Notícias e política

Diálogos A Vida no Centro

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Evento Diálogos A Vida no Centro reúne influenciadores de cultura e economia criativa para discutir o Centro de São Paulo

  • Organizado pelo A Vida no Centro, hub de inovação e cultura do Centro de São Paulo, encontro de debates e networking será realizado no dia 7 de junho no ULIVING 433, na região central;
  • Iniciativa pretende mostrar quem são e o que pensam algumas das pessoas que estão transformando o Centro num polo vibrante de gastronomia, cultura e inovação e como esse movimento pode contribuir para a retomada completa da região;
  • Ciro Schu, um dos principais grafiteiros de São Paulo, fará obra ao vivo durante o evento, que terminará com happy hour
  • Entrada é gratuita, mas sujeita à lotação do espaço; inscrições antecipadas devem feitas por meio da página do evento no Sympla.

São Paulo, maio de 2018 – O Centro de São Paulo vive uma fase de efervescência ligada à economia criativa, com novos bares, restaurantes, espaços culturais, festas e a presença cada vez maior de um público adulto jovem. Só para citar alguns exemplos, nos últimos meses abriram na região o Farol Santander; o Sesc 24 de Maio; o Centro de Referência e Economia Criativa do Sebrae; e o Tokyo, projeto que transformou um prédio histórico da década de 1940 em um complexo cultural. Quem são e o que pensam algumas dessas pessoas que estão transformando o Centro de São Paulo num polo vibrante de gastronomia, cultura e inovação? E qual o impacto desse movimento no processo de retomada da região central?

É isso o que se propõe a discutir o Diálogos A Vida no Centro, evento que será realizado no dia 7 de junho, das 15h30 às 19h, seguido de happy hour. O encontro é organizado pelo A Vida no Centro, hub de inovação e cultura do Centro de São Paulo criado pelos jornalistas Denize Baccocina e Clayton Melo, e será sediado pela ULIVING Brasil, em sua nova unidade, na Rua Duque de Caxias 433, no Centro de São Paulo.  O evento conta com apoio institucional do Escritório Regional (ER) Capital Centro do Sebrae-SP e da Associação Viva o Centro.

O evento é gratuito e aberto ao público, mas sujeito à lotação do espaço. Por isso, para assistir é necessária inscrição antecipada por meio da página do evento no Sympla.

O que é o Diálogos A Vida no Centro?

É uma arena de networking e debates para refletir sobre o presente e o futuro do Centro de São Paulo, região que vive uma efervescência cultural, gastronômica e de novos negócios – que tem atraído cada vez mais pessoas, especialmente os jovens adultos -, ao mesmo tempo em que ainda tem desafios a vencer. “O Centro vive um novo momento, e as questões da região precisam ser discutidas. O que pretendemos é estimular esse tipo de debate de forma permanente”, diz Denize Bacoccina, cofundadora do A Vida no Centro.  “Encontros como esses também têm o objetivo de conectar quem está transformando positivamente o Centro. É assim que surgem novas ideias e ações para melhorar cada vez mais a região”, diz Clayton Melo, cofundador da startup.

Os debates do Diálogos A Vida no Centro vão reunir os principais líderes e influenciadores do Centro de São Paulo, com atuação destacada em áreas como negócios, cultura, entretenimento, gastronomia e gestão pública. “Acreditamos muito nessa nova fase de desenvolvimento do Centro da cidade e estamos investindo nesse sentido. Enxergamos a região como a área mais eclética da cidade e nos sentimos bem em fazer parte disso”, afirma Juliano Antunes, presidente da ULIVING Brasil.

Entre os debatedores confirmados estão representantes de instituições e empresas como Porto Seguro, Sebrae, Sesc 24 de Maio, ULIVING BRASIL, MMC Investimentos, Cia de Teatro Os Satyros e Instituto Pólis, além de Eduardo Odloak, Prefeito Regional da Sé (veja programação completa abaixo).

Como vai ser?

A base do evento é o ULIVING 433, nova unidade da ULIVING Brasil, empresa especializada em residências estudantis que vem fazendo reformas do tipo retrofit em prédios antigos e os transformando em lugares modernos para abrigar estudantes, ajudando a trazer um público novo para morar no Centro.

