Meio Ambiente

Café da Manhã – Bate papo com Rose Marie Inojosa sobre a Carta da Terra para os futuros prefeitos

Neste domingo, 18/10, as 10h30 vamos conversar com pesquisadora e pedagoga Rose Marie Inojosa sobre a Carta da Terra para os futuros prefeitos. Rose Marie Inojosa é conselheira da Aliança pela Infância; consultora em planejamento e gestão; participou da implantação da UMAPAZ – Universidade aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz uma unidade da Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, cujo objetivo é contribuir para a formação de cidadãos em sustentabilidade, com uma perspectiva transdisciplinar. É mestre em Comunicação e doutora em Saúde Pública.

Leia a Carta da Terra para os futuros prefeitos

CARTA DA TERRA PARA OS FUTUROS PREFEITOS 2020 * {margin:0; padding:0; text-indent:0; } h1 { color: black; font-family:Calibri, sans-serif; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; font-size: 16pt; } p { color: black; font-family:Calibri, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; font-size: 11pt; margin:0pt; } h2 { color: black; font-family:Calibri, sans-serif; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; font-size: 11pt; } .a { color: #00F; font-family:Calibri, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: underline; font-size: 11pt; } li {display: block; } #l1 {padding-left: 0pt;counter-reset: c1 1; } #l1> li>*:first-child:before {counter-increment: c1; content: counter(c1, decimal)”. “; color: black; font-family:Calibri, sans-serif; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; font-size: 11pt; } #l1> li:first-child>*:first-child:before {counter-increment: c1 0; } #l2 {padding-left: 0pt; } #l2> li>*:first-child:before {content: “ “; color: black; font-family:Wingdings; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; font-size: 11pt; } #l3 {padding-left: 0pt; } #l3> li>*:first-child:before {content: “ “; color: black; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; } #l4 {padding-left: 0pt; } #l4> li>*:first-child:before {content: “ “; color: black; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; } li {display: block; } #l5 {padding-left: 0pt; } #l5> li>*:first-child:before {content: “ “; color: black; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; } #l6 {padding-left: 0pt; } #l6> li>*:first-child:before {content: “ “; color: black; font-family:Wingdings; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; font-size: 12pt; }


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CARTA DA TERRA PARA OS FUTUROS PREFEITOS



Diagrama

Descrição gerada automaticamente


A Carta da Terra é um movimento internacional, com uma história de 20 anos, e pode contribuir para o êxito do seu mandato e para uma benéfica administração local, que traga melhorias efetivas para o município.

Segundo a Constituição Brasileira de 1988, o município é o ente federativo responsável pela sua própria organização, administração e arrecadação, cabendo ao prefeito a administração dos serviços públicos municipais, o cuidado de sua população, zelando para que esses serviços sejam acessíveis de forma equânime e com qualidade.


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A Carta da Terra é uma orientação segura de que políticos e governantes podem se valer para melhorar a vida da sua população, articulando quatro eixos: respeito e cuidado com a comunidade da vida; integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia, não-violência e paz.


Veja como Prefeito você pode utilizar a orientação da Carta da Terra para realizar um mandato que colha resultados efetivos para a população e realize seu propósito


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  1. Respeito e Cuidado com a Comunidade da Vida


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    Esse primeiro eixo é geral, trata dos compromissos com a vida, reconhecendo que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor, independentemente do uso humano e afirmando a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual das pessoas. É um compromisso filosófico e também prático, que vai se refletir num conjunto de ações que expressam responsabilidade com a promoção do bem comum.


  2. Integridade ecológica


    Um Prefeito, junto com a Câmara, outros poderes e, sobretudo, com a população do seu município pode fazer muito para proteger e restaurar os sistemas ecológicos do território do município, a biodiversidade e os processos naturais que sustentam a vida, como:


    Imagem digital fictícia de personagem de desenho animado

Descrição gerada automaticamente

    • Utilizar na arborização urbana apenas espécies nativas, plantando nas ruas, praças e parques e incentivar a população a participar desse processo, pois onde tem árvore tem saúde, tem água.

    • Proteger e ampliar espaços de florestas, bosques, reservas e parques, bem como criar mais espaços verdes e parques lineares ao longo dos rios para manter a biodiversidade, as plantas e animais que existem no território do município, porque eles

      fazem parte do sistema que sustenta a vida.


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      • Cuidar, especialmente, da proteção de espécies e ecossistemas em risco, o que inclui projetos que previnam a caça e a pesca predatórias e do esclarecimento da população sobre costumes locais que podem prejudicar a vida das espécies.

