Cultura

Coletivo de jovens artistas da periferia de Fortaleza cria peça de teatro para ser veiculada em rede social

O Coletivo Inflamável, grupo de artistas de Fortaleza, desde o começo da pandemia mundial têm criado conteúdo virtual com a finalidade de contribuir no alivio possível para a população cearense atravessas esse período. O novo trabalho, intitulado À Deriva Na América do Sul, foi concebido para ser exibido no Instagram, uma rede social popular entre os cearenses.

Com texto coletivo, e trechos de Fernando Pessoa e Sófocles, o trabalho é um experimento cênico virtual que narra à trajetória da tripulação de um barco pesqueiro que, após uma grande tempestade em alto mar, fica à deriva no oceano das incertezas. O capitão, ao que parece, não faz a menor ideia de como leva-los de volta à terra firme. A situação gera desavenças de personalidades, o desespero e o individualismo.  A incapacidade de articular as divergências alimenta a inação da população do barco, contribuindo para a manutenção da inércia de um povo que não sabe mais se um dia chegará. E onde poderia chegar?

Serviço:

Dias 04 e 05 de Junho. Às 19h, no instagram @coletivoinflamavel

Ficha Técnica:

Direção: Ítalo Saldanha

Elenco: Aurianderson Amaro, Brena Canto, Kelly Enne Saldanha, Lu Sales e Naldo de Freitas

Adereços: Naldo de Freitas

Arte Visual: Brena Canto

Figurino, iluminação e cenografia: Coletivo Inflamável

Preparação corporal: Aurianderson Amaro.

Apoio: Maria Vitória e Victor Rodrigues

Aurora no Planalto e a força da mulher

Gilberto da Silva

ALVORADA” é  novo filme das diretoras Anna Muylaert e Lô Politi, um filme que narra, com proximidade e intimidade sem precedentes, o dia a dia de um chefe de estado em sua residência oficial – a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Alvorada – no período mais tenso e dramático da história recente do Brasil. Uma tensão que vai aumentando a cada dia. Mas é incrível ver a força e resistência da presidente.

cartaz

Com certeza o expectador terá uma outra visão do processo de impeachment – vistos em outros filmes, também dirigidos por mulheres- que acabou por afastar a primeira mulher eleita presidente do Brasil.

O cotidiano do palacio presidencial, com seus assessores, seus funcionários e seus animais no quintal é bem diferente dos filmes que focaram na desgraceira que foi aquela sessão do impeachment de Dilma Roussef em 2016. A câmera foi focada exclusivamente no espaço fechado do Palácio residencial da presidente e seus movimentos. Ouve Dilma e suas criticas às elites brasileiras,  suas perguntas: “será que eu não sou um ser humano?”, “eu não me desequilibro” e as tensões aumentado… O golpe já posto.

A melancolia vai aprofundando com o final do filme e funcionários, assessores e ex-ministros, perplexos e quase sem ação com o resultado da votação.

O filme reve uma Dilma culta em conversas informais sobre política, história, literatura, sorridente em vários momentos. O ser humano está presente para além do cotidiano da política.

Segundo as diretoras, Anna Muylaert e Lô Politi:

ALVORADAé um filme de emergência, feito no calor da hora entre pessoas que nunca tinham trabalhado juntas mas que se uniram num esforço estupefato para registrar os últimos momentos de Dilma Roussef no poder, sob a pressão de um golpe. ALVORADA tem o ponto de vista  da residência da presidente em todos os seus andares e esferas de poder focando sua câmera não nos grandes gestos históricos – já retratados em outros filmes do período – mas sim nos pequenos gestos pessoais de Dilma, seus assessores e funcionários e no clima de melancolia destes dias finais.  

Hoje, quase 5 anos depois, como consequência direta daquele período conturbado – vivemos uma crise sanitária, econômica,  política e moral no Brasil – talvez a maior de nossa história.   Acreditamos que ver o filme hoje e poder observar como ela reagiu pessoalmente a sua retirada do poder, possa talvez nos ajudar a compreender um pouco mais  porque chegamos até aqui.

