Notas

Hannah Arendt nasceu em 14 de outubro de 1906

Em 14 de outubro de 1906, nascia em Hanôver, Alemanha, a filósofa Hannah Arendt.

Hannah Arendt durante o julgamento de Adolff Eichmann, em 1960.

Livros de Hannah ARENDT

Estes livros foram concebidos por Arendt para publicação

1929 – O conceito de amor em Santo Agostinho.

1951 – Origens do Totalitarismo: Anti-Semitismo, Imperialismo, Totalitarismo.

1958 – A Condição Humana.

1958 – Rahel Varnhagen: a vida de uma judia alemã na época do romantismo.

1961 – Entre o Passado e o Futuro.

1963 – Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal.

1965 – Da Revolução.

1968 – Homens em tempos sombrios.

1970 – Sobre a violência.

1972 – Crises da república.

1978 – A vida do espírito: o Pensar, o Querer, o Julgar.

Esta obra foi publicada após a morte de Arendt, no entanto Arendt estava finalizando a obra para a publicação.

Livros de Hannah Arendt publicados após sua morte

Estes livros foram publicados após a morte de Arendt; foram organizados a partir do seu espólio; em geral tratam-se de manuscritos, conferências, anotações, aulas, etc.

1982 – Lições sobre a Filosofia política de Kant.

1992 – Hannah Arendt e Karl Jaspers: correspondência

1993. A dignidade da política: ensaios e conferências (publicação brasileira de textos de Arendt)

1993 – O que é política?

1994 – Compreensão e Política e Outros Ensaios (1930-1954).

1995 – Hannah Arendt e Mary McCarthy: correspondencia 1949 – 1975

2002 – Diários Filosóficos: 1950 – 1970

2003 – Responsabilidade e Julgamento.

2005 – A promessa da política.

2007 – Escritos Judaicos

2008 – Compreender: formação, exílio e totalitarismo. Ensaios (1930 – 1954) (Tradução brasileira a partir do original de 1994)

Hannah Arendt e Kurt Blumenfeld: correspondência 1933 – 1963

2018 – Ação e a busca da felicidade

Polaridades insanas – é preciso mais sensatez!

Li, pela manhã, na página do Facebook do padre Zezinho, um ícone dos mais respeitados da igreja católica no Brasil, que o padre está fechando um dos seus perfis na rede, por conta do radicalismo que se instalou em sua página, hora com pro lulas atacando o papa Francisco, hora os pro-Bolsonaro atacando o papa e chamando o líder da Igreja Católica de comunista! Este FlaXFLU radicalizado leva as pessoas sensatas a sentirem-se mal. A sociedade está doente! Ninguém sabe perder, estamos sendo criados para não se acostumar com a perda. Temos que ser vencedores sempre!!! A vida é o que menos importa. O que importa é que meu pensamento seja o vencedor! Mesmo que seja através da supressão da vida de outro!

Perder jamais! Minhas posições tem que ser vitoriosas sempre é meus inimigos aniquilados. São esses pensamentos perversos que se materializam em ações violentas, racistas, homofóbicas, xenofóbicas, enfim: criminosas. E o mais trágico é que pessoas que julgávamos sensatas, ponderadas e equilibradas estão entrando nessa onda de manipulação. Está difícil encontrar pessoas de bom senso. Sensatez é um objeto raro. O pensamento privado é espetacularmente extravasado para o público. Não há mais limites. As pessoas não percebem que por trás desses episódios manipulatórios estão interesses maiores de grandes poderosos (e perigosos!).

É preciso ter saúde física e mental para superar esta situação. Muita saúde!

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Saudades

Se você é um sujeito normal, você tem saudades das coisas boas que você viveu e dos bons momentos ou dias felizes que marcaram a sua vida de forma positiva. Saudade é o desejo de um bem que você está privado.

