Biografias

Leônidas, o Diamante Negro

Em 6 de setembro de 1913 nascia o futuro jogador de futebol que inventou a “bicicleta”: Leônidas da Silva, também conhecido apenas como Leônidas.
Leônidas era conhecido também como “Homem-Borracha” ou “Diamante Negro”, é considerado um dos mais importantes atacantes do futebol brasileiro na primeira metade do século XX. Começou a jogar ainda muito novo pelo São Cristóvão, clube do seu bairro. Na década de 1930, profissionalizou-se pelo Bonsucesso e teve passagens de destaque pelo Vasco da Gama, Botafogo e Flamengo, nos 3 times conquistou títulos cariocas. Defendeu ainda o São Paulo (último clube de sua carreira, encerrada em 1949), onde seria campeão paulista em cinco ocasiões.
Pela Seleção Brasileira de Futebol, atuou nas Copas de 1934 e 1938, tendo marcado nove gols na história do torneio. É um dos maiores artilheiros da história da seleção “canarinho”, com 37 gols em 37 partidas disputas.
Após deixar os gramados, em 1950, continuou no mundo do futebol, em princípio como técnico, depois, como comentarista esportivo.
Morreu em Cotia, nod dia 24 de janeiro de 2004.

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Dalva, a Diva

Em 5 de maio de 1917 nascia Vicentina de Paula Oliveira, conhecida como Dalva de Oliveira, cantora brasileira que se estivesse nascido nos EUA seria uma Rainha da Música reverenciada por todos. Segundo a revista Rolling Stone, Dalva de Oliveira foi considerada uma das maiores vozes da música brasileira de todos os tempos.

Dalva de Oliveira nasceu em Rio Claro, no interior de São Paulo, tinha uma extensão de sua voz, que ia do contralto ao soprano, marcou época como intérprete e uma das grandes estrelas dos anos 40 e 50.

Casou-se com Herivelto Martins, com quem fez dupla e o casal teve dois filhos, o cantor Pery Ribeiro e o produtor de programas televisivos da TV Globo, Ubiratã. Gravaram o primeiro disco (1937) na RCA Victor, com as músicas Itaguaí e Ceci e Peri, razão do nome do seu primeiro filho, o futuro cantor Pery Ribeiro. Transferiram-se para a Rádio Tupi e para a gravadora Odeon.

Um casamento atribulado que acaba em 1947. Em 1949casa-se com o argentino Tito Clement e foram morar em Buenos Aires. Retornou ao Brasil (1950), separou-se (1963) de Clement e depois casou-se com Manuel Carpinteiro. Sofreu um grave acidente automobilístico (1965), sendo obrigada a abandonar a carreira por alguns anos. Retornou ao mundo da música em 1970, lançando um dos grandes sucessos do ano e também seu último: Bandeira branca, marcha-rancho de Max Nunes e Laércio Alves.

Morreu em 31 de agosto de 1972, no Rio de Janeiro.

Garoto Genial

Em 3 de maio de 1955 falecia, de infarto, no Rio de Janeiro Aníbal Augusto Sardinha ou Garoto que foi um grande compositor e violonista brasileiro. Filho de portugueses e nascido em 28 de junho de 1915, Garoto começou a tocar sozinho, de ouvido, um banjo que ganhou do seu irmão Batista, também músico.

Em 1926, com apenas 11 anos, integrou o Regional Irmãos Armani, ficando conhecido então como o Moleque do Banjo, por sua pouca idade. No ano seguinte passou a tocar no Conjunto dos Sócios, pertencente ao irmão Inocêncio, cantor e violonista. Ao longo de sua carreira, estudou música com Atílio Bernardini e composição com João Sepe, cursando matérias afins com Radamés Gnatali, de quem foi grande amigo.

Só como compositor de Gente Humilde, cuja letra foi escrita posteriormente por Vinícius de Moraes e Chico Buarque, já vale todo o seu rico curriculum musical para alguém que morreu tão cedo. Garoto, que fez muito sucesso nos EUA, aqui serviu de inspiração para Baden Powell, Paulinho Nogueira, Tom Zé e tantos outros.

