Meio Ambiente

Círculo de Estudos de Diálogo de David Bohm

 

Círculo de Estudos de Diálogo de David Bohm

Visa aprofundar a compreensão teórica das ideias de David Bohm e subsidiar a reflexão sobre a prática do Diálogo. Agregar os conhecimentos da proposta dialógica, fornecendo elementos que estimulam possíveis insights na prática de grupos de diálogo.
É uma atividade que vem a responder à necessidade apontada por participantes do Grupo Experimental.

Coordenação e facilitação: Márcia Amélia Moura, psicóloga, educadora ambiental, designer em sustentabilidade pelo Programa Gaia Education e especialização em Ecologia, Arte e Sustentabilidade pela UNESP/UMAPAZ, Coordenadora e Facilitadora do Projeto: A Prática do Diálogo para o Fortalecimento das Redes de Convivência na UMAPAZ.

Pré-requisito: para participar da atividade é necessário ter cursado a Oficina de Introdução ao Diálogo, Curso ou workshop de Diálogo, Curso de Introdução ao Diálogo.

Vagas: 25 (haverá seleção)
Público: pessoas interessadas em compreender mais profundamente as bases teóricas do Diálogo e integrar esses conhecimentos à sua vivência do Grupo Experimental de Diálogo e àqueles que gostariam de aplicar a metodologia nos seus grupos.

Total de encontros: 20

Conteúdo programático:

A Visão do Diálogo
Diálogo e Comunicação
A Natureza do Pensamento Coletivo
O Problema e o Paradoxo
O Observador e o Observado
A Suspensão de Pressupostos, o Corpo e a Propriocepção
O Pensamento Participativo e o Ilimitado

Dias: quartas-feiras

Abril – 05,19 e 26/04
Maio – 03, 17 e 31/05
Junho – 07, 21 e 28/06
Julho – 05/07
Agosto – 16 e 30/08
Setembro – 13 e 27/09
Outubro – 04, 18 e 25/10
Novembro – 08, 22 e 29/11

Horário: das 14h30 às 16h30
Local: Sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268.
Pedestres: Portão 7A.
Estacionamento: Portão 7 da Av. República do Líbano (Zona Azul).

Inscrições: aqui

Plantio Global acontece neste domingo em mais de 10 países

Evento organizado pelos Cades regionais da cidade de São Paulo será no Parque Municipal Chácara do Jockey

 

Os Cades Regionais Vila Mariana e Butantã, as Prefeituras Regionais Vila Mariana e Butantã e a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente convidam para o Plantio Global – uma ação colaborativa e comunitária para promover o plantio de árvores nativas na metrópole -, neste domingo (19), a partir das 10h, no Parque Municipal Chácara do Jockey, no Butantã (Zona Oeste).

 

O Plantio Global congrega diversos grupos que já realizam plantios em suas localidades. Os objetivos do evento são incentivar mais pessoas a participar desses grupos, ampliar a conscientização sobre as práticas de ambientais, viabilizar a troca de experiências e conhecimento e auxiliar a construção de políticas públicas para o setor. Voluntários estarão no parque para ajudar a todos no processo. É importante não esquecer o protetor solar e garrafinhas d’água. Participantes de qualquer idade são muito bem-vindos!

 

Neste ano, mais de 60 cidades em 10 países participarão do Plantio Global simultaneamente. Em São Paulo, o evento tem apoio do Fórum de Sustentabilidade do Butantã e de todos os envolvidos no processo de organização – conselhos de Butantã, Jabaquara, Lapa, Pinheiros, Mooca, Santo Amaro e Vila Mariana, associações, movimentos e iniciativas socioambientais da cidade.

 

A iniciativa do Plantio Global partiu do Cades/Agenda 2030 Vila Mariana e envolveu o poder público, outros conselhos, iniciativas locais e, principalmente, a sociedade civil no intuito de promover a oportunidade de as pessoas experimentarem, por meio do plantio coletivo, uma outra relação com as árvores e com o espaço público.

 

A questão do meio ambiente em São Paulo é complexa. A cidade tem atualmente 2,6m²/habitante de áreas verdes, enquanto a recomendação da OMS/ONU é de 12m²/habitante.