Além dos debates, evento vai ter:

  • A exposição de fotos de Instagram A Pé no Centro, com curadoria do CalçadaSP, iniciativa de ativismo urbano com olhar artístico liderada pelos publicitários Wans Spiess e Tony Nyenhuis.   
  • Ciro Schu, um dos principais grafiteiros de São Paulo, fará uma obra ao vivo durante o evento, que terminará com happy hour.

 

Quando: 7 de junho

Horário: 15h30 às 19h, com debates com influenciadores/empresários, seguido de happy hour.

Onde: Terraço do ULIVING 433 (Av. Duque de Caxias, 433), Centro de São Paulo.

Programação (sujeita a alterações):

  • 15h30 às 16hRecepção e café

 

  • 16h às 16h15 (Abertura): “O Centro de São Paulo como polo de inovação e cultura”, apresentação feita pelo A Vida no Centro.

 

  • 16h15 às 16h30: “Por que investir no Centro de São Paulo”, por Juliano Antunes, presidente da ULIVING Brasil

 

  • 16h30 às 16h45: ‘Uma visão do retrofit e como acelerar a transformação do Centro”, por Christophe Van Hamme, da MMC Investimentos

 

  • 16h45 às 17h45 – Painel 1 – Como os novos negócios estão transformando o Centro de São Paulo

Eduardo Odloak: Prefeito Regional da Sé, região que possui oito distritos, tem cerca de 430 mil moradores e cerca de 3 milhões de pessoas que circulam diariamente pela área. Administrador de empresas pela FCU (Florida Christian University) com especialização em Estratégias de Marketing Aplicadas ao Turismo e Hotelaria pela ECA/ USP, ocupou diversos cargos na administração pública, entre eles o de subprefeito da Mooca. Nas horas vagas, é artista plástico e mergulhador.

Alexandre Nunes Robazza – Gerente regional do Sebrae-SP. É publicitário formado pela ESPM, pós-graduado pela FGV e tem mestrado pela UAM. Profissional com 20 anos de atuação no mercado, já exerceu cargos de liderança em empresas como Cutrale, WZarzur e Best Western. É professor universitário com passagens pelo IMESB, FMU, PUC e ESPM em cursos de graduação e pós-graduação.

Lilian Varella: Empresária, fundadora do bar Drosophyla Bar. Instalado num casarão construído em 1920 e tombado pelo patrimônio histórico, na Rua Nestor Pestana, o local foi totalmente restaurado por Lilian e hoje é uma das principais referências de bares no Centro para clientes de outras regiões de São Paulo.

Fábio Balestro: Sócio da Tokyo, novo complexo cultural do Centro que reúne – num prédio histórico da década de 1940 na região do Copan – bar, clube, restaurante, karaokê e espaços de economia criativa. Gaúcho de 35 anos, é advogado e também mestre em Relações Internacionais formado na UFRGS. Também é sócio do Selva Club, casa noturna localizada no Baixo Augusta.

Denize Bacoccina: Jornalista, é cofundadora do A Vida no Centro. Foi correspondente internacional da BBC em Londres e Washington, chefe da Sucursal da revista IstoÉ Dinheiro em Brasília e repórter do Estado de S.Paulo. Atualmente, também é representante no Brasil de uma agência internacional de vídeo de notícias.

 

  • 17h45 às 18h – café /networking

 

  • 18h às 19h – Painel 2 – O papel da cultura na retomada do Centro de São Paulo

Renata Aguiar – Gerente de Marketing Institucional da Porto Seguro, setor  que contempla, entre outras funções,  a gestão dos equipamentos culturais da empresa (Teatro Porto Seguro e Espaço Cultural Porto Seguro). Formada em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cásper Líbero, é pós-graduada em Marketing pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Gestão Empresarial e Inovação pela BI Internacional.
Rodolfo García Vázquez: Diretor e dramaturgo premiado, é um dos fundadores da Cia de Teatro Os Satyros, cuja atuação foi determinante para a recuperação da Praça Roosevelt. É um dos idealizadores da SP Escola de Teatro, teve seu trabalho apresentado em mais de 15 países e atualmente prepara a produção de seu próximo filme, “Pessoas Perfeitas”.


