Mês: agosto 2017

Mulher não se dizputa

Com o carro chefe DIZPUTA, uma das três músicas finalistas da categoria Melhor Canção do Prêmio da Música Brasileira, concorrendo nada mais com “Descaração familiar”, de Tom Zé, e “Nunca mais vou jurar”, de Zeca Pagodinho. Carol Naine apresenta seu disco “Qualquer pessoa além de nós”, segundo álbum autoral de Carol, lançado oficialmente em CD em maio deste ano em um show no Rio de Janeiro, terra da cantora.

A agora paulistana (desde 2015) coloca sua voz a serviço de um repertório repletos de canções críticas, de questionamentos a dogmatismo, a sexismo e diversidade cultural, fruto desta vivência na metrópole sugando o fruto das turbulências da sociedade contemporânea, costurando as reflexões cotidianas, de quem saiu do mundo da televisão e das redes sociais paras as ruas movimentas da capital.

“Qualquer pessoa além de nós” também ganhou menção honrosa e entrou para a lista do Embrulhador de “Melhores Discos da Música Brasileira“. Diversas canções deste trabalho foram premiadas em festivais do Brasil, como Femucic (do SESC), Femup, São Lourenço e Limeira. Carol também tem participado de shows em teatros na cidade e no estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará.

A mulher não se dizputa, canta Carol Naine

Com o carro chefe DIZPUTA, uma das três músicas finalistas da categoria Melhor Canção do Prêmio da Música Brasileira, concorrendo nada mais com “Descaração familiar”, de Tom Zé, e “Nunca mais vou jurar”, de Zeca Pagodinho. Carol Naine apresenta seu disco “Qualquer pessoa além de nós”, segundo álbum autoral de Carol, lançado oficialmente em CD em maio deste ano em um show no Rio de Janeiro, terra da cantora.

A agora paulistana (desde 2015) coloca sua voz a serviço de um repertório repletos de canções críticas, de questionamentos a dogmatismo, a sexismo e diversidade cultural, fruto desta vivência na metrópole sugando o fruto das turbulências da sociedade contemporânea, costurando as reflexões cotidianas, de quem saiu do mundo da televisão e das redes sociais paras as ruas movimentas da capital.

Carol Naine faz show em São Paulo no dia 17 de setembro, no SESC Bom Retiro. O show é às 16h  e os ingressos são gratuitos. Como não sou Deus, vou tentar ir ao show…

“Qualquer pessoa além de nós” também ganhou menção honrosa e entrou para a lista do Embrulhador de “Melhores Discos da Música Brasileira“. Diversas canções deste trabalho foram premiadas em festivais do Brasil, como Femucic (do SESC), Femup, São Lourenço e Limeira. Carol também tem participado de shows em teatros na cidade e no estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará.

Fetiche

Gilberto da Silva

Da primeira vez que entrei naquela sala senti um arrepio e uma dor profunda. Não podia acreditar que aquilo que se passava por uma mesa, não fosse uma mesa. Aquele jovem, moderno, articulado, dotado de uma brilhante intelectualidade convidou-me para um café com torradas. Ainda atordoado, não aceitei o convite para tomar café naquele “móvel”. Sai espumando ódio daquele lugar, como se empunhasse uma bandeira de luta numa passeata. Não conseguia esquecer cena tão dantesca; ou melhor, cena de apenas “o inferno”. Jurei não voltar ao local, nunca mais, nem por um momento apenas.

Da segunda vez que entrei naquela sala pude, ainda sob efeito do estranhamento, perceber detalhes daquele corpo. A sua forma ainda me remetia aos tempos do meu conhecimento sobre aquela forma. Vacilei, quase sentei em uma cadeira (absorveria um café, ou um chocolate, sem ainda depositar a xícara em sua linha reta), mas desisti diante de uma inesperada reflexão sobre as formas de vida. Pense: vã filosofia… Sai do local com uma sensação que as relações humanas não estavam bem e que algo de pobre podia estar ocorrendo naquele reino. Sim apoderei-me das leituras de Shakespeare e tentei entendeu um pouco sobre as relações de poder.