O Último Jogo

Filme nacional ‘O Último Jogo’ é tema de live nas redes do Museu do FutebolO diretor Roberto Studart conversará com criador do CINEfoot, Antonio Leal. O filme estreia no dia 11 de março nos cinemas brasileiros explorando a rivalidade entre Brasil e Argentina com humor e realismo fantástico. Assista ao trailer >
Se um jogo entre Brasil e Argentina é sempre caso de vida ou morte, imagine quando os rivais são, além de tudo, vizinhos de fronteira. Este é o ponto de partida de O ÚLTIMO JOGO, filme nacional com estreia marcada para 11 de março nos cinemas brasileiros, estreia na ficção do diretor Roberto Studart. Para falar dos desafios da produção, ele conversa nesta segunda-feira (1º/3) com o criador do CINEfoot, Antonio Leal, em um bate-papo promovido em parceria pelo Museu do Futebol, a distribuidora Pandora Filmes e o próprio CINEfoot. A conversa acontece nas redes sociais a partir das 20h. Localizado sob as arquibancadas do estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. ASSISTA PRIMEIRO! Antes do bate-papo, a Pandora filme vai liberar 130 acessos para assistir ao filme pela internet em primeira mão. A promoção será feita pelas redes sociais do Museu do Futebol e do CINEfoot. No filme, a cidade de Belezura vive da indústria moveleira, mas sua única fábrica está prestes a fechar e todos perderão o emprego. Boa parte do time de futebol trabalha lá. A partida contra os arquirrivais argentinos seria a única chance dos moradores terem uma grande alegria, mas a equipe não vai nada bem e, se nos próximos dias não aparecer um craque, estará perdida. A chegada de um forasteiro, conhecido como ‘O Fantasista’ (Bruno Belarmino), muda tudo. Ele é um craque com a bola no pé, mas ele e sua mulher (Betty Barco) precisam ser convencidos a ficarem até o dia do jogo. Para isso, os moradores inventam uma série de mentiras.Um dos grandes desafios de um filme como este é dar realidade às cenas de jogo, o que Studart conseguiu escalando um elenco de atores bons de bola e figurantes idem, recrutados entre os times de várzea das cidadezinhas em que a produção foi filmada. “Existe um surrealismo no humor desse filme e buscávamos algumas características muito específicas no elenco. Não foi fácil. Alguns personagens precisavam jogar bola, caso contrário, as filmagens seriam um inferno, pelo pouco tempo que tínhamos. É claro que no Brasil isso não é exatamente um problema”, diz o diretor. O resultado são cenas vigorosas, que traduzem a tensão da rivalidade sul-americana com o jogo pegado e cheio de contato físico que costuma marcar as partidas entre Brasil e Argentina.SERVIÇOO ÚLTIMO JOGO – Bate-papo com o diretor Roberto Studart Segunda-feira, 1º de março, 20hGrátisAssista nestes perfis: www.youtube.com/museudofutebolspaulo
www.facebook.com/museudofutebol
www.facebook.com/CINEfoot
www.facebook.com/pandorafilmes 

HOJE TEM! EXPOSIÇÃO PERFORMÁTICA- PROCISSÃO PARA A FALÊNCIA

Quando, no Ceará, houve a abertura da economia ( leia-se assalariados continuarem produzindo para os patrões) o Coletivo Inflamável foi as ruas do centro num ato performático que transitava entre a contaminação viral e a contaminação lucrativa que adoece o mundo há tempos. Criamos uma ação que friccionava o que é o normal dentro de um dos estados mais afetados pela Covid-19. Vimos, ouvimos e sentimos muitas coisas. E são essas coisas que queremos partilhar . EXPOSIÇÃO PERFORMÁTICA- PROCISSÃO PARA A FALÊNCIA é o compartilhamento do ilógico , da contaminação e seus sintomas, das indagações que expõem as fissuras da vida.

29, 30 de Jan. 17h

Mudanças climáticas, de técnicas e de inventividades!

Exposição Performática Procissão Para a Falência será uma instalação-ocupação simultânea nos seguintes perfis do instagram:

@br.e.na

@italolesald

@lu_since95

@naldo_de_freitas

@coletivoinflamavel

@auriandersonamaro

O COLETIVO INFLAMÁVEL É UM COLETIVO ARTÍSTICO DA CIDADE DE FORTALEZA-CE

QUE TRABALHA COM MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA ARTE, MAS QUE MANTÉM ÊNFASE NO FAZER TEATRAL. REUNINDO-SE EM FEVEREIRO DE 2020, COM O INTUITO DE CRIAR UM ESPAÇO ONDE PUDESSEM CRIAR TRABALHOS QUE AGREGASSEM OS DESEJOS DE POÉTICA E CRITICIDADES COMPARTILHADAS EM COMUM.

O COLETIVO INFLAMÁVEL PREZA PELA CONSTRUÇÃO DE PROJETOS QUE PROPORCIONEM, ALÉM DA FRUIÇÃO ARTÍSTICA, UM LUGAR DE REFLEXÃO, CRÍTICA, OPINIÃO E EXPRESSÃO POLÍTICA. BUSCA SEMPRE UM CAMINHO PARA UMA ARTE POPULAR QUE TENHA A IDENTIDADE DO POVO BRASILEIRO, ACREDITANDO QUE AS ARTES SÃO UM CAMINHO PARA A FORMAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO DA CIDADANIA E DE REVELAÇÃO E ANÁLISE DA NATUREZA COMO FORMA DE ENTENDÊ-LA PARA MELHOR VIVÊ-LA. ACREDITAMOS QUE A ARTE PODE PROPORCIONAR ESPAÇOS DE IDENTIFICAÇÃO E PROJETAR MELHORAS NA CONSTRUÇÃO DA SOCIEDADE.

Confira o Giro da Vitrine desta quinta, 27 de agosto

Revista semanal de notícias, comentários sobre política, cultura e fotografia como o fotógrafo Cuca Jorge. Quadro sobre futebol com Yasmin Dias; cultura pop com o professor Homero Massuto. E muito mais! Apresentação do jornalista e sociólogo Gilberto da Silva.

Tivemos a participação especial do músico e compositor Nei Silva que falou da sua carreira e deste momento de pandemia

Giro da Vitrine

Notícias da semana e #comentários! #culturapop, #futebol #imagensdasemana, Todas as quintas, 10h30 na Vitrine do Giba.

Giro da Vitrine teve papo sobre a taxação dos livros e sobre a nossa constituição, com o Dr. Roberto Montanari Custódio. Cultura com Homero Odisseus Massuto, que falou sobre o livro Canone Gráfico Volumes 1 e 2, editados pela Boitempo e Cuca Jorge falando sobre fotografia.
Yasmin Dias falou sobre a Liga dos Campeões e sobre o futebol brasileiro.

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