Meio Ambiente

Consumo Responsável em Ação: Tecendo relações solidárias entre o campo e a cidade

O Instituto Kairós disponibiliza o livro Consumo Responsável em Ação: Tecendo relações solidárias entre o campo e a cidade”, escrito com a parceria de diversos parceiros da agroecologia, economia solidária, comércio justo e solidário e afins.

 

O livro parte de questionamentos sobre nosso atual padrão de produção, distribuição, comercialização e consumo, especialmente no campo da alimentação e traz a proposta do consumo responsável. Levando em conta desafios como o acesso ao alimento de qualidade e os limites do modelo convencional de abastecimento, são apresentadas práticas alternativas que aproximam consumidores e produtores (como os grupos de consumo responsável), os diálogos do tema com as políticas públicas e possíveis atuações de mobilização social nas redes, ruas e campos.

 

Os textos trazem experiências tanto do Instituto Kairós como de parceiros convidados envolvidos em movimentos e organizações que atuam no campo da agroecologia, economia solidária e temas correlatos: Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável, RedeMoinho, SISCOS, Rede Ecológica, GiraSol e MUDA-SP.

 

A publicação é fruto de projeto executado pelo Kairós com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES/MT).

 

O livro está disponível para download gratuito no site do Instituto Kairós através do link a seguir

http://institutokairos.net/portfolio-items/consumo-responsavel-em-acao-tecendo-relacoes-solidarias-entre-o-campo-e-a-cidade/

 

O FAMOSO PARQUE TRIANON FARÁ 125 ANOS


Secretaria do Verde e do Meio Ambiente promove atividades durante o final de semana, para comemorar o aniversário do parque.

Bem no coração de São Paulo, o Parque Trianon fará 125 anos! Neste final de semana a população contará com uma programação agitada. Dentre as animações, está o plantio de árvores, trilha monitorada, festival de dança, lançamento do programa de voluntários no parque, apresentação da banda da Guarda Civil Metropolitana e até show do Duofel (uma das mais conhecidas duplas de música instrumental, com 35 anos de estrada).

O parque, localizado em meio a Av. Paulista de prédios comerciais e atrações culturais, conta com uma área de 48.600 m² e uma vegetação ampla, composta por remanescentes da Mata Atlântica, como jequitibá, palmeira-de-leque-da-china e camboatás. Em sua fauna, o destaque vai para o sabiá-ferreiro, que faz “escala” no parque, e pode ser detectado pelo canto de timbre metálico, além de borboletas laranja e amarela.

Projetado pelo paisagista francês Paul Villon e o inglês Barry Parker, o atual nome do parque (Tenente Siqueira Ramos) foi dado em 1931 em homenagem a um dos heróis da Revolução do Forte de Copacabana, na Revolta Tenentista. Há também, duas famosas esculturas que embelezam o parque: “Fauno”, de Vitor Brecheret e “Aretusa”, de Francisco Leopoldo Silva, que podem ser vistas durante a Trilha do Fauno (caminho com 11 estações e 600 metros que liga a Avenida Paulista com a Alameda Santos).

O parque fica aberto todos os dias, das 06h às 18h.

Av. Paulista, 1700 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01310-200

 

Programação

Dia 1/04

 

Apresentação Banda da Guarda Civil Metropolitana (GCM)

Das 9h às 10h30- Praça Central

 

Grupo Escoteiros Maria Imaculada- Hasteamento das Bandeiras e outras atividades

Das 9h às 18h

 

Leitura da Carta de Desejos

12h – Praça Central

 

Plantio de Árvores pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente

12h – Praça Central

 

Show Duofel

Das 11h às 12h- Praça Central

 

Lançamento do programa de voluntários do Parque

Das 14h às 16h – Condomínio Conjunto Nacional

 

Dança Sagrada (Pan-eu-ritmia)

Das 11h às 12h30 – Chafariz

 

Dia 2/04

 

Grupo Escoteiro Maria Imaculada

8h45 – Praça Central

 

Trilha Monitorada

Das 9h às 10h30- Saída em frente à administração

 

Roda de Conversa sobre o Parque- Tema: Novo olhar sobre a nossa Floresta Urbana

11h- Em frente à administração

 

Lançamento do programa de voluntários do Parque

Das 10h às 12h – Condomínio Conjunto Nacional

 

Festival de Dança- Urbaninhas

Das 10h às 13h – Praça Central

 

