História

Conheça Monografias de História dos Bairros de São Paulo

O Arquivo Histórico Municipal, Departamento da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo, que é responsável pelo Concurso de Monografias sobre a História dos Bairros de São Paulo, disponibiliza a série para leitura.
O concurso teve início em 1968 e é aberto ao público em geral, pesquisadores, memorialistas e historiadores dos bairros paulistanos. Visa divulgar e incentivar a pesquisa dos documentos que compõem seu acervo e o prêmio é a publicação das monografias vencedoras.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/arquivo_historico/publicacoes/index.php?p=8313

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De Lisboa, parte esquadra de Cabral

9 de março de 1550. A frota de Cabral parte de Lisboa, em Portugal. Se preparem: vai dar merda! O endereço inicial era as Índias. Era? Do  Rio Tejo parte Cabral, com aproximadamente 1400 homens, numa nova aventura. A chegada ao Brasil se deu 44 dias depois, no dia 22 de Abril. Deu merda?

Todos os sócios do Presidente

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Já que o Collor anunciou que será candidato retiro da minha estante uma pequena raridade: o livro Todos os Sócios do Presidente escrito a seis mãos calejadas no jornalismo.  É um livro que desvenda os bastidores do condomínio político e financeiro  entre PC Farias e o ex-presidente Fernando Collor de Mello.

Bom para quem quer lembrar ou saber daqueles tempos em que passamos pelo primeiro impeachment.

A ilustração da capa é do Paulo Caruso.

O prefácio foi escrito pelo Gilberto Dimenstein.

A orelha, cujo pequeno trecho está na foto abaixo, foi escrito por um senhor cujas iniciais são: J. D. O. S.

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Um poema de Che para Fidel

Abaixo um poema de Che Guevara para Fidel Castro….

 

DOSSIER MATHIL
COMMANDANTE CHE GUEVARA
RAOUL CORRALES

Vamos,

ardoroso profeta da alvorada,
por caminhos longínquos e desconhecidos,
liberar o grande caimão verde que você tanto ama…

 

Vamos,

derrotando afrontas com a testa

plena de martianas estrelas insurretas,

juremos atingir o triunfo ou encontrar a morte.

Quando soar o primeiro tiro
e na virginal surpresa toda a floresta acordar,
lá, ao seu lado, calmos combatentes
você nos terá.


Quando sua voz proclamar aos quatro ventos,
reforma agrária, justiça, pão e liberdade,
lá, ao seu lado com sotaque idêntico,
você nos terá.

 

E assim que chegar o fim da jornada

A sanitária operação contra o tirano, ali, a

seu lado, aguardando a derradeira batalha,

você nos terá.

 

No dia em que a fera lamber o lado ferido

onde o dardo nacionalizador lhe acertar,

ali, a seu lado, com o coração altivo,

você nos terá.

 

Nem pense que possam minguar nossa integridade

as decoradas pulgas armadas de presentes;

pedimos um fuzil, suas balas e um rochedo.

Nada mais.


E se o nosso caminho for bloqueado pelo ferro,
pedimos uma mortalha de lágrimas cubanas
para cobrir nossos ossos guerrilheiros

no trânsito para a história da América.
Nada mais.

Ernesto Guevara de la Serna (Che)

O DIP

            

Criado através de decreto presidencial em dezembro de 1939, o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) tem suas origens em órgãos criados anteriormente no governo Vargas. Em 1931 foi criado o departamento oficial de publicidade que em 1934 se transformou em departamento de propaganda e difusão cultural (DPDC). Em 1938, o DPDC passou a ser denominado o Departamento Nacional de Propaganda (DNP). E foi do DNP que em 1939 foi surgir o DIP.  O DIP tinha função básica de difundir a ideologia do estado novo e aproximar a figura de Getúlio Vargas junto às camadas mais pobres, onde a propaganda e educação eram dois instrumentos muitos importantes para a adaptação do homem a nova realidade social.

O DIP não só doutrinava, mas também controlava as manifestações de pensamento no Brasil.

O monopólio exercido pelo DIP sobre os meios de comunicação através de censores nas redações de jornais, revistas e tv buscava banir da sociedade naquela época qualquer forma de manifestação ou pensamento contrario a ideologia do governo de Getúlio Vargas.

O DIP foi criado para priorizar os feitos do governo de Vargas e reforçar seu discurso populista para população, ou seja, Vargas queria mostrar para o povo não havia luta de classes na sociedade, o operário era igual a seu patrão, isso transformava a figura de Vargas em um pai bondoso, onipresente, benevolente que dava aos pobres (operários) incapazes de conseguir por conta própria criar a primeira grande lei trabalhista do país a Consolidação das leis do trabalho (CLT).

