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Cachaça boa, é cachaça velha

Confira este ótimo estudo sobre os efeitos da técnica do envelhecimento de cachaças artesanais

Realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o estudo mostra que, embora a produção industrial ainda seja muito superior, o grande destaque do setor nas últimas duas décadas é o progressivo crescimento e consolidação da fabricação artesanal, a chamada agroindústria de alambique (operada por pequenos produtores).

“Trata-se de um segmento que vem se adaptando às novas condições de concorrência, ao mesmo tempo em que tem conquistado competitividade e preço”, dizem Ricardo Augusto Barboza e colegas no artigo.

Dentre os principais fatores que contribuem para esse processo, o estudo destaca o reconhecimento da denominação cachaça e a definição de normas e selos de qualidade nas várias esferas (nacional, estadual e regional

Efeito do envelhecimento na qualidade da cachaça produzida por pequenos produtores

Ricardo Augusto Bonotto Barboza, Maria Cristina Meneghin, Vitor Rocha dos Santos, Sérgio Azevedo Fonseca, João Bosco Faria

 

Resumo

Este artigo relata os resultados de um estudo que buscou avaliar os efeitos da técnica do envelhecimento sobre amostra de cachaças produzidas e comercializadas por pequenos produtores do Estado de São Paulo. Amostras de cachaças, envelhecidas e não envelhecidas, foram enviadas por 10 produtores de cachaça participantes do projeto e curso de extensão: Encontro da Cadeia Produtiva de Cachaça e Concurso Paulista da Cachaça de Alambique, organizado pelo Departamento de Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP/Araraquara em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa do Estado de São Paulo (SEBRAE-SP) e o Sindicato Rural de Araraquara. A avaliação das amostras foi feita com base em testes sensoriais realizados no laboratório de análise e controle da qualidade de alimentos e bebidas do referido Departamento. Os resultados da pesquisa revelaram médias de aceitação significativamente maiores nas amostras envelhecidas em comparação com as amostras não envelhecidas. O processo de envelhecimento, um dos tópicos do curso, apresentou-se como uma forma efetiva de melhorar a qualidade da cachaça. Assim como, a pesquisa confirmou a importância do apoio da Universidade para o aprimoramento da qualidade de alimentos e bebidas produzidos no Brasil.

Palavras-chave

Envelhecimento de Cachaça. Extensão Universitária. Transferência de Tecnologia.

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10 fatos curiosos sobre o tradicional bacalhau português

Bacalhau exposta numa típica mercearia portuguesa

O bacalhau no Brasil é consumido geralmente em épocas específicas do ano, como Páscoa e Natal, mas em Portugal esse peixe é parte fundamental das refeições. Para conhecer melhor sobre esse símbolo da gastronomia lusitana, separamos algumas curiosidades incríveis desse prato tão cobiçado. 

1 – O alimento da descoberta do novo mundo

Como não existiam métodos de refrigeração da comida, o bacalhau se tornou parte fundamental das grandes embarcações, pois com os métodos de secagem e salga, o peixe era conservado por um longo período de tempo.

2 – Não existe somente um tipo de bacalhau

“Bacalhau” é na realidade o nome popular para o Gadus morhua, o tipo mais tradicional e mais consumido. Porém, esse processo de desidratação também pode ser feito com o saithe, o zarbo e o ling. Características como sabor, textura e preço variam entre eles.

3 – Altamente nutritivo

Ao contrário do que muitos possam pensar, esse tipo de peixe é muito nutritivo e de fácil digestão. Rico em fósforo, cálcio, zinco, potássio e magnésio, é um alimento saudável que pode ser consumido sem culpa. O óleo extraído do fígado do animal também é abundante em vitaminas A e D.

4 – Considerado o “Fiel Amigo” português

Em Portugal, ele é considerado o “Fiel Amigo”. Esse ditado popular vem de tempos antigos, pois a iguaria é parte essencial da culinária lusitana. Assim como o arroz com feijão está presente na mesa dos brasileiros, o bacalhau é o verdadeiro rei nas refeições das famílias portuguesas.

Diversas formas de apresentação do bacalhau

5 – Ílhavo: a “capital do bacalhau”

A cidade de Ílhavo, localizada na região do Centro de Portugal, tem uma forte ligação com o alimento. Situada próxima do oceano, a pesca sempre fez parte das atividades e o bacalhau tornou-se intrínseco na cultura e costumes. O prato é tão popular que a cidade dispõe de dois museus que contam sua incrível história.