      • Orientar e fiscalizar o manejo do uso da água, do solo, de produtos florestais e da vida aquática no território do município, bem como articular com os municípios do entorno, modos de proteger a sanidade dos ecossistemas.

      • Fiscalizar a extração e uso de recursos não renováveis como minerais e combustíveis fósseis e atuar em parceria com outros poderes, de forma a prevenir danos ambientais.

      • Cuidar com especial cuidado da limpeza urbana, eliminando lixões, orientando a população, instituindo ou aprimorando a coleta seletiva, promovendo a compostagem de resíduos orgânicos

      • Fiscalizar e não permitir o aumento de substâncias radioativas, tóxicas ou outras substâncias perigosas no âmbito do município.

      • Promover na própria administração municipal o exemplo de redução, reutilização e reciclagem de materiais utilizados, bem como o uso eficiente de energia.

      • Cuidar da frota de veículos e controlar a emissão de gases de efeito estufa, visando reduzir a poluição do ar e proteger a saúde da população

      • Utilizar água de reuso na limpeza urbana e incentivar o cuidado com a água no município

      • Estimular o uso de energias renováveis, solar e eólica, promovendo incentivos para empresas e munícipes.

      • Apoiar a cooperação científica e técnica relacionada à sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento.

      • Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a proteção ambiental, incluindo informação genética, estejam disponíveis ao domínio público.

      • Observar se as decisões tomadas se orientam pelas consequências humanas globais, cumulativas, de longo termo, indiretas e de longa distância.


  3. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA


    Um Prefeito, junto com a Câmara, outros poderes e, sobretudo, e parceria com a população do seu município pode fazer muito pela justiça social e econômica no âmbito do município, ainda que tenha dependência de recursos de outras esferas de governo, como:


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    Imagem digital fictícia de personagem de desenho animado

Descrição gerada automaticamente

    • Contribuir para erradicar a pobreza extrema no município, identificando as famílias nessa situação e inserindo-as em programas sociais emancipatórios.

    • Garantir o direito a água potável em todos os distritos do município

    • Inserir famílias sem teto em programas de habitação popular ou locação social

    • Agir no sentido de ampliar as condições de saneamento de modo articulado com outras esferas de governo.

    • Garantir acesso a educação básica para todos no município.

    • Oferecer oportunidades de desenvolvimento para as diferentes faixas etárias da população.

    • Garantir acesso equânime a saúde básica, vacinação e, em articulação com outras esferas de governo, o acesso a assistência médico hospitalar e outros níveis de complexidade

    • Articular com outras esferas de governo, empresariado local, organizações não-governamentais e outros atores sociais a ampliação das oportunidades de trabalho remunerado para os cidadãos do município

    • Realizar a fiscalização dos estabelecimentos e ambientes de trabalho, no que couber a esfera municipal, de modo a garantir boas condições para o trabalhador e a prevenir eventuais danos aos consumidores e ao meio ambiente

    • Dar o exemplo e promover, em todos os serviços municipais, o respeito à igualdade e a equidade de gênero, a participação ativa das mulheres e o respeito a todas as pessoas, sem preconceito ou discriminação de cor, gênero, idade, orientação sexual, religião, idioma, origem nacional, étnica ou social.

    • Respeitar e promover o respeito povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais que habitem o território do município e garantir o acesso dessas populações aos serviços públicos municipais.

    • Prover oportunidades de desenvolvimento aos jovens e contribuir para que se habilitem para cumprir seu papel essencial na criação de sociedades sustentáveis.

    • Proteger e restaurar lugares notáveis, de significado cultural e espiritual.


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  4. DEMOCRACIA, NÃO-VIOLÊNCIA E PAZ


Um Prefeito, junto com a Câmara, outros poderes e, sobretudo, e parceria com a população do seu município pode fazer muito pela DEMOCRACIA, NÃO-VIOLÊNCIA E PAZ no âmbito do município, como:

  • Fortalecer e apoiar as instituições democráticas e a participação dos cidadãos nas decisões que afetam a sua vida e o local onde habitam.

  • Governar de modo transparente e prestar contas no exercício do governo das decisões e políticas municipais bem como propiciar seu acompanhamento.

  • Comunicar, de modo simples e claro, as decisões municipais e seus resultados.