 

O dia em que Jerri Adriani cantou na Casa de Cultura

Gilberto da Silva

Numa tarde de setembro de 2010, Jerri Adriani surpreendia seus fãs que lotaram a Casa de Cultura Chico Science, então com a coordenadoria do meu colega Paulo Cassa, para assistir numa tarde da semana um show maravilhoso. Jerri esbanjou simplicidade e humildade.  Jair Alves de Souza que nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo, não hesitou em tirar fotografias e selfs com a predominante plateia de terceira idade. Jerri entrou no palco e desfilou sucessos dos bons tempos da juventude de quem estava na plateia.

Jerry Adriani, ídolo da Jovem Guarda, morreu neste domingo (23/04) no Rio de Janeiro, aos 70 anos. Ele enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Recentemente, o cantor também sofreu uma trombose em uma das pernas.

Durante o show, Jerri contou um pouco da sua história, de seus sucessos e da sua relação com outros artistas em, até então, mais de 45 anos de carreira.  Apenas como ilustração, contou como Raulzito (Raul Seixas) e os Panteras atuaram como banda de apoio de Jerry por três anos. O cantor gravou músicas de Raul (”Tudo que é bom dura pouco”, “Tarde demais” e “Doce doce amor”) e foi produzido pelo maluco beleza entre 1969 e 1971.

O primeiro disco foi “Italianíssimo”, quando cantava músicas em italiano, algo que seguiu fazendo em toda a carreira.

Em 1965, o cantor passou a gravar em português, com músicas reunidas no disco “Um grande amor”.

O cantor da Jovem Guarda cantou e levantou o público da terceira idade e deixou o romantismo tomar conta da plateia enquanto resgatava os grandes sucessos da Jovem Guarda, como Doce Doce Amor.

Jerri Adriani também atuou no cinema, cantando e interpretando em “Essa gatinha a minha” (com Peri Ribeiro e Anik Malvil); “Jerry, A grande parada”; e “Jerry em busca do tesouro” (com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara).

Com certeza todos e todas que estiveram ali naquela tarde, 24 de setembro de 2010, na Casa de Cultura Chico Science, no Ipiranga, São Paulo, saíram mais felizes e contentes por estar perto de um ídolo.

A Voz do Povo

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 Em 6 de dezembro de 1996 morria João do Vale que havia nascido em Pedreira, no Maranhão, em 11 de outubro de 1934.

 

Foi o quinto de oito irmãos, dos quais apenas três sobreviveram à infância pobre. Os pais eram agricultores pobres e sem terra. Por volta dos seis anos de idade foi apelidado de “Pé de xote”, pois vivia pulando e dançando. Um de seus avós fora trazido de Angola como escravo e posteriormente fugiu. Chegou a perder a vaga no Grupo Escolar Oscar Galvão para dar lugar ao filho de um coletor de impostos. Auxiliava nas despesas da casa, vendendo balas, doces e bolos que a mãe fazia. Com 12 anos mudou-se com a família para São Luís, onde trabalhou vendendo laranjas nas ruas. Nesse período participou do Noite Linda, um grupo de bumba-meu-boi, como fazedor de versos, o chamado “amo”. De 14 para 15 anos fugiu de casa, indo de trem para Teresina, onde conseguiu emprego como ajudante de caminhão. Fazia viagens entre Fortaleza e Teresina. Um dia viajou até Salvador e resolveu ficar por lá, por estar mais perto do Rio de Janeiro, para onde tencionava ir. Mais tarde foi para Minas Gerais, onde trabalhou como garimpeiro na cidade de Teófilo Otoni, onde obteve dinheiro para a sonhada viagem à então capital da República. Foi para o Rio de Janeiro de carona em caminhão e arranjou emprego de pedreiro em Copacabana, numa obra na Rua Barão de Ipanema. Trabalhava e dormia na obra, visitando periodicamente as rádios, principalmente a Nacional, à procura de artistas que gravassem suas composições. Mostrava suas músicas a muitos artistas, inclusive à cantora Marlene e a Tom Jobim, que naquela época tocava piano num inferninho em Copacabana. In: Dicionário Cravo Albin da Musica Popular Brasileira. <http://dicionariompb.com.br/joao-do-vale/biografia&gt;.

