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Cachaça, a verdadeira preferência nacional

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Dona de muitos nomes, ainda estigmatizada em sua própria terra, para muitos não é uma boa ideia, mas, também há admiradores espalhados por todo o Brasil. Com moderação e cautela é possível tomar um bom gole da “marvada”. Invenção dos tempos da colonização portuguesa no Brasil, nos antigos engenhos de açúcar, o refugo da produção era dado aos animais e aos escravos.

Os escravos, às vezes, deixavam a borra de melaço fermentar por alguns dias, criando assim a primitiva cachaça.

As marcas em todo país

Entre as cachaças de renome nacional podemos citar a Havana, produzida em Salinas, dita como hors-concurs, ela é a preferida de pelo menos oito entre dez apreciadores. A Salineira, da mesma cidade, é outra que merece destaque. Pedra Azul e Montes Claros, também em Minas Gerais, são municípios com tradição e boas marcas. Além disso, no Nordeste, no Sudeste e no Centro-Oeste não é difícil encontrar produtos de boa qualidade. No Paraná destaca-se a Reserva do Patrão

Em Águas de Lindóia também é produzida uma das melhores pingas de São Paulo, a do engenho Barreiro, na pequena Cabreúva se produz também excelentes aguardentes.

 

Marca centenária, a Ypioca existe há 156 anos

Com a situação financeira abalada, o agricultor português radicado em Recife, Dario Telles de Menezes utilizou um pequeno alambique de cerâmica que havia trazido do Velho Continente. Com a enxada, abriu covas na terra e deu início ao primeiro plantio de cana-de-açúcar da região. Nascia a Cachaça Ypioca.

São produzidos anualmente 80 milhões de litros resultantes de cana plantada em 3 mil hectares. A empresa emprega 2.400 pessoas e gera outros 7 mil empregos indiretos. São os homens e mulheres que fazem a cobertura de palha que envolve as garrafas da Ypioca. Pouco mais de 5% da produção é exportada, com o incentivo à exportação a meta é chegar a 30%. É exportada para diversos países da Ásia, Europa e também para os Estados Unidos.

A Ypioca recicla 100% dos subprodutos de suas indústrias.

Cachaça para estimular as exportações

Considerada a terceira bebida destilada mais consumida no mundo, pois ela só perde para a vodka, e para o soju (bebida coreana bastante difundida no oriente), a pinga é praticamente consumida só no Brasil.

A ideia agora é incentivar as exportações, ensinar os outros países a beber a caninha, identificando-a como produto genuinamente nacional.

 

 

Uma bala explosiva!

Lá vai uma receita de bala para cachaceiro nenhum botar defeito, faça …

Ingredientes:

1 quilo de açúcar refinado

2 copos de pinga

2 copos de água

2 pacotes de gelatina sem sabor

1 pacote de gelatina vermelha

Modo de preparar

Dissolver as gelatinas nos dois copos de água quente. Em seguida colocar a pinga e açúcar, mexer bem.

Colocar no fogo (mas não apague a chama). Volte novamente para o fogo e faça a mesma coisa até levantar fervura três vezes. Retire do fogo, coloque em uma assadeira e leve à geladeira.

No dia seguinte, corte em cubos e passe no açúcar. Sirva!

Pequena história da cachaça

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O jornalista Rômulo Almeida é conhecido como um grande especialista no assunto e é dele esta pequena história da cachaça:

Os egípcios antigos dão o primeiro sinal. Curam várias moléstias, inalando vapor de líquidos aromatizados e fermentados, absorvido diretamente do bico de uma chaleira, num ambiente fechado.

Os gregos registram o processo de obtenção da ácqua ardens. A Água que pega fogo – água ardente, aparece nos registros do Tratado da Ciência escrito por Plínio, o velho, que viveu entre os anos 23 e 79 depois de Cristo. Ele conta que apanha o vapor da resina de cedro, do bico de uma chaleira, com um pedaço de lã. Torcendo o tecido obtem-se o Al kuhu.

A água ardente vai para as mãos dos Alquimistas que atribuem a ela propriedades místico-medicinais. Se transforma em água da vida. A Eau de Vie é receitada como elixir da longevidade.