6 – Um museu dedicado ao bacalhau

E falando em museus, o Museu Marítimo de Ílhavo, com o seu famoso Aquário de Bacalhaus, é um ponto de parada obrigatória para todos aqueles que queiram conhecer a verdadeira epopeia da pesca desse nobre animal. 

7 – Mais de 1001 maneiras de preparo

Dizem que existem 1001 maneiras de preparar essa iguaria, e Ílhavo é o lugar ideal para conhecê-las. O “Bacalhau assado lascado, à moda de Ílhavo” e o “Arroz de espinhas de bacalhau” são alguns exemplos peculiares e saborosos. No verão, é comum consumi-lo cru em saladas.

8 – Festival do Bacalhau

Em agosto acontece esse evento, em Ílhavo, que visa promover a gastronomia tradicional da região entre os mais jovens. Desde 2008, turistas e moradores podem aproveitar diversas atrações musicais, palestras e deliciosos pratos preparados especialmente para a celebração.

9 – Portugal é o maior importador de bacalhau da Noruega

Por ser um peixe de água fria, é mais comum encontrá-lo na costa de países assim como Noruega e Canadá. Isso fez com que Portugal se destacasse por ser o maior importador do animal do país nórdico. 

10 – Os melhores locais para comprar

Engana-se quem acha que o melhor local para comprar o bacalhau são as peixarias. Os melhores locais para adquirir bacalhau de qualidade são as mercearias ou, em grandes supermercados, a sessão de comidas “salgadas”. Os portugueses são mestres na arte de salgar os alimentos para sua preservação desde a época das grandes navegações.

Leblon, cachaça leve

No Dia dos Pais, ganhei, provei e atestei como boa a cachaça Leblon.  A cachaça possui um leve aroma frutado. Tomei um gole puro: desceu suave e no final um pouco cítrico. Mas é uma cachaça apropriada para coquetéis e caipirinha por ser leve, onde dá pra sentir a frescura da cana de açúcar, especiarias e frutas. Para os maiores e apreciadores é um destilado que segundo os produtores”aquece na boca e deixa uma suave doçura que se acentua com a cada momento. Com uma textura ultra suave e um corpo que vai do suave ao médio”.

A Cachaça Leblon é refinada e apropriada para exportação. A Maison Leblon que produz a cachaça está localizada em Patos de Minas- MG.

 

Nova aguardente de mel

Empresa mineira que visa ascensão no segmento premium de bebidas e interesse dos consumidores pela qualidade anuncia que está produzindo uma Aguardente de Mel que é um espetáculo.

A aguardente que é produzida pela Cachaçaria Melicana feita com o puro mel de abelha fermentado e destilado. A madeira usada no seu envelhecimento é o Carvalho, que leva para a aguardente notas de amêndoas, caramelo e seu autêntico amadeirado. A garrafa contém 700ml e preço sugerido é de R$260,00. Como nunca vou encontrar essa grana em minhas economias, aguardo, ansiosamente, a opinião dos que podem beber desse doce mel…. Ou um convite para compartilhar uma dose…

 

2 FORMAS PRÁTICAS DE CONSUMIR COUVE

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1) Cubos de gelo de couve!

Bata no liquidificador 100ml de água para cada folha de couve. Após formar um suco, coloque no congelador em uma forma de gelo. Quando o “gelo de couve” estiver pronto, coloque em um recipiente de vidro e deixe no congelador.

2) Farinha de Couve Integral!

A liofilização é o processo mais moderno de desidratação, mantendo as propriedades similares em comparação aos alimentos frescos. Você pode usar a couve liofilizada em pó (farinha de couve integral) para fazer sucos verde com maior praticidade.

Creme de abóbora cabotiá

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Creme de abóbora cabotiá

Ingredientes

1 abóbora cabotiá cortada em cubos já descascada
1 cebola grande cortada em cubos
Água o suficiente
Sal do Himalaia a gosto
Gengibre em pedaços a gosto
Salsinha e alho poró

Modo de preparo

1. Corte a cebola e a abóbora em cubos e leve a uma panela grande. Coloque a água até cobrir os ingredientes, junte o sal, a salsinha e o alho poró.
2. Tampe a panela e deixe cozinhar até a abóbora ficar macia.
3. Transfira os ingredientes para o liquidificador e acrescente 1 e ½ xícaras de água em que a abóbora foi cozida e o gengibre.  Bata até obter um creme espesso.
4. Acrescente o frango em cubos e, após esfriar, transfira para o pote.