Thiago Freire
– Gerente-adjunto do Sesc 24 de Maio, Thiago Freire
é formado em História pela Universidade de São Paulo, com mestrado em Gestão da Regionalidade, tendo concentrado sua pesquisa na Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural. É também especialista (MBA) em Gestão de Bens Culturais, pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

Renato Cymbalista: Arquiteto e urbanista, é professor Livre Docente da FAU-USP. É diretor da Casa do Povo e presidente do Instituto Pólis. Integra o Laboratório para Outros Urbanismos da FAU-USP e Coordena o grupo de pesquisa Lugares de Memória e Consciência (USP/CNPq).

 

Clayton Melo: Jornalista e empreendedor, é cofundador do A Vida no Centro e tem MBA em Marketing pela FGV. Foi editor de publicações como IstoÉ Dinheiro, Gazeta Mercantil, IDG e Meio e Mensagem. É curador de projetos e eventos para empresas e palestrante de temas ligados à inovação, criatividade e a conexão entre agricultura e a vida nas cidades. Também é membro da equipe de curadores do Festival Path.

  • 19h às 21h – Happy Hour e networking, com a apresentação do grafiteiro Ciro Schu, que vai finalizar uma obra ao vivo no terraço.
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Projeto de ampliação do Parque da Independência é apresentado ao prefeito Bruno Covas

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No dia 4 de junho, 10h, no Gabinete do Prefeito de São Paulo, no Viaduto do Chá, representantes do Ipiranga apresentaram o projeto de ampliação (anexação da área)  do parque da Independência. estiveram reunidos com o prefeito Bruno Covas, o vereador Aurélio Nomura e representantes do bairro do Ipiranga, tais como:  vice-presidentes da Associação Comercial de S.Paulo – Samir N. Khoury, Giacinto Cósimo Cataldo, pelo  superintendente da Associação Comercial de São Paulo – Distrital Ipiranga – Antonio João Santo, dos conselheiros da ACSP – Distrital Ipiranga = Ademir Gatti, Reinaldo Bittar,  Valdir Abdallah, do presidente do CAY – Lincon C. Thomé, Sueli Guerreiro (presidente do PSDB-IP) e o empresário Sergio Moretti. O encontro também contou com a participação dos secretários municipais Eduardo Tuma (Casa Civil) e Eduardo de Castro (Verde e Meio Ambiente), além do prefeito regional do Ipiranga, Vitor de Almeida Sampaio

 

 

Itinerários para uma esquerda democrática


Debate CEDEM, com lançamento de livro
7/06/2018 – Quinta-feira – 18h30

Itinerários para uma esquerda democrática é uma coletânea de artigos e ensaios, nos quais o autor, Alberto Aggio, percorre os principais temas que perpassaram a realidade brasileira nos últimos anos. Eles relatam o processo de modernização vivido pelo país no último século. Influenciados pelo pensamento de Antonio Gramsci, os escritos registram que em nossos ciclos de crescimento econômico não fomos capazes de construir uma sociedade moderna. No início de 2003, a posse de Lula parecia anunciar uma luz sobre nossos problemas. Todavia, após uma década, as ruas foram tomadas por multidões difusas e insatisfeitas com os rumos da política. O início do segundo mandato de Dilma Rousseff se apresentou como o anticlímax do petismo. Tal cenário se agravou em razão do colapso provocado pela opção ao modelo nacional-desenvolvimentista, que reverteu investimentos estatais na criação artificial dos “campeões nacionais”. Baseado em fatos, Aggio aponta que a década petista abandonou a possibilidade de transformar o país, aliando-se ao atraso e colocando-o novamente na encruzilhada diante da modernidade. A resposta sugerida no livro reside na construção de uma esquerda democrática capaz de valorizar a política e promover um reformismo, marcado por um desenvolvimento econômico sustentável, aliado à igualdade, liberdade e respeito pelo indivíduo.

