Teatro

Dias Gomes, o pai do realismo fantástico na televisão

Dias Gomes foi o sexto ocupante da Cadeira 21, eleito em 11 de abril de 1991, na sucessão de Adonias Filho e recebido pelo Acadêmico Jorge Amado em 16 de julho de 1991

Em 18 de maio de 1999, morria Alfredo de Freitas Dias Gomes, mais conhecido pelo sobrenome Dias Gomes, foi um romancista, dramaturgo, autor de telenovelas e membro da Academia Brasileira de Letras. Também conhecido pelo seu casamento com a também escritora Jenete Stocco Emmer (Janete Clair).
“Aos quinze anos, escreve a primeira peça, A Comédia dos Moralistas (1937), premiada pelo Serviço Nacional do Teatro (SNT). Em 1943, ingressa na faculdade de direito, no Rio de Janeiro, mas não conclui a graduação. Entre o fim dos anos 1930 e o início da década de 1940, redige os textos reunidos no livro Peças da Juventude. Em 1942, estreia no teatro profissional com a peça Pé-de-Cabra, depois de cortes no texto feitos pela censura. A peça, encenada por Procópio Ferreira (1898-1979), rende-lhe contrato de exclusividade com o ator, para quem escreve mais cinco textos. Divergências ideológicas encerram a parceria.” Do site Enciclopédia Itaú Cultural.
Dias Gomes começou sua carreira no rádio. Na Jovem Pan, durante um ano, trabalhou como autor de radionovelas. Depois, passou por outras emissoras até ser contratado pela Rede Globo. Sua primeira novela na TV não levou seu nome, mas um pseudônimo feminino.


“Em 1964, Dias Gomes foi demitido da Rádio Nacional, da qual era diretor-artístico, pelo Ato Institucional n. 1, enquanto O pagador de promessas estreava em Washington e A invasão era encenada em Montevidéu. A partir de então, participou de diversas manifestações contra a censura e em defesa da liberdade de expressão. Ele próprio teve várias peças censuradas durante a vigência do regime militar (O berço do herói, A revolução dos beatos, O pagador de promessas, A invasão, Roque Santeiro, Vamos soltar os demônios ou Amor em campo minado). Fez parte do Conselho de Redação da Revista Civilização Brasileira desde seu lançamento, em 1965. Contratado, desde 1969, pela TV Globo, produziu inúmeras telenovelas, além de minisséries, seriados e especiais (telepeças). Apesar da censura, não interrompeu a produção teatral, e várias peças suas foram encenadas entre 1968 e 1980, destacando-se Dr. Getúlio, sua vida e sua glória (Vargas), em parceria com Ferreira Gullar, encenada no Teatro Leopoldina, de Porto Alegre, em 1969; O bem-amado, encenada no Teatro Gláucio Gil, do Rio de Janeiro, em 1970; O santo inquérito, no Teatro Teresa Rachel, do Rio, em 1976; e O rei de Ramos, no Teatro João Caetano, em 1979. Em 1980, em decorrência da decretação da Anistia, foi reintegrado aos quadros da Rádio Nacional, e trabalhos seus, como Roque Santeiro, foram liberados para apresentação. Do período pós-Anistia é a peça Campeões do mundo, encenada em novembro de 1980 no Teatro Vila-Lobos, do Rio. Em 1983, Vargas (nova versão de Dr. Getúlio) estreou no Teatro João Caetano, do Rio. No dia 16 de novembro, faleceu sua esposa, a novelista Janete Clair.” (trecho do site da Academia Brasileira de Lestras)
Dias Gomes faleceu em São Paulo, em um trágico acidente automobilístico, ao sair de um restaurante no centro, no dia 18 de maio de 1999.