 

Temos de estar preparados para solucionar a agenda verde concomitantemente com a agenda marrom, que trata de infraestrutura básica para a população. O aumento da flora nativa traz enormes benefícios socioambientais, entre eles a melhoria no ciclo d’água, filtra partículas tóxicas, diminui a temperatura, provê apoio e alimento para a avifauna e pessoas, proporciona bem-estar e biodiversidade, além de contribuir para atenuar os efeitos das mudanças climáticas – todos problemas sérios de grandes centros densamente construídos.

 

O Cades (Conselho de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz) é baseado nas ações voltadas para a concretização da Agenda 2030 e das metas dos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável). Os conselhos são ligados à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente em cada uma das prefeituras regionais e é composto pela sociedade civil e pelo poder público para apoio local no desenvolvimento de políticas que promovam a sustentabilidade urbana.

Nas redes sociais:

Use as Hashtags: #plantioglobal #globalplanting #plantaciónmundial

Se conecte no Facebook: https://www.facebook.com/groups/ampliacaodamataatlantica

Serviço:

Evento: #PlantioGlobal

Quando: 19 de março, domingo, a partir das 10 h

Onde: Parque Municipal Chácara do Jockey – Rua Santa Crescência, portão 4 (GCM)

 

Você pode chegar …

De bicicleta – Ciclovia Eliseu de Almeida, venha com sua bicicleta e use a Linha Amarela do Metrô Linha para chegar até a estação Butantã

De ônibus – ligue para o telefone 156 ou veja as linhas no site da SPTrans

De carro – pela Av. Prof. Francisco Morato, chegando na Rua Santa Crescência (estacionar na rua)

 

Parque da Independência será privatizado

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O Parque da Independência – um marco histórico nacional – será um dos parques privatizados na gestão Doria, que entende que o Independência é um parque com perfil adequado para exploração comercial, com possibilidade de dar lucro a empresas e zerar os custos à administração à manutenção do local.

Os empresários que ganharem a licitação poderão, por exemplo, operar sistemas de estacionamento ou áreas de alimentação, como quiosques de lanches e restaurantes, assim como promover outras atividades remuneradas. A equipe de transição tucana estuda alterar regras atuais que impedem certos tipos de eventos dentro dos parques e com isso, liberar os concessionários para promover feiras gastronômicas ou de venda de livros dentro desses espaços, gerando mais receita.  Essas atividades de exploração econômica não são, atualmente, permitidas dentro de parques públicos.

O parque é um marco histórico nacional, localizado na Colina do Ipiranga, de onde D. Pedro I declarou a independência do país em 1822. Em sua área localiza-se ainda o Museu Paulista, de propriedade da USP, e uma estátua em homenagem ao “grito do Ipiranga”, de autoria do italiano Ettore Ximenez.

INFRAESTRUTURA

Praça para eventos, estacionamento, pista de Cooper, aparelhos de ginástica, playground, área de estar, sanitários, chafariz com fonte e cascata. Em sua área está a Casa do Grito (SMC), o Monumento da Independência e Cripta Imperial , o Museu Paulista e, nos limites do parque, o Museu de Zoologia (USP).

PARTICULARIDADES

Tombado pelo CONDEPHAAT, CONPRESP E IPHAN, o parque é um marco histórico nacional. Na Colina do Ipiranga, junto ao Riacho do Ipiranga, D. Pedro I declarou o país independente de Portugal em 1822.

Possui vegetação composta por áreas ajardinadas e bosques heterogêneos. No jardim francês à frente do Museu Paulista destacam-se topiárias de azaleia, buxo e falsa-figueira-benjamim, canteiros de rosas e arranjos de palmeiras e pinheiros. No bosque ao fundo do Museu encontram-se espécies como araribá-rosa, canela, canela-branca, cedro, embiruçu, falsa-seringueira, figueira-mata-pau, imbiruçu, jatobá, marinheiro, pau-ferro, pinheiro-do-paraná e sapucaia. Nas laterais do parque ocorrem bosques heterogêneos com araribá-rosa, eucalipto, jacarandá-mimoso, jaqueira, paineira, palmeiras e sibipiruna. Foram registradas 186 espécies, das quais 8 estão ameaçadas como a cabreúva, a grumixama e o palmito-jussara.

Há registros de borboletas como a borboleta-pavão (Junonia evarete), assim chamada pelos “olhos” violetas nas suas asas. Dentre os mamíferos, ocorrem saguis, gambás-de-orelha-preta e bicho-preguiça. É uma ótima localidade para realizar avistamentos de psitacídeos (papagaios, periquitos, maracanãs e tuins) que encantam pela gritaria, coloração e comportamentos. Pica-paus e tiranídeos (pássaros da família do bem-te-vi) também estão bem representados. Chama atenção o “tamborilar” do joão-velho e do pica-pau-de-banda-branca, além da presença da alma-de-gato com sua notável cauda. Gavião-carijó e quiri-quiri são os rapinantes que patrulham a área em busca de refeições.