Palestrantes:
Prof. Dr. Alberto Aggio – Graduado em História, com mestrado e doutorado pela USP. É Professor Titular da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Unesp, Câmpus de Franca. Atuou como professor visitante na Universidade de Valencia (Espanha), onde realizou seu pós-doutorado. Fez Estágio Sênior na Universidade Roma-3 (Italia). É autor de diversos livros, entre eles Um lugar no mundo – ensaios de história política latino-americana, lançado em 2015 pela Ed. Brasília e FAP.

Prof. Dr. Rogério Baptistini – Doutor em Sociologia pela Unesp; mestre em Sociologia pela Unicamp; Graduado em Ciências Sociais pela Unesp. Professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pesquisador nas áreas da Sociologia Brasileira, do Pensamento Político Brasileiro, do Estado e do Desenvolvimento no Brasil. É autor do capítulo Os intelectuais e a construção do Brasil moderno, do livro Intelectuais e Política no Brasil, organizado por Angelo Del Vechio e Silvia Telarolli e publicado pela Cultura Acadêmica Editora.

Prof. Dr. Vinícius Müller – Graduação em História pela PUC-SP, mestre em Economia pela UNESP; doutor em História Econômica pela USP. É professor do INSPER – Instituto de Ensino e Pesquisa e da FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado).

Debate Cedem

Itinerários para uma esquerda democrática
Data e horário: 7/06/2018, 5ª feira às 18h30;

Local: Praça da Sé, 108 – 1º andar (metrô Sé);

Informações: (11) 3116–1701

Inscrições gratuitas: http://www.cedem.unesp.br/#!/evento1

Transmissão on-line: https://video.unesp.br/cedem

E-mail: eventos.cedem@unesp.br

http://www.cedem.unesp.br / https://www.facebook.com/CedemUnespOficial

*Certificado de participação a ser retirado durante evento

Maio, 68: um fenômeno 50 anos depois

O mês de maio de 1968 representou o auge de um momento histórico de intensas transformações políticas, culturais e comportamentais que marcaram a segunda metade do século 20. Uma onda de protestos estudantis e operários contra o conservadorismo da época culminou na maior greve geral da Europa.

A França é o país onde, mais do que em qualquer outro lugar, as lutas de classe
foram sempre levadas à decisão final, e onde, por conseguinte, as formas políticas
mutáveis nas quais se processam estas lutas e nas quais se condensam seus
resultados tomam os contornos mais nítidos (ENGELS, F. Prefácio para a terceira edição alemã de O 18 brumário de Luís Bonaparte. In: MARX, K. Manuscritos econômico- filosóficos e outros textos escolhidos. São Paulo:Abril Cultural, 1974. p.327-328. (Os pensadores). 1974, p.333).

 

Cafés, bistrôs, oficinas, aulas, fábricas, lares, esquinas dos bulevares: Paris se
transformou em um grande seminário público. Os franceses descobriram que há
anos não dirigiam a palavra uns aos outros, e que tinham muito a se dizer. Sem
televisão e sem gasolina, sem rádio e sem revistas ilustradas, deram-se conta
de que as “diversões” os tinham, realmente, distraídos de todo contato humano
real. Durante um mês, ninguém tomou conhecimento das gestações da princesa
Grace ou dos amores de Johny Halliday, ninguém se sentiu impelido pelos apelos
publicitários para trocar de carro, relógio ou de marca de cigarros. Em lugar das
“diversões” da sociedade de consumo, renasceu de maneira maravilhosa a arte de
as pessoas se reunirem para escutar e falar e reivindicar a liberdade de interrogar
e duvidar.
Os contatos se multiplicaram, iniciaram-se, restabeleceram-se. Houve uma
revolta – tão importante quanto às barricadas estudantis ou a greve dos
operários – contra a calma, o silêncio, a satisfação, a tristeza (FUENTES, C. Em 68: Paris,
Praga e México. Rio de Janeiro: Rocco, 2008., p.21-22).

No dia 3 de maio, os estudantes de Nanterre, cujo campus foi fechado, investem na Universidade de Sorbonne. Na foto, Daniel Cohn-Bendit (um dos líderes) num momento de relaxamento no pátio.

