Autor: Gilberto da Silva

Eu, Gilberto da Silva sou graduado em jornalismo pela FIAM e em sociologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Nasci em Assis (SP) de depois de uma rápida passagem por Paraguaçu Paulista fui para Cambará (PR) onde fiquei até o 1972. Após curta temporada em Sorocaba acabei em São Paulo em 1973. Sou mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero e é lá que ainda frequento como pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo na linha de pesquisa A Teoria Crítica e a Comunicação na Sociedade do Espetáculo. Criei no ano 2000 o site Revista Partes (www.partes.com.br) que toco até hoje. Escrevo, às vezes com raiva, às vezes com medo tudo que posso: notícias, histórias inventadas, poesias, resenhas, artigos em geral e assim vou tocando em frente...

Expediente de uma publicação

Uma das coisas que mais gosto de fazer ao receber um jornal ou uma revista e até mesmo os livros é olhar o expediente. Lugar de informação da obra. Lugar de reconhecimento intelectual, de consideração aos direitos autorais que a cada dia que passa é raridade nas publicações. Tem sindicatos de trabalhadores que adoram não publicar o expediente, não reconhecendo o trabalho  dos profissionais que ali labutaram.

Entre outros, é no expediente que encontro pessoas, personalidades que estão, que foram, que passaram e que de uma maneira ou outra emprestaram seu nome a aquela obra. Local onde podemos encontrar o nome da publicação, a editora,  o endereço da Redação, telefones, e-mail, nome do Diretor, nome do editor-responsável, nome do editor-assistente, nome dos repórteres e dos colaboradores, consultoria jurídica,distribuição, nome da gráfica onde a obra foi impressa, entre outras informações que reportam à essência da obra. 

O expediente é a fotografia – a selfie – do momento da publicação. Diria, a alma momentânea que se eterniza. É uma preciosidade para os historiadores que poderão em estudos posteriores analisar a obra dentro do seu contexto histórico, com amis precisão e mais dados analíticos.

O expediente, por vários motivos, estão sumindo. Falta de espaço ou falta de criatividade para transformar o expediente em uma nova atração jornalística ou comunicacional, ou por outros motivos que poderíamos numa longa lista elencar.

Mas nessa época da liquidificação da comunicação, os expedientes estão desaparecendo. Uma pena.

 

Prêmio da Fundação Carlos Chagas – Inscrições serão encerradas em 28 de agosto

 

Restam poucos dias para que os interessados em participar do Prêmio Professor Rubens Murillo Marques, façam suas inscrições. Realizado pela Fundação Carlos Chagas e voltado a professores de licenciatura que tenham desenvolvido experiências educativas inovadoras entre 2016 e 2017, realizadas em instituições de ensino superior de todo o Brasil e já aplicadas em sala de aula, o prêmio visa incentivar e reconhecer os educadores.  Cada profissional poderá inscrever apenas um projeto. Dois serão selecionados e receberão R$ 20 mil, publicação do trabalho na coleção Textos da FCC, divulgação e troféu. Além disso, poderão ser concedidas menções honrosas aos trabalhos que não forem premiados, mas que se destacarem entre os demais. As inscrições devem ser realizadas no site da instituição (https://www.fcc.org.br) até 28 de agosto. Mais informações estão no edital e no regulamento do prêmio, também disponíveis no site da FCC.

 

Serviço:

Inscrições: Até 28 de agosto

Projeto: Experiências realizadas e concluídas no ano de 2016 até junho de 2017

Documentos necessários: Texto com descrição da experiência e documentos comprobatórios, conforme regulamento.

