Cultura

Diálogos A Vida no Centro

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Evento Diálogos A Vida no Centro reúne influenciadores de cultura e economia criativa para discutir o Centro de São Paulo

  • Organizado pelo A Vida no Centro, hub de inovação e cultura do Centro de São Paulo, encontro de debates e networking será realizado no dia 7 de junho no ULIVING 433, na região central;
  • Iniciativa pretende mostrar quem são e o que pensam algumas das pessoas que estão transformando o Centro num polo vibrante de gastronomia, cultura e inovação e como esse movimento pode contribuir para a retomada completa da região;
  • Ciro Schu, um dos principais grafiteiros de São Paulo, fará obra ao vivo durante o evento, que terminará com happy hour
  • Entrada é gratuita, mas sujeita à lotação do espaço; inscrições antecipadas devem feitas por meio da página do evento no Sympla.

São Paulo, maio de 2018 – O Centro de São Paulo vive uma fase de efervescência ligada à economia criativa, com novos bares, restaurantes, espaços culturais, festas e a presença cada vez maior de um público adulto jovem. Só para citar alguns exemplos, nos últimos meses abriram na região o Farol Santander; o Sesc 24 de Maio; o Centro de Referência e Economia Criativa do Sebrae; e o Tokyo, projeto que transformou um prédio histórico da década de 1940 em um complexo cultural. Quem são e o que pensam algumas dessas pessoas que estão transformando o Centro de São Paulo num polo vibrante de gastronomia, cultura e inovação? E qual o impacto desse movimento no processo de retomada da região central?

É isso o que se propõe a discutir o Diálogos A Vida no Centro, evento que será realizado no dia 7 de junho, das 15h30 às 19h, seguido de happy hour. O encontro é organizado pelo A Vida no Centro, hub de inovação e cultura do Centro de São Paulo criado pelos jornalistas Denize Baccocina e Clayton Melo, e será sediado pela ULIVING Brasil, em sua nova unidade, na Rua Duque de Caxias 433, no Centro de São Paulo.  O evento conta com apoio institucional do Escritório Regional (ER) Capital Centro do Sebrae-SP e da Associação Viva o Centro.

O evento é gratuito e aberto ao público, mas sujeito à lotação do espaço. Por isso, para assistir é necessária inscrição antecipada por meio da página do evento no Sympla.

O que é o Diálogos A Vida no Centro?

É uma arena de networking e debates para refletir sobre o presente e o futuro do Centro de São Paulo, região que vive uma efervescência cultural, gastronômica e de novos negócios – que tem atraído cada vez mais pessoas, especialmente os jovens adultos -, ao mesmo tempo em que ainda tem desafios a vencer. “O Centro vive um novo momento, e as questões da região precisam ser discutidas. O que pretendemos é estimular esse tipo de debate de forma permanente”, diz Denize Bacoccina, cofundadora do A Vida no Centro.  “Encontros como esses também têm o objetivo de conectar quem está transformando positivamente o Centro. É assim que surgem novas ideias e ações para melhorar cada vez mais a região”, diz Clayton Melo, cofundador da startup.

Os debates do Diálogos A Vida no Centro vão reunir os principais líderes e influenciadores do Centro de São Paulo, com atuação destacada em áreas como negócios, cultura, entretenimento, gastronomia e gestão pública. “Acreditamos muito nessa nova fase de desenvolvimento do Centro da cidade e estamos investindo nesse sentido. Enxergamos a região como a área mais eclética da cidade e nos sentimos bem em fazer parte disso”, afirma Juliano Antunes, presidente da ULIVING Brasil.

Entre os debatedores confirmados estão representantes de instituições e empresas como Porto Seguro, Sebrae, Sesc 24 de Maio, ULIVING BRASIL, MMC Investimentos, Cia de Teatro Os Satyros e Instituto Pólis, além de Eduardo Odloak, Prefeito Regional da Sé (veja programação completa abaixo).

Como vai ser?

A base do evento é o ULIVING 433, nova unidade da ULIVING Brasil, empresa especializada em residências estudantis que vem fazendo reformas do tipo retrofit em prédios antigos e os transformando em lugares modernos para abrigar estudantes, ajudando a trazer um público novo para morar no Centro.