Atualmente o Parque Independência está sendo ampliado complementando as atividades já existentes e reforçando sua vocação histórica. A nova área é de 21.188 m².

A Governabilidade do Nexo Urbano,

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Uma nova perspectiva em termos operacionais e de governança da sustentabilidade de sistemas urbanos se configura com o nexo entre água, alimentos e energia. Estes recursos são essenciais ao desenvolvimento humano e à redução da vulnerabilidade. Este tema será tratado por um grupo de pesquisadores no IEA no próximo dia 23. Saiba mais e se inscreva

 

O seminário é uma realização do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, do Grupo de Estudos e Acompanhamento de Governança Ambiental (GovAmb) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) e do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública (FSP), todos da USP.

A Comissão Organizadora é constituída por Leandro Giatti (IEA e FSP), Pedro Roberto Jacobi (IEA, FE e IEE), Michele Dalla Fontana (Universidade de Veneza, Itália), Alberto Urbinatti, Joshua Daniel Shake (FSP) e Leandro Belini.

O evento é aberto ao público, mas requer inscrição prévia via formulário online. Quem não puder comparecer, poderá assistir ao seminário ao vivo pela internet (sem necessidade de inscrição)

Programação


A Governabilidade do Nexo Urbano
23 de novembro, das 14 às 18h
Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo
Evento aberto ao público, gratuito e com inscrição via formulário online
Transmissão ao vivo pela internet
Informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678

Dia da Abelha

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Hoje, 3 de outubro é comemorado o Dia da Abelha.

Não se sabe ao certo como surgiu a data, mas a intenção é lembrar a importância que este pequeno inseto possui para o bem estar dos seres humanos. Pense na importância da POLINIZAÇÃO….

As abelhas são consideradas insetos úteis porque:

  • contribuem para a fecundação das flores, propiciando aumento da produção de frutos e grãos;
  • produzem o mel e a geleia real, importantes fontes energética e nutritiva;
  • produzem o própolis a partir de substâncias resinosas dos brotos e cascas de vegetais, o qual atua como antibiótico natura.

A abelha é a única espécie do planeta capaz de produzir o mel – considerada a primeira substância adocicada utilizada pelo homem na  antiguidade. Quantas maravilhas não são feitas com o mel????

Atualmente, são conhecidas, no mundo, mais de 20 mil espécies do inseto. Uma abelha silvestre visita 10 flores por minuto em busca do pólen e do néctar;

No Brasil, são conhecidas mais de duas mil espécies entre nativas e exóticas, que foram introduzidas nos nossos biomas.

Caetano Veloso musicou e escreveu MEL que na boca de sua irmã Maria Betânia é pura doçura:

Mel

Ó abelha rainha faz de mim
Um instrumento de teu prazer
Sim, e de tua glória
Pois se é noite de completa escuridão
Provo do favo de teu mel
Cavo a direita claridade do céu
E agarro o sol com a mão
É meio-dia, é meia-noite, é toda hora
Lambe olhos, torce cabelos, feiticeira vamo-nos embora
É meio-dia, é meia-noite, faz zumzum na testa
Na janela, na fresta da telha
Pela escada, pela porta, pela estrada toda a fora
Anima de vida o seio da floresta
O amor empresta a praia deserta zumbe na orelha, concha do mar
Ó abelha, boca de mel, carmin, carnuda, vermelha
Ó abelha rainha faz de mim um instrumento do seu prazer.

abelha

E que tal um bolo de mel?

Bolo de mel

Ingredientes: 3 ovos, 2 xícaras de farinha de trigo (pode ser integral), 3 colheres de margarina, 1 xícara de mel, 1 colher de fermento em pó.

Modo de preparo:
bater o mel e a margarina. Juntar as gemas bem batidas, a farinha e o fermento, e por último as claras em neve. Colocar em fôrma untada e assar em forno médio. É DIVINO.