Edital e Regulamento:  http://www.fcc.org.br

E-mail para suporte: premiormm@fcc.org.br

Prefeitura de São Paulo publica regras para serviço voluntário

DECRETO Nº 57.839, DE 17 DE AGOSTO DE 2017
Disciplina a prestação de serviço voluntário no âmbito da Administração Pública Municipal.
JOÃO DORIA, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,
CONSIDERANDO que o serviço voluntariado provém da participação espontânea e tem como objetivo fomentar a solidariedade humana, a responsabilidade social, o civismo, a cooperação e a prática educativa;
CONSIDERANDO a importância de engajar a sociedade civil na realização de atividades de interesse público, contribuindo para o desenvolvimento da cidade de São Paulo,
D E C R E T A:
Art. 1º O serviço voluntário, no âmbito da Administração Pública do Município de São Paulo, tem como objetivo estimular e fomentar ações de exercício de cidadania, solidariedade com o próximo e envolvimento comunitário, de forma livre e organizada, ficando sua prestação disciplinada pelas regras constantes deste decreto.
Art. 2º Considera-se serviço voluntário, para os fins deste decreto, a atividade não remunerada e sem subordinação, prestada por pessoa física a órgãos públicos ou entidades integrantes da Administração Pública Municipal, que tenham objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, técnicos, consultivos, recreativos ou de assistência à pessoa.
Art. 3º O serviço voluntário não gera vínculo funcional ou empregatício, tampouco qualquer obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim, com a Administração Pública Municipal.
Art. 4º Os trabalhadores voluntários atuarão em regime de cooperação, auxiliando os servidores públicos titulares de cargos, empregos ou funções públicas no âmbito da Administração Pública Municipal de São Paulo.
Art. 5º A prestação de serviço voluntário será precedida da celebração de termo de adesão entre o órgão ou entidade interessada e o prestador do serviço voluntário.
§ 1º O termo de adesão será formalizado após verificada a capacidade do interessado em prestar serviço voluntário e a apresentação de documento de identificação oficial de validade nacional.
§ 2º Do termo de adesão a que se refere o “caput” deste artigo deverão constar, no mínimo:
I – o nome e a qualificação do prestador de serviço voluntário;
II – o local, o prazo, a periodicidade e a duração da prestação do serviço;
III – a definição e a natureza das atividades a serem desenvolvidas;
IV – o atendimento do disposto nos artigos. 8º e 9º do presente decreto;
V – a ressalva de que o prestador de serviços voluntários é responsável pela atividade que se comprometeu a realizar, bem como por eventuais prejuízos que venha a causar à Administração Pública Municipal e a terceiros.
§ 3º A periodicidade e os horários da prestação do serviço voluntário poderão ser livremente ajustadas entre o órgão ou entidade municipal e o voluntário, de acordo com as conveniências de ambas as partes.
Art. 6º A prestação de serviços voluntários terá o prazo de duração de até 1 (um) ano, prorrogável por até 1 ano mais, a critério dos interessados, mediante termo aditivo específico para cada prorrogação.
Parágrafo único. Fica facultado aos órgãos e entidades municipais firmar novos termos de adesão com o mesmo trabalhador voluntário.
Art. 7º Fica vedado o repasse ou concessão de quaisquer valores ou benefícios aos prestadores de serviço voluntário, ainda que a título de ressarcimento de eventuais despesas.
Art. 8º Cabe ao prestador de serviço voluntário:
I – desenvolver os serviços que estejam de acordo com eus conhecimentos, experiências e motivações e com os quais tenha afinidade;
II – ter acesso a programas de capacitação e/ou aperfeiçoamento inicial e/ou contínuo, bem como a orientações adequadas, para a boa prestação de serviços;
III – participar das análises e estudos que disserem respeito à prestação dos seus serviços, visando sempre seu aperfeiçoamento;
IV – encaminhar sugestões e/ou reclamações ao responsável, com objetivo de melhorar os serviços prestados;
V – ser reconhecido pelos serviços prestados, inclusive com emissão de certificados pela chefia da área em que atuou.