Apresentação de Dança- Grupo Romany Dança Tribal

Das 13h às 14h – Praça Central

Curso: Jogos Cooperativos e Pedagogia da Cooperação

“O mundo ‘lá fora’ e o mundo ‘aqui dentro’ é o mesmo, isto é, um reflete o outro. O que o mundo é, depende de quem o vê e como vive nele.
A maneira de inserir a Cooperação no cotidiano é VIVENDO em nós mesmos o resgate desses valores e a transformação da nossa visão-e-ação no mundo.
Podemos inserir no dia-a-dia pequenas, simples e poderosas mudanças. Partindo do mais próximo – EU – para o mais distante – NÓS – estaremos fazendo a parte que nos cabe neste grande JOGO-VIDA.”
FÁBIO BROTTO

Os Jogos Cooperativos surgiram da preocupação com a excessiva valorização que a sociedade moderna atribui à competição. O Curso ‘Jogos Cooperativos e Pedagogia da Cooperação’ visa proporcionar aos/as participantes a vivência de situações onde a cooperação possa ser identificada e reconhecida como essencial para a construção de relações cotidianas saudáveis, construtivas e de respeito mútuo. Isso por meio de diferentes jogos cooperativos.
As atividades que privilegiam os aspectos cooperativos são importantes por contribuírem para o desenvolvimento da percepção de pertencer a um grupo, pois trabalham respeito, fraternidade e solidariedade de forma lúdica e altamente compensatória, levando a possibilidade de percepção da interdependência entre todas as criaturas.
A competição pode gerar diversos conflitos e emoções desagradáveis, podendo levar à comparação, frustração, ao sentimento de vitória ou de derrota, à exclusão. Porém a competição quando bem encaminhada, pode contribuir para ajustar a percepção destes momentos à sua verdadeira dimensão íntima, visando o equilíbrio. No ambiente competitivo bem administrado também estão presentes a necessidade do respeito, a superação de limites e a amizade, enfim a cooperação.
Os Jogos Cooperativos são estruturados visando diminuir a pressão para competir e a necessidade de comportamentos destrutivos, promover a interação e a participação de todos, deixando aflorar a espontaneidade e a alegria de jogar. São jogos de compartilhar, unir pessoas, jogos que eliminam o medo do fracasso e que reforçam a confiança em si mesmo e nos outros. Todos podem ganhar e ninguém precisa perder. Dessa forma, resultam no envolvimento total da aceitação de todos os membros do grupo.
O curso como um todo é organizado em 03 módulos, sendo os módulos I e II (descentralizados / em parceria) e o módulo III (na UMAPAZ), orientados (com os jogos que serão vivenciados pelo grupo) para os temas ÁGUA, RESÍDUOS, BIODIVERSIDADE E CULTURA DE PAZ/CONFLITOS (eixos prioritários).

Objetivos Gerais: Conhecer e praticar os Jogos Cooperativos; Compreender os fundamentos da Pedagogia da Cooperação; Estimular a reflexão crítica sobre COMPETIÇÃO X COOPERAÇÃO; Desenvolver maior empatia e capacidade de cooperar; Vivenciar diversos Jogos Cooperativos e aprender a focalizá-los; Vivenciar e praticar a PAZ EM AÇÃO; Praticar comportamentos e atitudes cooperativas para a construção de um mundo melhor e mais fraterno.

Proposta metodológica

 Aprendizagem Vivencial, com a utilização de metodologias integrativas, tais como Danças Circulares Sagradas, Comunicação Não-Violenta e Diálogo, estimulando o surgimento da Inteligência Coletiva e o exercício da Inteligência Social/Comunitária.
 Grupos entre 20 e 35 participantes (dependendo das possibilidades do espaço físico).
 Avaliação contínua (feedback e co-gestão) e formulário online a cada módulo.

Encontros

 Periodicidade semanal;
 01 módulo por mês (04 encontros/módulo);
 03 horas por encontro;
 Módulo III no segundo semestre, realizado na UMAPAZ;

Vagas: 40 (Haverá seleção de acordo com o público focalizado).
Carga horária: 12 horas/módulo (36 horas no total).

