Autor: Gilberto da Silva

Escrevo, às vezes com raiva, às vezes com medo, tudo que posso: notícias, histórias inventadas, poesias, resenhas, artigos em geral. Assim vou tocando em frente...

Polaridades insanas – é preciso mais sensatez!

Li, pela manhã, na página do Facebook do padre Zezinho, um ícone dos mais respeitados da igreja católica no Brasil, que o padre está fechando um dos seus perfis na rede, por conta do radicalismo que se instalou em sua página, hora com pro lulas atacando o papa Francisco, hora os pro-Bolsonaro atacando o papa e chamando o líder da Igreja Católica de comunista! Este FlaXFLU radicalizado leva as pessoas sensatas a sentirem-se mal. A sociedade está doente! Ninguém sabe perder, estamos sendo criados para não se acostumar com a perda. Temos que ser vencedores sempre!!! A vida é o que menos importa. O que importa é que meu pensamento seja o vencedor! Mesmo que seja através da supressão da vida de outro!

Perder jamais! Minhas posições tem que ser vitoriosas sempre é meus inimigos aniquilados. São esses pensamentos perversos que se materializam em ações violentas, racistas, homofóbicas, xenofóbicas, enfim: criminosas. E o mais trágico é que pessoas que julgávamos sensatas, ponderadas e equilibradas estão entrando nessa onda de manipulação. Está difícil encontrar pessoas de bom senso. Sensatez é um objeto raro. O pensamento privado é espetacularmente extravasado para o público. Não há mais limites. As pessoas não percebem que por trás desses episódios manipulatórios estão interesses maiores de grandes poderosos (e perigosos!).

É preciso ter saúde física e mental para superar esta situação. Muita saúde!

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LEON TRÓTSKI

Em 7 DE NOVEMBRO DE 1879 nascia UM DOS MAIORES REVOLUCIONÁRIOS DE TODOS OS TEMPOS, LEON TRÓTSKI – LEON TRÓTSKI , foi o nome que recebeu ao nascer, adotando “Leon Trótski” (nome de um policial que o prendeu) como um pseudônimo em sua vida revolucionária.
Sua obra teórica significa a continuação do marxismo, a teoria revolucionária de nosso tempo.
Depois de Lênin, Trótski foi o principal dirigente da Revolução Russa, organizando diretamente a insurreição que tomou o poder e instalou o Estado Operário Soviético. Durante a Guerra Civil, organizou o Exército Vermelho.
Trótski foi o mais árduo combatente à burocracia stalinista que ascendeu depois da morte de Lênin, sendo perseguido e posteriormente assassinado por ela. Stálin foi seu algoz!
Sua vida foi baseada na defesa incondicional da revolução, do proletariado e do marxismo. Por isso, tem, merecidamente, o título de maior revolucionário dos últimos tempos.

“Épocas reacionárias como a nossa própria não apenas desintegram e enfraquecem a classe trabalhadora e sua vanguarda, mas também rebaixa o nível ideológico geral do movimento e atrasa o pensamento político a estágios há muito tempo já superados. Nestas condições, a tarefa da vanguarda é, mais que tudo, não se deixar levar pela onda reacionária: deve-se nadar contra a corrente. Se uma relação de forças desfavorável impede de manter uma posição que foi vitoriosa, deve-se ao menos manter suas posições ideológicas, porque nelas está expressa a cara experiência adquirida no passado. Os tolos considerarão esta política “sectária”. Atualmente este é o único caminho de preparação para uma nova imensa onda adiante que virá com a maré”

“Grandes derrotas políticas inevitavelmente provocam a reconsideração de valores, geralmente ocorrendo em duas direções. Por um lado a verdadeira vanguarda, enriquecida pela experiência da derrota, defende com unhas e dentes as heranças do pensamento revolucionário e nesta base tenta educar novos quadros para as lutas de massas que virão. Por outro lado, os rotineiros, centristas e diletantes, amedrontados pela derrota, fazem o melhor para destruir a autoridade da tradição revolucionária e andar para trás em sua busca por um ‘Novo Mundo’.” (Trotsky, Estalinismo e Bolchevismo)

Nesta ocasião do aniversário do assassinato de Trotsky, renovamos nossa fé na classe trabalhadora mundial e nas ideias revolucionárias do marxismo. A revolução mundial está agora de volta na agenda. Estamos orgulhosos de termos sobre nossos ombros gigantescas tarefas. Repetimos as palavras da parte final do testamento de Trotsky:

“Eu posso ver a grama verde e brilhante pelo vidro, o céu azul e claro acima do muro, e a luz do sol irradiando todo o lugar. A vida é bela. Deixemos que as próximas gerações livrem-na de todo a mal, opressão e violência, para que todos dela possam desfrutar.”

Stálin sabia que tendo traído a Revolução ele precisava eliminar aqueles que a defendiam e personificavam as ideias do Bolchevismo e da revolução mundial.