70xBelchior

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Gilberto da Silva

Aos seus 70 é hora de perder o medo: o do avião; o de não pagar conta, o de dever pra todos, medo de dizer não, medo, medo, medo… Em todos os cantos sua música exala aqui como no Belém do Pará! Somos todos honestos, bons e comovidos.

Nossas paixões, nossas cordilheiras, nossas brisas, Ceará; todas unidas numa canção.

Que será de nós sem uma dessas canções que nos embalaram, que alegram nossos corações selvagens deixando um pequeno mapa do tempo guardado em nossos quintais. Em nossos blusões de couro passaram galos e quintais.

Somos todos cidadãos comuns a olhar as bancas de jornais e mulheres e homens nus. Somo todos homens de bons modos!

Aos seus 70 é comemorar em si o que nos trouxe dentro da sua canção. No seu mundo, no seu bem, no seu lugar: onde você quer que ele seja… mesmo longe de casa… Pode ate ser no Paraíso: lugar onde a gente perde o juízo.

Graças a Deus, que a terra lhe seja leve… Que a beleza da canção seja eterna.

Carmen Costa – A Grande Dama da Musica Brasileira

Carmen Costa – Trinta Anos Depois (1973)

Carmen Costa – Trinta Anos Depois (1973)

Carmelita Madriaga, conhecida como Carmen Costa, (Trajano de Moraes, 5 de julho de 1920 — Rio de Janeiro, 25 de abril de 2007) foi uma cantora e compositora brasileira. Carmen Costa ganhou uma homenagem em um Doodle Google nesta terça-feira, 5, dia em que completaria 96 anos. O Google marca o aniversário da cantora e compositora que morreu em 2007, aos 86 anos, e foi um dos grandes nomes da rádio no Brasil.

 

Toca Raul!!!!!

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No dia 28 de junho de 1945, nascia em Salvador, Bahia o nosso Maluco Beleza Raul Santos Seixas (Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989).

 

“Toca Raul!” grito ouvido em qualquer show de música ao vivo, hoje é quase uma expressão do público, como se pedisse para tocar uma boa música ou algo diferente, na tentativa de quebrar os padrões e protocolos:

Toca Raul!!!!!

Ainda Queima a esperança
Uma vela está queimando
Hoje é nosso aniversário
Está fazendo hoje um ano
Que você me disse adeus

Eu não sei se nessa chama
Ainda queima a esperança
Eu só sei que a saudade
Ainda queima o coração

Meus parabéns agora
E feliz aniversário amor
Estás feliz agora
Depois que tudo acabou
Depois que tudo acabou

Todo dia é o mesmo dia
Toda hora é qualquer hora
Quanto tempo vou viver
Sem esquecer o seu amor

Sua história mal contada
Não me sai do pensamento
Eu bem sei que foi desculpa
Teve alguém em meu lugar

Aniversário de Habermas resgata sua importância para diversos campos do conhecimento

Por Pluricom

Com 87 anos a serem completados no dia 18 de junho, o nome de Jürgen Habermas ocupa lugar de destaque entre os grandes pensadores contemporâneos. Seus conceitos de esfera pública e ação comunicativa alicerçam os diagnósticos críticos da sociedade atual; sua obra científica é parte do cânone de, ao menos, duas áreas do conhecimento: a filosofia e as ciências sociais; suas intervenções como intelectual público pautam as principais questões políticas tanto alemãs quanto europeias há 50 anos. Enfim, é um autor fundamental para a compreensão da vida pública nas sociedades democráticas, para o reconhecimento de seus potenciais de emancipação e dos obstáculos à sua consolidação.