MEU PRIMEIRO AMOR

Compositor: Herminio Jimenez – Versão de: José Fortuna – Pinheirinho Júnior

Saudade, palavra triste
Quando se perde um grande amor
Na estrada longa da vida
Eu vou chorando a minha dor
Igual uma borboleta
Vagando triste por sobre a flor
Seu nome sempre em meus lábios
Irei chamando por onde for
Você nem sequer se lembra
De ouvir a voz deste sofredor
Que implora por seus carinhos
Só um pouquinho do seu amor
Meu primeiro amor
Tão cedo acabou
Só a dor deixou
Neste peito meu
Meu primeiro amor
Foi como uma flor
Que desabrochou
E logo morreu
Nesta solidão
Sem ter alegria
O que me alivia
São meus tristes ais
São prantos de dor
Que dos olhos caem
É porque bem sei
Quem eu tanto amei
Não verei jamais.


A Vitrine do Giba é a página pessoal do jornalista e sociólogo Gilberto da Silva. Inscreva-se no canal do Youtube.
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Caçador de Andróide

“Blade Runner, o Caçador de Andróides”(117 minutos), de Ridley ScottEm 2019, os humanos já começaram a colonizar outros planetas. Para que isso aconteça, foram criados os replicantes: robôs com características muito próximas às do homem, porém mais fortes e ágeis. Depois de uma rebelião, a entrada deles foi proibida na Terra, e um grupo de policias (os Blade Runners), é responsável por caçá-los.

Quando um grupo de replicantes chega ao planeta buscando vingança, cabe a Deckard (Harrison Ford), um ex-Blade Runner, encontrá-los e destruí-los.

Elenco Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young, Edward Olmos, M. Walsh, Daryl Hannah, William Sanderson, Brion James, Joe Turkel, Joanna Cassidy, James Hong, Morgan Paull, Kevin Thompson, John Edward Allen, Hy Pyke, Kimiro Hiroshige, Robert Okazaki, Carolyn DeMirjian

Diretor Ridley Scott

Dia de Finados

Hoje é o dia de Finados. Dia para lembrar os entes queridos que morreram. A palavra finado é um adjetivo que qualifica algo ou alguém que finou, que chegou ao fim, que está morto. Por esse motivo, o Dia de Finados também é conhecido como Dia dos Mortos.

Algumas pessoas ainda preservam o hábito de visitar os túmulos e depositarem flores, acender velas e rezar pela alma dos seus queridos e queridas que não se encontram mais no seu seio familiar ou de amizade.

Outros reservam o dia de Finados para meditar, orar pelas almas dos antepassados. Existem os vivos, os mortos e os morto-vivos, os zumbis, aqueles que mesmo vivos parecem que já morreram há muito tempo! Estes são almas penadas, que não merecem muita coisa, exceto o esquecimento!

Dóris Monteiro

Nascia em 21 de outubro de 1934, no Rio de Janeiro, RJ, Adelina Dóris Monteiro, grande cantora Dóris Monteiro. Dóris Monteiro foi revelada no programa Papel Carbono, de Renato Murce, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Atuou também no cinema e foi uma das estrelas da TV Tupi, onde apresentava um programa homônimo.

Se é questão de adeus, até logo

Se é questão de adeus
Questão de adeus, até logo
Questão de adeus, até logo
Então adeus!

Este seu jeito atrevido
tinhoso, manhoso e maneiro
fez morada no meu peito
e não quis mais se libertar!
Que disparate
atacou de esnobação
e não quis mais sambar comigo
desprezou meu coração!

Se é questão de adeus
Questão de adeus, até logo
Questão de adeus, até logo
Então adeus!

Ai, eu vou-me embora
Então adeus
Eu vou com Deus, Nossa Senhora
Então adeus
Eu vou ao romper da hora
Então adeus
Eu vou seguindo rumo afora
Então adeus
Eu vou com Deus, Nossa Senhora
Então adeus
Eu vou sambar até… ah…
Então adeus