O DIP manipulou a cultura popular para conseguir de maneira mais eficiente a aceitação da política populista de Vargas pelo povo, onde Vargas em seus discursos vendia a ideia de que o trabalho seria recompensado pelo estado garantindo resultado em uma sociedade justa e igual para todos. Como consequência surgiram nas rádios varias músicas que Getúlio era um homem bom e que o trabalho levaria a população ao o sucesso, com o objetivo de acabar com a cultura de que “o bom é ser malandro” valorizando o trabalho como meio de desenvolvimento e ascensão social.

O discurso populista precisava atingir não só povo, mas também as classes dominantes,para isso Vargas tentava bloqueá-las e impedir que oposição dos agroexportadores aliados a classe média impedisse o Estado de se manter centralizador, autoritário e gestor da economia no Brasil, o DIP organizou seu modelo de divulgação e propaganda das propostas e realizações do governo em níveis diferentes para amplas camadas da sociedade onde a imprensa e o rádio foram os meios mais utilizados para difundir a política populista por sua características de grande penetração e alcance publico.

A capitulação holandesa

Podia ser diferente? Podia. Seria melhor? Suposições, oras suposições.

Em 26 de janeiro de 1654 ocorria a capitulação do holandeses que entregaram para Portugal, a cidade de Recife e outras praças utilizadas como fortes no litoral. O Ato foi chamado de A Capitulação do Campo do Taborda, no Recife, de onde partiram os últimos navios holandeses para a metrópole europeia. Abandonava, a Holanda, o sonho do Brasil Holandês. Entregavam – devolviam? – também, a ilha de Fernando de Noronha. Começa, então, a Restauração pernambucana.

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Barbosa, a Justiça que nunca chegou

 

Por Gilberto da Silva

Maior goleiro dos anos 1940 e titular da seleção brasileira por um longo período, Barbosa tinha tudo para ser glorificado e eternizado como um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro, não fora um fatídico acidente na tarde de 16 de julho de 1950 ao ser responsabilizado pelo gol do uruguaio Ghiggia, aos 34min da etapa final, selando o 2 a 1 para a equipe celeste. No final, já que não contavam com este resultado, os organizadores “esqueceram” de entregar o trofeu para o time campeão; após pequena confusão, Jules Rimet entregou a taça para o capitão uruguaio Obdulio Varela. A cruz da derrota quem carregou para sempre foi Barbosa.

Mas quem foi Barbosa? Moacyr Barbosa nasceu em 27 de março de 1921, em Campinas, e morreu em 07 de abril de 2000, aos 79 anos em Praia Grande, litoral do estado de São Paulo. No Cemitério Morada da Planície estão seus restos mortais onde descansa ao lado da cunhada e da esposa.

Após o fracasso no Maracanã, Barbosa foi morar em Ramos, no subúrbio do Rio de Janeiro, morava na Rua João Romarez. A maioria dos amigos o abandonou. Voltou atuar uma vez, três anos mais tarde pela seleção brasileira contra o Equador, no Peru. Em 1960 deixou o Vasco da Gama e encerrou sua carreira aos 42 anos atuando pelo Campo Grande (Rio)(onde teve uma pequena passagem como treinador), e se tornou funcionário do Maracanã (Suderj).

Barbosa muito moço veio trabalhar em São Paulo em um laboratório farmacêutico com o nome de LPB, e lá defendeu a equipe do laboratório se destacando como goleiro, “o CAY que detinha grande equipes de futebol na época, possuía alguns olheiros garimpando a várzea a procura de talentos, e assim Barbosa foi convidado a treinar no CAY, em pouco tempo destacou-se pela sua grande performance no gol, e em um amistoso contra o Taubaté, ele defendeu nesta partida 3 pênaltis. Logo em seguida foi contratado como goleiro profissional pelo então presidente Carlos Jafet, ardoroso Ypiranguista que investia muito no futebol profissional do CAY. Barbosa ficou pouco mais de 2 anos, e foi contratado pelo Vasco da Gama em 1948, e lá seguiu sua trajetória sendo convocado como titular na Copa de 50. No CAY, jogou com grandes jogadores tais como Silas, Bibe, Liminha e Reinaldo Zamai”, relata com exclusividade para nossa reportagem, Roberto Nappi, ex-meiocampista do Corinthians e dirigente do CAY – Clube Atlético Ypiranga.

 

Quem é o CAY

Após sua aposentadoria a vida de Barbosa começou a ficar mais difícil e necessitou da ajuda dos amigos e dos clubes que atuou. Nappi, ex-presidente do CAY declara que, na verdade, quem sempre ajudou o ex-goleiro foi o CAY, e não o Vasco da Gama e que o calvário de Barbosa começou quando a cunhada e a esposa morreram e ele ficou sem lugar para morar.

