Dia: 8 de setembro de 2018

Luiza Possi apresenta show “Piano & Voz” em São Paulo

Luiza Possi está na estrada com o show Piano & Voz. No dia 09 de setembro, a se apresenta no Centro Cultural Olido, em São Paulo.“O show é feito de referências minhas como intérprete, há releituras de clássicos do jazz, MPB e do rock nacional, de Rita Lee a Raimundos”, conta Luiza. “Músicas do meu repertório – como “Eu Espero” e “Me Faz Bem” – também fazem parte do set list”, completa.Ao lado de Ivan Teixeira, no piano, Luiza tem viajado o Brasil com esse formato de show. Já dividiram o palco com ela, artistas como Alcione, DeMaria, Elba Ramalho e Enok, sanfoneiro do Trio Virgulino. Em outubro, a cantora receberá também Thedy Corrêa, vocalista do Nenhum de Nós nas apresentações que fará no Sul do país.SERVIÇOLuiza Possi | Piano & Voz
Local:
Centro Cultural Olido | Av. São João, 473Data: dia 09 de setembro | domingoHorário: Retirada de ingressos | 18hInício do show | 19hPreços: Entrada GratuitaDuração: 90 minutos

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Livro da EdUFSCar aborda relações entre escrita e oralidade no teatro

Obra, de autoria do francês Roger Chartier, será lançada na UFSCar, com a presença do autorSerá lançado no próximo dia 12 de setembro, no campus sede da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), durante o V Colóquio Internacional de Análise do Discurso (CIAD), o livro “Do palco à página – publicar teatro e ler romances na época moderna – séculos XVI-XVIII”, de autoria de Roger Chartier, traduzido por Bruno Feitler, com revisão de Mary Del Priore, e publicado pela EdUFSCar.O livro traz análises que o historiador francês faz das travessias vivenciadas pelos textos e que constituem um capítulo fundamental da história cultural da escrita e da leitura, dedicado a compreender as transformações e as variações de uso e sentido de um texto em suas itinerâncias. A obra parte do princípio de que, ao ultrapassar as fronteiras da cena para o manuscrito, do manuscrito para o impresso, e então ganhar a vida de novo nos palcos, tem-se a modificação da produção e difusão de textos. Quando os textos mudam de forma, a recepção se altera. Ela também se altera pela razão de os textos permanecerem os mesmos quando seus leitores já não o são.No prefácio, o autor explica que os quatro ensaios que compõem o livro tratam de períodos, gêneros e públicos diferentes. De um lado, o teatro da primeira modernidade, dos séculos XVI e XVII, seus autores e espectadores; do outro, o romance do Século das Luzes (XVIII) e seus leitores. Para Luzmara Curcino, docente do Departamento de Letras (DL) da UFSCar, e Pâmela Rosin e Clarissa Conti, respectivamente doutoranda e mestre pela UFSCar, todas elas autoras da apresentação da obra, Chartier se dedica à análise das transformações dos textos, dos mais cotidianos aos mais consagrados, dos mais antigos aos contemporâneos, assegurando que a História cumpra uma de suas funções fundamentais, que é iluminar o presente com interpretações do passado, de modo a nos permitir compreender as continuidades bem como as descontinuidades que regem as práticas atuais. “Em suas palavras, encontramos o aporte teórico fundamental e a sustentação histórica incontornável para empreender as travessias previstas e também as inesperadas nessa sempre desafiadora aventura de estudo da existência peculiar dos textos, entre a flutuação de seus usos e a relativa fixidez de suas formas, entre a institucionalização de sua recepção e a indeterminada variação de suas leituras”, escreveram as pesquisadoras na apresentação da obra.O lançamento do livro, aberto ao público e com a presença do autor francês, acontece no dia 12 de setembro, das 15h20 às 16 horas, na Livraria da EdUFSCar, localizada na área Norte do Campus São Carlos. Mais informações no site da EdUFSCar (www.edufscar.com.br).

Não esqueçam do Museu!

“No feriado da Independência, foi queimado o prédio onde foi assinada a independência do Brasil” diz filósofo Dia 7 de Setembro, sexta-feira, será o feriado da Independência, cuja história foi perdida, queimado na triste tragédia que não só chocou o país, mas como também o envergonhou diante do mundo. O incêndio do Museu Histórico Nacional foi repercussão, não só no Brasil, mas em todo mundo.Arrasado, um fã de arqueologia, da história e do tempo, o filósofo luso-brasileiro Fabiano de Abreu diz que sexta-feira será de luto.“O feriado da independência, aquele de depois de amanhã, que muitos esperam ansiosamente para descansar e dar aquela escapadela da rotina, não é mais um feriado da independência e sim do ‘Luto da Independência’, pois queimaram o prédio onde foi assinada a independência do Brasil.”O filósofo que ontem participou de um debate na RTP internacional para todos os países lusófonos, fez questão de lembrar a perda especial para a colônia portuguesa no Rio de Janeiro e no Brasil. “Ontem ao falar na RTP fiz questão de expressar o sentimento de nós, portugueses, que vivemos no Brasil e a perda significativa de um pedaço de Portugal que ali estava.”