  • Instituir canais e valorizar iniciativas de participação da população nas políticas e decisões municipais

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    • Dar exemplo na gestão municipal e defender o direito de todas as pessoas de receber informação clara e oportuna sobre assuntos ambientais e todos os planos de desenvolvimento e atividades que podem afetá-las ou nos quais tivessem interesse.

    • Apoiar sociedades, conselhos e movimentos locais e regionais e garantir sua voz na tomada de decisões de assuntos municipais.

    • Proteger, no que lhe couber, os direitos à liberdade de opinião, de expressão, de assembleia pacífica, de associação e de oposição ou discordância.

  • Eliminar a corrupção em todas as áreas e serviços públicos sob sua gestão

  • Fortalecer as comunidades locais, habilitando-as a cuidar dos seus próprios ambientes e designar responsabilidades ambientais a nível governamental onde possam ser cumpridas mais efetivamente.

  • Integrar na educação formal e aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.

  • Contribuir, no âmbito do município e junto aos meios de comunicação, a informação e a conscientização da população para os desafios sociais e ecológicos


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  • Promover no município o respeito e a consideração com todos os seres vivos e coibir crueldades aos animais domésticos e selvagens

  • Esclarecer a população e promover a proteção de animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca que causem sofrimento externo, prolongado o evitável.

  • Capacitar os serviços e os servidores públicos para agir na proteção às pessoas, prevenir violências, inclusive a doméstica e para o encaminhamento do atendimento pronto e respeitoso a todos.

  • Contribuir, no município, com a resolução pacífica de conflitos ambientais e outras disputas, instituindo casas de mediação, com servidores preparados e acesso a população.

  • Promover, no município, uma cultura de respeito a todos, de não violência e paz.


Leia a Carta da Terra na integra e descubra outras maneiras de fazer uma excelente administração.


Lembre-se que o seu êxito será maior se articular políticas e ações nos quatro eixos propostos pela Carta da Terra, pois a realidade não é simples e as mudanças requerem esforços articulados na área ecológica e social, com democracia e paz.

Em PDF clique aqui

Sobre a privatização do saneamento

Acompanho as lutas dos setores trabalhistas do saneamento desde longa data e ultimamente lendo o que o Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS) vem discutindo e alertando.

O que me surpreendeu é que as denúncias sobre os efeitos perversos da PL da privatização não ganhou anteriormente à votação destaque nas redes sociais. Poucos e raros políticos ou vozes saíram em defesa da água enquanto um COMUM. Mas agora depois que a “vaca foi pro brejo (seco)” um amontoado de vozes nas redes aparece para denunciar a privatização. Sempre que pude postei nos meus canais matérias das Ondas ou da FNU (Frente Nacional dos Urbanitários) que agrega os trabalhadores do setor.

Vejo um problema mais sério nisto tudo, tenho, e espero estar errado, uma impressão de que estão querendo faturar politicamente com a votação do PL 4.162 de 2019.

Este trecho da nota que publico abaixo é muito sintomático:

“O argumento de mudança da Lei atual (11.445/2007) não se sustenta. A Lei é relativamente nova, foi regulamentada em 2010, e o PLANSAB, em 2013. Tempo curto, considerando que a área de saneamento foi historicamente negligenciada por sucessivos governos e que passou a ocupar papel de destaque há pouco tempo, com a criação do então Ministério das Cidades, da retomada dos investimentos e do planejamento.”

Porque tanta demora em regulamentar a Lei de 2007?

Insisto, os partidos deveriam TER PUBLICIZADO MUITO MAIS, ENCAMPADO LUTAS e muita denúncia nas redes e nos fóruns de discussão sobre os efeitos danosos da privatização, ou seja, gritar antes do efeito consumado!

Segue abaixo a Nota da ONDAS sobre a votação:

Nota do ONDAS sobre a aprovação do PL 4.162 de 2019

25 de junho de 2020

O Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS) acredita que a aprovação do PL 4.162, de 2019, na noite de 24 de junho, não contribuirá para o avanço do saneamento básico no Brasil, como querem fazer crer os defensores da proposta. Aliás, nos últimos meses, assistimos a uma verdadeira campanha de desinformação que, baseada no diagnóstico dos déficits na prestação dos serviços, apontou para a privatização como a solução para todos os males.