Rádio Agencia Nacional
O bem amado revolucionou a televisão

Até quando as fogueiras reais ou simplesmente morais (estas não menos cruéis) serão usadas para eliminar aqueles que teimam em fazer uso da liberdade de pensamento? (O Santo Inquérito)


Obras TEATRO: A comédia dos moralistas (1939); Esperidião, inédita (1938); Ludovico, inédita (1940); Amanhã será outro dia (1941); Pé-de-cabra (1942); João Cambão (1942); O homem que não era seu (1942); Sinhazinha (1943); Zeca Diabo (1943); Eu acuso o céu (1943); Um pobre gênio (1943); Toque de recolher (revista), em parceria com José Wanderlei (1943); Doutor Ninguém (1943); Beco sem saída (1944); O existencialismo (1944); A dança das horas (inédita), adaptação do romance Quando é amanhã (1949); O bom ladrão, inédita (1951); Os cinco fugitivos do Juízo Final (1954); O pagador de promessas (1959); A invasão (1960); A revolução dos beatos (1961); O bem-amado (1962); O berço do herói (1963); O santo inquérito (1966); O túnel (1968); Vargas (Dr. Getúlio, sua vida e sua glória), em parceria com Ferreira Gullar (1968); Amor em campo minado (Vamos soltar os demônios) (1969); As primícias (1977); Phallus, inédita (1978); O rei de Ramos (1978); Campeões do mundo (1979); Olho no olho, inédita (1986); Meu reino por um cavalo (1988).

TELEVISÃO Telenovelas na TV Globo: A ponte dos suspiros, sob o pseudônimo de Stela Calderón (1969); Verão vermelho, (1969/1970); Assim na terra como no céu (1970/1971); Bandeira 2 (1971/1972); O bem-amado (1973); O espigão (1974); Saramandaia (1976); Sinal de alerta (1978/1979); Roque Santeiro (1985/1986); Mandala, sinopse e primeiros 20 capítulos (1987/1988); Araponga, com Ferreira Gullar e Lauro César Muniz (1990/1991).

Minisséries: Um tiro no coração, em co-autoria com Ferreira Gullar, inédita (1982); O pagador de promessas (1988); Noivas de Copacabana (1993); Decadência (1994); O fim do mundo (1996).

Seriados: O bem-amado (1979/1984); Expresso Brasil (1987).

Especiais (Telepeças): O bem-amado, em adaptação de Benjamin Cattan, TV Tupi, “TV de Vanguarda” (1964); Um grito no escuro (O crime do silêncio), TV Globo, “Caso Especial” (1971); O santo inquérito, em adaptação de Antonio Mercado, TV Globo, “Aplauso” (1979); O boi santo, TV Globo (1988); A longa noite de Emiliano, inédita, TV Globo.

ROMANCES: Duas sombras apenas (1945); Um amor e sete pecados (1946); A dama da noite (1947); Quando é amanhã (1948); Sucupira, ame-a ou deixe-a (1982); Odorico na cabeça (1983); Derrocada (1994); Decadência (1995).

CONTOS A tarefa ou Onde estás, Castro Alves? in Livro de cabeceira do homem, ano I, v. III (Civilização Brasileira, 1967); A tortuosa e longa noite de Emiliano Posada, inédito.

CINEMA O pagador de promessas, direção de Anselmo Duarte, Leonardo Vilar, Glória Menezes, Dionísio Azevedo, Geraldo Del Rey, Norma Benguell, Othon Bastos e Antonio Pitanga (1962); O marginal (roteiro), direção de Carlos Manga, com Tarcísio Meira e Darlene Glória (1974); O rei do Rio (adaptação de O rei de Ramos), direção de Bruno Barreto, com Nuno Leal Maia, Milton Gonçalves e Nelson Xavier (1985); Amor em campo minado, direção de Pastor Vera, Cuba (1988).

A obra escrita de Dias Gomes foi reunida na COLEÇÃO DIAS GOMES, coordenação de Antonio Mercado, composta dos seguintes volumes: 1 Os heróis vencidos (1989); 2 Os falsos mitos (1990); 3 Os caminhos da revolução (1991); 4 Espetáculos musicais (1992); 5 Peças da juventude (1994); 6 Rádio e TV (a sair) 7 Contos (a sair).