A aguardente então vai para da Europa para o Oriente Médio, pela força da expansão do Império Romano. São os árabes que descobrem os equipamentos para a destilação, semelhantes aos que conhecemos hoje. Eles não usam a palavra Al kuhu e sim Al raga, originando o nome da mais popular aguardente da Península Sul da Ásia: Arak. Uma aguardente misturada com licores de anis e degustada com água.

A tecnologia de produção espalha-se pelo velho e novo mundo. Na Itália, o destilado de uva fica conhecido como Grappa. Em terras Germânicas, se destila a partir da cereja, o kirsch. Na Escócia fica popular o Whisky, destilado da cevada sacarificada.

No extremo Oriente, a aguardente serve para esquentar o frio das populações que não fabricam o Vinho de Uva. Na Rússia a Vodka, de centeio. Na China e Japão, o Sakê, de arroz.

Portugal também absorve a tecnologia dos árabes e destila a partir do bagaço de uva, a Bagaceira.

Os portugueses, motivados pelas conquistas espanholas no Novo Mundo, lançam-se ao mar. Na vontade da exploração e na tentativa de tomar posse das terras descobertas no lado oeste do Tratado de Tordesilhas, Portugal traz ao Brasil a Cana de Açúcar, vindas do sul da Ásia. Assim surgem na nova colônia portuguesa, os primeiros núcleos de povoamento e agricultura.

Os primeiros colonizadores que vieram para o Brasil, apreciavam a Bagaceira Portuguesa e o Vinho d’Oporto. Assim como a alimentação, toda a bebida era trazida da Corte.

Num engenho da Capitania de São Vicente, entre 1532 e 1548, descobrem o vinho de cana de açúcar – Garapa Azeda, que fica ao relento em cochos de madeiras para os animais, vinda dos tachos de rapadura. É uma bebida limpa, em comparação com o Cauim – vinho produzido pelos índios, no qual todos cospem num enorme caldeirão de barro para ajudar na fermentação do milho, acredita-se. Os Senhores de Engenho passam a servir o tal caldo, denominado Cagaça, para os escravos. Daí é um pulo para destilar a Cagaça, nascendo aí a Cachaça.

Dos meados do Século XVI até metade do Século XVII as “casas de cozer méis“, como está registrado, se multiplicam nos engenhos. A Cachaça torna-se moeda corrente para compra de escravos na África. Alguns engenhos passam a dividir a atenção entre o açúcar e a Cachaça.

A descoberta de ouro nas Minas Gerais, traz uma grande população, vinda de todos os cantos do país, que constrói cidades sobre as montanhas frias da Serra do Espinhaço. A Cachaça ameniza a temperatura.

Incomodada com a queda do comércio da Bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe várias vezes a produção, comercialização e até o consumo da Cachaça.

Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756 a Aguardente de Cana de Açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, abatida por um grande terremoto em 1755.

Para a Cachaça são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o literário, para manter as faculdades da Corte.

Como símbolo dos Ideais de Liberdade, a Cachaça percorre as bocas dos Inconfidentes e da população que apoia a Conjuração Mineira. A Aguardente da Terra se transforma no símbolo de resistência à dominação portuguesa.

Com o passar dos tempos melhoram-se as técnicas de produção. A Cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas – o famoso Quentão.

No século passado instala-se, com a economia cafeeira, a abolição da escravatura e o início da república, um grande e largo preconceito a tudo que fosse relativo ao Brasil. A moda é européia.

Em 1922, a Semana da Arte Moderna, vem resgatar a brasilidade nos campos literário e das artes plásticas. No decorrer do nosso século, o samba é resgatado. Vira o carnaval. Nestas últimas décadas a feijoada é valorizada como comida brasileira especial. A Cachaça ainda tenta desfazer preconceitos e continuar no caminho da apuração de sua qualidade.

Hoje, várias marcas de alta qualidade figuram no comércio nacional e internacional e estão presentes nos melhores restaurantes e adegas residenciais pelo Brasil e pelo mundo.

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Cachaça boa, é cachaça velha

Confira este ótimo estudo sobre os efeitos da técnica do envelhecimento de cachaças artesanais

Realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o estudo mostra que, embora a produção industrial ainda seja muito superior, o grande destaque do setor nas últimas duas décadas é o progressivo crescimento e consolidação da fabricação artesanal, a chamada agroindústria de alambique (operada por pequenos produtores).