O ONDAS parte do princípio de que o acesso à água e ao esgotamento sanitário é um direito humano fundamental e, sendo assim, acredita que a proposta pode criar um monopólio do setor privado nesses serviços essenciais, o que não contribuirá com a tão propalada universalização do acesso. Isso porque as áreas mais carentes desses serviços encontram-se nos pequenos municípios, nas áreas rurais e nas periferias das grandes cidades, áreas onde residem populações com baixa capacidade de pagamento dos serviços, portanto, incompatível com a necessidade de lucro almejado pelas empresas privadas e por seus acionistas.

Um déficit com essas características, que é retrato das profundas desigualdades sociais e econômicas da sociedade brasileira, não será equacionado pelo aumento da participação privada na prestação desses serviços. Mas, sim, por políticas públicas integradas que considerem as diferentes dimensões do déficit, conforme já caracterizado no Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), e que aumentem o comprometimento do setor público com a oferta de serviços universalizados, acessíveis a todos(as), de qualidade e geridos de forma eficiente.

O argumento de mudança da Lei atual (11.445/2007) não se sustenta. A Lei é relativamente nova, foi regulamentada em 2010, e o PLANSAB, em 2013. Tempo curto, considerando que a área de saneamento foi historicamente negligenciada por sucessivos governos e que passou a ocupar papel de destaque há pouco tempo, com a criação do então Ministério das Cidades, da retomada dos investimentos e do planejamento.

O ONDAS, baseado nas avaliações de diversos especialistas e na experiência nacional e internacional, entende que as opções desastradas para as quais o projeto de lei ontem aprovado aponta embutem um grave risco de desestruturar a prestação atual, sem nenhuma garantia de que melhores serviços serão prestados. O quadro catastrófico do saneamento básico de Manaus, quase vinte anos após a privatização de seus serviços públicos de água e esgoto, bem caracteriza os riscos de que falamos.

Acreditamos que a saída para a universalização do acesso aos serviços é a garantia de recursos perenes de financiamento, seja por meio de empréstimos (CEF e BNDES) ou de Recursos do Orçamento Geral da União (OGU) – sempre com profundo controle dos investimentos por parte da sociedade. Também defendemos a criação de um fundo para universalização do acesso, como já ocorre em outros setores, como o de energia, e um programa de revitalização e fortalecimento para as empresas públicas e autarquias. Seria necessário, ainda, a efetiva implementação da Lei 11.445/2007 com seus vários instrumentos, bem como do PLANSAB, além da criação de programas de apoio aos pequenos municípios na elaboração de seu plano de saneamento básico, entre outras medidas.

Enfim, defendemos que a garantia de água e esgotamento sanitário para todos(as) só será possível com o fortalecimento do papel do Estado e com a efetiva participação e controle por parte da sociedade. Reconhecemos que muito há de se avançar no saneamento, mas o remédio proposto no PL é para “matar o doente” e não para recuperá-lo.

Coordenação Geral
ONDAS – Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento 

Oficinas participativas do Plano Municipal de Arborização

São Paulo realiza, em novembro, as oficinas participativas do Plano Municipal de Arborização Urbana (PMAU) e do Plano Municipal de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livros (PLANPAVEL) .

09/11 – 9h as 13h– LESTE 01 – Itaquera, São Mateus, Cidade Tiradentes, São Miguel, Itaim Paulista, Guainazes
POUPATEMPO ITAQUERA – Estação do Metrô Corinthians- Itaquera

12/11 – 18 as 22h – LESTE 02 – Vila Prudente, Aricanduva, Sapopemba, Penha, Ermelino Matarazzo
UNINOVE VILA PRUDENTE –Rua Cavour, 33

21/11 – 18 as 22h – SUL 1 – Campo Limpo, M´Boi Mirim, Santo Amaro, Jabaquara, Cidade Ademar
UNINOVE SANTO AMARO – R. Amador Bueno, 389/491

23/11 – 9h as 13h -SUL 2 – Parelheiros, Capela do Socorro
CEU PARELHEIROS – R. José Pedro de Borba, 20 Portão E1 Bloco Esportivo

26/11 -18 as 22h – CENTRO-OESTE – Lapa, Butantã, Pinheiros, Sé, Vila Mariana, Ipiranga, Mooca
FACULDADE DE SAÚDE PUBLICA – USP – Av. Dr. Arnaldo, 715 Cerqueira César

28/11 -18 as 22h NORTE – Perus, Pirituba-Jaraguá, Freguesia-Brasilândia, Casa Verde-Cachoeirinha, Jaçanã-Tremembé, Santana-Tucuruvi, V.Maria- V.Guilherme
SUBPREFEITURA SANTANA – TUCURUVI Av. Tucuruvi, 808