A crise do masculino

Participe do laboratório de pesquisa artística sobre o tema “A crise do masculino”.

O laboratório visa a criação de um espaço de pesquisa artística em torno da temática “A crise do Masculino”. O objetivo é aproximar os participantes a um processo de criação colaborativo, no qual poderão, por meio de provocações teóricas e práticas, compartilhar e exprimir suas visões acerca do tema, assim como descobrir, através da expressão artística da linguagem teatral, possíveis desdobramentos para esses pontos de vista.

Os encontros serão realizados em um novo espaço cultural, a “Casa Palco”, no bairro do Bixiga.

-Encontro aberto gratuito: 08/05/2017 às 19h30

-Início em 22 de maio 2017 (segunda-feira)

-Encontro aberto ao público com  Maria Rita Kehl, dia 17/06/2017 às 16h

Mais informações:

Facebook:          https://goo.gl/wRicis

Inscrição:           https://goo.gl/LnmqP6

Denise Stoklos vem a Casa de Cultura com a peça ‘Vozes Dissonantes’

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Foto: Thais Stocklos/Divulgação

Espetáculo faz parte do Circuito Municipal de Cultura, e refaz trajetória do Brasil a partir de personagens históricos, como Padre António Vieira, Sérgio Buarque de Holanda e Milton Santos

 

Denise Stoklos vem a Casa de Cultura Chico Science no sábado, dia 7 de novembro, as 16 horas, com a peça ‘Vozes Dissonantes’, da qual é responsável pela adaptação, texto original, coreografia, sonoplastia, direção e interpretação.

O espetáculo fala sobre os rebeldes brasileiros que levantaram suas vozes contra ordens oficiais do país através desses cinco séculos de história. Na peça, podemos perceber expressões de filósofos, estetas, políticos e poetas como Padre Antônio Vieira, Tiradentes e outros, que apontaram novos rumos para uma sociedade ainda jovem e plena de futuro.

 

“Todos eles lutavam por um outro país que não este. Um país mais livre, mais humanitário. Eles prepararam revoluções em favor dos menos protegidos, do povo brasileiro. E todos continuam com suas mensagens altamente atualizadas, que nos livram do derrotismo, do negativismo. A poesia ainda é algo que salva o país, constrói saídas e nos dá respostas”. Denise Stoklos

Foto: Thais Stocklos/Divulgação

Foto: Thais Stocklos/Divulgação

Serviço:

VOZES DISSONANTES

Local: Casa de Cultura Chico Science

Data e Hora: 07.11 às 16h

Duração: 75 minutos

Classificação: 10 anos

Ingressos: Entrada gratuita

Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo reabre após reforma e modernização como sede do Clube do Choro de São Paulo

Foto Paulo Cassa - Apresentação musical na inauguração com a presença do Prefeito Haddad e vereadores Ota e Adilson Amadeu

Foto Paulo Cassa – Apresentação musical na inauguração com a presença do Prefeito Haddad e vereadores Ota e Adilson Amadeu

Além de rodas de choro e atividades de formação no gênero musical, o Clube do Choro dividirá o espaço com uma programação regular de outros gêneros musicais, além de espetáculos de dança e teatro

Foto Paulo Cassa - Pronunciamento do Secretário Municipal de Cultura Nabil Bonduki

Foto Paulo Cassa – Pronunciamento do Secretário Municipal de Cultura Nabil Bonduki

O Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo será devolvido à cidade, no próximo dia 18 de agosto, inteiramente reformado, modernizado e com acessibilidade total, após um investimento da Secretaria Municipal de Cultura de R$ 7,8 milhões. A partir deste mês também, ele passa a abrigar uma novidade, a sede do Clube do Choro, anunciada em maio deste ano.