 

Fundada em maio de 2016, a LocalChef é uma plataforma de delivery  com viés colaborativo, oferecendo renda extra para quem gosta de cozinhar e uma excelente opção para quem busca culinária caseira. Disponível inicialmente na Região Metropolitana de São Paulo, a Localchef oferece opções de comidas caseiras, de acordo com a proximidade do usuário que faz o pedido. O interessado que deseja solicitar um pedido acessa o site da startup, digita o CEP da residência  e encontra uma lista de cozinheiros dentro de um raio de dez quilômetros. Atualmente são 200 pratos disponíveis para escolha. Para mais informações acesse www.localchef.com.br

QUICHE DE LEGUMES DO DIVINO FOGÃO

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QUICHE DE LEGUMES DO DIVINO FOGÃO

Ingredientes

Massa:                
2 ½ xícaras Farinha de trigo
¾ xícara Margarina com sal
1 Unidade Gema
2 Colheres Leite
Sal a gosto
Recheio:                              
½ Xícara Brócolis em tiras
½ Xícara Cenoura em rodelas
½ Xícara Palmito em rodelas
½ Unidade  Cebola ralada
2 Dentes  Alho picado
Sal a gosto
Creme:                 
2 Unidades  Ovos
1 caixinha de creme de leite
50g Queijo parmesão ralado
100g Mussarela
Noz moscada e sal a gosto

Modo de preparo
Preparo Recheio:
Cozinhar os legumes com um pouco de sal até ficar al dente. Cortar os palmitos em rodelas e reservar.
Em uma panela colocar o alho e a cebola, deixar dourar, colocar os legumes e refogar por dois minutos, desligar o fogo, colocar o palmito e reservar.
Preparo do creme:
Bater todos os ingredientes no liquidificador, menos o parmesão ralado.
Preparo Massa:       
Em uma tigela colocar 2 xícaras da farinha de trigo, o sal, a margarina, e a gema e o leite, juntar os ingredientes delicadamente até formar uma massa lisa, acrescentando o restante da farinha conforme necessário, até a massa soltar dos dedos. Abrir a massa com o rolo, colocar na forma com fundo falso.
Montagem:
Não precisa pré-assar, nem deixar descansando, nem levar a refrigeração, apenas colocar o recheio, colocar o creme, para finalizar polvilhar o parmesão ralado. Levar ao forno médio 160ºC por 20 minutos. Desenformar após alguns minutos e servir.
Dica do Chef: pode trocar os legumes acima, pelos de sua preferência, seguindo o mesmo passo a passo.

Tempo de Preparo:   45 minutos
Rendimento: 8 porções

Dica do DIVINO FOGÃO

Camila Pitanga – drinque com cachaça

 

camilapitangaCamila Pitanga

50 ml de Seleta

50 ml de suco de pitanga

25 ml de vermute seco

1 colher de sopa de açúcar

3 cubos de gelo

Champanhe

 

Modo de preparo: Em uma coqueteleira coloque gelo, suco de pitanga, açúcar, Cachaça Seleta e vermute seco. Bata na coqueteleira e passe para uma taça com gelo. Complete com champanhe, mexa e arremate com o canudo e a decoração.

Seleta, a cachaça

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Gosto muito de apreciar a cachaça Seleta. A Seleta é cachaça artesanal mais vendida do país e é feita a partir de canas rigorosamente selecionadas. Envelhecida em tonéis de Umburana, planta conhecida por suas características curativas e digestivas, a Seleta tem uma grande suavidade e um sabor delicioso.

A Cachaça Seleta é produzida em Salinas (MG), conhecida como a capital mundial da bebida. A região abriga as melhores condições climáticas, solo, água e cultivo de canas ideais para a produção da autêntica cachaça artesanal. A Seleta tem um sabor potente que a torna perfeita e agradável em várias ocasiões.

Graduação Alcoólica: 42%
Tempo de Armazenamento: 2 anos
Madeira: Umburana

Cachaça João Mendes

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Essa é uma boa cachaça mineira. A cachaça artesanal João Mendes, tradicionalmente produzida pela família João Mendes, é destilada em alambiques de cobre de forma artesanal desde o início de sua produção. Envelhecido em tonéis de carvalho para finalizar o processo de produção, tem a tonalidade amarelada, sabor forte, apurado e aroma picante.

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A Cachaça João Mendes é produzida a mais de 20 anos pela família Mendes. A cana é cultivada com o apoio da Universidade Federal de Lavras, com técnicas modernas de cultivo e variedades selecionadas. A colheita da cana, matéria-prima para a produção da cachaça João Mendes Prata é feita manualmente, o que gera qualidade e mais empregos no campo.