transportes

9º Prêmio CET de Educação de Trânsito

 

 

A Companhia de Engenharia de Tráfego – CET de São Paulo está realizando o 9º Prêmio CET de Educação de Trânsito,

que tem por objetivo incentivar a reflexão, a criatividade e a produção de trabalhos voltados para a segurança no trânsito.

 

Poderão participar estudantes (educação infantil a universitário), professores, terceira idade,

motoristas, motociclistas, ciclistas e cidadãos maiores de 16 anos,

que residam ou estudem na cidade de São Paulo.

 

Serão premiados 3 participantes em cada uma das 14 categorias, da seguinte forma:

 

1º lugar – R$5.000,00 (cinco mil reais)

2º lugar – R$3.000,00 (três mil reais)

3º lugar – R$2.000,00 (dois mil reais)

 

O edital com todas as informações necessárias pode ser acessado no site da CET www.cetsp.com.br onde, também, serão realizadas as inscrições no período de 15 de março a 17 de maio de 2017.

 

Dúvidas ou maiores informações premiocet@cetsp.com.br .

 

 

Centro de Treinamento e Educação de Trânsito – CETET

Companhia de Engenharia de Tráfego – CET

Abertas inscrições para atividades do “Bicicultura 2016”

bicicletada

Encontro nacional de mobilidade por bicicleta e ciclo ativismo acontece de 26 a 29 de maio em São Paulo

Entre quinta-feira (26/05) e domingo (29/05), São Paulo será sede em 2016 do maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e ciclo ativismo: o Bicicultura. O evento, realizado pela União de Ciclistas do Brasil (UCB), com organização de Ciclocidade e apoio da Prefeitura de São Paulo, busca divulgar, debater e fomentar a cultura da bicicleta em todas as suas vertentes: cultural, social, política, artística, econômica e ambiental.

O “Bicicultura 2016” contarpoliticaspublicasImagem1-300x204á com uma programação de palestras e oficinas, concentradas na região central da cidade. A área externa estará aberta ao público presente, que poderá testar bicicletas, conhecer novidades do mercado para os ciclistas e participar de feiras de trocas, além usufruir de uma área de alimentação.

Concentrada no entorno do Teatro Municipal, a programação interna contará com palestras e oficinas na Galeria Olido e na Praça das Artes, além de uma “bicicletada” e de Visitas Técnicas com a Companhia de Engenharia de Trafego (CET). Para esta atividade, a CET preparou três roteiros diferentes, um por dia, sempre das 16h00 às 17h30: na quinta (26), Roteiro Centro-Minhocão; na sexta (27), Roteiro Avenida Paulista; e no sábado (28),  Roteiro Esportes. A equipe do Departamento Cicloviário da CET comandará as ações, abordando, entre outros temas, os custos envolvidos com cada implantação, a complexidade das intervenções, os projetos, modelos de implantação e outras informações.

Ainda com parte da programação, na Sala Itaú de Cinema ocorre a  1ª Mostra de Vídeos do Bicicultura, com o tema “Que elo te move?”. Os vídeos se encaixam nas categorias Cicloativismo, Cultura Bici, Horizontes e Documentários, com duração máxima de 10 minutos (exceto documentários). A mostra tem caráter competitivo e distribuirá premiações de R$ 1,5 mil e uma bicicleta adulta para o vídeo eleito como melhor por uma comissão julgadora e para o vídeo que obtiver o maior número de votos do público.

Toda a roteiro é gratuito, mas por haver limitação no número de vagas, a participação nas atividades internas está condicionada à uma pré-inscrição, que pode ser realizada no site http://bicicultura.org.br/, preenchendo os formulários daquelas de seu interesse.

O “Bicicultura 2016” é um evento organizado pela sociedade civil e deve funcionar como um espaço para o convívio, o compartilhamento de conhecimento e a formação de alianças entre ciclistas, cicloativistas, entusiastas e todos os interessados na democratização urbana, na sustentabilidade ambiental e na qualidade de vida que o uso da bicicleta proporciona. A programação tem entre seus princípios o direito à cidade, a equidade de gênero e social, o ambientalismo e os direitos humanos.

Serviço:

Bicicultura 2016

De 26 a 29 de maio

Região central de São Paulo

http://bicicultura.org.br/

www.facebook.com/bicicultura.brasil

www.twitter.com/biciculturabr

www.instagram.com/biciculturabr

Haddad institui o Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo

plamobi

O Plano de Mobilidade de São Paulo – PlanMob/SP é o instrumento de planejamento e gestão do Sistema Municipal de Mobilidade Urbana, ou seja, dos meios e da infraestrutura de transporte de bens e pessoas no município, para os próximos 15 anos.

O plano foi elaborado pela Prefeitura do Município de São Paulo – PMSP com apoio técnico da Secretaria Municipal de Transporte e das empresas públicas SPTrans e CET, em parceria com as demais secretarias municipais afeitas aos temas da mobilidade urbana, do desenvolvimento urbano e do parcelamento e uso do solo, notadamente a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano.

