Notas

De quando é melhor ficar calado…

A Nota da Executiva do PT é digna daquelas Notas – que pedem pra Assessoria de Imprensa fazer , mas ela sabe que não é a forma correta…- onde sobre o manto de respeito à Constituição e na defesa da imunidade parlamentar ajuda Aécio.  Sabe-se que Aécio não está sendo punido por ações praticadas como Senador, e sim, por erros gravíssimos de prática de crimes comuns. Louvar a imunidade reclamada não para proteger atos de banditismo .. Um erro… Depois não reclame das Serpentes que estão saindo do ninho.

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Habemos Habanos!

Hoyo de Monterrey Petit Belicosos (PRNewsfoto/HABANOS SA)

 

Habanos S.A vai lançar um produto exclusivo para os canais Duty Free e de varejo para viagens: o Hoyo de Monterrey Petit Belicosos (52 de medida de circunferência x125 mm de comprimento), com um até então inexistente formato no portfólio regular da Habanos, e que só foi anteriormente usado em algumas edições limitadas ou regionais. Este produto virá dentro de um umidor especial para viagem, com uma produção exclusiva, tornando-se um produto de primeira classe exclusivo e de alto valor.
Hoyo de Monterrey Petit Belicosos (52 de medida de circunferência x125 mm de comprimento) é um dos Habanos preferidos por aqueles que gostam do formato de largura pesado em um período curto de fumo.
A marca Hoyo de Monterrey está situada nas férteis margens fluviais do distrito produtor de tabaco de San Juan y Martínez, em Cuba. O sabor suave de sua mistura promete uma opção mais apelativa àqueles que preferem um Habano mais delicado e aromático, com um caráter elegante e complexo.
A Corporación Habanos, S.A. é a líder mundial na comercialização de charutos de alta classe, tanto em Cuba como no resto do mundo. Ela possui uma rede exclusiva de distribuidores, presente em cinco continentes e em mais de 150 países.
A Habanos, S.A. comercializa 27 marcas de alta classe feitas Totalmente a Mano-totalmente à mão- sob Denominação de Origem Protegida (Protected Denomination of Origin – D.O.P.), incluindo marcas importantes como Cohiba, Montecristo, Partagás, Romeo y Julieta, Hoyo de Monterrey e H. Upmann, entre outras. Depois de mais de 200 anos, os Habanos continuam a ser feitos Totalmente a Mano-totalmente à mão e são um modelo para o mundo inteiro, desde então.
FONTE HABANOS SA

Engenheiros aprovam carta em defesa da democracia, da soberania nacional e da engenharia

Engenheiros e engenheiras reunidos no 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), realizado entre os dias 6 e 9/9, aprovaram a Carta de Curitiba. O documento aponta para a urgência de um projeto de país comprometido com a engenharia brasileira, a soberania nacional e a classe trabalhadora. “Com a consolidação do golpe ao mandato da presidenta Dilma Rousseff, a engenharia brasileira sofre um inaceitável processo de criminalização, com empresas nacionais fechadas, obras paralisadas e milhares de profissionais demitidos”, aponta o documento que ainda afirma: “Repudiamos a corrupção e exigimos a responsabilização de todas as pessoas envolvidas em desvios de conduta (…) A desnacionalização da economia, em curso no Brasil, aprofunda o desmonte da engenharia brasileira, a subordinação ao capital estrangeiro, as desigualdades sociais e ameaça a soberania nacional. Repudiamos, ainda, a entrega do território brasileiro e também as privatizações”.

Com o tema “Resistir! Em defesa da engenharia e da soberania nacional”, o 11º Consenge ocorreu em Curitiba, com mais de 300 participantes e o maior número de mulheres da história dos Congressos e ainda contou com aula magna do senador Roberto Requião (PMDB-PR) e palestras com o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães; o historiador e professor Valter Pomar; o economista e ex-presidente do Ipea, Marcio Pochmann e a socióloga e pesquisadora Maria Rosa Lombardi. O evento foi realizado pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), que tem sede no Rio de Janeiro, e pelo Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR). Ao longo dos quatro dias, filiados aos 12 sindicatos que compõem a Federação, tiveram como debate central a defesa da engenharia e da soberania nacional.  Também foi eleita a nova diretoria da Fisenge, cuja presidência é ocupada pelo reeleito engenheiro Clovis Nascimento.

 

 

Carta de Curitiba

No marco dos 100 anos da primeira Greve Geral no Brasil e da Revolução Russa, nós, engenheiras e engenheiros reunidos no 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), manifestamos a urgência de um projeto de país comprometido com a engenharia brasileira, a soberania nacional e a classe trabalhadora.