Sesc Santana realiza programação com foco na sustentabilidade e subsistência

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Sesc Santana realiza programação com foco na sustentabilidade e subsistência

 

Os participantes são apresentados a discussões e práticas relacionadas ao tema

 

Nos dias 22 e 23 de outubro, sábado e domingo, o Sesc Santana promoverá três atividades voltadas para ações sustentáveis e práticas de subsistência. Entre bate-papos e oficinas, a proposta é expor diferentes hábitos e estilos de vida, e promover discussões e reflexões com os participantes.

As atividades realizadas são: Troca de sementes, orientada por Daniela Pastana Cuevas, e Ervas medicinais e Artesanato quilombola, com integrantes do quilombo de Ivaporunduva. Confira abaixo a programação completa:

Oficina

Troca de sementes | 22 e 23/10, sábado e domingo, das 12h às 17h

Visando estimular a incorporação de ações sustentáveis no cotidiano e mudanças de hábitos, a atividade promove um espaço livre para a troca de sementes, no qual também seja possível a discussão de temas como a germinação, plantio de mudas, compostagem e reciclagem. Orientada por Daniela Pastana Cuevas, ambientalista e ativista que, desde 2009, organiza atividades de trocas de sementes e, há quatro anos, a feira do Parque da Água Branca.

Jardim e Quiosque. Livre. Grátis.

Bate-papo

Ervas medicinais, com integrantes do quilombo de Ivaporunduva |

22 e 23/10, sábado e domingo, às 14h

Integrante do quilombo de Ivaporunduva, o agricultor Vandir Rodrigues apresenta seus conhecimentos, aprendidos com a tradição oral, sobre ervas, e discute as diferenças entre cultivos tradicionais e orgânicos.

Localizado no município de Eldorado, no Vale do Ribeira, Ivaporunduva é um quilombo composto por 80 famílias que tem no cultivo tradicional de roça o principal meio de subsistência, e como geração de renda, o cultivo de banana orgânica e artesanato.

Vagas limitadas. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência.

Quiosque. Recomendação etária: acima de 12 anos. Grátis.

Artesanato Quilombola, com integrantes do quilombo de Ivaporunduva |

 22 e 23/10, sábado e domingo, às 15h

Diversos tipos de fibras, e o método de constituição de cestos, esteiras e peças utilitárias por meio da fibra de bananeira são apresentados pela artesã e líder comunitária Elvira da Silva, que também compõe o quilombo de Ivaporunduva.

Vagas limitadas. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência.

Quiosque. Recomendação etária: acima de 12 anos. Grátis.

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SERVIÇO: Sesc Santana

22 e 23/10, sábado e domingo.

Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo.

Grátis. Jardim e quiosque.

Estacionamento – R$10,00 a primeira hora e R$ 2,50 a hora adicional – desconto para credenciados.

Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal sescsp.org.br/santana

A Lei da Água (Novo Código Florestal) – o filme

“A Lei da Água (Novo Código Florestal)” esclarece as mudanças promovidas pelo novo Código Florestal e a polêmica sobre a sua elaboração e implantação. O documentário mostra como a lei impacta diretamente a floresta e, assim, a água, o ar, a fertilidade do solo, a produção de alimentos e a vida de cada cidadão. Produzida ao longo de 16 meses, a obra baseia-se em pesquisa e 37 entrevistas com ambientalistas, ruralistas, cientistas e agricultores. Retrata ainda casos concretos de degradação ambiental e técnicas agrícolas sustentáveis que podem conciliar os interesses de conservação e produção da sociedade.

“The Water Law” explains the changes introduced by the new Forest Code and the controversy over its design and implementation. The documentary shows how the law directly impacts the forest and thus the water, air, soil fertility, food production and the life of every citizen. Produced over 16 months, the work is based on a research and interviews with 37 environmental, scientists and farmers. The documentary also portrays individual cases of environmental degradation and sustainable agricultural techniques that can reconcile the interests of conservation and production of society.

 

Evento: Arte, Presença e Conexão através da Água

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Um bate-papo entre Paul Van Dijk, José Bueno e Guilherme Castagna.

Aproveitando a visita do artista plástico holandês Paul Van Dijk, que vem pela segunda vez ao Brasil para ministrar uma série de cursos sobre Água, Vegetação, e Metamorfose segundo a metodologia fenomenológica de Goethe, vamos promover uma conversa aberta entre Paul, José Bueno, e Guilherme Castagna, três profissionais que dedicam suas vidas, cada um de sua maneira, a promover a restauração da conexão entre as pessoas, a sociedade, e as Águas.