“Trata-se de um segmento que vem se adaptando às novas condições de concorrência, ao mesmo tempo em que tem conquistado competitividade e preço”, dizem Ricardo Augusto Barboza e colegas no artigo.

Dentre os principais fatores que contribuem para esse processo, o estudo destaca o reconhecimento da denominação cachaça e a definição de normas e selos de qualidade nas várias esferas (nacional, estadual e regional

Efeito do envelhecimento na qualidade da cachaça produzida por pequenos produtores

Ricardo Augusto Bonotto Barboza, Maria Cristina Meneghin, Vitor Rocha dos Santos, Sérgio Azevedo Fonseca, João Bosco Faria

 

Resumo

Este artigo relata os resultados de um estudo que buscou avaliar os efeitos da técnica do envelhecimento sobre amostra de cachaças produzidas e comercializadas por pequenos produtores do Estado de São Paulo. Amostras de cachaças, envelhecidas e não envelhecidas, foram enviadas por 10 produtores de cachaça participantes do projeto e curso de extensão: Encontro da Cadeia Produtiva de Cachaça e Concurso Paulista da Cachaça de Alambique, organizado pelo Departamento de Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP/Araraquara em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa do Estado de São Paulo (SEBRAE-SP) e o Sindicato Rural de Araraquara. A avaliação das amostras foi feita com base em testes sensoriais realizados no laboratório de análise e controle da qualidade de alimentos e bebidas do referido Departamento. Os resultados da pesquisa revelaram médias de aceitação significativamente maiores nas amostras envelhecidas em comparação com as amostras não envelhecidas. O processo de envelhecimento, um dos tópicos do curso, apresentou-se como uma forma efetiva de melhorar a qualidade da cachaça. Assim como, a pesquisa confirmou a importância do apoio da Universidade para o aprimoramento da qualidade de alimentos e bebidas produzidos no Brasil.

Palavras-chave

Envelhecimento de Cachaça. Extensão Universitária. Transferência de Tecnologia.

Texto completo:

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10 fatos curiosos sobre o tradicional bacalhau português

Bacalhau exposta numa típica mercearia portuguesa

O bacalhau no Brasil é consumido geralmente em épocas específicas do ano, como Páscoa e Natal, mas em Portugal esse peixe é parte fundamental das refeições. Para conhecer melhor sobre esse símbolo da gastronomia lusitana, separamos algumas curiosidades incríveis desse prato tão cobiçado. 

1 – O alimento da descoberta do novo mundo

Como não existiam métodos de refrigeração da comida, o bacalhau se tornou parte fundamental das grandes embarcações, pois com os métodos de secagem e salga, o peixe era conservado por um longo período de tempo.

2 – Não existe somente um tipo de bacalhau

“Bacalhau” é na realidade o nome popular para o Gadus morhua, o tipo mais tradicional e mais consumido. Porém, esse processo de desidratação também pode ser feito com o saithe, o zarbo e o ling. Características como sabor, textura e preço variam entre eles.

3 – Altamente nutritivo

Ao contrário do que muitos possam pensar, esse tipo de peixe é muito nutritivo e de fácil digestão. Rico em fósforo, cálcio, zinco, potássio e magnésio, é um alimento saudável que pode ser consumido sem culpa. O óleo extraído do fígado do animal também é abundante em vitaminas A e D.

4 – Considerado o “Fiel Amigo” português

Em Portugal, ele é considerado o “Fiel Amigo”. Esse ditado popular vem de tempos antigos, pois a iguaria é parte essencial da culinária lusitana. Assim como o arroz com feijão está presente na mesa dos brasileiros, o bacalhau é o verdadeiro rei nas refeições das famílias portuguesas.

Diversas formas de apresentação do bacalhau

5 – Ílhavo: a “capital do bacalhau”

A cidade de Ílhavo, localizada na região do Centro de Portugal, tem uma forte ligação com o alimento. Situada próxima do oceano, a pesca sempre fez parte das atividades e o bacalhau tornou-se intrínseco na cultura e costumes. O prato é tão popular que a cidade dispõe de dois museus que contam sua incrível história.