 

Homenagem

Uma homenagem com o intuito de arrecadar fundos para auxiliar Barbosa foi gestada em São Paulo. “Com a colaboração e auxilio de algumas pessoas de Praia Grande conseguimos manter Barbosa em um apartamento alugado, e a partir daí me ocorreu a ideia de fazer algo melhor por ele, graças a Agnaldo Timóteo, fervoroso fã de Barbosa, pude explicar a ele nossa intenção em fazer show no CAY em homenagem a ele. A renda seria destinada para comprar um apartamento em nome da associação de atletas profissionais, e no caso de falecimento de Barbosa seria destinado a outro atleta em dificuldade. Arrecadamos aproximadamente R$ 12.000,00 (doze mil reais) que foram depositados na conta do Barbosa no banco Itaú, e ficamos na promessa de realizar outro show, para arrecadar todo numerário para compra do imóvel!, declara Nappi.

Roberto Nappi

Nessa mesma época, Nappi e alguns amigos organizaram a realização de uma partida de futebol entre veteranos da seleção Paulista e amigos de Barbosa, tudo isto foi registrado pela TV Cultura que deu ampla cobertura ao evento, e que proporcionou uma grande alegria a Barbosa. Tentaram organizar um segundo show com Agnaldo Timóteo, mas Barbosa faleceu logo em seguida interrompendo a empreitada.

A dor irreparável
Responsabilizado pela derrota e condenado pela opinião pública, poucos estenderam as mãos para ajuda-lo. “Conheci pessoalmente Barbosa em 1990, naquela ocasião o CAY inaugurou uma arquibancada no campo de futebol, e convidou vários atletas para a solenidade, como eu era vice-presidente do clube fui incumbido de assessorar Barbosa, que chegou na sexta-feira. Fizemos grande recepção a ele. O evento de inauguração estava previsto para o sábado, houve uma afinidade muito grande entre nós e a partir daí grande amizade, pois nos comunicava-nos semanalmente, já que Barbosa havia vendido loja de artigos de pesca e enfrentando grande dificuldade, e estava vivendo da aposentadoria paga pela Suderj, empresa que administrava o Maracanã. Barbosa estava muito desgostoso com dirigentes do Vasco da Gama”, Nappi não se cansa de dar detalhes sobre a vida de Barbosa e do martírio vivido pelo craque.

O sonho de Barbosa era ser enterrado ao lado de sua esposa Dona Clotilde, “fato este que foi respeitado e ele foi enterrado no cemitério de Praia Grande ao lado da esposa. Dois anos atrás estive tentando exumá-lo e trazê-lo para São Paulo, e em decorrência disto deram a Barbosa uma campa definitiva, justificando ser uma atração turística” disse Nappi.

Barbosa sobreviveu galhardamente lutando contra o preconceito e superando as adversidades após o grande desastre do Maracanã, pois conseguiu “mesmo depois da Copa de 50 ser campeão de vários títulos disputado pelo Vasco da Gama, clube que ele defendeu por 20 anos, sendo exemplo de atleta pela sua postura simpática, cativante e sempre amigável, principalmente para os jogadores iniciantes na carreira, enfim embora com o estigma de perdedor da copa, ele conseguiu ajudar muitos colegas de profissão em busca do sucesso. Barbosa foi um símbolo para o futebol brasileiro.” conclui Roberto Nappi.

 

 

Barbosa, Roberto Nappi e Aguinaldo Timóteo no dia da homenagem no CAY

Para Roberto Nappi, Barbosa teve como importância para o futebol brasileiro, como um atleta que galhardamente soube superar o grande desastre do Maracanã Barbosa teve como importância para o futebol brasileiro,como um atleta que galhardamente soube superar o grande desastre do Maracanã, pois conseguiu mesmo depois da copa de 50 ser campeão de vários títulos disputado pelo Vasco da gama clube que ele defendeu por 20 anos, sendo exemplo de atleta pela sua postura simpática, cativante e sempre amigável, principalmente para os Jogadores iniciantes na carreira de jogador, enfim embora com o estigma de perdedor da copa, ele conseguiu ajudar muitos colegas de profissão em busca Do  sucesso, enfim Barbosa foi um símbolo para o futebol brasileiro.

Barbosa que originariamente nasceu em Campinas, muito moço veio trabalhar em S.Paulo em um laboratório farmacêutico com o nome de LPB, e lá defendeu a equipe do laboratório se destacando como goleiro, o CAY que detinha grande equipes de futebol na época, possuía alguns olheiros garimpando a várzea a procura de talentos , e assim Barbosa foi convidado a treinar no CAY, em pouco tempo destacou-se pela

Sua grande performance no gol, e em um amistoso contra o Taubaté, ele defendeu nesta partida 3 pênaltis, e logo em seguida foi contratado como goleiro profissional pelo então presidente  Carlos Jafet, ardoroso Ypiranguista que investia muito no futebol profissional do CAY, Barbosa ficou pouco mais de 2 anos, e foi contratado pelo Vasco da Gama em 1948, e lá seguiu sua trajetória sendo convocado como titular na copa de 50. No CAY jogou com grandes jogadores tais como Silas , Bibe, Liminha e Reinaldo Zamai.