Discografia

  • (1996) Dóris Monteiro & Tito Madi: Brasil samba-canção • Sony • CD
  • (1994) Dóris Monteiro • Continental • CD
  • (1992) Samba canção • Sony Music • CD
  • (1989) Grandes intérpretes do Projeto Brahma • LP
  • (1989) Noel Rosa com vários intérpretes • PolyGram • LP
  • (1986) Essas mulheres • Continental • LP
  • (1981) Dóris Monteiro • Continental • LP
  • (1978) Dóris Monteiro e Lúcio Alves – No Projeto Pixinguinha • EMI – Odeon • LP
  • (1976) Dóris Monteiro agora • EMI – Odeon • LP
  • (1975) Dóris • EMI – Odeon • LP
  • (1974) Dóris Monteiro • Odeon • LP
  • (1973) “Dóris, Miltinho e charme – Vol. 4” • Odeon • LP
  • (1973) Dóris • Odeon • LP
  • (1972) Dóris • Odeon • LP
  • (1972) Dóris, Miltinho e charme vol. 3 • Odeon • LP
  • (1971) Dóris • Odeon • LP
  • (1971) Dóris, Miltinho e charme vol. 2 • Odeon • LP
  • (1970) Dóris Monteiro • Odeon • LP
  • (1970) “Dóris, Miltinho e charme” • Odeon • LP
  • (1969) Dóris Monteiro • Odeon • LP
  • (1969) Mudando de conversa • Odeon • LP
  • (1966) Simplesmente • Odeon • LP
  • (1964) Doris Monteiro • Philips • LP
  • (1963) Dóris Monteiro • Philips • LP
  • (1963) Dóris Monteiro • Philips • Compacto simples
  • (1962) Dóris • Columbia • LP
  • (1962) … Gostoso é sambar ! • Philips • LP
  • (1961) Palhaçada/Sei lá • Philips • 78
  • (1961) Fiz o bobão/Coração só faz bater • Philips • 78
  • (1961) Dóris Monteiro • Philips • LP
  • (1960) Vento soprando • Continental • LP
  • (1959) Argumentação/Uma só vez • Columbia • 78
  • (1959) Doris • Columbia • LP
  • (1958) Real conclusão/Faça de conta • Columbia • 78
  • (1958) Tim-tim por tim-tim/Eu não existo sem você • Columbia • 78
  • (1957) Graças a Deus/Melancolia • Continental • 78
  • (1957) Meu tema/Mocinho bonito • Columbia • 78
  • (1957) Doris Monteiro • Columbia • 33/10 pol.
  • (1957) Minha obsessão/Marcada • Columbia • 78
  • (1956) Vento soprando/Engano • Continental • 78
  • (1956) Confidências de Dóris Monteiro com música de Fernando César • Continental
  • (1956) Gosto da vida/Quando as folhas caírem • Continental • 78
  • (1955) Por que razão/Quando tu passas por mim • Continental • 78
  • (1955) Se é por falta de adeus/Dó-ré-mi • Continental • 78
  • (1955) Céu sem luar/Eu e o meu coração • Continental • 78
  • (1954) Basta dizer adeus/Desejo • Todamérica • 78
  • (1954) Minhas músicas com Dóris Monteiro • Todamérica • 33/10 pol.
  • (1953) Você não sabe/Ruínas • Todamérica • 78
  • (1953) Cedo para amar/Linguagem dos olhos • Todamérica • 78
  • (1953) Aconteceu de repente/É sempre amor • Todamérica • 78
  • (1953) Em Mangueira/Lili • Todamérica • 78
  • (1952) Quantas vezes?/Bate um sino além • Todamérica • 78
  • (1952) Agulha no palheiro/Perdão • Todamérica • 78
  • (1952) Marcha do apartamento/Sacrifício não se mede • Todamérica • 78
  • (1952) Sou tão feliz/Nunca te direi • Todamérica • 78
  • (1951) Se você se importasse/Fecho meus olhos…vejo você • Todamérica • 78

A essência da humanidade: a esperança

Ganhei este lindo livro do Thiago de Mello por ter participado de um concurso de crônicas e poesias no colégio (ensino médio), o autor do bilhete não assinou, pela letra até imagino quem seja, reler este bilhete hoje tem um grande significado: a questão da esperança sempre está presente na minha vida.

Esse texto ainda é do tempo do EEPG PROFESSOR EMYGDIO DE BARROS…

Caótica Parafernália

Há muito tempo eu venho escrevendo sob tensão, raiva e medo. Tensão, raiva e medo. As vezes só com tensão (outras só com tesão), ou com raiva ou com medo. Há muito tempo escrevo com ódio e mais nada, nada. Nada como o vazio do próprio ser.