6 – Um museu dedicado ao bacalhau

E falando em museus, o Museu Marítimo de Ílhavo, com o seu famoso Aquário de Bacalhaus, é um ponto de parada obrigatória para todos aqueles que queiram conhecer a verdadeira epopeia da pesca desse nobre animal. 

7 – Mais de 1001 maneiras de preparo

Dizem que existem 1001 maneiras de preparar essa iguaria, e Ílhavo é o lugar ideal para conhecê-las. O “Bacalhau assado lascado, à moda de Ílhavo” e o “Arroz de espinhas de bacalhau” são alguns exemplos peculiares e saborosos. No verão, é comum consumi-lo cru em saladas.

8 – Festival do Bacalhau

Em agosto acontece esse evento, em Ílhavo, que visa promover a gastronomia tradicional da região entre os mais jovens. Desde 2008, turistas e moradores podem aproveitar diversas atrações musicais, palestras e deliciosos pratos preparados especialmente para a celebração.

9 – Portugal é o maior importador de bacalhau da Noruega

Por ser um peixe de água fria, é mais comum encontrá-lo na costa de países assim como Noruega e Canadá. Isso fez com que Portugal se destacasse por ser o maior importador do animal do país nórdico. 

10 – Os melhores locais para comprar

Engana-se quem acha que o melhor local para comprar o bacalhau são as peixarias. Os melhores locais para adquirir bacalhau de qualidade são as mercearias ou, em grandes supermercados, a sessão de comidas “salgadas”. Os portugueses são mestres na arte de salgar os alimentos para sua preservação desde a época das grandes navegações.

Leblon, cachaça leve

No Dia dos Pais, ganhei, provei e atestei como boa a cachaça Leblon.  A cachaça possui um leve aroma frutado. Tomei um gole puro: desceu suave e no final um pouco cítrico. Mas é uma cachaça apropriada para coquetéis e caipirinha por ser leve, onde dá pra sentir a frescura da cana de açúcar, especiarias e frutas. Para os maiores e apreciadores é um destilado que segundo os produtores”aquece na boca e deixa uma suave doçura que se acentua com a cada momento. Com uma textura ultra suave e um corpo que vai do suave ao médio”.

A Cachaça Leblon é refinada e apropriada para exportação. A Maison Leblon que produz a cachaça está localizada em Patos de Minas- MG.

 

Nova aguardente de mel

Empresa mineira que visa ascensão no segmento premium de bebidas e interesse dos consumidores pela qualidade anuncia que está produzindo uma Aguardente de Mel que é um espetáculo.

A aguardente que é produzida pela Cachaçaria Melicana feita com o puro mel de abelha fermentado e destilado. A madeira usada no seu envelhecimento é o Carvalho, que leva para a aguardente notas de amêndoas, caramelo e seu autêntico amadeirado. A garrafa contém 700ml e preço sugerido é de R$260,00. Como nunca vou encontrar essa grana em minhas economias, aguardo, ansiosamente, a opinião dos que podem beber desse doce mel…. Ou um convite para compartilhar uma dose…

 

2 FORMAS PRÁTICAS DE CONSUMIR COUVE

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1) Cubos de gelo de couve!

Bata no liquidificador 100ml de água para cada folha de couve. Após formar um suco, coloque no congelador em uma forma de gelo. Quando o “gelo de couve” estiver pronto, coloque em um recipiente de vidro e deixe no congelador.

2) Farinha de Couve Integral!

A liofilização é o processo mais moderno de desidratação, mantendo as propriedades similares em comparação aos alimentos frescos. Você pode usar a couve liofilizada em pó (farinha de couve integral) para fazer sucos verde com maior praticidade.

Creme de abóbora cabotiá

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Creme de abóbora cabotiá

Ingredientes

1 abóbora cabotiá cortada em cubos já descascada
1 cebola grande cortada em cubos
Água o suficiente
Sal do Himalaia a gosto
Gengibre em pedaços a gosto
Salsinha e alho poró

Modo de preparo

1. Corte a cebola e a abóbora em cubos e leve a uma panela grande. Coloque a água até cobrir os ingredientes, junte o sal, a salsinha e o alho poró.
2. Tampe a panela e deixe cozinhar até a abóbora ficar macia.
3. Transfira os ingredientes para o liquidificador e acrescente 1 e ½ xícaras de água em que a abóbora foi cozida e o gengibre.  Bata até obter um creme espesso.
4. Acrescente o frango em cubos e, após esfriar, transfira para o pote.