Bruno Capinan lança o álbum “Real” no mês da Consciência Negra

Um homem negro e nu, num espelho d’agua dum azul piscina. Submerso no silêncio oco das horas. Longe do mundo fabricado das fake news e suspenso pela mão da memória. “Real”, meu quarto disco de estúdio, poderia se encaixar como disco de um baiano-canadense inquieto, que não contente em ser influenciado pela história da música brasileira, quis trilhar novos caminhos para além mar.

Depois de focar nas minhas raízes afro-baianas em “Divina Graça”, senti o desejo de mergulhar no Brasil de agora, deixando visível o que considero ser o elo central com meu país de origem: a música. Posso afirmar que “Real” é meu trabalho mais confiante. Isso ficou evidente no primeiro dia de gravação, quando juntamente com os músicos e nossos instrumentos, me vi inteiramente dedicado ao imaginário da canção.

Refletindo sobre a invenção do real, escolhi a canção “Equívoco” como abre-alas. A desconstrução do homem equivocado fez-se necessária para chegar ao disco como um todo. “Equívoco” foi escrita em Itacaré na Bahia, com os pés no mar, em alta madrugada mirando as estrelas, e foi umas das primeiras dessa lavra. Em meio a barragens rompendo, museus em chamas, presidentes eleitos com reforço de algoritmos e a sensação de vulnerabilidade coletiva, quis propor uma dança à beira do precipício.

Se as distâncias oceânicas se estreitaram, foi com distanciamento que pude compor muitas das canções. Mudei de Toronto pra São Paulo em 2017, por conta da agenda de shows no Brasil, e fui ao Japão para duas turnês com o compositor Jun Miyake, com quem escrevi e gravei para o disco dele. Nos países que passei, em camarins e quartos de hotel, em silêncio, brotou o desejo de fazer um disco pop/mpbsista.

Gravado em Toronto, cidade que me acolheu há quase 17 anos, e com gravações adicionais em Montreal, Rio e Lisboa, “Real” teve o auxílio de músicos brasileiros e canadenses. Meu amigo e parceiro Bem Gil, que também participou do “Divina Graça”, gravou guitarra, flauta e pela primeira vez pilotou a bateria. Juntaram-se a nós Ubunto, Thomas Harres, João Leão, Ricardo Dias Gomes, Mãeana, Lan Lanh, Rubel, Basia Bulat, Zaynab Wilson, Mariel González, Tanya Charles, Bijan Sepanji, Alyssa Delbaere-Sawchuck e Graham Campbell.

Produzido por mim e Mark Lawson, “Real” foi mixado em analógico, em sessões regadas a chá e risos. Gravamos e mixamos 14 músicas. Canções minhas e algumas parcerias. Com Philippe Cohen Solal escrevi “Momento”, com Ubunto “Real Agora” e “Tropa”, Domenico Lancellotti enviou da Índia a letra de “Pessoa” e com Bem Gil escrevi “Love’s Will” já em estúdio. O poema “O Pajem” escrito pelo Português Mário de Sá-Carneiro em 1915, durante a Primeira Guerra, foi musicado na minha adolescência, ainda na Bahia.

Neste espelho d’agua que me vejo refletido, estou submerso e nu. Talvez tenha sido o reflexo que ansiou a canção. Talvez o medo de ser dominado por algoritmos e engolido pela epidemia da solidão das redes sociais. Vi o mundo ruir do “outro lado da Bahia”, superei a dor correndo “louco em direção ao mar” e me banhei num “rio de águas escaldantes” para aqui oferecer o meu eu forte e impetuoso diante das armadilhas dessa vida “Real” ou a da invenção, deixando assim registrado: “já sabemos a verdade”. 

Sabinada

Você sabe alguma coisa?
Sabe nada! Você sabe quando começou a Sabinada? Sa-bi-na-da…
Pois bem, a Sabinada começou em 7 de novembro de 1837. Mas o que foi a Sabinada?
A Sabinada foi uma revolta autonomista de caráter separatista, um levante armado que ocorreu na Bahia entre novembro de 1837 e março de 1838.
O movimento foi liderado pelo médico e jornalista Francisco Sabino e o advogado João Carneiro da Silva.
Foi uma revolta de homens cultos! De homens da camada média da sociedade.
O erro deles?
Ignorar os pobres que entravam para a revolta. Os líderes tinham medo da radicalização…
O principal objetivo da Sabinada era instituir a República Baiana. Mas tinha como meta a república, porém, somente enquanto o Príncipe herdeiro não atingisse a maioridade legal.
Assim, a sabinada não podia dar certo! O Império em seu contra ataque acertou a mão na repressão e deixou mais de mil mortos e três mil feridos: a gente do povo foi queimada viva em fogueiras. Os líderes presos e com apena comutada para degredo interno. O Sabino morreu pacificamente em Mato Grosso, anos depois.

A cada dia um novo desafio

A cada dia um novo desafio! Assim é a nossa vida, fato que nos faz recarregar as energias para enfrentar cada obstáculo que nos é colocado! Não é fácil enfrentar estes desafios mas eles são necessários.

Ficamos tristes e aborrecidos por muitos acontecimentos. Como no boxe, somos levados ás cordas, mas não ao nocaute.

Nem sempre procuramos os meios mais adequados para superar as barreiras que são impostas. Ás vezes levamos porrada e sentimos o baque. Mas seguir em frente é a nossa meta. Lutar é nosso imperativo.

