Dia: 3 de abril de 2015

Fala Luxemburgo! ou Fala, Vanderlei?

 Assim, com virgula ou sem virgula, com mordaça ou sem mordaça. o “professor” manifesta sua revolta contra os dirigentes….

 

 

luxa1428078645240

 

“Conto com a colaboração de vocês para não ter perguntas, respeitando o meu momento. É só um pronunciamento em função das coisas que estão acontecendo. Acho importante meu posicionamento como cidadão e como profissional. Não é a primeira vez que fico fora de um jogo suspenso. Já aconteceu outras vezes e fui campeão, ganhei. Não vejo como problema para equipe, não vai existir algum tipo de prejuízo.

Temos um processo trabalhado com o Deivid. É um situação do futebol, até por expulsão. Os jogadores sabem das nossas propostas. Já aconteceu uma situação em Macaé, onde o Paulo Victor não pôde atuar e tínhamos decisões. Por decisão minha, conversando com a presidência, se não posso estar no vestiário, não estarei no Maracanã, não vou ao jogo.

Me senti prejudicado e não tem motivo para estar em um local onde não exercerei meu direito de trabalho. Vou ver o jogo como torcedor. Agora, como cidadão, em um momento importante do Brasil, onde estivemos recentemente uma eleição para presidente da República com debates ferrenhos, acusações, ideias, movimentos ruins de violência, onde confundiram processo democrático com violência e a população não aceitou. Em seguida, tivemos movimentos democráticos a favor e contra o governo.

O direito do povo brasileiro foi conquistado através de lutas para quebramos a ditadura, direito de se expressar sem repressão. Não pode, em 2015, em um órgão importante do Rio de Janeiro, voltarmos a viver um momento de ditadura. Começamos lá atrás com a queda de um presidente e está na constituição o direito de liberdade de ir e vir, que não pode ser quebrado. Me senti violentado e agredido como cidadão. Já fiz muitas coisa que mereci ser punido. O que fiz foi buscar o melhor para o povo brasileiro.

Em um momento onde tomamos uma derrota de 7 a 0 (7 a 1), busquei um caminho. Não me posicionei contra nenhum dirigente, mas contra qualquer federação que impeça jovens de jogar futebol. Quando usei o termo porrada, não era dar porrada na mão, foi um termo que usamos constantemente, vejo constantemente ser usado na televisão. Não foi tentativa de mandar agredir ninguém. Não podemos buscar através do futebol a moralidade de um segmento que não tem moral. Como cidadão brasileiro, venho repudiar.

Vou continuar sendo da forma que sempre fui e vou seguir criticando o que achar que deve ser criticado. Nunca fui de ficar atrás de nada. Vou continuar buscando viver em um país melhor e que minhas filhas e meus netos encontrem um processo democrático ainda melhor. Não vão me calar de jeito nenhum. Se quiserem me tirar do Carioca, que me tirem. Só vou me posicionar quando tiver o meu direito de liberdade.”

 

saiba mais em:

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/04/luxemburgo-poe-fita-adesiva-na-boca-em-protesto-contra-ferj.html

 

Anúncios

Acidente com filho de Alckmin

Desde a noite de ontem (2), quatro técnicos do Centro de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) trabalham no local onde caiu o helicóptero em que estava o filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O acidente matou Thomaz Alckmin, Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves – que pilotava a aeronave – e três mecânicos, que também estavam abordo. A queda aconteceu no final da tarde de ontem em Carapicuíba, município da zona oeste da Grande São Paulo.

Presidenta Dilma presta solidariedade ao governador Geraldo Alckmin e família

Nota OficialA presidenta Dilma Rousseff lamentou, na noite desta quinta-feira (2), a morte de Thomaz Alckmin, filho mais novo do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. Thomaz foi uma das vítimas do acidente de helicóptero ocorrido na tarde de hoje, em Carapicuíba (SP).

Confira a íntegra da nota:

Com muito pesar e tristeza, apresento ao governador Geraldo Alckmin e à sua esposa, senhora Maria Lúcia Alckmin, meus sinceros e profundos pêsames pela morte de seu filho Thomaz Alckmin, que estava entre as vítimas do trágico acidente de helicóptero, ocorrido em São Paulo. 

Presto, neste momento de dor e consternação, minha solidariedade  e sentidos pêsames aos pais, familiares e amigos das  vítimas.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

 

É com tristeza que presto solidariedade ao  governador Geraldo Alckmin e família pela perda trágica do filho, Thomaz Rodrigues Alckmin. Minhas condolências também às famílias das demais vítimas do acidente ocorrido na noite desta quinta-feira (2/4) em Carapicuíba. Nesse momento de grande dor, associo-me a todos os pais brasileiros no pesar às famílias e rogo a Deus que fortaleça e conforte seus corações.

Valmir Prascidelli
Deputado Federal (PT/SP)

 

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e a primeira-dama, Ana Estela Haddad, lamentam profundamente a morte de Thomaz Alckmin, filho mais novo do governador Geraldo Alckmin e Lu Alckmin, e dos outros quatro passageiros do helicóptero acidentado nesta data.

“Sentimos profundamente por este acidente terrível e rezamos para que a família Alckmin encontre forças para atravessar unida este momento tão difícil”, disse Fernando Haddad

 

           Nessa hora de dor e tristeza por uma perda irreparável, prestamos nossos sentimentos e nossa solidariedade para o governador Geraldo Alckmin, a primeira-dama Lu Alckmin, para a esposa, os irmãos e filhas do jovem Thomaz Alckmin. Nossas condolências para os familiares e amigos do piloto Carlos Haroldo Esquerdo Gonçalves e demais tripulantes do helicóptero que faleceram nesta Quinta-feira Santa.
Diante de uma tragédia onde não há palavras que possam confortar pais, esposas e filhos, estendemos nosso abraço e nossa fé que os entes queridos permanecerão para sempre conosco na paz de Deus e em nossos corações.
Luiz Inácio Lula da Silva e Dona Marisa Letícia