Day: 29 de abril de 2016

A burrice é genética!

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Por Gilberto da Silva

Segundo um dos descobridores da estrutura do DNA, James Watson, a burrice é uma doença genética que deveria ser cuidada. Mas como a Saúde no Brasil é um caso quase  insolúvel teremos que conviver com essa doença durante muitos anos. Watson defende que as pessoas burras ou com coeficiente intelectual baixo que não têm um transtorno mental diagnosticado sofrem de uma desordem que é transmitida de forma hereditária pelos genes, como acontece com doenças. O prêmio Nobel de Medicina (1962)  disse isso lá pelos idos de 2003 fato que só faz comprovar a sua teoria diante do cenário nacional.

Um amigo meu disse-me recentemente que é importante para o convívio na sociedade que as pessoas não sejam realmente muito inteligentes. Trump está ai, digo, lá no hemisfério norte a querer comprovar. Talvez as pessoas queiram conviver com essa doença genética por livre e espontânea vontade. Imagino um deputados desses inteligentes que a nossa Câmara produz de quatro em quatro anos elaborando uma lei que proíbe a correção da burrice. “Fica proibido pela lei toda e qualquer cirurgia, invasiva ou não, que restitua a inteligência para a pessoa normal, posto que a burrice é um dom da natureza divina….” coisas assim estariam no caput da lei.

Cenas de um discurso no Congresso:

“Imaginem, senhores deputados, querem acabar com essa coisa genuinamente brasileira que é a burrice! Comunistas, salafrários e ateus de toda espécie querem exterminar essa dádiva que a natureza nos deu, querem acabar com a naturalidade do homem brasileiro. Esses comunas querem implantar o pre´natal para determinar se a criança será burra! Querem acabar com a burrice no poder. Isso é uma afronta aos poderes constituídos. Pela minha mãe, pela minha nora, pela minha esposa, pela minha filha eu digo não à cura da burrice!”

Para James Watson a burrice é genética e que seria moralmente imperativo modificar genes para eliminá-la. Mas não será pelo SUS que vamos realizar….

Dia Internacional da Dança

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Hoje é comemorado o Dia Internacional da Dança. O 29 de abril é celebrado desde 1982 e foi escolhido pela Unesco por ser a data de nascimento do bailarino e professor francês Jean-Georges Noverre (1727-1810), que, em sua época, trouxe diversas inovações à dança.

Noverre foi bailarino e professor de balé, e ficou conhecido por ter escrito uma das obras sobre a dança mais importantes da história, Lettres sur La Danse? (as Cartas Sobre a Dança).

Apenas por coincidência, a data está associada a uma personalidade brasileira de importância no balé. Marika Gidali, bailarina co-fundadora do Ballet Stagium em São Paulo, também nasceu no dia 29 de abril.

 

A dança na valorização de si mesmo

Como essa forma de arte pode influenciar na saúde corporal e emocional de seus praticantes.

imagem_release_414480_mediumA dança é uma forma de arte que traz inúmeros benefícios para quem a pratica. Ela proporciona maior vitalidade e qualidade de vida, além de, nas aulas, os alunos ainda poderem libertar suas tensões, se ajustarem e organizarem seus pensamentos, formando hábitos saudáveis e desenvolvendo disciplina.

Além de proporcionar inúmeros benefícios para o corpo e a mente, existem muitas modalidades de dança que agradam todo o tipo de gente. Para Ingrid Teles, que é bailarina desde os 12 anos, estuda jazz e dança moderna, além de ser profissional em Danças Urbanas, a dança ultrapassa a barreira de hobby, podendo ser até um nicho de negócio. “Participei de vários campeonatos e batalhas na Europa, em dezembro de 2014, e posso dizer que a dança vai muito além do que as pessoas imaginam”, afirma.

Ela, que atua, presentemente, como dançarina, professora, enquanto participa de diversas competições e mantém seus estudos em modalidades de dança diferentes, comenta que cada um precisa encontrar o tipo de arte que combina melhor com sua personalidade e necessidade. “O ballet clássico, por exemplo, melhora a postura, o equilíbrio e os reflexos, e exige bastante concentração, aumentando a flexibilidade. Já aulas de flamenco são ótimas para quem quer afinar a cintura, fortalecer as pernas e melhorar a coordenação motora. O jazz, por outro lado, desenvolve o ritmo e a musicalidade, ajudando na memorização de sequências e contribuindo para um físico saudável”, explica.

Ingrid, que também é fundadora da Agência Creators Content, de Curitiba, também fala que novas modalidades de dança, que estão em alta, são ótimas para quem já experimentou de tudo, e ainda não encontrou sua atividade física ideal. “A zumba, que é praticada, geralmente, com ritmos latinos, queima muitas calorias de uma vez só, fortalecendo a musculatura e aumentando a autoestima. Além disso, as danças urbanas também melhoram a musicalidade e o ritmo, trabalhando o corpo como um todo. Por último, o stilleto, praticado com sapatos de salto, apesar de ser desafiador, tonifica o corpo e transmite sensualidade por meio das aulas”, conclui.

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