Day: 2 de abril de 2020

Estreia no Canal Brasil “Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava”, documentário que analisa o legado das pornochanchadas brasileiras

Estreia no Canal Brasil na próxima terça, dia 7, o documentário “Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava (2018)”, que propõe uma leitura sobre o surgimento das pornochanchadas, um dos momentos mais icônicos do cinema brasileiro. Em meio aos anos mais duros da ditadura militar, entre as décadas de 1960 e 1980, o mercado cinematográfico encontrou, como forma de manifestação artística, um gênero de grande identidade nacional, capaz de atrair milhões de pessoas às salas de projeção com comédias de forte cunho sexual. Muitos anos após o fim das pornochanchadas, a diretora Fernanda Pessoa busca discutir não apenas os detalhes das produções da época, mas também mostrar o legado dessas obras e a influência no cenário atual.

Cartaz

A diretora aposta na montagem de dezenas de filmes exibidos na década de 1970 para mostrar um retrato do Brasil na época, quando o machismo e a objetificação da mulher imperavam. As cenas funcionam como o próprio fio condutor do roteiro para abordar temas como o medo do comunismo em plena Guerra Fria, o fetiche por moças sensuais, a suposta recuperação econômica que nunca alcançava as classes mais baixas, a industrialização do país e a fixação das autoridades por temas subversivos. O documentário retrata um período fundamental e controverso da nossa cultura.

HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA 

INÉDITO E EXCLUSIVO

Horário: Terça, 7/04, à 1h10

Reapresentações: Sexta, 10/04, às 2h20 e segunda, 13/04, às 4h.

Classificação: 16 anos

Marcos Rey, um paulistano

Ele se chamava Edmundo Donato, mas ficou conhecido pelo pseudônimo Marcos Rey, um escritor, roteirista brasileiro, redator de programas de televisão que adaptou clássicos como A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo em forma de telenovela e o Sítio do Picapau Amarelo.
Marcos Rey que nasceu na cidade de São Paulo em 17 de fevereiro de 1925. marcou uma geração com livros infanto-juvenis, além de obras para teatro, cinema e televisão. Muitos devem se lembra da série de livros infanto juvenis da Coleção Vaga-lume, como “O mistério dos cinco estrelas”.

Marcos Rey

Em 1945 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde viveu em uma pensão no bairro da Lapa e trabalhou na tradução de obras infantis.

Em 1946 ele voltou para São Paulo e em 1949 foi contratado como redator da Rádio Excelsior. Entre o período em que trabalhou na Rádio Excelsior e na Rádio Nacional conseguiu publicar seu primeiro livro, “Um gato no triângulo”.


Com a chegada da televisão na década de 50, Marcos Rey passa a trabalhar como redator de programas televisivos, entre eles, os infantis “Vila Sésamo” e “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, as novelas “A moreninha” e “Partidas Dobradas” e as séries “Memórias de um gigolô” e “O homem que salvou Van Gogh do suicídio”. Paralelo a isso também trabalhou como publicitário.

No ano de 1958, em parceria com o seu irmão Mário Donato, fundou a Editora Mauá. Apesar da editora não ter dado certo, foi ali que conheceu sua esposa Palma Bevilacqua.

Marcos Rey foi presidente da União Brasileira de Escritores em 1961.

Em 1967 publica o livro de contos “O enterro da cafetina” e o romance “Memórias de um gigolô”, ambos sucessos de público e de crítica.


No dia 1 de abril de 1999, Marcos Rey morria e com ele uma parte da literatura paulistana.

Esqueça o Carnaval, agora é a hora de usar máscaras!

Em tempos de proteção contra vírus, é hora de mudança. Vamos começar a usar máscaras no cotidiano.

Até agora a recomendação é que pessoas sem sintomas respiratórios, como tosse, não precisam usar máscara médica. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso de máscaras para pessoas com sintomas de Covid-19 e para aqueles que cuidam de indivíduos com sintomas, como tosse e febre. O uso de máscaras é crucial para os profissionais de saúde e as pessoas que cuidam de alguém (em casa ou em um estabelecimento de saúde). A OMS recomenda o uso racional de máscaras médicas para evitar o desperdício desnecessário de recursos preciosos.

Mas já há em andamento posicionamento contrários e que começam a recomendar o uso de máscaras.

Bem se você é daquelas ou daquelas em que vigora a máxima de que o seguro morreu de velho segue abaixo vários modelos de mascaras para seres usadas de acordo com seu gosto ou profissão..