Entretenimento

Olhar, olhares, a fotografia em questão

No domingo, 26 de julho, 10h30, o Café da Manhã da Vitrine do Giba conversará com quatro convidados que lidam com a imagem fotográfica, seja profissionalmente seja de forma amadora. Você pode participar enviando sua contribuição, sugestão ou perguntas até sábado pelo Whatszapp: 55 11 94591-1084 sempre com a #cafedamanhadavitrinedogiba Aproveite e INSCREVA-SE no canal do Youtube @vitrinedogiba.
Links para assistir ao vivo
Youtube: https://youtu.be/4r7RWFkVtHA
Facebook: https://www.facebook.com/vitrinedogiba/

Convidados:
Cuca Jorge, como muitos da sua geração, aprendeu na raça. Atuou como repórter fotográfico por mais de vinte anos, passando pela imprensa diária, especializada e imprensa sindical e há oito se dedica a foto de natureza e de aventura. Há cerca de dez anos desenvolve cursos de técnica básica e oficinas com o intuito de valorizar a fotografia como arte e o fotógrafo como autor. Atualmente oferece a Oficina de Linguagem Fotográfica Despertar do Olhar, pela internet.
Yuri Zoubaref é fotógrafo desde sempre, e atua como repórter fotográfico há mais de 30 anos, passando por imprensa especializada e imprensas sindical, além da experiência com feiras e eventos, fotos de produto e still. Começou ainda criança, quando ajudava seu pai no laboratório preto e branco. Mais tarde, com 14 anos começou a fotografar na Galeria de Arte Alberto Bonfiglioli e aos 17, já trabalhando para revistas especializadas, produziu sua primeira capa. Já usou todas as tecnologias – só escapou do daguerreótipo
Ana Paula Cordeiro é formada em Pedagogia, com mestrado e Doutorado em Educação Pela Unesp- Universidade Estadual Paulista. Docente da Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp, Campus de Marília. Coordena os Projetos Ludibus-brinquedoteca móvel, Oficinas de Teatro da Unati- Universidade Aberta á terceira Idade- da Unesp de Marília e o projeto de fotografia “olhares para o interior de São Paulo”.
Sueli Rojas é ilustradora e designer gráfica por profissão há quarenta anos, atuando em agências de propaganda e desde 1980 em editoras de livros e revistas. Além disso, ela é artista plástica por pura paixão, nasceu assim, com os olhos e o coração abertos para a arte. Depois de passar pelo curso de Artes Plásticas da ECA/USP, estudou com artistas como Braz Uzuelli, Fernando Odriozola e filosofia da arte com Rubens Espírito Santo. Participou de uma exposição coletiva em Florença e, desde 1983, participa de mostras coletivas e individuais em espaços alternativos e tradicionais de São Paulo.

A conversa é mediada pelo jornalista e sociólogo Gilberto da Silva, mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero e pesquisador do grupo Comunicação e Sociedade do Espetáculo organizado pela Cásper Líbero. Foi professor do ensino secundário e universitário e analista de ordenamento territorial da Prefeitura de São Paulo. Edita a revista P@rtes (www.partes.com.br) e o blog Vitrine do Giba.

O homem do castelo alto

Aproveitei a quarentena para assistir a quarta temporada de O Homem do Castelo Alto, série da Amazon Prime baseado no livro O Homem do Castelo Alto, originalmente lançado em 1963, e que foi um dos principais romances escritos por Philip K. Dick. Com esse livro, Dick conquistou seu primeiro prêmio Hugo, e se consagrou como um dos grandes escritores de ficção científica. Com um enredo eletrizante, o romance apresenta um cenário sombrio: a Segunda Guerra Mundial foi vencida pelos nazistas. O mundo vive sob o domínio da Alemanha e do Japão. Há uma zona neutra, onde não fica muito claro quem manda e como manda. Os negros são escravos e os judeus sobreviventes se escondem sob identidades falsas.

