Autor: Gilberto da Silva

Escrevo, às vezes com raiva, às vezes com medo, tudo que posso: notícias, histórias inventadas, poesias, resenhas, artigos em geral. Assim vou tocando em frente...

GELATINA DE BETERRABA

Receita

INGREDIENTES: Água na qual a beterraba foi cozida; açúcar; maisena.

PREPARO: Lave bem as beterrabas e leve para cozinhar em água. Separe a água do cozimento. Para cada ½ litro desta água, Acrescente uma colher (sopa) de maisena e açúcar a gosto. Mexa e leve para gelar. Sirva.

Referência Bibliográfica das Receitas: Manual “Diga Não ao Desperdício” / Adriana M. P. Tasco…[et. al.] – São Paulo – Secretaria Municipal de Abastecimento do Estado, 1990.

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Marcas do passado (1) – Caracu, beber caracu é beber saúde!

Quem gostava de cerveja preta entre as décadas de 1930 3 1970/80 tomava Caracu! Cerveja preta, de tipo irlandês a marca foi uma das primeiras a se associar a eventos esportivos: apoiou muito a Corrida de São Silvestre. A Caracu foi lançada em 1899!

Tinha um forte apelo popular e era consumida como um complemento alimentar: batida com ovo e açucar no liquidificador. A marca que chegou ao Brasil pelas mãs da Cervejaria Águas Claras, pertenceu à Skol e agora à Ambev.

Uma antiga comemoração no Mercado Municipal Paulistano

As fotos são de um janeiro ou dezembro, finalizando mais uma etapa de trabalho. Aqui, o cenário é o Mercado Municipal Paulistano que acabara de ser reestilizado, com a criação do mezzanino (na gestão Marta Suplicy). Não lembro o dia exato. mas as fotos que tirei, então de uma incipiente máquina digital de pequeno porte, já é na gestão José Serra, tendo como supervisor de Abast (supervisão de Abastecimento que encerrava o ciclo da Semab (secretaria de abastecimento) engenheiro agrônomo Beto Graziano, que ficou um bom tempo como supervisor de abastecimento da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras.

Crédito das fotos Gilberto da Silva

Meu nome é Brown, James Brown!

Se Vovê não Viu: Batman x Darth Vader. Meu nome é Brown, James Brown! e no Papo em Alta, Madalena Carvalho vai receber Samara Antunes, consultora de cosmética natural, que vai dar dicas incríveis sobre cuidados com a beleza de pele e corpo. Samara vai falar sobre Argiloterapia e Essências da natureza, e vai compartilhar conosco seus segredos para uma pele saudável e radiante de forma natural e sustentável. #samaraantunes #BatmanxDarthVader #souvitrinauta #argiloterapia #òleosessenciais #produtosnaturais

Capitalismo: é possível viver de um outro modo?

É possível viver fora do sistema capitalista? Quais as maneiras ou alternativas para viver fora do sistema? Como escapar do consumismo e ser autônomo nas relações econômicas e quais as transformações necessárias para criar um novo modelo social e econômico. É fáctivel engrendar e viver num ambiente autossustentável e romper com a dependência do capitalismo desenvolvimentista e predador?

#capitalismotardio #capitalismofalhou #capitalismos #alternativasecológicas #ecovilas #sociedadesalternativas

VIVA SIVUCA – “HOMENAGEM AO POETA DO SOM” – Interpretado por Claudia Castelo Branco

Foto_Divulgação

Levar ao público a diversidade e a grandiosidade da obra de um dos maiores compositores brasileiros: Severino Dias de Oliveira, mais conhecido como Sivuca. Esta é a principal proposta do projeto “Viva Sivuca – Homenagem ao Poeta do Som”, que a cantora, compositora, pianista e arranjadora Claudia Castelo Branco vai apresentar em quatro unidades do Sesc RJ – Copacabana (25/4), Tijuca (20/6), Madureira (7/7) e Quitandinha, em Petrópolis (22/9).

Ela estará acompanhada por Fred Ferreira (baixo, viola caipira e guitarra) e Bernardo Aguiar (percussão). De forma inusitada, o trio de piano, baixo e percussão revê a obra de Sivuca sem utilizar a sanfona, mostrando que a música desse grande compositor atravessa todos os limites e alcança os mais diversos tipos de sonoridades e linguagens.

“Quando a sanfona sai, podemos encarar como um problema ou simplesmente como uma oportunidade de criar novos diálogos. Eu preferi pensar sempre a partir do que eu sou – enquanto pianista, cantora, compositora – e de como eu processo as músicas de Sivuca. Experimentar ver de que forma minha voz e piano absorvem e reproduzem aquele universo. Assim, eu mesma me surpreendo. Gosto desse caminho”, explica Claudia.