Facilitação e coordenação: Prof. Adriano Galhardo Pedroso, pedagogo com pós-graduação em Gestão de Pessoas, Psicopedagogia, Ecologia-Arte-Sustentabilidade, Transdisciplinaridade em Educação e Cultura de Paz; Focalizador em Danças Circulares Sagradas e em Jogos Cooperativos; Designer em Sustentabilidade pelo Programa Gaia Education. Docente e Coordenador de Projetos da Divisão de Formação da UMAPAZ/SP. Psicoterapeuta Transpessoal, com formação em Análise Transacional, Programação Neurolinguística e Florais de Bach.

Público: educadores/as, coordenadores/as de grupos e equipes, lideranças e gestores/as, profissionais da educação / saúde / assistência social, profissionais de ONG’s que necessitem trabalhar com grupos e desenvolver o senso comunitário.

TURMAS:

• UMAPAZ
Dias: 6, 13 e 28 de abril de 2017; 4,11,18 e 25 de maio de 2017; 1 de junho de 2017, quintas-feiras.
Horário: das 14h às 17h.
Local: Sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268. (zona sul)
Pedestres: Portão 7A.
Estacionamento: Portão 7 da Av. República do Líbano (Zona Azul).
Inscrições: aqui

• CEU GUARAPIRANGA (manhã)
Dias: 28 de abril de 2017; 5,12, 19 e 26 de maio de 2017; 2, 23 e 30 de junho de 2017, sextas- feiras.
Horário: das 9h às 12h.
Local: CEU Guarapiranga – Estr. da Baronesa, 2031. (zona sul)
Inscrições: DRE Campo Limpo – em breve

• CEU GUARAPIRANGA (tarde)
Dias: 28 de abril de 2017; 5,12, 19 e 26 de maio de 2017; 2, 23 e 30 de junho de 2017, sextas- feiras.
Horário: das 14h às 17h.
Local: CEU Guarapiranga – Estr. da Baronesa, 2031. (zona sul)
Inscrições: DRE Campo Limpo – em breve

As Flores de Outono

Begônia

Essas pequenas flores precisam de um clima ameno e agradável (temperatura ideal na média dos 25º C) para crescerem bonitas e saudáveis. O plantio pode ser tanto em vaso como no jardim, e seu florescimento se dá em cerca de três meses. É preciso regá-las a cada quatro dias, mantendo a terra sempre úmida, mas nunca encharcada. O solo ácido e misto é o mais indicado. A Begônia é uma flor que combina características rústicas e delicadas. As begônias são um tipo de flor tropical que se desenvolve melhor quando não são diretamente expostas ao sol, chuva e quando a temperatura fica entre 20 e 28 graus. Muito utilizadas para embelezar ambientes, essas plantas precisam ser mantidas longe de salas com ar-condicionado e de corredores com pouca luz. Por serem muito sensíveis, esses vegetais não suportam mudanças bruscas de clima, nem excesso de água.

 

Margarida

O outono é ideal para seu plantio porque os raios de sol muito fortes podem queimar as pétalas e folhas. Fáceis de cultivar em casa (em vasos ou jardim) e em diferentes tipos de solos (com exceção dos terrenos úmidos demais), o tempo de germinação varia entre 7 e 21 dias. É fundamental adubá-la com compostos orgânicos de forma periódica, além de regá-la sempre que a camada superficial do solo estiver seca.

A flor margarida significa inocência, juventude, virgindade, sensibilidade, pureza, paz, bondade e afeto. Leia minha crônica A flor da Obsessão.

Lírio branco

No preparo do cultivo deve-se usar composto orgânico e areia, e sua regagem deve ser regular, sem atingir as flores. Em dias muito frios, diminua a quantidade de água, já nos mais quentes é permitido borrifar um pouco de água extra sobre toda a planta. O outono é a época ideal, já que ela é muito sensível às baixas temperaturas e à incidência de raios solares fortes.

O lírio é originário do hemisfério norte, e está presente tanto na América do Norte, quanto na Europa e Ásia. A flor possui um pistilo saliente, com aspecto fálico, remetendo a significados relacionados à sexualidade e erotismo.

O lírio planta medicinal antisséptica e cicatrizante, utilizada para tratar diversas infecções, apresentada muitas vezes na forma de tintura.

Rosa

As rosas preferem o outono, pois é a época do ano mais propícia para o cultivo, cuidado e manutenção. Até a primeira floração, deve-se regar todos os dias com água em temperatura ambiente, passando depois para duas vezes por semana, deixando a terra um pouco seca entre uma rega e outra. As roseiras precisam estar localizadas em um local ensolarado e bem arejado, com temperatura entre 25 e 30° C. A primeira poda deve ser feita após um ano do plantio e repetida todos os anos.