Além dos debates, evento vai ter:

  • A exposição de fotos de Instagram A Pé no Centro, com curadoria do CalçadaSP, iniciativa de ativismo urbano com olhar artístico liderada pelos publicitários Wans Spiess e Tony Nyenhuis.   
  • Ciro Schu, um dos principais grafiteiros de São Paulo, fará uma obra ao vivo durante o evento, que terminará com happy hour.

 

Quando: 7 de junho

Horário: 15h30 às 19h, com debates com influenciadores/empresários, seguido de happy hour.

Onde: Terraço do ULIVING 433 (Av. Duque de Caxias, 433), Centro de São Paulo.

Programação (sujeita a alterações):

  • 15h30 às 16hRecepção e café

 

  • 16h às 16h15 (Abertura): “O Centro de São Paulo como polo de inovação e cultura”, apresentação feita pelo A Vida no Centro.

 

  • 16h15 às 16h30: “Por que investir no Centro de São Paulo”, por Juliano Antunes, presidente da ULIVING Brasil

 

  • 16h30 às 16h45: ‘Uma visão do retrofit e como acelerar a transformação do Centro”, por Christophe Van Hamme, da MMC Investimentos

 

  • 16h45 às 17h45 – Painel 1 – Como os novos negócios estão transformando o Centro de São Paulo

Eduardo Odloak: Prefeito Regional da Sé, região que possui oito distritos, tem cerca de 430 mil moradores e cerca de 3 milhões de pessoas que circulam diariamente pela área. Administrador de empresas pela FCU (Florida Christian University) com especialização em Estratégias de Marketing Aplicadas ao Turismo e Hotelaria pela ECA/ USP, ocupou diversos cargos na administração pública, entre eles o de subprefeito da Mooca. Nas horas vagas, é artista plástico e mergulhador.

Alexandre Nunes Robazza – Gerente regional do Sebrae-SP. É publicitário formado pela ESPM, pós-graduado pela FGV e tem mestrado pela UAM. Profissional com 20 anos de atuação no mercado, já exerceu cargos de liderança em empresas como Cutrale, WZarzur e Best Western. É professor universitário com passagens pelo IMESB, FMU, PUC e ESPM em cursos de graduação e pós-graduação.

Lilian Varella: Empresária, fundadora do bar Drosophyla Bar. Instalado num casarão construído em 1920 e tombado pelo patrimônio histórico, na Rua Nestor Pestana, o local foi totalmente restaurado por Lilian e hoje é uma das principais referências de bares no Centro para clientes de outras regiões de São Paulo.

Fábio Balestro: Sócio da Tokyo, novo complexo cultural do Centro que reúne – num prédio histórico da década de 1940 na região do Copan – bar, clube, restaurante, karaokê e espaços de economia criativa. Gaúcho de 35 anos, é advogado e também mestre em Relações Internacionais formado na UFRGS. Também é sócio do Selva Club, casa noturna localizada no Baixo Augusta.

Denize Bacoccina: Jornalista, é cofundadora do A Vida no Centro. Foi correspondente internacional da BBC em Londres e Washington, chefe da Sucursal da revista IstoÉ Dinheiro em Brasília e repórter do Estado de S.Paulo. Atualmente, também é representante no Brasil de uma agência internacional de vídeo de notícias.

 

  • 17h45 às 18h – café /networking

 

  • 18h às 19h – Painel 2 – O papel da cultura na retomada do Centro de São Paulo

Renata Aguiar – Gerente de Marketing Institucional da Porto Seguro, setor  que contempla, entre outras funções,  a gestão dos equipamentos culturais da empresa (Teatro Porto Seguro e Espaço Cultural Porto Seguro). Formada em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cásper Líbero, é pós-graduada em Marketing pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Gestão Empresarial e Inovação pela BI Internacional.
Rodolfo García Vázquez: Diretor e dramaturgo premiado, é um dos fundadores da Cia de Teatro Os Satyros, cuja atuação foi determinante para a recuperação da Praça Roosevelt. É um dos idealizadores da SP Escola de Teatro, teve seu trabalho apresentado em mais de 15 países e atualmente prepara a produção de seu próximo filme, “Pessoas Perfeitas”.


Thiago Freire
– Gerente-adjunto do Sesc 24 de Maio, Thiago Freire
é formado em História pela Universidade de São Paulo, com mestrado em Gestão da Regionalidade, tendo concentrado sua pesquisa na Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural. É também especialista (MBA) em Gestão de Bens Culturais, pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

Renato Cymbalista: Arquiteto e urbanista, é professor Livre Docente da FAU-USP. É diretor da Casa do Povo e presidente do Instituto Pólis. Integra o Laboratório para Outros Urbanismos da FAU-USP e Coordena o grupo de pesquisa Lugares de Memória e Consciência (USP/CNPq).