Dick está a todo momento, nesta obra, discutindo que “realidade você quer viver?”  ou mais na linha especificamente: “o que é realidade, afinal?”. Realidades paralelas …

Philip K. Dick é um dos meus autores preferidos, principalmente depois que assisti Blade Runner, o filme, baseado no seu livro Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?” Ridley é o produtor executivo que a Amazon convocou, além de Frank Spotnitz, roteirista, produtor e conhecido por fazer parte da equipe criativa de Arquivo X.

A série, como uma adaptação, muda algumas coisas do livro, mas a essência continua a mesma. Não sou um especialista em crítica cinematográfica, mas senti alguns buracos entre os episódios, o que não impede, na minha opinião de ser a melhor série da Amazon Prime.

Recomendo assistir desde a primeira temporada para entender a narrativa. Apesar de ser prometida como a derradeira temporada o seu final estampou algumas pistas do que poderá vir pela frente se resolverem continuar com a série.

Vale a pena ler o livro e depois assistir a série….

Rufus Sewell interprete o americano líder dos Estados Nazistas Americanos

Marcelo Tas: “o jornalismo, às vezes, produz suas pérolas falsas”


Marcelo Tas fala em fake news vindas do jornalismo (Imagem: arquivo pessoal)


Influenciador também comenta papel da imprensa e das redes sociais. Marcelo Tas não poupou o jornalismo de críticas em conversa com Roseann Kennedy, da TV Brasil

tor, jornalista, comunicador, educador, produtor de TV, Marcelo Tas é um profissional multitarefas.Com cerca de 13 milhões de seguidores no Facebook e no Twitter, ele é um dos influenciadores mais premiados do país. Com redes sociais robustas, vê na internet um espaço de comunicação promissor e define: “Rede social é que nem escova de dente, tem que ser você que usa. Não adianta você emprestar para alguém”. Ele conta que, com tantos seguidores, precisa de auxílio para lidar com suas redes sociais, mas não abre mão do contato direto com os internautas. “Tenho pessoas que me auxiliam, mas quem escreve e quem responde sou eu”, garante.

Em entrevista ao programa ‘Conversa com Roseann Kennedy’, da TV Brasil, Marcelo Tas diz que o jornalismo é sua veia, seu pilar. E reflete sobre a função da imprensa num cenário repleto de fake news. “O jornalismo, às vezes, produz as suas próprias pérolas falsas e muitas vezes nem reconhece que eram erros”. Mas ele é um otimista quanto ao futuro da comunicação. “Cada veículo hoje, tem uma chance grande de construir uma nova credibilidade principalmente reconhecendo o erro, respondendo a erro, respondendo a questionamento de seus ouvintes, telespectadores, leitores”.

Para Tas, é preciso reconhecer a responsabilidade de cada um nesse cenário de informações falsas. “As pessoas tratam fake news como se fossem os alienígenas que tivessem jogado as fake news aqui no nosso planeta tão limpinho”, ironiza. “Nós é que produzimos fake news e nós sempre produzimos. Então, a gente tem que baixar essa bola do preconceito para poder participar dessa festa de oportunidades que é o mundo digital”, complementa.

“Nós é que produzimos fake news e nós sempre produzimos” (Marcelo Tas)

Tas diz que, no meio virtual é preciso avaliar o que está funcionando e não fugir de assuntos relevantes, principalmente quando se tratam de críticas. “A gente tem que praticar mais isso: transparência. Que é você falar de assuntos que as pessoas estão querendo que você fale, mas você não quer falar. E acho uma prática muito saudável tanto para as pessoas, quanto para as empresas, escolas, governos, entenderem que acabou o mundo que você falava e as pessoas ficavam caladas. É o mundo do diálogo mesmo”.