A rosa (do latim rosa) é uma das flores mais populares no mundo. Vem sendo cultivada pelo homem desde a Antiguidade.

Gérbera

Pertencente à família dos girassóis, as gérberas são flores bastante usadas para ornamentar ambientes internos, o que se deve à variedade e intensidade de suas cores. O cultivo deve ser realizado em solo sempre úmido, com areia e compostos orgânicos. As flores gostam do clima temperado, nem muito quente e nem muito frio, mantidas à meia sombra. Seu florescimento costuma durar dois meses, sendo um pouco menor quando plantadas em vasos.

Gérberas são flores que podem significar sensibilidade, sensualidade, amor, nobreza, alegria e simplicidade.

São plantas do gênero Gerbera, que fazem parte da família Asteraceae (também conhecida como Compostas). Por serem da mesma família que o girassol e margarida, as suas flores apresentam algumas semelhanças.

Astromélia

Essa é uma planta que não tolera frio e falta de umidade, por isso é importante manter a terra do vaso ou do canteiro sempre úmida e fértil com adubo orgânico. Ela gosta muito de sol, mas, para que as pétalas não se queimem, é preciso mantê-las à meia sombra. A flor pode alcançar até 25 cm e é aconselhável cultivá-la de forma isolada. A folha da astromélia apresenta um comportamento incomum: a ressupinação. Significa que ela tem uma torção na base. Desse modo, o que parece ser a parte de cima da folha é, na verdade, a parte inferior.

As Astromélias são de origem peruana, chilena e brasileira, apesar de ter um nome não muito atrativo, possuem flores de grande beleza

 

Virada Sustentável Porto Alegre começa na quinta-feira

A segunda edição da Virada Sustentável Porto Alegre começa na próxima quinta-feira, 30 de março. Considerado o maior evento de mobilização e educação para a sustentabilidade da América Latina e um dos maiores do mundo, a Virada Sustentável acontece até domingo, 02 de abril. Serão mais de 200 atividades em quatro dias de realização, em diferentes locais da Capital e em quatro EcoPontos principais: a Casa de Cultura Mario Quintana, o Parque da Redenção, a Associação Cultural Vila Flores e o SESC Campestre.
Seminários, mostras de filmes, esportes, oficinas, shows e espetáculos teatrais, artes visuais, feiras de inovação e a Virada Ecogastronômica estão entre as atividades que vão tratar de temas como qualidade de vida, biodiversidade, resíduos, água, cidadania, mobilidade urbana e mudanças climáticas, além de potencializar as discussões sobre a importância da economia em negócios sustentáveis e da cultura para a vida urbana. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.
 

Círculo de Estudos de Diálogo de David Bohm

 

Círculo de Estudos de Diálogo de David Bohm

Visa aprofundar a compreensão teórica das ideias de David Bohm e subsidiar a reflexão sobre a prática do Diálogo. Agregar os conhecimentos da proposta dialógica, fornecendo elementos que estimulam possíveis insights na prática de grupos de diálogo.
É uma atividade que vem a responder à necessidade apontada por participantes do Grupo Experimental.

Coordenação e facilitação: Márcia Amélia Moura, psicóloga, educadora ambiental, designer em sustentabilidade pelo Programa Gaia Education e especialização em Ecologia, Arte e Sustentabilidade pela UNESP/UMAPAZ, Coordenadora e Facilitadora do Projeto: A Prática do Diálogo para o Fortalecimento das Redes de Convivência na UMAPAZ.

Pré-requisito: para participar da atividade é necessário ter cursado a Oficina de Introdução ao Diálogo, Curso ou workshop de Diálogo, Curso de Introdução ao Diálogo.

Vagas: 25 (haverá seleção)
Público: pessoas interessadas em compreender mais profundamente as bases teóricas do Diálogo e integrar esses conhecimentos à sua vivência do Grupo Experimental de Diálogo e àqueles que gostariam de aplicar a metodologia nos seus grupos.

Total de encontros: 20

Conteúdo programático:

A Visão do Diálogo
Diálogo e Comunicação
A Natureza do Pensamento Coletivo
O Problema e o Paradoxo
O Observador e o Observado
A Suspensão de Pressupostos, o Corpo e a Propriocepção
O Pensamento Participativo e o Ilimitado

Dias: quartas-feiras

Abril – 05,19 e 26/04
Maio – 03, 17 e 31/05
Junho – 07, 21 e 28/06
Julho – 05/07
Agosto – 16 e 30/08
Setembro – 13 e 27/09
Outubro – 04, 18 e 25/10
Novembro – 08, 22 e 29/11

Horário: das 14h30 às 16h30
Local: Sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268.
Pedestres: Portão 7A.
Estacionamento: Portão 7 da Av. República do Líbano (Zona Azul).

