Mês: novembro 2019

Chaves!

Chaves! Chaves! Chaves eu passo o dia inteiro na TV! Você pode ser de esquerda, direita, centro, diagonal, vertical ou horizontal, mas duvido que nunca deu uma espiada em algum episódio do Chaves. Pois bem, hoje 28 de novembro, completa 5 anos do falecimento do ator e comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños que ficou conhecido no Brasil pelos seriados Chaves e Chapolin.

Nascido em 21 de fevereiro de 1929, na cidade do México, Roberto Bolaños tinha 85 anos de vida, na ocasião da sua morte.
Ator, redator, roteirista e diretor, Bolaños começou sua carreira na década de 1950. Bolaños escreveu roteiros de 50 filmes no México e atuou em 11.
Desde 1985, as séries Chaves e Chapolin no Brasil se converteram em sucessos. Sempre presente na grade da TV liderando a audiência em muitos momentos.

Os personagens do Bolaños conseguiram renovar seu público, fazendo parte da infância de pelo menos três gerações de brasileiros.

Viva Chaves! Eterno Chaves! Isso Isso Isso não esqueça de clicar no botão inscreva-se do nosso canal do YouTube para receber sempre novos conteúdos da Vitrine do Giba! Até mais!!!

Sanear nosso espírito

Nesse mundo que se liquida, que se decompõe, sem alma, sem fé, sem consciência, precisamos recuperar nosso corpo, nossa liberdade, nossa alma, nossa consciência. Tenhamos alma, liberdade, amor e nosso corpo: para falar e cantar o que é nosso.
Certa vez assim escreveu o filósofo Hegel:
“Na natureza, as mudanças, seja qual for sua infinita diversidade, mostram um ciclo que sempre se repete: nada de novo sob o sol, e nesse sentido o jogo polimorfo das formas naturais não é isento de monotonia. Só se produz novidades nas mudanças que ocorrem no domínio espiritual.”

Mas não só a espiritual. É preciso lidar com as novas formas da materialidade, do real concreto, vivido. Somos mais que meros partidos, frações ou pedaços espalhados pelo chão. Somos Raízes, Esperanças, Utopias e Vontade. É possível, sim, sair do grave estado de melancolia e desespero!

Não podemos esquecer que a consciência da liberdade parte da reflexão sobre a tirania. Você está no Vitrine do Giba . Curta, compartilhe e inscreva-se no nosso canal do YouTube

Drosófila, a mosquinha famosa

A drosófila se reproduz rapidamente e por isso é muito usada em pesquisas científicas. Ilustrado e escrito pela bióloga e artista plástica Francisca C. do Val, o livro nos conta como nascem, onde vivem, como namoram e se reproduzem as drosófilas e qual foi sua contribuição para a comprovação da teoria da evolução de Darwin.
“Faço pesquisa com moscas, entre elas as drosófilas, e gosto de desenhar plantas, paisagens e bichos. Nas ilustrações, tomo o maior cuidado para que tudo fique como é de verdade: os insetos com suas seis pernas, os ovos com seus filamentos, que são tubinhos para a respiração. Eu quis fazer um livro bonito para falar sobre as drosófilas e mostrar que qualquer criança pode se tornar um cientista (ou uma cientista como eu!). Gostaria que todos soubessem como é interessante estudar a vida dessas moscas e como elas nos ajudaram a entender muito de nós mesmos, inclusive por que somos tão parecidos com nossos pais”, explica Francisca C. do Val.

Hannah Arendt nasceu em 14 de outubro de 1906

Em 14 de outubro de 1906, nascia em Hanôver, Alemanha, a filósofa Hannah Arendt.

Hannah Arendt durante o julgamento de Adolff Eichmann, em 1960.

Livros de Hannah ARENDT

Estes livros foram concebidos por Arendt para publicação

1929 – O conceito de amor em Santo Agostinho.

1951 – Origens do Totalitarismo: Anti-Semitismo, Imperialismo, Totalitarismo.

1958 – A Condição Humana.

1958 – Rahel Varnhagen: a vida de uma judia alemã na época do romantismo.