 

(Clube do Choro ocupará o teatro com concertos regulares e atividades de formação | Foto: Sylvia Masini)
 
“Com a reinauguração do principal teatro da Mooca e a instalação do Clube do Choro, a Secretaria Municipal de Cultura requalifica duplamente este equipamento cultural. Em primeiro lugar, promovendo a sua modernização técnica e depois dando um salto de qualidade na sua programação cultural, com show e rodas de choro e atividades regulares de formação relacionadas a esse gênero musical. A curadoria musical está sendo elaborada por uma comissão formada pelos próprios ‘chorões’”, ressalta Nabil Bonduki, secretário municipal de Cultura. A programação especial do Choro dividirá o palco também com outros estilos musicais e formas de arte como a dança e o teatro, oferecendo ao público uma programação bastante plural. 
 
Além de atrações artísticas, o Teatro receberá oficinas e atividades de formação em Choro, que poderão ser realizadas também no amplo prédio anexo, construído durante essa obra para abrigar a área administrativa e as salas multiuso para ensaios e apresentações mais intimistas. 
 
Sobre a reforma
 
O Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo tem projeto original do arquiteto Roberto Tibau e é tombado pelo Conpresp como exemplo de arquitetura modernista em São Paulo. Agora, reformado e modernizado com projeto arquiteta Silvana Santopaolo, do Gerenciamento Técnico de Obras da Secretaria Municipal de Cultura, ele passa a contar com recursos técnicos contemporâneos para as companhias e mais conforto para o público, colocando-o no mesmo patamar das principais salas da cidade. 
 
Com capacidade total de 349 lugares, incluindo 16 especiais, a obra contemplou a requalificação da caixa de palco com a instalação de recursos modernos de cenotecnia para teatro e sistema de projeção; nova cabine de controle de som e luz; melhoria acústica; ar-condicionado com sistemas de controle independentes para palco e plateia; novas instalações elétricas e hidráulicas e novas poltronas na plateia. Além disso, foi construído um prédio anexo com cobertura impermeabilizada e sombreamento, que garante maior conforto térmico interno e maior vida útil para a impermeabilização. 
 
A área reformada total é de 1454 metros quadrados e com o prédio anexo a área construída foi ampliada em mais 500 metros quadrados. O terreno total tem 3 mil metros quadrados, considerando ainda os jardins e o estacionamento com 26 vagas, sendo 5 exclusivas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 
 
Nesta reforma, o prédio passou a ter acessibilidade total para público e atores. Além das adaptações internas (camarim acessível, sanitários acessíveis, etc.) foi prevista a instalação de plataforma para pessoa com deficiência e mobilidade reduzida entre o estacionamento e o acesso principal ao saguão. 
 
Choro tem tradição
 
A proposta de resgatar a ideia do clube partiu de uma mobilização de artistas dedicados a esse gênero musical. Eles queriam retomar a tradição que culminou, na década de 1980, na criação do Clube do Choro, localizado na Rua João Moura, em Pinheiros. O espaço reunia centenas de músicos e admiradores do estilo.
 
Para dar o pontapé inicial, neste mês, o Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo abre suas portas na terça-feira, dia 18, com uma roda de choro e a solenidade de inauguração. Na sexta-feira seguinte, dia 21, apresenta-se um dos ícones do gênero: o grupo Izaías e Seus Chorões, o mais antigo em atividade em São Paulo, liderado pelo Mestre Izaías. No show, o repertório traz canções autorais e de compositores paulistas de várias épocas. No sábado, dia 22, o André Parisi Quinteto toca um repertório próprio, com valsas e choros lentos e modernos. No domingo, dia 23, a Bandinha Popular homenageia a compositora paulista Magdalena Pesce Vitale, conhecida como Lina Pesce. A autora tinha como característica dar o nome de pássaros às suas obras, como “Bem te vi atrevido”.
 