A ideia é divulgar a vida e obra de Sivuca, esse compositor que – tocava além da sanfona – sua marca registrada – piano, violão, percussão, entre vários outros instrumentos. O artista era também arranjador e orquestrador, sendo grande improvisador de jazz. Assim, “Viva Sivuca – Homenagem ao Poeta do Som” vai mostrar que, apesar de o artista ter como instrumento principal a sanfona, ele não era apenas – o que já seria o bastante –um compositor do gênero regional/ nordestino. Até porque a obra de Sivuca inclui choros, sambas, bossa nova e temas instrumentais, além de dialogar intensamente com a cultura do Rio de Janeiro, cidade onde morou por muitos anos.

Com 20 anos de carreira, Claudia Castelo Branco é também a diretora artística e musical do espetáculo, cujo repertório inclui temas instrumentais, como o baião “Um tom para Jobim” e o choro “Dino pintando 7 cordas”, e também canções ainda desconhecidas do grande público como “Canção que se imaginara” e “Amor verdadeiro”. Mas é claro que não faltarão sucessos de Sivuca, como “Feira de Mangaio”, “João e Maria” e “Maria Fulô”. Nada como uma bela homenagem trazendo um olhar diferenciado sobre uma grande obra!

“A intenção deste show é de trazer a obra de Sivuca para dentro do piano, justamente por ser um diálogo entre o meu universo e o dele. Onde há o ponto de contato entre a obra e o intérprete? Essa foi a pergunta que me fiz quando decidi abordar as músicas sem que houvesse a necessidade de representar Sivuca por meio da sanfona. Quando ela sai dos arranjos, a gente subverte a lógica de representar um repertório a partir do que esperamos dele e abrimos a escuta para diversas outras possibilidades”, amplia a intérprete.

Sobre Claudia Castelo Branco

Pianista, compositora, arranjadora e cantora, Claudia Castelo Branco completou 20 anos de carreira. Ao lado da também pianista Bianca Gismonti, formou o Duo Gisbranco, pelo qual lançou cinco álbuns e se apresentou em diversos países, como França, Portugal, Espanha, Turquia, Canadá, Holanda e Irlanda. Em 2021, o duo ganhou o Prêmio Profissionais da Música como Arranjadoras.

Em 2016, Claudia lançou o CD autoral “Você na nuvem” em parceria com Marcos Campello. Em 2018, foi a vez do CD também autoral “Pássaros” em parceria com Bianca Gismonti e Chico César. E, em 2021, lançou o CD solo “Cantada carioca”, em que interpreta canções de 12 compositoras cariocas da MPB. Em 2022, fez a série de vídeos “Samba solo” com músicas de Noel Rosa e Sinhô, por meio do Edital Cultura Presente nas Redes. Atualmente, além da carreira solo, Claudia faz parte do grupo de compositores Selva Lírica, ao lado de Ilessi, Demarca e Thiago Thiago de Mello.

Em 2020, estreou o espetáculo “Luas” no Rio Jazz Montreux Festival (ao lado da percussionista Lanh Lanh e de Bianca Gismonti) e, no ano seguinte, fez a direção musical do espetáculo “Homenagem a Sivuca” na abertura do Rio Music Market, com participações especiais de Pedro Miranda e Mariana Aydar. Em 2022, estreou o show “Viva Sivuca” no Blue Note de São Paulo.

Claudia Castelo Branco participou como compositora e arranjadora do CD “Entre rios”, do Quarteto de Cordas cAis e do projeto “Concertos para a Independência” com o Quarteto de Cordas da UFF. Ela também assina a trilha sonora e a direção musical dos espetáculos “Saia” e “Um palco para Narcisa”, dirigidos por Joana Lebreiro. Ainda em 2020, lançou dois singles com o grupo MPB4: “Gota d’água” e “Maria Maria”.

A artista já dividiu o palco com importantes nomes da MPB, como Chico César, Monica Salmaso, Jaques Morelenbaum, Ná Ozzetti, Carlos Malta e Marcos Suzano. Claudia é bacharel em piano pela UFRJ e mestre em composição pela UNIRIO, tendo estudado, durante um ano, composição no Ithaca College, em Nova York (Estados Unidos).

Sobre Sivuca

Nascido em 26 de maio de 1930, em Itabaiana, na Paraíba, Sivuca foi um multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor, orquestrador e cantor brasileiro. Suas composições e trabalhos incluem ritmos diversos, como choros, frevos, forrós, jazz, baião, música clássica, blues.

Em 2006, ano da morte de Sivuca, o Ministério da Cultura reconheceu a importância de seu trabalho, concedendo-lhe a Ordem ao Mérito Cultural. Sem limites para sua arte, o artista provou que, com sua sanfona, poderia tocar bossa nova, jazz, forró, choro, baião, samba, maracatu ou frevo, sempre com o molho do improviso, que aprendeu ainda jovem com as big bands difundidas pelas ondas do rádio e com os cantadores de coco e rojão de sua terra.

É mais do que necessário que sua obra seja revisitada e homenageada. Viva Sivuca, o poeta do som!

SERVIÇO:

Local: Sesc Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana

Dia: 25 de abril 2023 – (terça-feira)

Horário: 19h

Valor: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia entrada para casos previstos por lei, estendida a professores e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$7,50 (credencial plena Sesc), gratuito (público PCG).