Conheci pessoalmente Barbosa em  1990, pois naquela ocasião  o CAY inaugurou uma arquibancada no campo de futebol, e convidou vários atletas par tal solenidade, como eu era vice-presidente do clube fui imcubido  de assessorar Barbosa que chegou  na sexta-feira, onde fizemos grande recepção a ele, e o evento de inauguração estava previsto para o sábado, houve uma afinidade muito grande entre nós e a partir daí grande amizade, pois nos comunicava-nos  semanalmente, já que Barbosa havia vendido loja de artigos de pesca e enfrentando grande dificuldade, pois vivia de aposentadoria pela Suderg empresa que administra o Maracanã , muito desgostoso inclusive com dirigentes do Vasco da Gama, houve oportunidade de vir morar na Praia grande em apto de sobrinho, onde passou a morar com sua cunhada e esposa Dna,.Clotilde (irmã de Sapólio e Sapolinho) dupla de zaga do CAY., e ai passamos a conviver mais com Barbosa dando apoio necessário a ele , entretanto em prazo curto de tempo faleceram cunhada e esposa, deixando Barbosa sem ter onde morar, graças colaboração e auxilio de algumas pessoas de Praia Grande conseguimos manter Barbosa em um apto. alugado, e a partir daí me ocorreu a ideia de fazer algo melhor por ele, graças a Agnaldo Timóteo  fervoroso fan de Barbosa , pude explicar a ele nossa intenção em fazer show no CAY em homenagem a ele e a renda seria destinada a compra de um apto em nome de associação de atletas profissionais, e no caso de falecimento de Barbosa seria destinado a outro atleta em dificuldade.Fato este que ocorreu onde arrecadamos aproximadamente R$ 12.000,00 (dose mil reais) que foram depositados na conta do Barbosa no banco Itaú, e na promessa de outro show, para arrecadarmos todo numerário para compra de tal apto., nesta mesma época fizemos uma partida de futebol entre veteranos da seleção Paulista e amigos de Barbosa, tudo isto registrado pela Tv. Cultura que deu ampla cobertura ao evento, o que trouxe grande alegria a Barbosa, e novamente o recolou na mídia, entretanto  não conseguimos realizar este segundo show com Agnaldo Timóteo, pois tivemos a morte do grande ídolo Barbosa, cujo sonho era ser enterrado ao lado de sua esposa Dna. Clotilde, fato este que foi respeitado e ele foi enterrado no cemitério de Praia Grande ao  lado da esposa. Há dois anos estive tentando exumá-lo e trazê-lo  para S.Paulo,, e em decorrência disto deram a Barbosa uma campa definitiva, justificando ser uma atração turística, e assim Barbosa será nosso craque eternamente.

Sambas para a Independência

“Já raiou a liberdade
A liberdade já raiou
Esta brisa que a juventude afaga
Esta chama que o ódio não apaga pelo Universo
É a evolução em sua legítima razão”

Império Serrano 1969 – Heróis da Liberdade

“Vou dizer…
Quem tem muito, quer ter mais
Tanto faz se estragar
Joga no lixo, tem bugica p’ra catar
Senhor, despertai a consciência
É preciso igualdade
O ser humano tem que ter dignidade”

Império Serrano 1996 – E VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA

 

 

 




Leônidas, o Diamante Negro

Em 6 de setembro de 1913 nascia o futuro jogador de futebol que inventou a “bicicleta”: Leônidas da Silva, também conhecido apenas como Leônidas.
Leônidas era conhecido também como “Homem-Borracha” ou “Diamante Negro”, é considerado um dos mais importantes atacantes do futebol brasileiro na primeira metade do século XX. Começou a jogar ainda muito novo pelo São Cristóvão, clube do seu bairro. Na década de 1930, profissionalizou-se pelo Bonsucesso e teve passagens de destaque pelo Vasco da Gama, Botafogo e Flamengo, nos 3 times conquistou títulos cariocas. Defendeu ainda o São Paulo (último clube de sua carreira, encerrada em 1949), onde seria campeão paulista em cinco ocasiões.
Pela Seleção Brasileira de Futebol, atuou nas Copas de 1934 e 1938, tendo marcado nove gols na história do torneio. É um dos maiores artilheiros da história da seleção “canarinho”, com 37 gols em 37 partidas disputas.
Após deixar os gramados, em 1950, continuou no mundo do futebol, em princípio como técnico, depois, como comentarista esportivo.
Morreu em Cotia, nod dia 24 de janeiro de 2004.