1968 foi um apogeu de uma trajetória de contestação aos valores, tabus e
preconceitos existentes. A herança de lutas utópicas desse tempo está presente nos
costumes mais liberais dos nossos dias, nas relações sociais mais generosas, na
visão solidária do mundo, no humanismo que sobrevive em meio à aspereza do
mercado e na aspiração à liberdade, uma conquista cada vez mais acalentada.
A história segue seu curso. Não haverá, possivelmente, outro ano tão rico em
combatividade e idealismos quanto 1968. Serve de alento, no entanto, imaginar que
sempre se poderá buscar na memória desse tempo a semente do não- conformismo
e do sonho de um mundo melhor (ZAPPA, R.; SOTO, E. Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2008., p.290).

No lugar de Anita, Zezinho da Vila

Projeto de vereador visa incentivar os artistas do bairro em eventos oficiais municipais e para isso cria o Programa Artistas do Bairro. Nada de Anitta, Nego do Borel e outros forasteiros (que até podem vir em doses miúdas) , aqui tem que ter lugar para o Zezinho do Jaçanã ou Manuela do Sacomã….

 

PROJETO DE LEI 01-00001/2018 do Vereador Dalton Silvano (DEM)
“Cria o “Programa Artistas do Bairro” que estabelece a obrigatoriedade de disponibilização de oportunidade para a apresentação de grupos, bandas, cantores ou instrumentistas locais na abertura de eventos musicais que contem financiamento público municipal, no âmbito do Município de São Paulo e dá outras providências.
Art. 1º É obrigatória à oferta de oportunidade para apresentação de grupos, bandas, cantores e instrumentistas locais na abertura de eventos musicais que contem financiamento público municipal.
Parágrafo único. Equipara-se ao financiamento público, para fins dessa lei, toda e qualquer disponibilização de espaços públicos, suporte físico, estrutural, de pessoal ou de outra natureza, emanado do poder público municipal, destinado à realização do evento principal.
Art. 2º Fica instituído o “Programa Artista do Bairro” no município de São Paulo, a ser desenvolvido pela Secretaria Municipal de Cultura.
Art. 3º Consideram-se grupos, bandas, cantores ou instrumentistas locais aqueles residentes no município; no caso de pluralidade de componentes, aquela coletividade que contemple a maioria de integrantes que no município tenha sua residência.
Art. 4º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Art. 5º Esta lei entra em vigor 180 dias após a sua publicação.
Sala das Sessões.
Às Comissões competentes.”
“JUSTIFICATIVA
Senhor Presidente,
Senhores (as) Vereadores (as):
Esta Lei visa fomentar a participação dos artistas locais em eventos musicais que contem com apoio da iniciativa pública, sob qualquer forma.
Tem-se a expectativa de que, oportunizando aparições de artistas na abertura de shows de maior vulto e estrutura, com maior público, terão eles a oportunidade de apresentarem seu trabalho, valorizarem a cultura, terem exposição e impulsionarem suas trajetórias, sem que com isso tenham que suportar ônus.
Ainda, nenhum prejuízo haverá para o ente público ou para os artistas do evento principal. Estar-se-á cumprindo o dever constitucional que paira sobre os ombros do município, inserido nos artigos 23, V; 216-A, § 4º da Constituição Federal e noutras dezenas de dispositivos legais constitucionais e infraconstitucionais.
A valorização dos talentos, a oferta de oportunidades e a disponibilização de cultura são, neste contexto, tarefas demasiadamente simples, ao alcance de todos os envolvidos, sem que existam justos motivos para não serem elementos de uma transformação no cenário cultural do Município de São Paulo

Projeto de lei dispõe sobre a obrigatoriedade das prestadoras de serviços públicos de realizar o recapeamento das vias

Acho justíssimo que as Prestadoras de Serviços realizem o serviço de reparo e recapeamento das vias o mais rápido possível, mas sobretudo, que seja um serviço de boa qualidade, fato que não presenciamos hoje nas ruas da capital

 

 