Estar ao lado de quem a gente ama, se colocar como ouvinte, parceiro, amigo é muito importante! Não podemos prever o futuro, mas devemos nos preparar para os riscos que poderão surgir.

Saudades

Se você é um sujeito normal, você tem saudades das coisas boas que você viveu e dos bons momentos ou dias felizes que marcaram a sua vida de forma positiva. Saudade é o desejo de um bem que você está privado.

MEU PRIMEIRO AMOR

Compositor: Herminio Jimenez – Versão de: José Fortuna – Pinheirinho Júnior

Saudade, palavra triste
Quando se perde um grande amor
Na estrada longa da vida
Eu vou chorando a minha dor
Igual uma borboleta
Vagando triste por sobre a flor
Seu nome sempre em meus lábios
Irei chamando por onde for
Você nem sequer se lembra
De ouvir a voz deste sofredor
Que implora por seus carinhos
Só um pouquinho do seu amor
Meu primeiro amor
Tão cedo acabou
Só a dor deixou
Neste peito meu
Meu primeiro amor
Foi como uma flor
Que desabrochou
E logo morreu
Nesta solidão
Sem ter alegria
O que me alivia
São meus tristes ais
São prantos de dor
Que dos olhos caem
É porque bem sei
Quem eu tanto amei
Não verei jamais.


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Caçador de Andróide

“Blade Runner, o Caçador de Andróides”(117 minutos), de Ridley ScottEm 2019, os humanos já começaram a colonizar outros planetas. Para que isso aconteça, foram criados os replicantes: robôs com características muito próximas às do homem, porém mais fortes e ágeis. Depois de uma rebelião, a entrada deles foi proibida na Terra, e um grupo de policias (os Blade Runners), é responsável por caçá-los.

Quando um grupo de replicantes chega ao planeta buscando vingança, cabe a Deckard (Harrison Ford), um ex-Blade Runner, encontrá-los e destruí-los.

Elenco Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young, Edward Olmos, M. Walsh, Daryl Hannah, William Sanderson, Brion James, Joe Turkel, Joanna Cassidy, James Hong, Morgan Paull, Kevin Thompson, John Edward Allen, Hy Pyke, Kimiro Hiroshige, Robert Okazaki, Carolyn DeMirjian

Diretor Ridley Scott

Dia de Finados

Hoje é o dia de Finados. Dia para lembrar os entes queridos que morreram. A palavra finado é um adjetivo que qualifica algo ou alguém que finou, que chegou ao fim, que está morto. Por esse motivo, o Dia de Finados também é conhecido como Dia dos Mortos.

Algumas pessoas ainda preservam o hábito de visitar os túmulos e depositarem flores, acender velas e rezar pela alma dos seus queridos e queridas que não se encontram mais no seu seio familiar ou de amizade.

Outros reservam o dia de Finados para meditar, orar pelas almas dos antepassados. Existem os vivos, os mortos e os morto-vivos, os zumbis, aqueles que mesmo vivos parecem que já morreram há muito tempo! Estes são almas penadas, que não merecem muita coisa, exceto o esquecimento!

Oficinas participativas do Plano Municipal de Arborização

São Paulo realiza, em novembro, as oficinas participativas do Plano Municipal de Arborização Urbana (PMAU) e do Plano Municipal de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livros (PLANPAVEL) .

09/11 – 9h as 13h– LESTE 01 – Itaquera, São Mateus, Cidade Tiradentes, São Miguel, Itaim Paulista, Guainazes
POUPATEMPO ITAQUERA – Estação do Metrô Corinthians- Itaquera

12/11 – 18 as 22h – LESTE 02 – Vila Prudente, Aricanduva, Sapopemba, Penha, Ermelino Matarazzo
UNINOVE VILA PRUDENTE –Rua Cavour, 33

21/11 – 18 as 22h – SUL 1 – Campo Limpo, M´Boi Mirim, Santo Amaro, Jabaquara, Cidade Ademar
UNINOVE SANTO AMARO – R. Amador Bueno, 389/491

23/11 – 9h as 13h -SUL 2 – Parelheiros, Capela do Socorro
CEU PARELHEIROS – R. José Pedro de Borba, 20 Portão E1 Bloco Esportivo

26/11 -18 as 22h – CENTRO-OESTE – Lapa, Butantã, Pinheiros, Sé, Vila Mariana, Ipiranga, Mooca
FACULDADE DE SAÚDE PUBLICA – USP – Av. Dr. Arnaldo, 715 Cerqueira César

28/11 -18 as 22h NORTE – Perus, Pirituba-Jaraguá, Freguesia-Brasilândia, Casa Verde-Cachoeirinha, Jaçanã-Tremembé, Santana-Tucuruvi, V.Maria- V.Guilherme
SUBPREFEITURA SANTANA – TUCURUVI Av. Tucuruvi, 808

LINK PARA INSCRIÇÃO: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfxK_Vjqy4t5gNZVN_1tBRO0ff7GEhZrij20kg1QGzQR55nXg/viewform?usp=send_form