No fim de semana seguinte à reabertura, o local recebe artistas de outros gêneros musicais: Angela Maria e Cauby Peixoto, o cantor e compositor Moraes Moreira e Filipe Catto, homenageando Cássia Eller. Nos próximos meses, também ocupam o palco as apresentações teatrais, entre elas, montagens selecionadas por meio de edital da Funarte. 
 
Serviço: Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo. Av. Paes de Barros, 955, Mooca, Zona Leste | tel. 2605-8007. Reabertura: 18/8, a partir das 10h. Programação gratuita. 
 
 
PROGRAMAÇÃO TEATRO MUNICIPAL DA MOOCA ARTHUR AZEVEDO
Retirar ingressos gratuitos, um por pessoa, a partir das 14h.
 
AGOSTO
 
18.08 | TERÇA
10h – Abertura solene com apresentações de rodas de choro
 
21.08 | SEXTA
21h CLUBE DO CHORO | IZAÍAS E SEUS CHORÕES APRESENTAM “CHORANDO EM SÃO PAULO” (música)
Show: “Chorando São Paulo”. Com os fundadores do grupo, Izaías Bueno de Almeida (bandolim) e Israel 7 Cordas (violão), além de Marco Bailão (violão 6 cordas), Getúlio Ribeiro (cavaquinho) e Allan Gaia Pio (pandeiro).
Oriundo do Conjunto Atlântico de Antônio Dauria, um dos preferidos do mestre Jacob do Bandolim, Izaías e Seus Chorões é hoje o mais antigo grupo de chorinho em atividade em São Paulo. Neste show, apresenta músicas autorais e de compositores de várias épocas.  
 
22.08 | SÁBADO
21h CLUBE DO CHORO | ANDRÉ PARISI QUINTETO APRESENTA FEELING BRASILEIRO (música)
Show: “Feeling brasileiro”.
Este show é continuação de um caminho autoral que Parisi trilha há mais de uma década com seu conjunto, antes denominado Língua Brasileira. O artista também assina os arranjos do repertório, composto por valsas, choros lentos, maxixes e choros modernos.
 
23.08 | DOMINGO
19h CLUBE DO CHORO | BANDINHA POPULAR INTERPRETA LINA PESCE (música)
Show em homenagem à compositora paulista Lina Pesce (Magdalena Pesce Vitale).
Criada em 2011 pelo músico, arranjador e produtor Paulo Serau, a banda apresenta os primeiros gêneros musicais brasileiros, como choro e maxixe, além de polca, valsa, baião e marcha. Neste show, o grupo destaca a flauta para homenagear a compositora Lina Pesce, conhecida no universo do choro por suas obras com nomes de pássaros, como “Bem te vi atrevido”, “Canarinho gracioso” e “Corruira saltitante”.
 
28.08 | SEXTA
21h SHOW ÂNGELA MARIA & CAUBY PEIXOTO – REENCONTRO (música)
Show: “Reencontro”. Dir. musical: Ronaldo Rayol.
Amigos e companheiros de palco de longa data, Angela e Cauby cantam, acompanhados por uma banda, músicas que os consagraram em seus mais de 60 anos de carreira. No repertório, estão sucessos como “O mundo é um moinho”, de Cartola, “Como é grande meu amor por você”, de Roberto e Erasmo Carlos, “Babalu”, de Margarita Lecuona, e “Conceição”, de Nelson Souto e Antonio Carlos de Sousa e Silva.
 
29.08 | SÁBADO
21h SHOW MORAES MOREIRA (música)
Com mais de 40 discos gravados e quase 500 composições escritas, Moraes Moreira, ex-integrante do grupo Novos Baianos, apresenta sucessos que marcaram sua trajetória artística, iniciada nos anos 1970, entre eles, “Preta pretinha”, e canções do último CD, “Revolta dos ritmos”, ganhador do Prêmio da Música Brasileira de 2013.
 