PROJETO DE LEI 01-00874/2017 do Vereador Ricardo Teixeira (PROS)
“Autoriza ao Executivo dispor sobre a obrigatoriedade das prestadoras de serviços públicos de realizar o recapeamento das vias dá outras providências.
Art. 1º – Fica autorizado ao Executivo dispor sobre a obrigatoriedade das prestadoras de serviços públicos, contratadas e permissionárias ou concessionárias de serviços públicos que, por razão de seus serviços danificarem o asfaltamento ou calçamento das vias públicas, realizar o recapeamento do local,
asfaltamento ou calçamento do pavimento retirado em até 72 (setenta e duas horas), após o término dos serviços.
Parágrafo único. A presente lei amplia os critérios estabelecidos descritos no Decreto 46.921, de 18 de janeiro de 2006, bem como daquelas estabelecidas na Lei nº 13.614, de 02 de julho de 2003 e nas Normas de Pavimentação de 17 de junho de 2004, produzidas pelo Grupo de Trabalho instituído pela Portaria nº 248/SIURB-G/2002 e nas instruções para o reparo dos pavimentos.
Art. 2º – Para os efeitos desta lei ficam adotadas as definições constantes do artigo 2º do Decreto nº 44.755, de 2004.
Art. 3º – Para os efeitos desta lei ficam adotados os critérios de vias abrangidas por programas de pavimentação e recapeamento constantes do Capítulo II do Decreto 46.921, de 2006.
Art. 4º – A reparação da área danificada deverá ser por meio de recapeamento, asfaltamento ou realizado o calçamento do pavimento em dimensão 50% a maior, em relação às dimensões constantes no art. 6º, item I, subitens b e c, do Decreto nº 46.921, de 18 de janeiro de 2006.
Art. 5º – As despesas decorrentes desta lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias.
Art. 6º – Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões.
Às Comissões competentes.”
“JUSTIFICATIVA
O serviço prestado atualmente pelas prestadoras de serviços públicos, contratadas e permissionárias ou concessionárias de serviços públicos atinge somente parte da via, o que acarreta, muitas vezes, deformidades no pavimento, gerando acidentes e danificando os veículos.
Portanto, este projeto de lei se justifica pelo fato de que amplia a autorização ao Executivo para dispor sobre a obrigatoriedade dos serviços de recapeamento, asfaltamento e calçamento das vias trazendo melhor estabilidade no solo.
Ao mesmo tempo, autoriza a exigência de que as prestadoras de serviços públicos, contratadas e permissionárias ou concessionárias de serviços públicos realizem o trabalho em até 72 horas, é uma forma de garantir a qualidade e responsabilidade pelo dano causado.

João Jorge é o novo líder do Governo Dória

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OFÍCIO RECEBIDO PARA PUBLICAÇÃO
15-00196/2018
“PREFEITURA DE SÃO PAULO
GABINETE DO PREFEITO
São Paulo, 27 de fevereiro de 2018.
Ofício nº 50/2018 – PREF.G
Ref.: Indicação do novo líder do Governo Municipal
Senhor Presidente,
Cumprimentando-o cordialmente, tenho a honra de informar a Vossa Excelência que o Nobre Vereador JOÃO JORGE será o novo Líder do Governo junto a essa honrosa Câmara.
Aproveito o ensejo para renovar protestos de elevada estima e distinta consideração.
JOÃO DORIA
Prefeito
Ao
Excelentíssimo Senhor
VEREADOR MILTON LEITE
Presidente da Câmara Municipal de São Paulo.”

Biografia

João Jorge de Souza é formado em Administração de Empresas. Casado, 58 anos, é pai de quatro filhos. Filiou-se ao PSDB em 1992. É membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Brás. Iniciou sua vida profissional na iniciativa privada aos 13 anos de idade.

Trabalhou como gerente na empresa multinacional Goodyear do Brasil. Foi vereador em Americana, chefe de gabinete na Câmara Municipal de São Paulo e na Assembleia Legislativa de São Paulo. No governo José Serra, trabalhou na recuperação de estradas vicinais no interior do Estado de São Paulo.

Começou a trabalhar com o governador Geraldo Alckmin em 2001, quando foi gerente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), fazendo projetos habitacionais, e entregou 10 mil casas. Escreveu e o livro ‘O caminho para a Casa Própria’.