1961 – Entre o Passado e o Futuro.

1963 – Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal.

1965 – Da Revolução.

1968 – Homens em tempos sombrios.

1970 – Sobre a violência.

1972 – Crises da república.

1978 – A vida do espírito: o Pensar, o Querer, o Julgar.

Esta obra foi publicada após a morte de Arendt, no entanto Arendt estava finalizando a obra para a publicação.

Livros de Hannah Arendt publicados após sua morte

Estes livros foram publicados após a morte de Arendt; foram organizados a partir do seu espólio; em geral tratam-se de manuscritos, conferências, anotações, aulas, etc.

1982 – Lições sobre a Filosofia política de Kant.

1992 – Hannah Arendt e Karl Jaspers: correspondência

1993. A dignidade da política: ensaios e conferências (publicação brasileira de textos de Arendt)

1993 – O que é política?

1994 – Compreensão e Política e Outros Ensaios (1930-1954).

1995 – Hannah Arendt e Mary McCarthy: correspondencia 1949 – 1975

2002 – Diários Filosóficos: 1950 – 1970

2003 – Responsabilidade e Julgamento.

2005 – A promessa da política.

2007 – Escritos Judaicos

2008 – Compreender: formação, exílio e totalitarismo. Ensaios (1930 – 1954) (Tradução brasileira a partir do original de 1994)

Hannah Arendt e Kurt Blumenfeld: correspondência 1933 – 1963

2018 – Ação e a busca da felicidade

Manoel de Barros

Em 13 de novembro de 2014 morria o poeta Manoel de Barros. Manoel Wenceslau Leite de Barros foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente à Geração de 45, mas formalmente ao pós-Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas europeias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade

Manoel de Barros foi um poeta da espontaneidade, do primitivismo dos versos reais, das canções sobre a natureza.

Entre muitos prêmios e homenagens, destaca-se o “Prêmio Jabuti” que recebeu duas vezes com as obras: O guardador de águas (1989) e O fazedor de amanhecer (2002).

Polaridades insanas – é preciso mais sensatez!

Li, pela manhã, na página do Facebook do padre Zezinho, um ícone dos mais respeitados da igreja católica no Brasil, que o padre está fechando um dos seus perfis na rede, por conta do radicalismo que se instalou em sua página, hora com pro lulas atacando o papa Francisco, hora os pro-Bolsonaro atacando o papa e chamando o líder da Igreja Católica de comunista! Este FlaXFLU radicalizado leva as pessoas sensatas a sentirem-se mal. A sociedade está doente! Ninguém sabe perder, estamos sendo criados para não se acostumar com a perda. Temos que ser vencedores sempre!!! A vida é o que menos importa. O que importa é que meu pensamento seja o vencedor! Mesmo que seja através da supressão da vida de outro!

Perder jamais! Minhas posições tem que ser vitoriosas sempre é meus inimigos aniquilados. São esses pensamentos perversos que se materializam em ações violentas, racistas, homofóbicas, xenofóbicas, enfim: criminosas. E o mais trágico é que pessoas que julgávamos sensatas, ponderadas e equilibradas estão entrando nessa onda de manipulação. Está difícil encontrar pessoas de bom senso. Sensatez é um objeto raro. O pensamento privado é espetacularmente extravasado para o público. Não há mais limites. As pessoas não percebem que por trás desses episódios manipulatórios estão interesses maiores de grandes poderosos (e perigosos!).

É preciso ter saúde física e mental para superar esta situação. Muita saúde!

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LEON TRÓTSKI

Em 7 DE NOVEMBRO DE 1879 nascia UM DOS MAIORES REVOLUCIONÁRIOS DE TODOS OS TEMPOS, LEON TRÓTSKI – LEON TRÓTSKI , foi o nome que recebeu ao nascer, adotando “Leon Trótski” (nome de um policial que o prendeu) como um pseudônimo em sua vida revolucionária.
Sua obra teórica significa a continuação do marxismo, a teoria revolucionária de nosso tempo.
Depois de Lênin, Trótski foi o principal dirigente da Revolução Russa, organizando diretamente a insurreição que tomou o poder e instalou o Estado Operário Soviético. Durante a Guerra Civil, organizou o Exército Vermelho.
Trótski foi o mais árduo combatente à burocracia stalinista que ascendeu depois da morte de Lênin, sendo perseguido e posteriormente assassinado por ela. Stálin foi seu algoz!
Sua vida foi baseada na defesa incondicional da revolução, do proletariado e do marxismo. Por isso, tem, merecidamente, o título de maior revolucionário dos últimos tempos.