Sobre o clima de hostilidade na internet, Tas é crítico. “O hater é um ser humano e muitas vezes um ser humano muito próximo. Você tem hater dentro da família, muitas vezes. Todo mundo tem um tio, uma tia maluca… A rede é um espelho do que é a realidade”. Para Marcelo, é preciso saber como responder ao ódio com sabedoria e filosofa. “Uma pessoa que vai dedicar o tempo dela para te odiar é porque você tem algo relevante que ela ou está invejando ou ela não consegue fazer aquilo que você faz. Então, você tem que entender um pouco do ódio para poder iniciar um diálogo. O ódio também é sinal de amor”.

Com uma carreira sempre voltada para a educação, Marcelo Tas ficou conhecido pelo papel de repórter ficcional Ernesto Varela, pela participação na série infantil “Rá-Tim- Bum” (da TV Cultura), e pelo projeto de educação à distância “Telecurso”, da Fundação Roberto Marinho. Foi líder programa de TV “CQC” por muitos anos, faz comentários na rádio CBN e no Jornal da Cultura.


Marcelo Tas: críticas ao jornalismo em conversa com Roseann Kennedy (Imagem: divulgação/TV Brasil)

“O hater é um ser humano e muitas vezes um ser humano muito próximo. Você tem hater dentro da família, muitas vezes” (Marcelo Tas)

Atualmente, é membro do Conselho de Professores do IBMEC, na área de Inovação e Jornalismo dando cursos online e trabalha na reconstrução do Museu da Língua Portuguesa de São Paulo. Bem humorado, Tas ainda se define como extraterrestre e diz que tem sonhos de trabalhar numa estação espacial. Com tantas atividades diz que administrar o tempo é uma tarefa crucial nos dias de hoje. “A era que a gente vive de aceleração, especialmente por conta das comunicações é muito desafiadora”, conclui.


Roseann Kennedy – entrevista com Marcelo Tas:

Mais um Preto x Branco é realizado com sucesso

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Fotos: Paulo Cassa

No domingo, 11 de dezembro de 2016 foi realizado o 44 encontro entre amigos Preto x Branco no Centro Desportivo Comunitário Parque Fongaro.

O evento começou em São João Clímaco nos anos 70, começou na Estrada das Lágrimas, aonde eram os campos da várzea de São João Clímaco.

Os jogos são organizados todo final de ano pelo time de futebol de várzea Flor de São João Clímaco.

As partidas foram disputadas no campo batizado em 2003 de Benedito Sapateiro. Ele fica dentro do Clube da Comunidade, o CDC , na Rua Professor Silas Baltazar de Araújo, 220, Vila Arapuá.

cb58ba52-e0ea-4076-8ea0-8ddef92dc2ff d7f2393e-9348-46cf-aeb6-162d4d0b80e1-1O tradicional preto x branco é um grande clássico da periferia. Há 44 anos os moradores de São João Clímaco, na zona sul, se reúnem às vésperas do Natal para uma bela confraternização onde cada jogador escolhe se quer jogar nos times dos pretos ou nos times dos brancos.

É um momento de cultura, entretenimento, diversão e troca de amizades. Tudo isso num clima amistoso, sem preconceitos.

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Dodo, ex- santos entre Paulo Cassa e o vereador Dalton Silvano

O evento contou com a presença do ex-jogador Dodô, que no Santos chegou a jogar com Robinho e Diego que depois viraram referências no time do Santos. Dodô – chamado de o artilheiro dos gols bonitos – jogou no São Paulo, Fluminense e Botafogo entre outros.

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Anderson Silva de Medeiros – XU um dos organizadores e divulgador do evento que acontece todo ano no Parque Fongaro

 

Oficina de Clown – Erwan Gronier, Palhaço Sem Fronteira Bélgica

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O Teatro Commune tem o prazer de convidá-los para uma Oficina de Clown Internacional imperdível!