Art. 9º O termo de adesão será encerrado antecipadamente, dentre outros motivos, quando:
I – não forem observadas e respeitadas as normas e princípios que regem o Poder Público, tais como o da legalidade, impessoalidade, eficiência, bem como a postura cívica e profissional;
II – o prestador de serviço voluntário apresentar comportamento incompatível com a atuação;
III – não houver a reparação dos danos que o prestador de serviço voluntário vier a causar à Administração Pública Municipal ou a terceiros na execução do serviço voluntário;
IV – o prestador de serviço voluntário atuar em conflito de interesses;
V – por interesse público ou conveniência da administração pública;
VI – por ausência de interesse do voluntário superveniente à formalização do termo;
VII – pelo descumprimento das normas previstas neste decreto.
Parágrafo único. Ocorrida a rescisão com base nos incisos I, IV e VII deste artigo, fica vedada ao prestador do serviço voluntário a adesão a novo termo, a qualquer tempo.
Art. 10. É vedado ao prestador de serviço voluntário:
I – prestar serviços em substituição a servidor municipal ou empregado público, ou ainda a membro de categoria profissional vinculada ao Município de São Paulo;
II – identificar-se invocando sua condição de voluntário quando não estiver no pleno exercício das atividades voluntárias prestadas;
III – receber, a qualquer título, remuneração ou ressarcimento pelos serviços prestados voluntariamente.
Art. 11. Fica facultada a denúncia do termo de adesão por qualquer das partes, a qualquer momento, desde que informada pelo denunciante, com antecedência de 30 dias.
Art. 12. Compete à Secretaria Municipal de Gestão:
I – aprovar modelo de “Termo de Adesão a Prestação de Serviço Voluntário”, com conteúdo que contemple o disposto neste decreto;
II – consolidar as informações sobre os prestadores de serviço voluntário;
III – criar banco de dados com currículos de potenciais prestadores de serviço voluntário.
Art. 13. Compete aos órgãos e entidades interessados, no âmbito de suas respectivas atribuições:
I – fixar, quando for o caso e em razão de eventuais especificidades, requisitos a serem satisfeitos pelos prestadores de serviço voluntário;
II – manter banco de dados atualizado de seus prestadores de serviço voluntário, contendo, no mínimo, nome, qualificação completa, endereço residencial, correio eletrônico, data de início e término do trabalho, atividades desenvolvidas, bem como data e motivo da saída do corpo de voluntários, se houver.
Parágrafo único. A Secretaria Municipal de Gestão, mensalmente, deverá receber cópia das informações referidas no inciso II deste artigo, para ter o banco de dados completo de prestadores de serviço voluntário.
Art. 14. Ao término do período de prestação do serviço voluntário, desde que não inferior a 1 (um) mês, poderá o prestador solicitar à entidade ou órgão público interessados a emissão de certificado, eletrônico ou não, comprobatório de sua participação.
Art. 15. A seleção, a coordenação e o acompanhamento do corpo de prestadores de serviço voluntário serão realizados pelos integrantes da Supervisão de Gestão de Pessoas das entidades ou órgãos públicos interessados, competindo–lhes zelar pelo cumprimento das normas constantes deste decreto.
Parágrafo único. Não poderão ser destinados prestadores de serviço voluntário, para áreas ou setores públicos onde haja a obrigação legal de sigilo das informações, sem a assinatura do Termo de Confidencialidade.
Art. 16. As despesas com a execução deste decreto, quando houver, correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário.
Art. 17. Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogado o Decreto nº 48.696, de 5 de setembro de 2007.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 17 de agosto de 2017, 464º da fundação de São Paulo.
JOÃO DORIA, PREFEITO
PAULO ANTONIO SPENCER UEBEL, Secretário Municipal de Gestão
ANDERSON POMINI, Secretário Municipal de Justiça
JULIO FRANCISCO SEMEGHINI NETO, Secretário do Governo Municipal
Publicado na Secretaria do Governo Municipal, em 17 de agosto de 2017