Nos últimos seis anos gerenciou o sistema de ônibus na Grande São Paulo, quando trabalhou na Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) a convite do governador. Conheceu vários lugares do mundo para especializar-se em mobilidade urbana e transportes públicos. Defende a implantação de BRTs (Bus Rapid Transit) em São Paulo, usando como modelo o TransMilenio da cidade de Bogotá, na Colômbia.

Foi um crítico ferrenho da administração Fernando Haddad (2013-2016), no combate à indústria da multa e ao programa de ciclovias sem planejamento. Sua principal bandeira é o transporte público e a mobilidade urbana. Atualmente é vereador de São Paulo, eleito em 2016 com 42.404 votos e presidente do Diretório Municipal do PSDB da capital. Na Câmara Municipal faz parte da Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia.

No dia 29 de outubro de 2017 foi eleito presidente do diretório municipal do PSDB de São Paulo.

As trevas vão se avolumando

Nota de repúdio à violação da autonomia universitária

A Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política (Compolítica) vem a público manifestar sua solidariedade e apoio ao professor e pesquisador Luis Felipe Miguel (UnB), um dos sócios fundadores desta instituição, vice-presidente na gestão 2013-2015, diante da ameaça do Ministério da Educação (MEC) em comunicado que diz pretender encaminhar à Advocacia-Geral da União, ao Tribunal de Contas da União, à Controladoria-Geral da União e ao Ministério Público Federal solicitação de apuração de suposta improbidade administrativa face à oferta de disciplina na graduação em Ciência Política da UnB que visa a discutir o golpe de 2016 e o futuro da democracia no país. O movimento parte justamente de entidade a que compete zelar pela autonomia universitária, conforme prescreve o artigo 207 da Constituição Federal.

A comunidade acadêmica tem sido vítima frequente de arbítrios semelhantes nos últimos meses. Mesmo após o trágico episódio que envolveu o suicídio do professor Luiz Carlos Cancellier, então reitor da UFSC, prisões, conduções coercitivas e demais gestos indicativos de abuso de poder, ora orquestrados pelo Judiciário, ora pelo Executivo, têm indicado aos professores, alunos, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade um exagero e um ímpeto manifesto em desqualificar o ambiente da universidade pública e das instituições de ensino superior de modo geral.

O curso proposto pelo colega da UnB, a partir da disciplina “Tópicos Especiais em Ciência Política 4”, com o tema “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil” tem os seguintes objetivos: “(1) Entender os elementos de fragilidade do sistema político brasileiro que permitiram a ruptura democrática de maio e agosto de 2016, com a deposição da presidente Dilma Rousseff; (2) Analisar o governo presidido por Michel Temer e investigar o que sua agenda de retrocesso nos direitos e restrição às liberdades diz sobre a relação entre as desigualdades sociais e o sistema político no Brasil; (3) Perscrutar os desdobramentos da crise em curso e as possibilidades de reforço da resistência popular e de restabelecimento do Estado de direito e da democracia política no Brasil.” O programa contempla bibliografia lúcida, de autores relevantes nas Ciências Humanas e Sociais do país.

Além disso, conforme o próprio pesquisador afirma, em nota posterior à divulgação do caso, “Trata-se de uma disciplina corriqueira, de interpelação da realidade à luz do conhecimento produzido nas ciências sociais, que não merece o estardalhaço artificialmente criado sobre ela”, ao que emenda “A única coisa que não é corriqueira é a situação atual do Brasil, sobre a qual a disciplina se debruçará”. Em outras palavras, a disciplina se propõe a um exercício de análise de conjuntura, uma das mais sofisticadas e intricadas vertentes teórico-epistemológicas.

A nota emitida pelo Ministério da Educação enxerga como “ataque às instituições brasileiras”, uma proposta de discussão e debate em alto nível sobre a realidade social no país após 2016.

Esta Associação reafirma seu compromisso com a defesa da autonomia universitária e estimula iniciativas que busquem aprofundar a análise do atual cenário político e midiático brasileiro.