Fizemos o maior Congresso da história, com mais de 300 participantes, além da maior delegação de mulheres e de estudantes, frutos da construção do Coletivo de Mulheres da Fisenge e do Coletivo Nacional de Estudantes, em diversos estados.  

Com a consolidação do golpe ao mandato da presidenta Dilma Rousseff, a engenharia brasileira sofre um inaceitável processo de criminalização, com empresas nacionais fechadas, obras paralisadas e milhares de profissionais demitidos. Estas são consequências intoleráveis, frutos da crise política capitaneada pela Operação Lava Jato. Repudiamos a corrupção e exigimos a responsabilização de todas as pessoas envolvidas em desvios de conduta, sem a penalização das empresas nacionais.

A engenharia é o motor da economia de todo país, uma vez que amplia a capacidade produtiva e de investimentos. A desnacionalização da economia, em curso no Brasil, aprofunda o desmonte da engenharia brasileira, a subordinação ao capital estrangeiro, as desigualdades sociais e ameaça a soberania nacional. Repudiamos, ainda, a entrega do território brasileiro e também a privatização da Eletrobrás, dos Correios, da Casa da Moeda. Reivindicamos a defesa da Petrobras pública e estatal como elemento estratégico para o desenvolvimento social. É imperativo o investimento em ciência e tecnologia, impedindo a chamada “fuga de cérebros”. Um país sem ciência e sem tecnologia é um país sem soberania nacional. A engenharia brasileira possui acúmulo tecnológico para pensar, formular, construir, projetar e inovar soluções de melhoria de condições de vida para a população.

As profundas transformações no mundo do trabalho, a chamada Revolução 4.0, impõem desafios para enfrentarmos o desemprego estrutural previsto internacionalmente. Para além do campo de benesses, é necessário disputar o controle e a distribuição das tecnologias.

Manifestamos como urgente a revogação da reforma trabalhista e da emenda constitucional 95, que determina um teto para os gastos públicos. Defendemos a redução da jornada de trabalho para 35 horas sem redução de salário e a manutenção da previdência social. Apoiamos uma reforma política popular, com financiamento público de campanha e fortalecimento dos partidos políticos.

A crise é mundial e não há solução fácil. Temos, todos e todas, grandes responsabilidades. E, com grandes responsabilidades, surgem tarefas. Temos a tarefa histórica de resistir e lutar em defesa da engenharia, da democracia e da soberania nacional.

Curitiba, 09 de setembro de 2017

11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros

 

Fonte: Camila Marins – Assessora de comunicação Fisenge

O Louco do Tarot e o tempo cíclico

O Louco do Tarot e o tempo cíclico

Gilberto da Silva

 

Se o homem persistisse em sua loucura, tornar-se- ia sábio.
William Blake

 

O Louco do Tarot é a última carta dos Arcanos Maiores. É, simultaneamente, a carta número 22 e a 0. É como um eterno retorno, o ir e o vir. Um ciclo, um terminar e um recomeçar. Um novo caminho. Uma nova mudança que vai acontecer. O tempo do eterno retorno. O tempo cíclico sem a falsidade do tempo real.

O 22 é o Fim: a conquista do Mundo. O 0 é o “nada”. O Zero ou o NADA é uma criação do homem do século XII.

Na condição de LOUCO, tudo vai depender da evolução espiritual e humana do sujeito. Aqui está inserida as possibilidades: as inconstâncias da vida, a descoberta do novo, a incertezas sobre o que pode ou não pode acontecer em nossas vidas. O EU interior está em ebulição.

Estar em Louco é estar na propensão para uma aventura, para sonhos não realizados, preparados com a mala e mochila para novas viagens. Louco para a liberdade, para descobrimento ou desabrochar de sentimentos.

Estar no módulo Louco é estar preparado para problemas e estar atentos à negligência. Tudo porque o Louco está pronto para novas experiências sem olhar para suas consequências. A irresponsabilidade pode estar ali: pronta para prosperar.

O Louco pode ser o idiota, o rebelde, o insensato, o revolucionário ou alienado. Ou simplesmente um sábio…

 

Balada do Louco

Arnaldo Baptista e Rita Lee

Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz

Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão

Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Se eles têm três carros, eu posso voar
Se eles rezam muito, eu já estou no céu (no ar)

Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Sim, sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz

Mas louco é quem me diz
E não é feliz. Eu sou feliz.