LINK PARA INSCRIÇÃO: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfxK_Vjqy4t5gNZVN_1tBRO0ff7GEhZrij20kg1QGzQR55nXg/viewform?usp=send_form

12 de Outubro – Dia do Engenheiro Agrônomo

Em 12 de outubro é celebrado o Dia do Engenheiro Agrônomo. por se tratar do dia da regulamentação da profissão (decreto 23.196 de 1933).  O profissional não trabalha apenas em fazendas e sítios. Sua atuação se estende a empresas de consultoria, indústrias de fertilizantes, defensivos agrícolas, herbicidas, alimentos e até mesmo a bancos de financiamento e investimento, na fiscalização da distribuição do crédito agrícola e em formas de aperfeiçoamento das espécies vegetais e animais.

engenheiro agrônomo atua em uma área que permite múltiplas funções – desde a preparação de solo para cultivo até as atividades ligadas ao meio ambiente e ao agronegócio. Tudo depende do tipo de formação e especialização profissional. Alguns preferem se aperfeiçoar em física e matemática, uns escolhem biologia e química, outros se especializam em gestão.

Graças aos agrônomos, temos a alta produtividade das lavouras e da pecuária. Com a aplicação de técnicas avançadas, eles aprimoram e potencializam todas as atividades realizadas no campo. Enfim, são profissionais de grande valor, que colaboram com o aquecimento da economia do nosso país e o crescimento dos produtores rurais.

Segue uma dica de livro:

História das agriculturas no mundo

Do neolítico à crise contemporânea de Marcel Mazoyer, Laurence Roudart

Por que o homem tornou-se agricultor? A que picos inesperados de produtividade alguns milhões de agricultores motorizados, mecanizados e especializados chegaram ao final do século XX?
Ao retraçar a prodigiosa epopeia que vai das primeiras domesticações de plantas e animais às agriculturas diferenciadas de hoje, este livro mostra que a recente crise da economia mundial está enraizada na instauração da concorrência, que não leva em conta as heranças agrárias das diferentes regiões do mundo. Os autores propõem uma estratégia mundial capaz de desenvolver a agricultura camponesa pobre e de dar novo impulso à economia.

  • TRADUÇÃO: Cláudia F. Falluh Balduino Ferreira
  • ASSUNTOS: Agronomia / História Cultural / História Geral
  • ANO: 2010
  • ACABAMENTO: Brochura com orelhas
  • PÁGINAS: 568
  • EDIÇÃO: 1
  • ISBN: 9788571399945
  • PESO: 878g
  • FORMATO: 16 X 23

Chico Mendes, presente!

“Hoje completa 30 anos do assassinato de Chico Mendes. Hoje também o Brasil possui a vergonhosa marca de país que mais mata ambientalistas no mundo. Quantos homens e mulheres ainda terão de morrer pela preservação da natureza e da vida? Chico Mendes sempre presente! ” Marcelo Soares – RAIZeiro gaúcho, do seu facebook.

Falcão Quiriquiri pousa em frente à câmera de monitoramento de tráfego


Flagrante aconteceu durante a tarde do dia 29/10, por volta das 15h, na câmera localizada na altura do quilômetro 17 da Rodovia dos Bandeirantes

Um Falcão Quiriquiri (Falco Sparverius) pousou em frente à câmera de monitoramento de tráfego da CCR AutoBAn, concessionária que administra o Sistema Anhanguera-Bandeirantes e integra o Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo. O flagrante aconteceu durante a tarde do dia 29/10, por volta das 15h, na câmera do quilômetro 17 da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), em São Paulo. 

Conservação da biodiversidade marinha é preocupação da ONU para a próxima década

A preocupação com o uso consciente dos oceanos tem crescido a nível global. Exemplo disso é o movimento proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a próxima década. Entre 2021 e 2030, a entidade instigará a comunidade global a discutir e ampliar a cooperação internacional em prol da conservação da biodiversidade marinha e costeira, o que vai ao encontro do objetivo 14 de desenvolvimento sustentável.

Para o oceanógrafo Eduardo Secchi, professor associado do Instituto de Oceanografia na Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, a preocupação com o uso sustentável dos oceanos e a discussão sobre a preservação dos mares são urgentes, pois cobrem mais de 70% da superfície da Terra e são fundamentais para a vida no planeta. “Além de influenciar e regular o clima, seus vastos ecossistemas marinhos e costeiros abrigam uma imensa biodiversidade. Essa diversidade representa segurança alimentar de qualidade, por meio da pesca e maricultura, e potencial biotecnológico para a descoberta de novos insumos farmacêuticos”, afirma Secchi, um dos 30 brasileiros voluntários que integram o grupo de especialistas que reverá documentos da ONU sobre a temática para a Década dos Oceanos.