 

Clayton Melo: Jornalista e empreendedor, é cofundador do A Vida no Centro e tem MBA em Marketing pela FGV. Foi editor de publicações como IstoÉ Dinheiro, Gazeta Mercantil, IDG e Meio e Mensagem. É curador de projetos e eventos para empresas e palestrante de temas ligados à inovação, criatividade e a conexão entre agricultura e a vida nas cidades. Também é membro da equipe de curadores do Festival Path.

  • 19h às 21h – Happy Hour e networking, com a apresentação do grafiteiro Ciro Schu, que vai finalizar uma obra ao vivo no terraço.
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Geofísica: uma ferramenta auxiliar na avaliação de áreas contaminadas

O Parque CienTec fica dentro do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, conhecido como Parque do Estado, junto ao Jardim Botânico, ao Jardim Zoológico, e ao Observatório de São Paulo, na Zona Sul do município de São Paulo/SP.

Uma das grandes preocupações mundiais são os impactos ambientais causados pela disposição de resíduos gerados pela população, assim como por derrames acidentais de produtos químicos no solo, devido a migração dos contaminantes para o meio ambiente local e consequente contaminação dos solos e águas subterrâneas. Por ser uma metodologia de investigação indireta e não invasiva, os métodos geofísicos tem se mostrado uma excelente ferramenta para auxiliar a investigação de áreas contaminadas. Nessa palestra serão apresentados exemplos do uso da geofísica em lixões, aterros sanitários e áreas contaminadas por derrames de produtos químicos no solo.

DEUS é mulher!

(foto: Daryan Dornelles/Divulgação)

Uma das maiores personalidades da história da música popular brasileira, Elza Soares voltou de maneira avassaladora à cena musical no ano de 2015 com o show da turnê A Mulher do Fim do Mundo, o primeiro álbum de inéditas da artista, onde várias letras trazia críticas contra o racismo e a violência da mulher.  Agora volta à tona com o álbum “Deus É Mulher” e teve grande repercussão nas redes sociais. O nome do novo CD virou trending topic no Twitter.

A carreira da Elza Soares sempre foi pautada pela ousadia, seja pela maneira de cantar, pela atitude no palco ou pelas escolhas artísticas. Com um timbre único, o balanço e a voz que soam como um instrumento, a artista vive o seu tempo e mantém sua vanguarda.

No álbum atual há letras de protestos contra a intolerância religiosa e o projeto Escola sem Partido. As percussões são das mulheres do Ilú Obá de Min, tradicional bloco afro de Carnaval, além de flauta, quarteto de cordas, sintetizadores e guitarras.

A cacofônica e quebradiça Deus há de ser é a controversa música escrita por Pedro Luiz em que se usa o jogo de palavras e sons para definir uma suposta Deusa como ”mulher”, ”fêmea”, ”fina” e ”linda”. A música, em ritmo acelerado, vem acompanhada de percussão pulsante e sons eletrônicos.

 

confira o single Deus Há de Ser

Maio, 68: um fenômeno 50 anos depois

O mês de maio de 1968 representou o auge de um momento histórico de intensas transformações políticas, culturais e comportamentais que marcaram a segunda metade do século 20. Uma onda de protestos estudantis e operários contra o conservadorismo da época culminou na maior greve geral da Europa.

A França é o país onde, mais do que em qualquer outro lugar, as lutas de classe
foram sempre levadas à decisão final, e onde, por conseguinte, as formas políticas
mutáveis nas quais se processam estas lutas e nas quais se condensam seus
resultados tomam os contornos mais nítidos (ENGELS, F. Prefácio para a terceira edição alemã de O 18 brumário de Luís Bonaparte. In: MARX, K. Manuscritos econômico- filosóficos e outros textos escolhidos. São Paulo:Abril Cultural, 1974. p.327-328. (Os pensadores). 1974, p.333).