 

 

LOUCO
Composição: Wilson Batista e Henrique de Almeida

Louco, pelas ruas ele andava

O coitado chorava

Transformou-se até num vagabundo

Louco, para ele a vida não valia nada

Para ele a mulher amada

Era seu mundo

Louco, pelas ruas ele andava

O coitado chorava

Transformou-se até num vagabundo

Louco, para ele a vida não valia nada

Para ele a mulher amada

Era seu mundo

Conselhos eu lhe dei

Para ele se esquecer

Aquele falso amor

Ele se convenceu

Que ela nunca mereceu

Nem reparou

Sua grande dor

Que louco! Louco, pelas ruas ele andava

O coitado chorava

Transformou-se até num vagabundo

Louco, para ele a vida não valia nada

Para ele a mulher amada

Era seu mundo

Conselhos eu lhe dei

Para ele se esquecer

Aquele falso amor

Ele se convenceu

Que ela nunca mereceu

Nem reparou

Sua grande dor

Que louco!

Chico Rey & Paraná – Grande Esperança (Reforma Agrária)

A classe roceira e a classe operária
Ansiosas esperam a reforma agrária
Sabendo que ela dará solução
Para situação que está precária.
Saindo projeto do chão brasileiro
De cada roceiro ganhar sua área
Sei que miséria ninguém viveria
E a produção já aumentaria
Quinhentos por cento até na pecuária!

Esta grande crise que a tempo surgiu
Maltrata o caboclo ferindo seu brio
Dentro de um país rico e altaneiro,
Morrem brasileiros de fome e de frio.
Em nossas cidades ricas em imóveis
Milhões de automóveis já se produziu,
Enquanto o coitado do pobre operário
Vive apertado ganhando salário,
Que sobe depois que tudo subiu!

Nosso lavrador que vive do chão
Só tem a metade da sua produção
Porque a semente que ele semeia
Tem quer à meia com o seu patrão!
O nosso roceiro vive num dilema
E o problema não tem solução
Porque o ricaço que vive folgado
Acha que projeto se for assinado,
Estará ferindo a Constituição!

Mas grande esperança o povo conduz
E pede a Jesus pela oração,
Pra guiar o pobre por onde ele trilha,
E para a família não faltar o pão.
Que eles não deixam o capitalismo
Levar ao abismo a nossa nação,
A desigualdade aqui é tamanha
Enquanto o ricaço não sabe o que ganha
O pobre do pobre vive de ilusão!

Maurício Segall (1926-2017). R.I.P.

“Maurício Segall, filho de Jenny Klabin Segall e Lasar Segall, judeu de origem e, por teimosia, ateu convicto, paulistano de carteirinha, nasceu em 1926 e, com alguns poucos interregnos (por eemplo, um ano e meio estudando na EUA de Paris com bolsa de estudo das Nações Unidas, em 1952/53), sempre viveu e ainda vive no bairro da Vila Mariana, em São Paulo, onde provavelmente será enterrado em túmulo cativo…”

Eu por meu outro eu, Maurício Segall

Assim será feito.

 

Perspectivas de fuga em 2018. Qual será o seu roteiro?

Um doce café frio

Segue um  link do “poema crônico” que publiquei no site P@rtes.

Quem me chamou para um café, e não foi? Quem acendeu um pavio e o deixou ao vento morno das manhãs? Coisas do destino. Aquele pó está ficando velho e o cheiro já foi embora…

Fonte: Um doce café frio

10º Simpósio de Comunicação na FAPCOM

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Diante do cenário contemporâneo, a FAPCOM – Faculdade Paulus de Comunicação – reúne nomes de referência da comunicação e da reflexão intelectual do país para discutir os desafios políticos, a crise social, econômica e o papel das mídias e da cultura na América Latina.

 

Programação 

21/08

19h30

Análise de conjuntura – a atuação dos meios de comunicação: Deputada Luiza Erundina

Mídias sociais, crise política e a direita 2.0: Prof. Dr. Wilson Gomes


22/08

8h às 11h

Das veias abertas à solidão na América Latina: Prof. Dra. Joana Rodrigues e Prof. Dr. Alexandre Barbosa

19h30

A comunicação e os golpes na América Latina: Prof. Dr. Emir Sader

Mobilização conservadora das Mídias a partir de 2001: Prof. Dr. Vladimir Safatle

 

 

Faculdade Paulus de Comunicação

Rua Major Maragliano, 191 | São Paulo – SP | 04017-030

Próxima às estações Vila Mariana e Ana Rosa do Metrô.

fapcom.edu.br | 2139 8500 | 0800 709 8707