A coisa aqui tá des-humana, Ana

 

Ana,

Aqui a Condição não está nada boa. A condução, pior. O homem, este animal social ou político que você conhecia bem, aqui, na nossa miserabilidade social, cultural e política atingiu os limites da insuportabilidade.

Minha cara, receba essas palavras  com um certo ar de desencanto. Não total, por que ainda sonho com o amanhã que eu não viverei. O labor aqui atingiu o limite da escravidão moderna, totalmente informatizada segue em seus guetos em metadados orientados. Como nossos heróis morreram todos de overdose, ninguém mais se suporta e se fecham em suas windows – escolha  aversão, devidamente paramentados para as guerras virtuais. Para você sentir: a mais pura atividade dos homens que é pensar, está devidamente extinta.

Liberdade ainda que tardia não é projeto de ninguém. Educação, respeito coisas essenciais nem se encontra mais nos museus (que foram todos privatizados).

Cara filósofa, aqui já ultrapassamos as origens do totalitarismo. Já estamos no fim da Fundação do homem.

Então, o homem aqui segue seguindo o padrão Catão, como você bem observou: “Numquam se plus agere quam nihil cum ageret, numquam minus solum esse quam cum solus esser”.

Bem, para não cansar muito o seu descanso, fico por aqui.

Manda um abraço para o Martin e diga que tem gente aqui adorando seu período virtuoso…

Abraços do Giba.

 

10 fatos curiosos sobre o tradicional bacalhau português

Bacalhau exposta numa típica mercearia portuguesa

O bacalhau no Brasil é consumido geralmente em épocas específicas do ano, como Páscoa e Natal, mas em Portugal esse peixe é parte fundamental das refeições. Para conhecer melhor sobre esse símbolo da gastronomia lusitana, separamos algumas curiosidades incríveis desse prato tão cobiçado. 

1 – O alimento da descoberta do novo mundo

Como não existiam métodos de refrigeração da comida, o bacalhau se tornou parte fundamental das grandes embarcações, pois com os métodos de secagem e salga, o peixe era conservado por um longo período de tempo.

2 – Não existe somente um tipo de bacalhau

“Bacalhau” é na realidade o nome popular para o Gadus morhua, o tipo mais tradicional e mais consumido. Porém, esse processo de desidratação também pode ser feito com o saithe, o zarbo e o ling. Características como sabor, textura e preço variam entre eles.

3 – Altamente nutritivo

Ao contrário do que muitos possam pensar, esse tipo de peixe é muito nutritivo e de fácil digestão. Rico em fósforo, cálcio, zinco, potássio e magnésio, é um alimento saudável que pode ser consumido sem culpa. O óleo extraído do fígado do animal também é abundante em vitaminas A e D.

4 – Considerado o “Fiel Amigo” português

Em Portugal, ele é considerado o “Fiel Amigo”. Esse ditado popular vem de tempos antigos, pois a iguaria é parte essencial da culinária lusitana. Assim como o arroz com feijão está presente na mesa dos brasileiros, o bacalhau é o verdadeiro rei nas refeições das famílias portuguesas.

Diversas formas de apresentação do bacalhau

5 – Ílhavo: a “capital do bacalhau”

A cidade de Ílhavo, localizada na região do Centro de Portugal, tem uma forte ligação com o alimento. Situada próxima do oceano, a pesca sempre fez parte das atividades e o bacalhau tornou-se intrínseco na cultura e costumes. O prato é tão popular que a cidade dispõe de dois museus que contam sua incrível história.

6 – Um museu dedicado ao bacalhau

E falando em museus, o Museu Marítimo de Ílhavo, com o seu famoso Aquário de Bacalhaus, é um ponto de parada obrigatória para todos aqueles que queiram conhecer a verdadeira epopeia da pesca desse nobre animal. 

7 – Mais de 1001 maneiras de preparo

Dizem que existem 1001 maneiras de preparar essa iguaria, e Ílhavo é o lugar ideal para conhecê-las. O “Bacalhau assado lascado, à moda de Ílhavo” e o “Arroz de espinhas de bacalhau” são alguns exemplos peculiares e saborosos. No verão, é comum consumi-lo cru em saladas.

8 – Festival do Bacalhau

Em agosto acontece esse evento, em Ílhavo, que visa promover a gastronomia tradicional da região entre os mais jovens. Desde 2008, turistas e moradores podem aproveitar diversas atrações musicais, palestras e deliciosos pratos preparados especialmente para a celebração.