Facilitação:

José Bueno é arquiteto e urbanista, educador, Mestre de Aikidô, e co-fundador da iniciativa Rios e Ruas, que promove e inspira multiplas ações para que milhões de pessoas possam descobrir, ver, e querer nossos rios limpos e livres.

Guilherme Castagna é engenheiro civil e permacultor, projetista de sistemas inovadores de manejo de água inspirados em sua dinâmica natural, facilita cursos e oficinas para empoderamento de técnicos e leigos no cuidado diário das Águas.

Paul Van Dijk também é dançarino, e projetista escultor de flowforms, e tem uma série de projetos realizados na Europa, incluindo uma base de flowforms instalado em uma estação de tratamento de esgotos municipal na Holanda, escadas de peixes que simulam o fluxo natural de água, e instalações diversas em espaços públicos e privados

José Bueno e Rios e Ruas: http://www.rioseruas.com.br/
Guilherme Castagna: http://www.fluxus.eco.br/

Paul Van Dijk: http://www.paul-van-dijk.com/

 

Dia: 10 de outubro de 2016, segunda-feira
Horário: das 10h às 12h
Local: Sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera
Endereço: Av. Quarto Centenário, 1258
Pedestres: Portão 7A
Estacionamento: Portão 7 da Av. República do Líbano (Zona Azul)

Inscrições aqui

Danças circulares e sabedoria dos povos

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Curso: Danças circulares e sabedoria dos povos – 7ª edição

As Danças Circulares fazem parte de um movimento mundial de resgate de danças tradicionais e contemporâneas dos povos buscando o respeito, a união e a cooperação entre os indivíduos e o grupo. Estas danças possibilitam vivenciarmos de modo especial a alegria, a irmandade, o contato com a natureza numa comunicação não verbal, sendo um rico instrumento no trabalho de inclusão das questões sociais que envolvem nossa relação com o meio em que vivemos, ressaltando a necessidade de convivência pacífica, inclusiva e sustentável.
A partir da vivência com as danças e do conhecimento das tradições culturais que as inspiram, buscamos estimular o autoconhecimento e exercitar os valores da Cultura de Paz tais como ética, diversidade, afetividade, cooperação e sensibilização sobre as questões ambientais.
Este curso é um convite ao conhecimento da cosmovisão de alguns povos através de danças circulares e reflexão sobre os símbolos dançados. Conhecer as tradições culturais que estruturam os passos e gestos simbólicos que fazemos ao dançar possibilita uma melhor assimilação, compreensão e respeito diante da diversidade e auxilia no desenvolvimento de uma visão de mundo pacífica e sustentável.

Objetivo:
Propiciar vivência de Danças Circulares e conhecimento das tradições culturais que as inspiram estimulando o autoconhecimento e o respeito às diferenças, exercitando os valores da Cultura de Paz tais como respeito, ética, diversidade, afetividade, cooperação e sensibilizando sobre as questões socioambientais.

Conteúdo:

• Conceitos básicos sobre o Movimento das Danças Circulares Sagradas;
• 6 danças circulares tradicionais e contemporâneas baseadas nas tradições: tupi guarani, africana, andina, celta, tibetana e hindu;
• Conceitos básicos sobre as diversas tradições culturais;
• Valores da Cultura de Paz;
• Sensibilização sobre as questões socioambientais.

Vagas: 40
Público: interessados no tema.

Facilitação:
Estela Maria Guidi Pereira Gomes – Focalizadora de Danças Circulares e docente da UMAPAZ Formação. Especialista em Educação em Saúde Pública e Antropologia da Saúde, designer em sustentabilidade pelo Programa Gaia Education, coordena o Programa de Metodologias Integrativas na divisão de formação da UMAPAZ.
Samuel Souza de Paula – Pesquisador das culturas dos povos; estudioso do comportamento humano desenvolve trabalhos de integração entre corpo, mente e espírito. Parceiro da UMAPAZ Formação desde 2008 desenvolve cursos sobre a sabedoria indígena e Danças Circulares.
Coordenação: Estela Maria Guidi Pereira Gomes

Dias: 23 e 30 de setembro; 7, 14, 21 e 28 de outubro; 4, 11 e 18 de novembro de 2016, sextas-feiras
Horário: das 9h às 12h
Local: Sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268.
Pedestres: Portão 7A.
Estacionamento: Portão 7 da Av. República do Líbano (Zona Azul).

Inscrições: aqui