Da terceira vez, passados anos de obscuridade, adentrei na velha sala do velho senhor que, de forma simpática e lisonjeira, me apresentou seus discípulos – todos bem vestidos e dóceis – e convidou-me à sentar numa cadeira. A mesa estava lá. Havia outras, todas elas prontas para o uso em outros locais da casa. Já era uma mesa em sua forma mesa, natural, trivial, coloquial. Uma mesa, arquitetonicamente parecida com um corpo humano, decorava a sala.

Fetiche

Gilberto da Silva

Da primeira vez que entrei naquela sala senti um arrepio e uma dor profunda. Não podia acreditar que aquilo que se passava por uma mesa, não fosse uma mesa. Aquele jovem, moderno, articulado, dotado de uma brilhante intelectualidade convidou-me para um café com torradas. Ainda atordoado, não aceitei o convite para tomar café naquele “móvel”. Sai espumando ódio daquele lugar, como se empunhasse uma bandeira de luta numa passeata. Não conseguia esquecer cena tão dantesca; ou melhor, cena de apenas “o inferno”. Jurei não voltar ao local, nunca mais, nem por um momento apenas.

Da segunda vez que entrei naquela sala pude, ainda sob efeito do estranhamento, perceber detalhes daquele corpo. A sua forma ainda me remetia aos tempos do meu conhecimento sobre aquela forma. Vacilei, quase sentei em uma cadeira (absorveria um café, ou um chocolate, sem ainda depositar a xícara em sua linha reta), mas desisti diante de uma inesperada reflexão sobre as formas de vida. Pense: vã filosofia… Sai do local com uma sensação que as relações humanas não estavam bem e que algo de pobre podia estar ocorrendo naquele reino. Sim apoderei-me das leituras de Shakespeare e tentei entendeu um pouco sobre as relações de poder.

Da terceira vez, passados anos de obscuridade, adentrei na velha sala do velho senhor que, de forma simpática e lisonjeira, me apresentou seus discípulos – todos bem vestidos e dóceis – e convidou-me à sentar numa cadeira. A mesa estava lá. Havia outras, todas elas prontas para o uso em outros locais da casa. Já era uma mesa em sua forma mesa, natural, trivial, coloquial. Uma mesa, arquitetonicamente parecida com um corpo humano, decorando a sala.

 

Coletivo de Luta pela Água se reúne para traçar ações contra venda da Sabesp

O Coletivo de Luta pela Água, formado por 89 entidades ambientais, sindicais e da sociedade civil, vai se reunir hoje (29/8), a partir das 18h, para discutir o projeto de lei encaminhado pelo governador Geraldo Alckmin à Assembleia Legislativa (Alesp) que trata da chamada “reestruturação” da Sabesp, que nada mais é do que uma privatização disfarçada, já que esse PL entrega a Sabesp a uma holding.

O projeto chegou à Alesp em 1º de agosto em regime de urgência e segue a toque de caixa. A expectativa é de que a peça vá a plenário ainda hoje para o início do processo de votação, sem sequer ter cumprido o rito de tramitação de 50 dias, como ocorre nesse tipo de designação.
O Coletivo ainda discutirá a formação de um comitê do Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA) em São Paulo. O FAMA tem como objetivo fundamental tratar do tema da água na perspectiva do direito, e não da privatização, por meio de uma ampla gama de debates que permita focar essa questão nas suas mais variadas interfaces. Ele se contrapõe ao fórum das corporações, autodenominado 8º Fórum Mundial da Água – este promovido por organizações privadas, em especial às grandes corporações multinacionais, que têm como meta impulsionar a mercantilização da água.
Segue em abaixo texto sobre o FAMA.
A reunião do Coletivo acontecerá hoje (29/8), às 18h, na sede da FNU – rua Machado de Assis, 150, Vila Mariana, São Paulo.

 

 

Lutar contra a apropriação do mercado

sobre a água: um dos objetivos do FAMA

O FAMA – Fórum Alternativo Mundial da Água – é um espaço democrático que reúne, mundialmente, organizações e movimentos sociais que lutam em defesa da água como direito elementar à vida.