 

Fundada em maio de 2016, a LocalChef é uma plataforma de delivery  com viés colaborativo, oferecendo renda extra para quem gosta de cozinhar e uma excelente opção para quem busca culinária caseira. Disponível inicialmente na Região Metropolitana de São Paulo, a Localchef oferece opções de comidas caseiras, de acordo com a proximidade do usuário que faz o pedido. O interessado que deseja solicitar um pedido acessa o site da startup, digita o CEP da residência  e encontra uma lista de cozinheiros dentro de um raio de dez quilômetros. Atualmente são 200 pratos disponíveis para escolha. Para mais informações acesse www.localchef.com.br

QUICHE DE LEGUMES DO DIVINO FOGÃO

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QUICHE DE LEGUMES DO DIVINO FOGÃO

Ingredientes

Massa:                
2 ½ xícaras Farinha de trigo
¾ xícara Margarina com sal
1 Unidade Gema
2 Colheres Leite
Sal a gosto
Recheio:                              
½ Xícara Brócolis em tiras
½ Xícara Cenoura em rodelas
½ Xícara Palmito em rodelas
½ Unidade  Cebola ralada
2 Dentes  Alho picado
Sal a gosto
Creme:                 
2 Unidades  Ovos
1 caixinha de creme de leite
50g Queijo parmesão ralado
100g Mussarela
Noz moscada e sal a gosto

Modo de preparo
Preparo Recheio:
Cozinhar os legumes com um pouco de sal até ficar al dente. Cortar os palmitos em rodelas e reservar.
Em uma panela colocar o alho e a cebola, deixar dourar, colocar os legumes e refogar por dois minutos, desligar o fogo, colocar o palmito e reservar.
Preparo do creme:
Bater todos os ingredientes no liquidificador, menos o parmesão ralado.
Preparo Massa:       
Em uma tigela colocar 2 xícaras da farinha de trigo, o sal, a margarina, e a gema e o leite, juntar os ingredientes delicadamente até formar uma massa lisa, acrescentando o restante da farinha conforme necessário, até a massa soltar dos dedos. Abrir a massa com o rolo, colocar na forma com fundo falso.
Montagem:
Não precisa pré-assar, nem deixar descansando, nem levar a refrigeração, apenas colocar o recheio, colocar o creme, para finalizar polvilhar o parmesão ralado. Levar ao forno médio 160ºC por 20 minutos. Desenformar após alguns minutos e servir.
Dica do Chef: pode trocar os legumes acima, pelos de sua preferência, seguindo o mesmo passo a passo.

Tempo de Preparo:   45 minutos
Rendimento: 8 porções

Dica do DIVINO FOGÃO

Camila Pitanga – drinque com cachaça

 

camilapitangaCamila Pitanga

50 ml de Seleta

50 ml de suco de pitanga

25 ml de vermute seco

1 colher de sopa de açúcar

3 cubos de gelo

Champanhe

 

Modo de preparo: Em uma coqueteleira coloque gelo, suco de pitanga, açúcar, Cachaça Seleta e vermute seco. Bata na coqueteleira e passe para uma taça com gelo. Complete com champanhe, mexa e arremate com o canudo e a decoração.

Seleta, a cachaça

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Gosto muito de apreciar a cachaça Seleta. A Seleta é cachaça artesanal mais vendida do país e é feita a partir de canas rigorosamente selecionadas. Envelhecida em tonéis de Umburana, planta conhecida por suas características curativas e digestivas, a Seleta tem uma grande suavidade e um sabor delicioso.

A Cachaça Seleta é produzida em Salinas (MG), conhecida como a capital mundial da bebida. A região abriga as melhores condições climáticas, solo, água e cultivo de canas ideais para a produção da autêntica cachaça artesanal. A Seleta tem um sabor potente que a torna perfeita e agradável em várias ocasiões.

Graduação Alcoólica: 42%
Tempo de Armazenamento: 2 anos
Madeira: Umburana

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