“Épocas reacionárias como a nossa própria não apenas desintegram e enfraquecem a classe trabalhadora e sua vanguarda, mas também rebaixa o nível ideológico geral do movimento e atrasa o pensamento político a estágios há muito tempo já superados. Nestas condições, a tarefa da vanguarda é, mais que tudo, não se deixar levar pela onda reacionária: deve-se nadar contra a corrente. Se uma relação de forças desfavorável impede de manter uma posição que foi vitoriosa, deve-se ao menos manter suas posições ideológicas, porque nelas está expressa a cara experiência adquirida no passado. Os tolos considerarão esta política “sectária”. Atualmente este é o único caminho de preparação para uma nova imensa onda adiante que virá com a maré”

“Grandes derrotas políticas inevitavelmente provocam a reconsideração de valores, geralmente ocorrendo em duas direções. Por um lado a verdadeira vanguarda, enriquecida pela experiência da derrota, defende com unhas e dentes as heranças do pensamento revolucionário e nesta base tenta educar novos quadros para as lutas de massas que virão. Por outro lado, os rotineiros, centristas e diletantes, amedrontados pela derrota, fazem o melhor para destruir a autoridade da tradição revolucionária e andar para trás em sua busca por um ‘Novo Mundo’.” (Trotsky, Estalinismo e Bolchevismo)

Nesta ocasião do aniversário do assassinato de Trotsky, renovamos nossa fé na classe trabalhadora mundial e nas ideias revolucionárias do marxismo. A revolução mundial está agora de volta na agenda. Estamos orgulhosos de termos sobre nossos ombros gigantescas tarefas. Repetimos as palavras da parte final do testamento de Trotsky:

“Eu posso ver a grama verde e brilhante pelo vidro, o céu azul e claro acima do muro, e a luz do sol irradiando todo o lugar. A vida é bela. Deixemos que as próximas gerações livrem-na de todo a mal, opressão e violência, para que todos dela possam desfrutar.”

Stálin sabia que tendo traído a Revolução ele precisava eliminar aqueles que a defendiam e personificavam as ideias do Bolchevismo e da revolução mundial.

Bruno Capinan lança o álbum “Real” no mês da Consciência Negra

Um homem negro e nu, num espelho d’agua dum azul piscina. Submerso no silêncio oco das horas. Longe do mundo fabricado das fake news e suspenso pela mão da memória. “Real”, meu quarto disco de estúdio, poderia se encaixar como disco de um baiano-canadense inquieto, que não contente em ser influenciado pela história da música brasileira, quis trilhar novos caminhos para além mar.

Depois de focar nas minhas raízes afro-baianas em “Divina Graça”, senti o desejo de mergulhar no Brasil de agora, deixando visível o que considero ser o elo central com meu país de origem: a música. Posso afirmar que “Real” é meu trabalho mais confiante. Isso ficou evidente no primeiro dia de gravação, quando juntamente com os músicos e nossos instrumentos, me vi inteiramente dedicado ao imaginário da canção.

Refletindo sobre a invenção do real, escolhi a canção “Equívoco” como abre-alas. A desconstrução do homem equivocado fez-se necessária para chegar ao disco como um todo. “Equívoco” foi escrita em Itacaré na Bahia, com os pés no mar, em alta madrugada mirando as estrelas, e foi umas das primeiras dessa lavra. Em meio a barragens rompendo, museus em chamas, presidentes eleitos com reforço de algoritmos e a sensação de vulnerabilidade coletiva, quis propor uma dança à beira do precipício.