 

Em março de 2018, o FAMA realizará, em Brasília, um grande evento com cerca de 5 mil pessoas, em contraposição ao “Fórum das Corporações”, autodenominado “8º Fórum Mundial da Água”. Este, promovido por grandes grupos econômicos que também estarão reunidos na capital federal nessa data, defende a privatização das fontes naturais e dos serviços públicos de água.

O FAMA tem como objetivo fundamental tratar do tema da água na perspectiva do direito, e não da privatização, por meio de uma ampla gama de debates que permita focar essa questão nas suas mais variadas interfaces.
Desmistificando o ‘Fórum das Corporações’

O Fórum e o Conselho Mundial da Água são vinculados a organizações privadas, em especial às grandes corporações multinacionais, que têm como meta impulsionar a mercantilização da água; intensificar práticas de transposição de bacias hidrográficas, privilegiando o atendimento das demandas por água a qualquer preço em detrimento da sua gestão; construir barragens para os mais variados fins, afetando de forma significativa populações ribeirinhas sem considerar impactos sociais e culturais; apropriar-se dos aquíferos subterrâneos; entre outros.
Muitas dessas corporações já controlam a prestação de serviços de água e esgoto e a extração intensiva de água para engarrafamento, produção de bebidas etc. Seus interesses são de apropriação das reservas de água para gerar lucros extraordinários.

Denunciar essas práticas que impõem fortes impactos financeiros e restrições de acesso à população de todo o mundo, afetando, sobretudo, os mais pobres, está entre os principais objetivos do Fórum Alternativo, além de debater temas centrais de defesa pública e  controle social das fontes de  água, o acesso democrático a esse recurso natural, a luta contra as privatizações dos  mananciais e as políticas  públicas necessárias para  o controle social do uso  da água  e  preservação ambiental.

O FAMA foi lançado oficialmente no 5 de junho, dia mundial do Meio Ambiente, em São Paulo-SP, e, desde então, uma comissão organizadora vem trabalhando para agregar cidadãos, entidades e movimentos sociais e dar visibilidade aos seus objetivos.

 

Alguns comitês locais já foram formados, como os de Brasília e Pará. Entre agosto e setembro devem ser lançados os comitês da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

 

O lançamento do comitê de São Paulo já tem data marcada: 21 de setembro, durante a realização da Assembleia Estadual Popular da Água, onde se pretende elaborar o Mapa de Conflitos da Água no Estado.

 

Membro da coordenação do FAMA, Edson Aparecido da Silva afirma que os comitês locais são de grande importância: “Não queremos que o FAMA faça simplesmente uma análise da conjuntura em que vivemos. Queremos que o nosso Fórum aponte perspectivas e compromissos a serem discutidos com a sociedade e governos no próximo período”, explicou Edson.

 

Os organizadores do FAMA esperam que esses comitês, mesmo despois do Fórum, permaneçam com o debate da defesa dos direitos humanos, das reservas estratégicas do país, da soberania nacional e, principalmente, da garantia da água como direito.

 

Para conhecer o Manifesto de Chamamento ao FAMA 2018, acesso o site www.fama2018.org (http://www.fama2018.org/portal/fama-2018/fama-2018/).
Site: fama2018.org
Facebook: @fama2018

Informações à Imprensa:
. Fernanda Fiot
+55 11 98283 7998 – WhatsApp
imprensa@fama2018.org

. Silvana Cortez
+55 11 98664 6703 – WhatsApp
imprensa@fama2018.org

Então, o que eu tenho?

Gilberto da Silva

Nesse mundo que se liquida, que se decompõe, sem alma, sem fé, sem consciência, precisamos recuperar nosso corpo, nossa liberdade, nossa alma, nossa consciência. Tenhamos alma, liberdade, amor e nosso corpo: para falar e cantar o que é nosso.

“Na natureza, as mudanças, seja qual for sua infinita diversidade, mostram um ciclo que sempre se repete: nada de novo sob o sol, e nesse sentido o jogo polimorfo das formas naturais não é isento de monotonia. Só se produz novidades nas mudanças que ocorrem no domínio espiritual.” Hegel

Mas não só a espiritual. É preciso lidar com as novas formas da materialidade, do real concreto, vivido. Somos mais que meros partidos, frações ou pedaços espalhados pelo chão. Somos Raízes, Esperanças, e Vontade. É possível, sim, sair  do estado de melancolia e desespero!