Como colocam os responsáveis pela Coleção Habermas, da Editora Unesp, ele faz parte do restrito grupo de pensadores capazes não só de “criar passagens entre as áreas mais especializadas das ciências humanas e da filosofia”, que já é algo raro, mas também de “reconstruir a fundo as contribuições de cada uma delas, rearticulá-las com um propósito sistemático e, ao mesmo tempo, fazer jus à suas especificidades”.

Para os leitores brasileiros, textos importantes não traduzidos e a falta de padronização terminológica nas traduções existentes traziam algumas dificuldades para uma apreciação adequada de todos esses aspectos da obra habermasiana. Assim, incluindo quase que a integralidade dos quarenta volumes publicados na Alemanha pela Suhrkamp Verlag Berlim, a Coleção Habermas abre caminho para o aprofundamento de uma das obras mais instigantes e inovadoras da atualidade. Os títulos já lançados são:

Textos e contextos

Autor: Jürgen Habermas | 344 páginas | R$ 74,00

Jürgen Habermas discorre, nesta obra escrita nos anos 1990, sobre a produção de oito teóricos que o influenciaram de alguma maneira: Charles S. Peirce,Edmund Husserl, Martin Heidegger, Ludwig Wittgenstein, Max Horkheimer, Georg Simmel, Alexander Mitscherlich e Alfred Schmidt. Em especial, o autor procura tecer os vínculos da produção desses pensadores com os seus contextos históricos. O que o filósofo alemão discute é o quanto um determinado conteúdo argumentativo é capaz de transcender o tempo no qual surgiu e, portanto, aspirar à universalidade. Habermas convida o leitor a questionar se todos os pensadores ficam marcados pelos seus respectivos contextos históricos e a refletir sobre o que significa ser marcado de forma especial. Além dos ensaios sobre os oito teóricos, a obra apresenta dois outros artigos, que, nas palavras de Habermas, “tematizam os próprios contextos”: “A sociologia na República de Weimar” e “Sobre o desenvolvimento das ciências sociais e das ciências humanas na República Federal da Alemanha”.

 

A nova obscuridade

Autor: Jürgen Habermas | 392 páginas | R$ 70,00

Um dos principais eixos temáticos desta coletânea diz respeito ao neoconservadorismo. O assunto abre e perpassa todos os textos aqui reunidos, que remetem ainda a diferentes aspectos da defesa de Habermas da continuidade do projeto de modernidade. Sem abandonar a dimensão teórica, o filósofo, conhecido por seu engajamento político, coloca-se como “contemporâneo político” e assume posições sobre questões públicas candentes ainda hoje – escrita em 1985, a obra reflete sobre problemas e tensões de uma década crucial para a sobrevivência e maturação do projeto democrático não apenas na Alemanha.

 

Técnica e ciência como “ideologia”

Autor: Jürgen Habermas | 208 páginas | R$ 44,00

Jürgen Habermas discute a tese de Herbert Marcuse sobre a instrumentalização da técnica. Ao mesmo tempo, aponta já para futuros desenvolvimentos no seu pensamento, sobretudo em torno do agir comunicativo.

 

 

 

Na esteira da tecnocracia

Autor: Jürgen Habermas | 264 páginas | R$ 58,00

Os 14 ensaios que constituem esta obra, a 12ª da série Pequenos escritos políticos, contribuem para o reconhecimento de Jürgen Habermas como intelectual público no Brasil. No país, a maior parte de suas análises da conjuntura social e política e avaliações sobre o estado da democracia na Europa ou no mundo permanecem praticamente desconhecidas do público, principalmente por estarem disponíveis apenas em alemão.

 

 

Conhecimento e interesse

Autor: Jürgen Habermas | 528 páginas | R$ 80,00

Esta obra, a mais filosófica e importante de Jürgen Habermas do ponto de vista da epistemologia, discute o entrelaçamento entre razão prática e razão pura e mostra a importância das definições do conhecimento, levantando questões sobre os fatores que o definem.

