anomalias genéticas em sua maioria. Pessoas com deformidades que eram abandonadas pela família e o donos dos circos os “adotavam”.

Pessoas como a Mulher Barbada, entre elas a famosa Annie Jones Elliot que possuía uma barba desde os nove meses de idade e que chegou a ganhar em dólares o equivalente ao então presidente dos Estados Unidos. Tinha de tudo: gêmeos que nasceram grudados (os famoso irmãos siameses), o garoto lagosta, a mulher mais feia do mundo, a mulher de quatro pernas,o homem elefante, anões e todo tipo de bizarrice.

O tempo, com a ajuda maravilhosa da Medicina, fez com que as pessoas passassem a entender que essas pessoas não eram bichos e sim humanos com anomalias genéticas.

Na Sociedade do Espetáculo essas aberrações entraram para o cenário da Política. No Brasil temos exemplos enorme de aberrações, que longe da genética, persiste na aberração ética, moral e intelectual. Nem dá pra exemplificar pois corro o risco de esquecer “atores! importantes!

 

Oddity Fat & Skinny Man, os “boxeadores circenses

Preparando meu mix anti mau olhado

Acabo de preparar meu pacote de proteção física e espiritual para os próximos dias. Na verdade é um mix! Na minha lista é possível encontrar um pé de arruda – que não usarei para efeitos calmantes, e sim para resgatar uma crença popular de raiz africana, que versa que ao colocar uma folha por cima de uma orelha ajuda a espantados maus espíritos. Deixo na lista um saco de sal grosso para limpar a energia negativa. Já pedi uma bíblia autografada pelo papa Francisco: não sei se receberei, mas valeu a intenção. Na lista inclusa está uma corrente de nossa senhora aparecida. Um elefantinho indiano ficará bem na mesa da sala. Uma figa de presente será bem recebida. Tomarei banhos de descarregos e comprarei vasos de pimenteira. Suplementarei com Guiné, Alecrim, espada de São Jorge e Manjericão. Manterei a boca calada e tomarei cuidado com as reclamações, com as fofocas. Colocarei um leão voltado para a porta nos ambiente-se vivo. Lerei salmos de proteção. Usarei cristais. Irei em mais jogos do Santos. Escolherei bem meus candidatos. Desafiarei!

No dia 13 de julho de 1994, Brasil vence a Suécia e dá o penúltimo passo em busca do tetra

Romário fez o gol da vitória por 1 a 0, aos 30 minutos do segundo tempo, que levou a Seleção Brasileira à grande final

Créditos: Wilson de Carvalho / Gerência de Memória e Acervo da CBF

40 anos do Movimento Negro Unificado e 30 do Geledés contra o racismo

1º de agosto
Quarta-feira – 18h30
Intitulado 40 anos do Movimento Negro Unificado (MNU) e 30 do Geledés contra o racismo, o Debate CEDEM do próximo dia 1 de agosto celebra as conquistas do MNU e do Geledés – Instituto da Mulher Negra. São décadas de ação das duas entidades pelo reconhecimento do negro em sua plenitude. O MNU nasceu com o nome Movimento Unificado Contra a Discriminação Racial para desmascarar o racismo velado da sociedade nacional, foi também um marco na resistência contra a ditadura militar. Em 1978, em pleno regime de exceção, um ato público ocorreu na escadaria do Teatro Municipal, em São Paulo, para denunciar manifestações de racismo. As gotas d’água foram o assassinato, por policiais, do trabalhador negro Robson Silveira da Luz, em Guaianazes, zona Sul da cidade, além da segregação de atletas negros, jogadores de vôlei do Clube de regatas Tietê, impedidos de entrar na piscina. Segundo seus fundadores, o MNU colocou a termo “NEGRO ” no vocabulário corrente. Em sua história, teve o papel de transformar a maneira de o negro enfrentar a discriminação racial e o racismo. De ações semi-clandestinas, ocorridas em terreiros de candomblé e centros culturais periféricos, o MNU passou a priorizar ações públicas. Locais como escolas de samba, universidades, sindicatos, partidos políticos tornaram-se os espaços de discussão da questão racial. Neste debate, membros do MNU e do Geledés abordarão as trajetórias de lutas, conquistas e desafios constantes para as questões de gênero e raça na sociedade brasileira.

 

Expositores

Prof. Ma. Suelaine Carneiro
Mestra em Educação pela UFSCar, socióloga e coordenadora do Geledés Instituto da Mulher Negra.

Neusa Maria Pereira
Jornalista, educadora social e uma das fundadoras do MNU-SP.

José Adão de Oliveira
Gastrônomo, torneiro mecânico, um dos fundadores do MNU-SP.

Mediador
Prof. Dr. Juarez Tadeu de Paula Xavier
Mestre e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam – USP). É assessor da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Unesp, docente da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, Câmpus de Bauru; pesquisador do Centro de Estudos Latino Americano sobre Cultura e Comunicação (ECA-USP); Coordena o Núcleo Negro da Unesp para a Pesquisa e Extensão (NUPE) e o Núcleo de Estudos e Observação em Economia Criativa (FAAC-UNESP).

No dia 29 de junho de 1958, a seleção brasileira de futebol venceu sua primeira Copa do Mundo, na Suécia

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Primeiro título mundial da seleção brasileira completa 60 anos. A vitória na Copa do Mundo de 1958, na Suécia, marcou o início de toda a trajetória de glórias da seleção brasileira de futebol.

O herói da equipe foi Pelé, então com 17 anos, no começo de sua esplêndida carreira.Estádio de Rosunda, em Estocolmo. Final da Copa do Mundo de 1958. Brasil contra a Suécia.