Diretamente da Escola de Circo de Bruxelas e do Palhaço Sem Fronteiras Bélgica, Erwan Gronier trará para o Brasil toda sua experiência de Clown em zonas de conflito, como Iraque, Afeganistão, Síria, Equador, através da oficina:
“Brincando com Seus Botões – Uma Viagem Interna à Procura do Seu Palhaço”.

Quando: Dias 19, 20 e 26 de novembro das 9h às 14h,
Onde: Teatro Commune, VAGAS LIMITADAS !
Inscrições: pelo email rodrigofveloso@gmail.com

Pinheiros completa 455 anos neste sábado

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Comemoração terá atividades esportivas, feiras, atrações musicais, entre outros

 

Pinheiros terá festa de 455 anos do bairro, um dos mais antigos de São Paulo, neste sábado, 22/08. Para comemorar a data, estão previstas muitas atividades, como oficinas para crianças, feira de food trucks, projeção de filmes, feira de artesanato, teatro, shows musicais, diversas opções de gastronomia dos restaurantes da região, prática de esportes e muito mais. O palco principal do evento será instalado na Rua dos Pinheiros.

 

A origem do bairro data de 1532. Por volta de 1560, um grupo de índios tupis se instalou às margens do rio que, posteriormente, também foi nomeado de Pinheiros. O local ocupado à época pelos índios atualmente é o Largo de Pinheiros.

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CCBB

Família Ferrez,  Jacques Demy, Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga e Villa-Lobos em fevereiro no CCBB Rio

No mês de fevereiro, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro abre a exposição inédita "Família Ferrez: novas revelações". A mostra reúne cerca de 400 imagens preciosas, resultado  de uma seleção de oito mil negativos, que faziam parte do acervo documental guardado por Gilberto Ferrez, incluindo álbuns, arquivos pessoais e diários de viagens. Entre os destaques, no Rio, fotografias da reforma do Largo da Carioca, a construção da Cinelândia, a abertura da Avenida Presidente Vargas, além de registros do carnaval de rua e da ressaca de 21, que abalou a cidade. Do Brasil, imagens da Bahia, em especial o cais de Salvador; Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e Pernambuco.

Na quarta-feira de cinzas, o CCBB Rio dá início à mostra O Universo de Jacques Demy. A partir da década de 60, o diretor francês encantou os amantes da sétima arte a partir de seus filmes românticos. Seu olhar otimista, que em alguns momentos pode parecer ingênuo, traça paralelos com os musicais americanos e com títulos do realismo poético francês. Em 1964, recebeu a Palma de Ouro do Festival de Cannes pelo filme "Os Guarda-Chuvas do Amor", título que reflete a poesia cotidiana com diálogos cantados, como se fosse uma grande ópera sobre a vida. A mostra também exibe um documentário dirigido por Agnès Varda, sua ex-mulher e a obra autobiográfica "A Fuga dos Meninos Perdidos de 1991", uma crônica sobre sua juventude ao lado de seu irmão, seus amigos, seus jogos, os amores infantis e os primeiros filmes.

No Teatro II, a série musical Modinhas e Chorinhos homenageia estes dois gêneros fundamentais da Música Brasileira. Cida Moreira, Camilo Carrara,  Guinga, Jessé Sadoc e Paulo Bellinati Trio foram convidados para apresentar canções emblemáticas do gênero como Carinhoso (Pixinguinha), Tico-Tico no Fubá (Zequinha de Abreu), Brasileirinho (Valdir Azevedo), Lua Branca (Chiquinha Gonzaga), Trenzinho do Caipira (Villa-Lobos) etc.

A sétima edição da Mostra do Filme Livre exibirá cerca de 300 filmes brasileiros entre curtas e longas, de qualquer época, suportes e gêneros, a grande maioria realizada de forma independente. O realizador Joel Pizzini e a produtora Plus Ultra, que completa 10 anos, ganham retrospectivas completas de seus filmes.

        Ainda podem ser vistos os espetáculos de teatro Mãe Coragem e Entropia.