O que me faz a raiva? O que me traz o medo? Por que a tensão? (Cadê o tesão?). Tensão e raiva e medo.

Ódio? Que ódio, que medo? Nervos, raiva e ódio…

Viver morrendo, morrer vivendo: simples trocas…

Cheguei ao caos – caótico -, anti, ANTI: o animal radical, radical? (e se for sufixo?)

Antifilosofia, ou antesfilosofia? Antiherói (o que morreu morreu ficou prá trás), anticristo, antidiabo, antisatanás, antianimal. Antigamente…. tudo era tão diferente???

Há muito tempo escrevo sob tensão, raiva e medo. Raiva, medo e ódio.

LACÔNICO – não de lacunas, mas breve, curto, conciso. Duro, animal emergido do nada.

Duro como pedra, como aço – metal, metálico. Vi mundos caírem aos meus pés, ao meu redor. Psicodélico vi objetos voadores não identificados, ufos, UFA!, antidroga, anti-humano, antílope (veloz, carrega a dor da passagem)

“Da vida ao meio da jornada, tendo perdido o caminho verdadeiro, achei-me embrenhado em selva escura” (A Divina Comédia, Dante Alighieri)

Antitudo, antinada, antitodos. Escrevo sobre o nada com raiva, medo e ódio. Caído dos céus, dos céus das vagas estrelas dos homens. Sem nada para o fim, o infinito fim? Perdido.

Existem três alternativas: 1) Viver 2) Morrer 3) Estar perdido para sempre.

Não existem mais saídas no mundo do caos, Laos, paus, saos, maos, Que alternativas existirão?  Nada mais será asneira e sim tudo besteira.

Antiladrão, antipatrão, antiilusão no mundo do medo, cedo, azedo e sofrido, mas com pinta de alegre, democrático (de que riem os democratas?) asiático, asmático, enfático, panfleteador, funcionário público. Sem mais nada.

Antiparadisíaco (Paraíso?) O de Eva? Ou lá pelas bandas da Vergueiro? Antilúcido, anti anti o onteontem.

Pepe satan, Pepe satan, aleppe” A Divina Comédia – Dante Alighieri

Há certas ocasiões que escrevo com sonho, com sonho de sonhar o impossível. Ocasiões em que penso não mais pensar o impensável.

Muitas vezes nada escrevo pelo medo de ser censurado, cortado, malhado (sob a desculpa de ser melhorado). Sem nada de informações, escrevo malhado e molhado com raiva. E com medo daquele mundo caótico, católico, apostólico e bibliânico.

Abismo: lugar muito profundo na terra.   Será que nos enfiaremos? Sairemos?

Acordo: Deus fez com o povo de Israel; os empresários fizeram com os metalúrgicos e não cumpriram; Sadat com Israel, do Diabo com o Satanás, do carro com o novo preço da gasolina e com a poluição do ambiente. Acordos que são feitos sobre pressão, prisão, depressão e depressinha.

“Esta é a mensagem daquele que é o Primeiro e o Último (Alfa e Omega) que tornou a viver” (Bíblia). Será o Diabo o Meio?

“Os que conseguirem a vitória não sofrerão a segunda morte” (Bíblia) os que forem derrotados PACIÊNCIA!

EM ÁGUAS PROFUNDAS

No livro EM ÁGUAS PROFUNDAS, David Lynch discorre sobre as influências e o impacto da prática da meditação transcendental em sua vida e obra. Diretor e roteirista da premiada série de TV americana Twin Peaks, e autor do clássico Veludo Azul, David Lynch tornou-se adepto da prática na década de 70, ao se aproximar do movimento espiritual criado pelo guru indiano Maharishi Mahesh Yogi, que teve sua primeira onda de popularidade nos anos 60 graças a seus célebres seguidores, como John Lennon, Paul McCartney, George Harrison, Mia Farrow e Donovan.
David Lynch revela a experiência de “mergulhar em si mesmo” e de “pescar ideias” como se pescam peixes e, em seguida, como aplicar esses conceitos na televisão, no cinema e nos outros meios criativos como pintura, música e desenho. “Quanto mais você expande a consciência – a atenção – mais fundo é seu mergulho na direção dessa fonte, e maior será o peixe que pode pegar”.