A consciência da liberdade parte da reflexão sobre a tirania.

 

Ain’t Got No / I Got Life

Ain’t got no home, ain’t got no shoes
Ain’t got no money, ain’t got no class
Ain’t got no skirts, ain’t got no sweaters
Ain’t got no perfume, ain’t got no love
Ain’t got no faith

Ain’t got no culture
Ain’t got no mother, ain’t got no father
Ain’t got no brother, ain’t got no children
Ain’t got no aunts, ain’t got no uncles
Ain’t got no love, ain’t got no mind

Ain’t got no country, ain’t got no schooling
Ain’t got no friends, ain’t got no nothing
Ain’t got no water, ain’t got no air
Ain’t got no smokes, ain’t got no chicken
Ain’t got no

Ain’t got no water
Ain’t got no love
Ain’t got no air
Ain’t got no God
Ain’t got no wine
Ain’t got no money
Ain’t got no faith
Ain’t got no God
Ain’t got no love

Then what have I got
Why am I alive anyway?
Yeah, hell
What have I got
Nobody can take away

I got my hair, got my head
Got my brains, got my ears
Got my eyes, got my nose
Got my mouth
I got my
I got myself

I got my arms, got my hands
Got my fingers, got my legs
Got my feet, got my toes
Got my liver
Got my blood

I’ve got life
I’ve got lives

I’ve got headaches, and toothaches
And bad times too like you

I got my hair, got my head
Got my brains, got my ears
Got my eyes, got my nose
Got my mouth
I got my smile

I got my tongue, got my chin
Got my neck, got my boobs
Got my heart, got my soul
Got my back
I got my sex

I got my arms, got my hands
Got my fingers, got my legs
Got my feet, got my toes
Got my liver
Got my blood

I’ve got life
I’ve got my freedom
Ohhh
I’ve got life!

Eu Não Tenho / Eu Tenho Vida

Não tenho casa, não tenho sapatos
Não tenho dinheiro, não tenho classe
Não tenho saias, não tenho casacos
Não tenho perfume, não tenho amor
Não tenho fé

Não tenho cultura
Não tenho mãe, não tenho pai
Não tenho irmão, não tenho filhos
Não tenho tias, não tenho tios
Não tenho amor, não tenho ideia

Não tenho país, não tenho escolaridade
Não tenho amigos, não tenho nada
Não tenho água, não tenho ar
Não tenho cigarros, não tenho um franguinho
Eu não tenho

Não tenho água
Não tenho amor
Não tenho ar
Não tenho Deus
Não tenho vinho
Não tenho dinheiro
Não tenho fé
Não tenho Deus
Não tenho amor

Então o que eu tenho?
Por que mesmo eu estou viva?
Sim, inferno
O que eu tenho
Ninguém pode tomar

Tenho o meu cabelo, tenho minha cabeça
Tenho meu cérebro, tenho minhas orelhas
Tenho meus olhos, tenho meu nariz
Tenho minha boca
Eu tenho
Eu tenho a mim mesma

Tenho meus braços, minhas mãos
Tenho minhas orelhas, minhas pernas
Tenho meus pés, e meus dedos
Tenho meu fígado
Tenho meu sangue

Eu tenho uma vida
Eu tenho vidas!

Tenho dores de cabeça, e de dente
E tenho horas ruins, assim como você

Tenho o meu cabelo, tenho minha cabeça
Tenho meu cérebro, tenho minhas orelhas
Tenho meus olhos, tenho meu nariz
Tenho minha boca
Eu tenho o meu sorriso!

Eu tenho a minha língua, meu queixo
Meu pescoço e meus seios
Meu coração, minha alma
E minhas costas
Tenho meu sexo

Tenho meus braços, minhas mãos
Meus dedos, minhas pernas
Tenho meus pés, e meus dedos
Tenho meu fígado
Tenho o meu sangue

Eu tenho vida
Eu tenho minha liberdade
Ohhh
Eu tenho a vida!