 

Cafés, bistrôs, oficinas, aulas, fábricas, lares, esquinas dos bulevares: Paris se
transformou em um grande seminário público. Os franceses descobriram que há
anos não dirigiam a palavra uns aos outros, e que tinham muito a se dizer. Sem
televisão e sem gasolina, sem rádio e sem revistas ilustradas, deram-se conta
de que as “diversões” os tinham, realmente, distraídos de todo contato humano
real. Durante um mês, ninguém tomou conhecimento das gestações da princesa
Grace ou dos amores de Johny Halliday, ninguém se sentiu impelido pelos apelos
publicitários para trocar de carro, relógio ou de marca de cigarros. Em lugar das
“diversões” da sociedade de consumo, renasceu de maneira maravilhosa a arte de
as pessoas se reunirem para escutar e falar e reivindicar a liberdade de interrogar
e duvidar.
Os contatos se multiplicaram, iniciaram-se, restabeleceram-se. Houve uma
revolta – tão importante quanto às barricadas estudantis ou a greve dos
operários – contra a calma, o silêncio, a satisfação, a tristeza (FUENTES, C. Em 68: Paris,
Praga e México. Rio de Janeiro: Rocco, 2008., p.21-22).

No dia 3 de maio, os estudantes de Nanterre, cujo campus foi fechado, investem na Universidade de Sorbonne. Na foto, Daniel Cohn-Bendit (um dos líderes) num momento de relaxamento no pátio.

1968 foi um apogeu de uma trajetória de contestação aos valores, tabus e
preconceitos existentes. A herança de lutas utópicas desse tempo está presente nos
costumes mais liberais dos nossos dias, nas relações sociais mais generosas, na
visão solidária do mundo, no humanismo que sobrevive em meio à aspereza do
mercado e na aspiração à liberdade, uma conquista cada vez mais acalentada.
A história segue seu curso. Não haverá, possivelmente, outro ano tão rico em
combatividade e idealismos quanto 1968. Serve de alento, no entanto, imaginar que
sempre se poderá buscar na memória desse tempo a semente do não- conformismo
e do sonho de um mundo melhor (ZAPPA, R.; SOTO, E. Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2008., p.290).

Fora os que algarismam os amanhãs!

1922, São Paulo palco de uma revolução artística! No Teatro Municipal, durante os dias 11 a 18 de fevereiro de 1922, desfilam Oswald de Andrade, Villa-Lobos, Mário de Andrade, Menotti del Pichia. Futurismo, Cubismo e Surrealismo influenciando cabeças nacionais. Rompem-se barreiras. Questionam-se as convenções artísticas. A elite paulistana assustada. 

Ode ao Burguês é o nono poema da obra Paulicéia desvairada, de Mário de Andrade. Foi lido durante a Semana de Arte Moderna de 1922, para o espanto da platéia, alvo evidente dos versos:

 

Eu insulto o burguês! O burguês-níquel
o burguês-burguês!
A digestão bem-feita de São Paulo!
O homem-curva! O homem-nádegas!
O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!
Eu insulto as aristocracias cautelosas!
Os barões lampiões! Os condes Joões! Os duques zurros!
Que vivem dentro de muros sem pulos,
e gemem sangue de alguns mil-réis fracos
para dizerem que as filhas da senhora falam o francês
e tocam os “Printemps” com as unhas!

Eu insulto o burguês-funesto!
O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!
Fora os que algarismam os amanhãs!
Olha a vida dos nossos setembros!
Fará sol? Choverá? Arlequinal!
Mas as chuvas dos rosais
O êxtase fará sempre Sol!

Morte à gordura!
Morte às adiposidades cerebrais!
Morte ao burguês-mensal!
Ao burguês-cinema! Ao burguês-tiuguiri!

Padaria Suíssa! Morte viva ao Adriano!
_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
_ Um colar… _ Conto e quinhentos!!!

_ Más nós morremos de fome!

Come! Come-te a ti mesmo, oh! Gelatina pasma!
Oh! Purée de batatas morais!
Oh! Cabelos na ventas! Oh! Carecas!
Ódio aos temperamentos regulares!
Ódio aos relógios musculares! Morte á infâmia!
Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados
Ódios aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,
sempiternamente as mesmices convencionais!