Concurso fotográfico sobre natureza está com inscrições abertas até 9 de dezembro

Está no ar mais uma edição do Concurso Fotográfico WikiParques, a plataforma colaborativa sobre as unidades de conservação brasileiras. Desde a última segunda-feira (26/11), até o domingo (09/12), os amantes das áreas protegidas brasileiras terão a oportunidade de mostrar os seus talentos fotográficos.

Da cachoeira aos mares de montanhas. Do pinhão ao xique-xique. Da arara-azul ao lobo-guará. As unidades de conservação são palco da diversidade da fauna e da flora nacionais, que guardam paisagens naturais de tirar o fôlego. É essa riqueza natural que deve aparecer nas fotos dos participantes.

Neste ano, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza entra como parceira na premiação. O vencedor será escolhido por um júri formado pelas equipes do WikiParques e do site ((o))eco. A foto vencedora – revelada no Blog do WikiParques – levará um pacote com quatro livros sobre a natureza – um deles editado pela Fundação Grupo Boticário e o outro sobre a Reserva Natural Salto Morato.

Como participar

Para participar não é preciso uma inscrição formal, basta abrir uma conta no WikiParques e enviar as fotos. Todas as imagens enviadas para o concurso serão incorporadas ao acervo do WikiParques, ficando disponível no site através de uma licença. Basta acessar o site do WikiParques, ler as regras do concurso e enviar as fotos. Para se inspirar é possível também visualizar a galeria na Wiki com as imagens dos concursos anteriores.


Confira abaixo todas as obras  que fazem parte do kit:

Conservando a Natureza do Brasil, de Maria Tereza Jorge Pádua

O período entre o fim década de 1960 e meados dos anos 1980 foi único para as áreas protegidas do Brasil: foram estabelecidos mais de 9 milhões de hectares de unidades de conservação federais, especialmente na Amazônia; criadas as primeiras áreas protegidas marinhas; e implantado um amplo e representativo Sistema de Unidades de Conservação do Brasil. Maria Tereza Jorge Pádua foi uma das protagonistas dessa história e compartilha suas memórias neste livro editado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza – instituição da qual a autora é membro do Conselho Curador desde 1990.

Guia do Observador de Aves – Reserva Natural Salto Morato, de Fernando C. Straube, Leonardo Deconto e Marcelo Vallejos

O Guia apresenta 100 espécies de aves vistas na Reserva Natural Salto Morato, unidade de conservação mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, localizada em Guaraqueçaba (PR), maior trecho contínuo preservado de Mata Atlântica do Brasil. Assinam os textos da obra três reconhecidos ornitólogos brasileiros: Fernando Straube, Leonardo Deconto e Marcelo Vallejos. Com as informações apresentadas de forma leve e de fácil entendimento, sem linguagem excessivamente técnica, é  indicado aos iniciantes na atividade de birdwatching e aos interessados em começar a se aventurar no mundo das aves. Para esses públicos, o livro traz informações sobre como identificar diferentes aves, lista de equipamentos necessários para a atividade, comportamentos de um bom observador, além de dicas de horários e locais mais adequados para a prática.

Guia Aves do Brasil: Mata Atlântica do Sudeste, de John A. Gwynne, Robert S. Ridgely, Martha Argel e Guy Tudor

“Aves do Brasil: Mata Atlântica do Sudeste” é o segundo volume da coleção que retrata as aves brasileiras. Com 432 páginas, 927 espécies, 1300 ilustrações, o guia é um produto inédito, fruto do envolvimento dos maiores especialistas de aves da região e de alguns dos melhores ilustradores de pássaros do mundo. Apresenta mapas de distribuição de cada espécie e informa as que estão vulneráveis ou criticamente ameaçadas de extinção. A introdução de 30 páginas descreve os ambientes da Mata Atlântica e os desafios para a sua conservação.

Travessias: uma aventura pelos parques nacionais do Brasil, de Duda Menegassi

A obra é fruto de uma parceria entre ((o))eco e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e traz as reportagens produzidas pela jornalista Duda Menegassi, que percorreu 11 travessias em unidades de conservação federais. As trilhas acompanharam as comemorações dos 10 anos de existência do ICMBio.