 

 

 

Mudança estrutural da esfera pública

Autor: Jürgen Habermas | 568 páginas | R$ 88,00

Jürgen Habermas examina neste livro o “complexo” que segundo ele descansa sob a expressão “esfera pública”. Para ele, pode-se esperar, ao compreender tal conceito e submetê-lo a esclarecimento sociológico, apreender de modo sistemático a própria sociedade. “A esfera pública”, diz o filósofo, “continua a ser um princípio organizador de nossa ordem política”.

 

 

Teoria e práxis

Autor: Jürgen Habermas | 728 páginas | R$ 98,00

As investigações reunidas neste volume, orientadas predominantemente de um ponto de vista histórico, destinam-se a desenvolver uma teoria crítica da sociedade projetada com um propósito prático e a delimitar seu status diante de teorias de outra proveniência.

 

 

 

Fé e saber

Autor: Jürgen Habermas | 88 páginas | R$ 19,00

Segundo volume da Coleção Habermas, este texto reproduz um discurso do filósofo proferido aproximadamente um mês depois do 11 de setembro de 2001. Embora circunstancial, é de grande importância no conjunto da obra do filósofo que, ao retomar o clássico tema fé e saber, adota uma nova expressão – “pós-secular” – imprimindo mudanças em sua teoria da modernidade, presente em suas obras posteriores.

 

 

Sobre a constituição da Europa

Autor: Jürgen Habermas | 192 páginas | R$ 40,00

A explosão das ilusões neoliberais promoveu a concepção de que os mercados financeiros, principalmente os sistemas funcionais que perpassam as fronteiras nacionais, criam situações problemáticas na sociedade mundial que os Estados individuais – ou as coalizões de Estados – não conseguem mais dominar. A política como tal, a política no singular, é desafiada em certa medida por tal necessidade de regulamentação: a comunidade internacional dos Estados tem de progredir para uma comunidade cosmopolita de Estados e dos cidadãos do mundo, levando adiante a juridificação democrática do poder político.

 

Filosofia, racionalidade, democracia: Os debates Rorty & Habermas 

Filosofia, racionalidade, democracia

Organizador: José Crisostomo de Souza | 270 páginas | R$ 52,00

Rorty e Habermas estão entre os mais importantes intelectuais e filósofos e são, provavelmente, aqueles que têm maior público, dentro e fora das universidades. Entrevistas e artigos seus aparecem em jornais e revistas de grande circulação, e seus livros são traduzidos e publicados pelo mundo afora. Neste livro, Habermas e Rorty debatem e dialogam, entre si, sobre suas concepções mais gerais e, em especial, sobre filosofia, cultura, razão e política, num confronto que envolve posições de outros importantes pensadores, de ontem e de hoje, como Apel e os “pós-modernos” franceses, como Dewey e Wittgenstein, como Heidegger e Nietzsche, como Hegel e Kant. Suas concepções tratam de levar em conta os desenvolvimentos mais recentes da filosofia, em relação a temas como valores, linguagem, verdade e conhecimento.

 

Jacob Gorender

JACOB-GORENDEREm 11 de junho de 2013 morria, aos 90 anos, Jacob Gorender,  pensador marxista e fundador do PCBR. Filho do judeu ucraniano Nathan Gorender, Jacob escreveu os livros fundamentais para a esquerda brasileira tais como Combate nas Trevas e escravismo Colonial.

“Jacob Gorender é um exemplo tardio daquela “escola” tão variegada e até contraditória. Foi membro do PCB, integrou a Força Expedicionária Brasileira, foi dirigente comunista, esteve na URSS por ocasião do XX Congresso do  PCUS e, de volta ao Brasil, foi  um  dos redatores  da Declaração  de Março  de 1958,  a qual mudou a orientação revolucionária do partido no sentido de um caminho parlamentar  e reformista” escreve Lincoln Secco no blog da Boitempo (http://blogdaboitempo.com.br/2011/10/21/jacob-gorender/)