9 – Portugal é o maior importador de bacalhau da Noruega

Por ser um peixe de água fria, é mais comum encontrá-lo na costa de países assim como Noruega e Canadá. Isso fez com que Portugal se destacasse por ser o maior importador do animal do país nórdico. 

10 – Os melhores locais para comprar

Engana-se quem acha que o melhor local para comprar o bacalhau são as peixarias. Os melhores locais para adquirir bacalhau de qualidade são as mercearias ou, em grandes supermercados, a sessão de comidas “salgadas”. Os portugueses são mestres na arte de salgar os alimentos para sua preservação desde a época das grandes navegações.

Leblon, cachaça leve

No Dia dos Pais, ganhei, provei e atestei como boa a cachaça Leblon.  A cachaça possui um leve aroma frutado. Tomei um gole puro: desceu suave e no final um pouco cítrico. Mas é uma cachaça apropriada para coquetéis e caipirinha por ser leve, onde dá pra sentir a frescura da cana de açúcar, especiarias e frutas. Para os maiores e apreciadores é um destilado que segundo os produtores”aquece na boca e deixa uma suave doçura que se acentua com a cada momento. Com uma textura ultra suave e um corpo que vai do suave ao médio”.

A Cachaça Leblon é refinada e apropriada para exportação. A Maison Leblon que produz a cachaça está localizada em Patos de Minas- MG.

 

Brasil é um time de Bundas

 

Nada mudou desde junho de 1999. Nada mudou. Continuamos um país com uma equipe de Bundas. Antes Bundas tinha a palavra, a tiragem. Agora Nada. Nada de frente, nada de Bundas! Quem manda neste país? O movimento feminista queimaria Bundas em praça pública! O PT chamaria Bundas de coxinha. Os coxinhas chamariam Bundas de Bolivarianos! Continuamos a gritar Fora… inutilmente!

 

O que tem sido feito e organizado para a comemoração do Bicentenário da Independência do Brasil?

Faltam quase 5 anos para o Bicentenário da Independência e não vemos nenhuma movimentação com vistas a este evento importante. Nada temos visto de articulação e preparativos para este data.
Fechado ao público desde agosto de 2013, o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, só deverá abrir as portas em 2022 (se abrir…).
E as obras da Avenida D. Pedro I ? E as obras no entorno? O que tem sido feito para receber os milhares de turistas?

Em abril deste ano O MINc (Ministério da Cultura) noticiou o seguinte:

Começa organização do Bicentenário da Independência do Brasil
 Em 2022, o Brasil comemorará 200 anos da Independência. Com o objetivo de coordenar as atividades, eventos e projetos relacionados a essa data, foi criada a Comissão Interministerial Brasil 200 anos, que teve sua primeira reunião nesta terça-feira (4), em Brasília. Coordenada pelo Ministério da Cultura (MinC), o grupo já assumiu, como tarefa primordial, a reabertura do Museu do Ipiranga, em São Paulo (SP). Também fazem parte da comissão representantes da Casa Civil e dos Ministérios da Defesa, de Relações Exteriores e da Educação.

Alberto Aggio, assessor especial do ministro da Cultura, Roberto Freire, explicou que o caminho para a organização das festividades segue quatro pontos fundamentais. Além do apoio do MinC para o Museu do Ipiranga, os outros aspectos primordiais são: reflexão sobre a trajetória histórica dos 200 anos do Brasil independente; promoção de concursos para projetos específicos de celebração para o bicentenário e, por último, envolvimento da sociedade nas comemorações, com participação de sindicatos, associações e entidades científicas, entre outros.

O reexame da trajetória histórica busca fazer com que a sociedade repense como o País foi construído, que instituições foram criadas e sobre os percursos e percalços ocorridos ao longo dos séculos. De acordo com Aggio, o intuito é que as pessoas também reflitam sobre concepções pré-estabelecidas a respeito dessa data histórica.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

 

E a Prefeitura de São Paulo, o que tem feito?