Dia: 12 de maio de 2015

13 DE MAIO – ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA

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Sonhos de Um Palhaço

Ao ver a acusada de chefiar o esquema de lavagem de parte do dinheiro desviado da Petrobras, a doleira Nelma Kodama, negar-se a responder todas as perguntas feitas hoje (12) por deputados membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, da Câmara dos Deputados, lembrei-me daquela música cantada pelo Antonio Marcos, Sonhos de um Palhaço.

O circo parece ser lá mesmo, todo montado com todos os seus artistas:

“Estou disposta a colaborar com a CPI, desde que isso não atrapalhe meu acordo de colaboração em curso”, disse a doleira ao prestar depoimento no segundo dia de audiências públicas feitas pela CPI em Curitiba.

Condenada por envolvimento em operações irregulares de instituição financeira, lavagem de dinheiro, corrupção e acusada de corromper um ex-gerente do Banco do Brasil, Nelma declarou que, à época dos fatos, não tinha consciência de que estava agindo ilegalmente.

“Eu não via que estava fazendo nada errado. Era como compra e venda de dólares. A operação do doleiro acontece por causa dos impostos envolvidos no pagamento de empresas no exterior. Eu não achava isso errado porque os impostos eram muito altos”, disse a doleira, ao reclamar da pena de 18 anos a que já foi condenada por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Nelma Kodama provocou risos dos presentes ao admitir que, de 2007 a 2009, “viveu maritalmente” com o também doleiro Alberto Youssef :

“Vivi maritalmente com ele”, disse Nelma ao ser indagada se foi amante de Youssef. “Amante é uma palavra que engloba tudo, né? Ser amiga, companheira. Uma coisa bonita”, respondeu a doleira antes de cantar trecho da música Amada Amante, de Roberto Carlos.

(Com informações da Agência Brasil)

 

Sonhos de Um Palhaço

Antônio Marcos

Vejam só
Que história boba
Eu tenho pra contar
Quem é que vai querer
Me acreditar
Eu sou palhaço sem querer…

Vejam só
Que coisa incrível
O meu coração
Todo pintado e nesta solidão
Espero a hora de sonhar…

Ah, o mundo sempre foi
Um circo sem igual
Onde todos representam
Bem ou mal
Onde a farsa de um palhaço
É natural…

Ah, no palco da ilusão
Pintei meu coração
Entreguei, entreguei amor
E sonhos sem saber
Que o palhaço
Pinta o rosto pra viver…

Vejam só e há quem diga
Que o palhaço é
No grande circo apenas o ladrão
Do coração de uma mulher…

Ah, o mundo sempre foi
Um circo sem igual
Onde todos, todos
Representam bem ou mal
Onde a farsa de um palhaço
É natural…

Ah, no palco da ilusão
Pintei meu coração
Entreguei amor e sonho
Sem saber
Que o palhaço pinta o rosto
Pra viver…

E vejam só e há quem diga
Que o palhaço é
No grande circo apenas o ladrão
Do coração de uma mulher…

www.youtube.com/watch?v=jI6RUD_s0Jg

 

Trivialidades manipulatórias da mídia

“Algumas das perguntas que lá estão nem sequer me foram feitas”, NOVA, Marcelo, entrevistado pela revista Veja.

foto divulgação

foto divulgação

Uma invenção, deturpação no sentido de tornar torpe fatos relatados, ou inventados prejudicando a imagem dos personagens dos fatos ou além disso proporcionar uma informação enganosa com a nítida intenção de enganar o leitor. Parece o que fez a Veja ao “entrevistar” o músico Marcelo Nova

“Fiquei surpreso quando li na revista Veja desta semana, uma matéria sobre a volta da minha banda Camisa de Vênus Oficial, na seção ‘Conversa’. Algumas das perguntas que lá estão nem sequer me foram feitas e as respostas ficaram a cargo de vai se saber quem” postou Marcelo Nova em seu perfil no Facebook.

Caso seja totalmente verdadeira a versão do músico sobre a matéria da revista semanal – ela tem aqui todo o direito de resposta -prova-se que estão exercendo uma jornalismo  provido de tendenciosidade numa abordagem preconceituosa.

Dia mundial da Enfermagem e dos Enfermeiros

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Em 1938, Getúlio Vargas, assinou o decreto nº 2.956, que instituía o “Dia do Enfermeiro”, a ser celebrado a 12 de maio, devendo nesta data ser prestadas homenagens especiais à memória de Ana Neri, em todos os hospitais e escolas de enfermagem do País. Ana Justina Ferreira Neri foi a pioneira brasileira da enfermagem.

No Brasil, os primeiros enfermeiros foram os padres jesuítas que atuaram nas Santas Casas de Misericórdia, desde 1540. Depois de três séculos, chegaram ao país as primeiras irmãs de caridade enfermeiras. Mas o grande incentivo para a classe chegou com a primeira enfermeira voluntária, Ana Nery, que aos 51 anos serviu como enfermeira na Guerra do Paraguai. Com a criação da Cruz Vermelha Brasileira, a profissão ganhou mais fôlego, culminando com a Escola de Enfermagem Ana Nery, fundada e mantida por essa organização e ser declarada “escola-padrão” em 1938.

 Na Semana de Enfermagem, comemorada entre 12 e 20 de maio, Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo dá início a uma comovente campanha sobre a importância desses profissionais no atendimento à saúde e na defesa da vida com inserções em emissoras de TV, jornais, redes sociais, entre outros canais de mídia, terá como estrela o ciclista David Santos Sousa, operador de rapel atropelado na Avenida Paulista em 10 de março de 2013, que teve o braço direito decepado e jogado em um córrego da Avenida Ricardo Jafet pelo motorista que o atingiu.

No filme, com um minuto de duração, o próprio David reconstitui os trágicos momentos do acidente até o instante em que foi socorrido por um estudante de enfermagem, que, já então, demonstrava vocação para assistir ao próximo com amor e dedicação. Relata, ainda, os cuidados e o afeto que recebeu durante os mais de 2 meses de internação, antes de expressar seu muito obrigado ao comprometimento e dedicação dos profissionais de enfermagem envolvidos em todo o seu processo recuperação.

“Em primeiro lugar, queremos nós mesmos, por meio de nossa instituição maior, agradecer publicamente a todos os colegas da enfermagem. Afinal, somos pacientes, assim como nossos filhos, pais e amigos; e muito devemos a eles. Ações deste porte também possibilitam aprofundar o debate em prol de uma assistência mais segura à população”, destaca Fabíola de Campos Braga Mattozinho, presidente do Coren-SP. “Isso sem falar que trata-se de um instrumento para trabalhar a autoestima de trabalhadores dedicados e compromissados, que, lamentavelmente, ainda são mal remunerados, pouco reconhecidos pelos gestores e vítimas constantes de violências”.

Conheça histórias de enfermagem em http://www.historiasdeenfermagem.com.br/