Inscrições: aqui

Plantio Global acontece neste domingo em mais de 10 países

Evento organizado pelos Cades regionais da cidade de São Paulo será no Parque Municipal Chácara do Jockey

 

Os Cades Regionais Vila Mariana e Butantã, as Prefeituras Regionais Vila Mariana e Butantã e a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente convidam para o Plantio Global – uma ação colaborativa e comunitária para promover o plantio de árvores nativas na metrópole -, neste domingo (19), a partir das 10h, no Parque Municipal Chácara do Jockey, no Butantã (Zona Oeste).

 

O Plantio Global congrega diversos grupos que já realizam plantios em suas localidades. Os objetivos do evento são incentivar mais pessoas a participar desses grupos, ampliar a conscientização sobre as práticas de ambientais, viabilizar a troca de experiências e conhecimento e auxiliar a construção de políticas públicas para o setor. Voluntários estarão no parque para ajudar a todos no processo. É importante não esquecer o protetor solar e garrafinhas d’água. Participantes de qualquer idade são muito bem-vindos!

 

Neste ano, mais de 60 cidades em 10 países participarão do Plantio Global simultaneamente. Em São Paulo, o evento tem apoio do Fórum de Sustentabilidade do Butantã e de todos os envolvidos no processo de organização – conselhos de Butantã, Jabaquara, Lapa, Pinheiros, Mooca, Santo Amaro e Vila Mariana, associações, movimentos e iniciativas socioambientais da cidade.

 

A iniciativa do Plantio Global partiu do Cades/Agenda 2030 Vila Mariana e envolveu o poder público, outros conselhos, iniciativas locais e, principalmente, a sociedade civil no intuito de promover a oportunidade de as pessoas experimentarem, por meio do plantio coletivo, uma outra relação com as árvores e com o espaço público.

 

A questão do meio ambiente em São Paulo é complexa. A cidade tem atualmente 2,6m²/habitante de áreas verdes, enquanto a recomendação da OMS/ONU é de 12m²/habitante.

 

Temos de estar preparados para solucionar a agenda verde concomitantemente com a agenda marrom, que trata de infraestrutura básica para a população. O aumento da flora nativa traz enormes benefícios socioambientais, entre eles a melhoria no ciclo d’água, filtra partículas tóxicas, diminui a temperatura, provê apoio e alimento para a avifauna e pessoas, proporciona bem-estar e biodiversidade, além de contribuir para atenuar os efeitos das mudanças climáticas – todos problemas sérios de grandes centros densamente construídos.

 

O Cades (Conselho de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz) é baseado nas ações voltadas para a concretização da Agenda 2030 e das metas dos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável). Os conselhos são ligados à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente em cada uma das prefeituras regionais e é composto pela sociedade civil e pelo poder público para apoio local no desenvolvimento de políticas que promovam a sustentabilidade urbana.

Nas redes sociais:

Use as Hashtags: #plantioglobal #globalplanting #plantaciónmundial

Se conecte no Facebook: https://www.facebook.com/groups/ampliacaodamataatlantica

Serviço:

Evento: #PlantioGlobal

Quando: 19 de março, domingo, a partir das 10 h

Onde: Parque Municipal Chácara do Jockey – Rua Santa Crescência, portão 4 (GCM)

 

Você pode chegar …

De bicicleta – Ciclovia Eliseu de Almeida, venha com sua bicicleta e use a Linha Amarela do Metrô Linha para chegar até a estação Butantã

De ônibus – ligue para o telefone 156 ou veja as linhas no site da SPTrans

De carro – pela Av. Prof. Francisco Morato, chegando na Rua Santa Crescência (estacionar na rua)

 

Parque da Independência será privatizado

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O Parque da Independência – um marco histórico nacional – será um dos parques privatizados na gestão Doria, que entende que o Independência é um parque com perfil adequado para exploração comercial, com possibilidade de dar lucro a empresas e zerar os custos à administração à manutenção do local.