30.08 | DOMINGO
19h00 SHOW FILIPE CATTO CANTA CÁSSIA ELLER (música)
Show em homenagem a Cássia Eller. 
Nesta apresentação em homenagem à cantora Cássia Eller, Catto relembra músicas como “Malandragem”, de Cazuza e Frejat, “Segundo Sol”, de Nando Reis, “E.C.T.”, de Nando Reis, Marisa Monte e Carlinhos Brown, e “Non, je ne regrette rien”, de Édith Piaf, interpretada por Cássia em seu “Acústico MTV” (2001).
 
 
SETEMBRO
 
04.09 | SEXTA
21h00 CLUBE DO CHORO 
 
05.09 | SÁBADO
21h00 CLUBE DO CHORO 
 
06.09 | DOMINGO
19h00 CLUBE DO CHORO 
 
09.09 | QUARTA
21h00 CLUBE DO CHORO 
 
11.09 | SEXTA
21h00 TIRANDO OS PÉS DO CHÃO (teatro/circo)
Margarida, Jandira, Ana, Lucia… e tantas outras escrevem. Elas perderam, buscam seu amor. Rubens, Cris, Ariane, Deise e tantos outros entrevistados contam as vicissitudes do amor. Através de seus gestos, imagens e estórias foram construídos o corpo e movimentos de cada intérprete. “Tirando os Pés do Chão” baseia-se neste encontro atordoante e entorpecente que o amor nos coloca, e retrata diversas estórias que nos tiram os pés do chão.
 
12.09 | SÁBADO
21h00 TIRANDO OS PÉS DO CHÃO (teatro/circo)
 
13.09 | DOMINGO
19h00 TIRANDO OS PÉS DO CHÃO (teatro/circo)
 
16.09 | QUARTA
21h00 CLUBE DO CHORO 
 
18.09 | SEXTA
21h00 TIRANDO OS PÉS DO CHÃO (teatro/circo)
 
19.09 | SÁBADO
21h00 TIRANDO OS PÉS DO CHÃO (teatro/circo)
 
20.09 | DOMINGO
19h00 TIRANDO OS PÉS DO CHÃO (teatro/circo)
 
23.09 | QUARTA
21h00 CLUBE DO CHORO (atração a definir)
 
24.09 | QUINTA
21h00 MÁQUINA DE DAR CERTO (teatro)
Pessoas trancadas em um cômodo são submetidas a uma série de estímulos sonoros e visuais e transformam em espetáculo o condicionamento humano. Como nos experimentos de Frederic Skinner, elas são constantemente testadas: têm que executar as tarefas e coreografias determinadas por um comando cuja identidade é desconhecida.
 
25.09 | SEXTA
21h00 MÁQUINA DE DAR CERTO (teatro)
 
26.09 | SÁBADO 
21h00 MÁQUINA DE DAR CERTO (teatro)
 
27.09 | DOMINGO
19h00 MÁQUINA DE DAR CERTO (teatro)
 
Outubro
02.10 | SEXTA
21h00 CLUBE DO CHORO 
 
03.10 | SÁBADO
21h00 CLUBE DO CHORO 
 
04.10 | DOMINGO
19h00 CLUBE DO CHORO 
 
07.10 | QUARTA
21h00 CLUBE DO CHORO 
 
09.10 | SEXTA
21h00 MORTE E VIDA SEVERINA (teatro)
A montagem atualiza um dos mais importantes clássicos da literatura brasileira, “Morte e vida severina” de João Cabral de Melo Neto. A saga do imigrante Severino – que sai do sertão da Paraíba rumo à capital Recife – ganha um olhar urbano e contemporâneo em uma encenação que prima pelo texto ao mesmo tempo que renova a paisagem proposta pelo autor. O Sertão virou asfalto.
 
10.10 | SÁBADO
21h00 MORTE E VIDA SEVERINA (teatro)
 
11.10 | DOMINGO
19h00 MORTE E VIDA SEVERINA (teatro)