Atenciosamente,

Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política (COMPOLÍTICA)

Benedito Domingos Mariano de volta para a Ouvidoria da Polícia

Domingos Mariano volta a ser Ouvidor da Polícia Civil do estado de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin nomeou pela segunda vez o sociólogo para o cargo. Mariano ficará mais dois anos à frente do cargo de ouvidor

 

 

 

Enquanto tentam descobrir quanto ganha um procurador, procura-se o dono do celular

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Nossa Câmara Municipal de São Paulo tem sempre algumas ocorrências hilárias, vejam essa ocorrida durante a 76ª SESSÃO ORDINÁRIA em 07/12/2017:

 

O SR. PRESIDENTE (Milton Leite – DEM) – Tem a palavra, pela ordem, o nobre Vereador Adilson Amadeu.
O SR. ADILSON AMADEU (PTB) – (Pela ordem) – Sr. Presidente, quero fazer um alerta aos demais Srs. Vereadores sobre algo que aconteceu hoje comigo. Recebi no gabinete algumas denúncias que vieram da região da Vila Maria/Vila Guilherme e, como não posso prevaricar como Vereador, fui verificar. Pedi ao Prefeito Regional de Vila Maria/Vila Guilherme, Sr. Dário José Barreto, e ao seu Chefe de Gabinete, Sr. Samuel Renato Machado, que tomassem providências quanto ao fato de que alguns agentes do Município têm visitado vários estabelecimentos comerciais – inclusive alguns que estão para inaugurar em área do Município – e simplesmente apresentado um ofício da  Prefeitura usando nome de Vereador.
Sr. Prefeito Regional Vila Maria/Vila Guilherme e Sr. Chefe de Gabinete, verifiquem se realmente essas denúncias procedem.
Se não procederem, é só me avisar.
Aproveito a oportunidade para esclarecer uma fala minha num direito de resposta envolvendo a Vereadora Soninha no dia de ontem. Para encerrar o assunto, peço desculpas à nobre Vereadora Soninha e também ao Vereador Caio, mas acho desnecessário o que V.Exa. postou na rede, pois seus eleitores não são os meus eleitores.
Aliás, foi um eleitor seu, taxista, que me avisou sobre a maneira que V.Exa. se portou: “Não posso concordar com ofensa e tratamento desrespeitoso”. Eu quero aqui pedir desculpas a todos os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa – o Presidente Mario Covas Neto está aqui. Eu não retiro o que falei, porque falei do lobby, dos procuradores do Município, que andam por aí. A Sra. Presidente
da Associação dos Procuradores é uma lobista profissional, não retiro nada do que falei.
O SR. CAMILO CRISTÓFARO (PSB) – (Pela ordem) – Quanto ganha um procurador, nobre Vereador?
O SR. ADILSON AMADEU (PTB) – (Pela ordem) – De 30 a 90 mil, por mês. É por produtividade.
O SR. CAMILO CRISTÓFARO (PSB) – (Pela ordem) – Mas ele tem honorários quando ganha alguma coisa?
O SR. ADILSON AMADEU (PTB) – (Pela ordem) – Ele ganha no escritório particular, que boa parte dos procuradores tem, boa parte.
O SR. CAMILO CRISTÓFARO (PSB) – (Pela ordem) – Eu não sabia. Eu não sabia.
O SR. ADILSON AMADEU (PTB) – (Pela ordem) – Eles têm, também. Eles não trabalham só para o Município, eles trabalham na produtividade. É muito dinheiro. Então, nobre Vereadora Soninha Francine, desculpe. Eu prometo que estarei mais bem preparado para ver as ações certas.
O SR. CAMILO CRISTÓFARO (PSB) – (Pela ordem) – Mas qual é o salário de um procurador?
O SR. ADILSON AMADEU (PTB) – (Pela ordem) – Não sei, é três vezes mais do que o do Vereador.
O SR. PRESIDENTE (Milton Leite – DEM) – Srs. nobres Vereadores, não é comum esta Casa oferecer serviços de utilidade pública, mas como o sanitário é de um dos Srs. Vereadores,
alguém esqueceu um celular. Não sei de quem é.
Neste momento, vou suspender a sessão para a reunião conjunta do Congresso de Comissões