Os empresários que ganharem a licitação poderão, por exemplo, operar sistemas de estacionamento ou áreas de alimentação, como quiosques de lanches e restaurantes, assim como promover outras atividades remuneradas. A equipe de transição tucana estuda alterar regras atuais que impedem certos tipos de eventos dentro dos parques e com isso, liberar os concessionários para promover feiras gastronômicas ou de venda de livros dentro desses espaços, gerando mais receita.  Essas atividades de exploração econômica não são, atualmente, permitidas dentro de parques públicos.

O parque é um marco histórico nacional, localizado na Colina do Ipiranga, de onde D. Pedro I declarou a independência do país em 1822. Em sua área localiza-se ainda o Museu Paulista, de propriedade da USP, e uma estátua em homenagem ao “grito do Ipiranga”, de autoria do italiano Ettore Ximenez.

INFRAESTRUTURA

Praça para eventos, estacionamento, pista de Cooper, aparelhos de ginástica, playground, área de estar, sanitários, chafariz com fonte e cascata. Em sua área está a Casa do Grito (SMC), o Monumento da Independência e Cripta Imperial , o Museu Paulista e, nos limites do parque, o Museu de Zoologia (USP).

PARTICULARIDADES

Tombado pelo CONDEPHAAT, CONPRESP E IPHAN, o parque é um marco histórico nacional. Na Colina do Ipiranga, junto ao Riacho do Ipiranga, D. Pedro I declarou o país independente de Portugal em 1822.

Possui vegetação composta por áreas ajardinadas e bosques heterogêneos. No jardim francês à frente do Museu Paulista destacam-se topiárias de azaleia, buxo e falsa-figueira-benjamim, canteiros de rosas e arranjos de palmeiras e pinheiros. No bosque ao fundo do Museu encontram-se espécies como araribá-rosa, canela, canela-branca, cedro, embiruçu, falsa-seringueira, figueira-mata-pau, imbiruçu, jatobá, marinheiro, pau-ferro, pinheiro-do-paraná e sapucaia. Nas laterais do parque ocorrem bosques heterogêneos com araribá-rosa, eucalipto, jacarandá-mimoso, jaqueira, paineira, palmeiras e sibipiruna. Foram registradas 186 espécies, das quais 8 estão ameaçadas como a cabreúva, a grumixama e o palmito-jussara.

Há registros de borboletas como a borboleta-pavão (Junonia evarete), assim chamada pelos “olhos” violetas nas suas asas. Dentre os mamíferos, ocorrem saguis, gambás-de-orelha-preta e bicho-preguiça. É uma ótima localidade para realizar avistamentos de psitacídeos (papagaios, periquitos, maracanãs e tuins) que encantam pela gritaria, coloração e comportamentos. Pica-paus e tiranídeos (pássaros da família do bem-te-vi) também estão bem representados. Chama atenção o “tamborilar” do joão-velho e do pica-pau-de-banda-branca, além da presença da alma-de-gato com sua notável cauda. Gavião-carijó e quiri-quiri são os rapinantes que patrulham a área em busca de refeições.

Atualmente o Parque Independência está sendo ampliado complementando as atividades já existentes e reforçando sua vocação histórica. A nova área é de 21.188 m².

A Governabilidade do Nexo Urbano,

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Uma nova perspectiva em termos operacionais e de governança da sustentabilidade de sistemas urbanos se configura com o nexo entre água, alimentos e energia. Estes recursos são essenciais ao desenvolvimento humano e à redução da vulnerabilidade. Este tema será tratado por um grupo de pesquisadores no IEA no próximo dia 23. Saiba mais e se inscreva

 

O seminário é uma realização do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, do Grupo de Estudos e Acompanhamento de Governança Ambiental (GovAmb) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) e do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública (FSP), todos da USP.

A Comissão Organizadora é constituída por Leandro Giatti (IEA e FSP), Pedro Roberto Jacobi (IEA, FE e IEE), Michele Dalla Fontana (Universidade de Veneza, Itália), Alberto Urbinatti, Joshua Daniel Shake (FSP) e Leandro Belini.

O evento é aberto ao público, mas requer inscrição prévia via formulário online. Quem não puder comparecer, poderá assistir ao seminário ao vivo pela internet (sem necessidade de inscrição)

Programação


A Governabilidade do Nexo Urbano
23 de novembro, das 14 às 18h
Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo
Evento aberto ao público, gratuito e com inscrição via formulário online
Transmissão ao vivo pela internet
Informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678