Se as distâncias oceânicas se estreitaram, foi com distanciamento que pude compor muitas das canções. Mudei de Toronto pra São Paulo em 2017, por conta da agenda de shows no Brasil, e fui ao Japão para duas turnês com o compositor Jun Miyake, com quem escrevi e gravei para o disco dele. Nos países que passei, em camarins e quartos de hotel, em silêncio, brotou o desejo de fazer um disco pop/mpbsista.

Gravado em Toronto, cidade que me acolheu há quase 17 anos, e com gravações adicionais em Montreal, Rio e Lisboa, “Real” teve o auxílio de músicos brasileiros e canadenses. Meu amigo e parceiro Bem Gil, que também participou do “Divina Graça”, gravou guitarra, flauta e pela primeira vez pilotou a bateria. Juntaram-se a nós Ubunto, Thomas Harres, João Leão, Ricardo Dias Gomes, Mãeana, Lan Lanh, Rubel, Basia Bulat, Zaynab Wilson, Mariel González, Tanya Charles, Bijan Sepanji, Alyssa Delbaere-Sawchuck e Graham Campbell.

Produzido por mim e Mark Lawson, “Real” foi mixado em analógico, em sessões regadas a chá e risos. Gravamos e mixamos 14 músicas. Canções minhas e algumas parcerias. Com Philippe Cohen Solal escrevi “Momento”, com Ubunto “Real Agora” e “Tropa”, Domenico Lancellotti enviou da Índia a letra de “Pessoa” e com Bem Gil escrevi “Love’s Will” já em estúdio. O poema “O Pajem” escrito pelo Português Mário de Sá-Carneiro em 1915, durante a Primeira Guerra, foi musicado na minha adolescência, ainda na Bahia.

Neste espelho d’agua que me vejo refletido, estou submerso e nu. Talvez tenha sido o reflexo que ansiou a canção. Talvez o medo de ser dominado por algoritmos e engolido pela epidemia da solidão das redes sociais. Vi o mundo ruir do “outro lado da Bahia”, superei a dor correndo “louco em direção ao mar” e me banhei num “rio de águas escaldantes” para aqui oferecer o meu eu forte e impetuoso diante das armadilhas dessa vida “Real” ou a da invenção, deixando assim registrado: “já sabemos a verdade”. 

Sabinada

Você sabe alguma coisa?
Sabe nada! Você sabe quando começou a Sabinada? Sa-bi-na-da…
Pois bem, a Sabinada começou em 7 de novembro de 1837. Mas o que foi a Sabinada?
A Sabinada foi uma revolta autonomista de caráter separatista, um levante armado que ocorreu na Bahia entre novembro de 1837 e março de 1838.
O movimento foi liderado pelo médico e jornalista Francisco Sabino e o advogado João Carneiro da Silva.
Foi uma revolta de homens cultos! De homens da camada média da sociedade.
O erro deles?
Ignorar os pobres que entravam para a revolta. Os líderes tinham medo da radicalização…
O principal objetivo da Sabinada era instituir a República Baiana. Mas tinha como meta a república, porém, somente enquanto o Príncipe herdeiro não atingisse a maioridade legal.
Assim, a sabinada não podia dar certo! O Império em seu contra ataque acertou a mão na repressão e deixou mais de mil mortos e três mil feridos: a gente do povo foi queimada viva em fogueiras. Os líderes presos e com apena comutada para degredo interno. O Sabino morreu pacificamente em Mato Grosso, anos depois.

A cada dia um novo desafio

A cada dia um novo desafio! Assim é a nossa vida, fato que nos faz recarregar as energias para enfrentar cada obstáculo que nos é colocado! Não é fácil enfrentar estes desafios mas eles são necessários.

Ficamos tristes e aborrecidos por muitos acontecimentos. Como no boxe, somos levados ás cordas, mas não ao nocaute.

Nem sempre procuramos os meios mais adequados para superar as barreiras que são impostas. Ás vezes levamos porrada e sentimos o baque. Mas seguir em frente é a nossa meta. Lutar é nosso imperativo.

Estar ao lado de quem a gente ama, se colocar como ouvinte, parceiro, amigo é muito importante! Não podemos prever o futuro, mas devemos nos preparar para os riscos que poderão surgir.