De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!
Dois a dois! Primeira posição! Marcha!
Todos para a central do meu rancor inebriante!
Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!
Morte ao burguês de giolhos,
cheirando religião e que não crê em Deus!
Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!
Ódio fundamento, sem perdão!
Fora! Fu! Fora o bom burguês!…

Conheça Monografias de História dos Bairros de São Paulo

O Arquivo Histórico Municipal, Departamento da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo, que é responsável pelo Concurso de Monografias sobre a História dos Bairros de São Paulo, disponibiliza a série para leitura.
O concurso teve início em 1968 e é aberto ao público em geral, pesquisadores, memorialistas e historiadores dos bairros paulistanos. Visa divulgar e incentivar a pesquisa dos documentos que compõem seu acervo e o prêmio é a publicação das monografias vencedoras.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/arquivo_historico/publicacoes/index.php?p=8313

SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA LANÇA OS PRIMEIROS EDITAIS DO ANO

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Foi anunciado pela SMC, o Calendário de Editais do primeiro semestre, foram publicados no Diário Oficial os editais para Fomento à Dança, Fomento ao Teatro, VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) I e II e Prêmio Zé Renato

A Secretaria Municipal de Cultura (SMC) abre inscrições para os primeiros editais de 2018, nesta primeira etapa, com um investimento de R$23,5 milhões, contemplando os programas de Fomento à Dança, Fomento ao Teatro, VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) I e II e Prêmio Zé Renato.

 

 

Os editais com inscrição aberta no dia 20 de fevereiro são:

– 32ª edição do Fomento ao Teatro vai disponibilizar R$8,5 milhões para contemplar até 15 projetos.

– 24º Fomento à Dança deve atender até 10 projetos de R$ 300 mil cada. Totalizando um investimento de R$ 3 milhões nesta edição

– 7º Prêmio Zé Renato vai distribuir R$ 4 milhões entre os projetos selecionados.

– A 15ª edição do VAI disponibilizará R$ 8 milhões que serão distribuídos entre o VAI I, que abriga projetos de até R$ 40 mil, e o VAI II para projetos de até R$ 80 mil.

Ainda no primeiro semestre, a SMC abre inscrições para:

– 2º Edital de Apoio ao Reggae

– 2º Edital de Apoio ao Circo

– 3º MAR

– 2º Edital de Publicação de Livros

– Seminário de Graffiti e Mostra

– 2º Edital de Apoio à Música

– 2º Edital de Rádios Comunitárias

Os editais anunciados para acontecerem até maio deste ano contemplam apoio à produção e criação de várias linguagens artísticas. As inscrições poderão ser feitas presencialmente e também pela internet, por meio da plataforma Spcultura.  

Além dos editais já existentes, referentes a programas consolidados como os Fomentos ao Teatro e à Dança, em 2017, a SMC criou novos programas de apoio às artes que proporcionaram investimentos em movimentos culturais e linguagens artísticas que ainda não recebiam recursos de forma regular, ampliando a oferta de novas iniciativas.

Mais informações, acesse www.cultura.prefeitura.sp.gov.br

Ary Sanches – Show Emoções

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No dia 23 de Fevereiro no centro cultural Chico Science a partir das 14hs acontecera um show de Ary Sanches acompanhado de sua banda, apresenta o show EMOÇÕES, uma viagem aos anos 60 e 70, com o melhor da jovem guarda, rock, pout pourri de italianas e boleros e grandes sucessos românticos nacionais e internacionais das décadas mais musicais da história.

Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo apresenta via Circuito Municipal de Cultura “Ary Sanches” na sexta 23.02 às 14hs na Casa de Cultura Municipal do Ipiranga (Chico Science).

Classificação: Livre
Entrada gratuita.

Café Literário sobre o livro “Lavoura Arcaica”, de Raduan Nassar

raduan22º Café Literário sobre o livro “Lavoura Arcaica”, de Raduan Nassar, na Biblioteca Mário de Andrade.

Data: 25 de fevereiro de 2018 (domingo)
Horário: 15h
Local: Biblioteca Mário de Andrade
Av. Consolação, 94 – Consolação/SP
(Próximo ao Metrô Anhangabaú)

Ingresso gratuito (retirado 1h antes na recepção)

Mais informações pelo e-mail: jana.cafeliterario@gmail.com

O povo e o populacro

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O ex-Gustavo Dumas e agora atual Zeh Gustavo (ambos os mesmo e, portanto, uno) disponibilizou em sua página do Facebook a novela “O povo e o populacro”, de 1998. O texto foi  escrito  e publicado quando o Gustavo ( então Dumas e atual Zeh) tinha apenas 19 anos.

A novela foi premiada no II Festival de Literatura Universitário organizado pela já extinta revista Livro Aberto, com apoio da empresa Xerox, e publicada pela também extinta editora Cone Sul.

Vale conferir:

https://www.facebook.com/notes/zeh-gustavo/o-povo-e-o-populacro/1993409980674144/