PRESENTEAR um ijexá de Zeh Gustavo

Foto Kita Perdroza

 

Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar

Eu fui presentear de amores e flores
A nossa rainha Iemanjá

Rosa branca atirada
Água leva adiante
A leveza da paz
Couraça de coragem que nunca se nega ao guerrear
Quando vê injustiça, sua lança se atiça
Salve Oxossi, que é filho de Iemanjá

Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar

Flor de cor amarela
A maré não espera
Cobre o cobre a ganância
Mas eu tenho esperança, mainha, me deixe sonhar
Se eu sei, acredito no ouro dividido
Tão bela é a fé de quem não abdica do caminhar

Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar

Pétala vermelha
É paixão que semeia
Solidão é capaz
De baixar sua guarda e deixar se cumprir o trajeto-destino
Era a última rosa
E aos meus pés lacrimosa se fez a areia
Da beira, Janaína todo pranto acudia
E um céu de saudade uniu-se ao mar
E um só canto ecoou

Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar, iê iê
Eu fui na beira do mar

Eu fui presentear de amores e flores
A nossa rainha Iemanjá

Gravação realizada pelo grupo Terreiro de Breque, por meio do edital Estúdio Carioca, no Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola.

Terreiro de Breque:
Zeh Gustavo (voz)
Daniel Delavusca (arranjo, cavaquinho e coro)
Renan Sardinha (violão)
Kaká Nomura (congas)
Éber de Freitas (percussão e efeitos)

Expediente de uma publicação

Uma das coisas que mais gosto de fazer ao receber um jornal ou uma revista e até mesmo os livros é olhar o expediente. Lugar de informação da obra. Lugar de reconhecimento intelectual, de consideração aos direitos autorais que a cada dia que passa é raridade nas publicações. Tem sindicatos de trabalhadores que adoram não publicar o expediente, não reconhecendo o trabalho  dos profissionais que ali labutaram.

Entre outros, é no expediente que encontro pessoas, personalidades que estão, que foram, que passaram e que de uma maneira ou outra emprestaram seu nome a aquela obra. Local onde podemos encontrar o nome da publicação, a editora,  o endereço da Redação, telefones, e-mail, nome do Diretor, nome do editor-responsável, nome do editor-assistente, nome dos repórteres e dos colaboradores, consultoria jurídica,distribuição, nome da gráfica onde a obra foi impressa, entre outras informações que reportam à essência da obra. 

O expediente é a fotografia – a selfie – do momento da publicação. Diria, a alma momentânea que se eterniza. É uma preciosidade para os historiadores que poderão em estudos posteriores analisar a obra dentro do seu contexto histórico, com amis precisão e mais dados analíticos.

O expediente, por vários motivos, estão sumindo. Falta de espaço ou falta de criatividade para transformar o expediente em uma nova atração jornalística ou comunicacional, ou por outros motivos que poderíamos numa longa lista elencar.

Mas nessa época da liquidificação da comunicação, os expedientes estão desaparecendo. Uma pena.

 

Prêmio da Fundação Carlos Chagas – Inscrições serão encerradas em 28 de agosto

 

Restam poucos dias para que os interessados em participar do Prêmio Professor Rubens Murillo Marques, façam suas inscrições. Realizado pela Fundação Carlos Chagas e voltado a professores de licenciatura que tenham desenvolvido experiências educativas inovadoras entre 2016 e 2017, realizadas em instituições de ensino superior de todo o Brasil e já aplicadas em sala de aula, o prêmio visa incentivar e reconhecer os educadores.  Cada profissional poderá inscrever apenas um projeto. Dois serão selecionados e receberão R$ 20 mil, publicação do trabalho na coleção Textos da FCC, divulgação e troféu. Além disso, poderão ser concedidas menções honrosas aos trabalhos que não forem premiados, mas que se destacarem entre os demais. As inscrições devem ser realizadas no site da instituição (https://www.fcc.org.br) até 28 de agosto. Mais informações estão no edital e no regulamento do prêmio, também disponíveis no site da FCC.

 

Serviço:

Inscrições: Até 28 de agosto

Projeto: Experiências realizadas e concluídas no ano de 2016 até junho de 2017

Documentos necessários: Texto com descrição da experiência e documentos comprobatórios, conforme regulamento.

Edital e Regulamento:  http://www.fcc.org.br

E-mail para suporte: premiormm@fcc.org.br