 

 

Veja Aqui o Plano na íntegra

 

DECRETOS
DECRETO Nº 56.834 , DE 24 DE FEVEREIRO
DE 2016
Institui o Plano Municipal de Mobilidade
Urbana de São Paulo – PlanMob/SP 2015.
FERNANDO HADDAD, Prefeito do Município de São Paulo,
no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,
CONSIDERANDO que a Lei Federal nº 12.587, de 3 de janeiro
de 2012, ao instituir as diretrizes da Política Nacional de Mobili-
dade Urbana – PNMU, determinou, em seu artigo 24, § 1º, que
os municípios acima de 20.000 (vinte mil) habitantes, sujeitos à
elaboração de plano diretor, elaborem Plano de Mobilidade Urba-
na, de maneira integrada e com ele compatível, ou nele inserido;
CONSIDERANDO que a Lei nº 16.050, de 31 de julho de
2014, que aprovou a Política de Desenvolvimento Urbano e o
Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo, em seu
artigo 229, exigiu que o Plano Municipal de Mobilidade Urbana
fosse elaborado pela Prefeitura de forma participativa, devida-
mente promovida na conformidade dos elementos constantes
do processo administrativo nº 2014-0.134.409-3;
CONSIDERANDO a necessidade de ser estabelecida a siste-
mática para a atualização periódica de que trata o inciso XI do
artigo 24 da Lei Federal nº 12.587, de 2012, a fim de garantir o
constante aprimoramento do planejamento da mobilidade urbana,
D E C R E T A:
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º Fica instituído, na forma do Anexo Único integrante
deste decreto, o Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São
Paulo – PlanMob/SP 2015, em cumprimento ao disposto no arti-
go 229 da Lei nº 16.050, de 31 de julho de 2014, que aprovou a
Política de Desenvolvimento Urbano e o Plano Diretor Estratégi-
co do Município de São Paulo.
§ 1º O PlanMob/SP 2015 é o instrumento de planejamento
e de gestão da Política Municipal de Mobilidade Urbana de São
Paulo – PMMU, tendo por finalidade orientar as ações do Muni-
cípio no que se refere aos modos, serviços e infraestrutura viária
e de transporte, que garantem os deslocamentos de pessoas e
cargas em seu território, com vistas a atender às necessidades
atuais e futuras da mobilidade em São Paulo para os próximos
15 (quinze) anos.
§ 2º Para melhorar as condições de mobilidade urbana,
o Poder Executivo priorizará a adequação do planejamento, o
ordenamento e a operação da circulação urbana, atuando em
cooperação com entidades públicas e privadas, em consonância
com as políticas ambientais, de uso e ocupação do solo, de de-
senvolvimento econômico e de gestão da mobilidade.
Art. 2º O PlanMob/SP 2015, para os fins da PMMU, consi-
dera a mobilidade e a acessibilidade urbana como resultante
da política de transporte e circulação combinada com a Política
Municipal de Desenvolvimento Urbano estabelecida no Plano
Diretor Estratégico do Município de São Paulo.
§ 1º No PlanMob/SP 2015 foram adotados 3 (três) eixos
fundamentais para orientar a análise e a definição das ações,
instrumentos e projetos que serão implementados pelo Municí-
pio nos próximos 15 (quinze) anos:
I – a mobilidade urbana como resultado de políticas públicas;
II – a organização do Sistema de Mobilidade Urbana para
a oferta, com acessibilidade, de serviços universais, a partir da
rede de transporte público coletivo e dos modos não motoriza-
dos de transporte;
III – o reconhecimento da mobilidade urbana como política
fundamental para a melhoria da qualidade ambiental urbana.
§ 2º O PlanMob/SP 2015, no âmbito da gestão ambiental,
busca reduzir os impactos ambientais gerados pelo Sistema de
Mobilidade Urbana, em particular a minimização de poluentes
veiculares, bem como incentiva as demais ações compatíveis
com o combate à mudança do clima e à poluição do ar.
Art. 3º Os anos-meta não citados no presente decreto serão
definidos pela Secretaria Municipal de Transportes, em conso-
nância com a Lei nº 16.050, de 2014 – Plano Diretor Estratégico
do Município de São Paulo.
Art. 4º Sem prejuízo do estabelecido na Lei Federal nº
12.587, de 3 de janeiro de 2012, e na Lei nº 16.050, de 2014, o
PlanMob/SP 2015 é norteado pelos seguintes princípios:
I – acessibilidade universal;
II – desenvolvimento sustentável;
III – eficiência, eficácia e efetividade;
IV – equidade no acesso e no uso do espaço;
V – gestão democrática;
VI – justiça social;
VII – redução dos custos urbanos;
VIII – segurança nos deslocamentos.
Art. 5º Para direcionar o PlanMob/SP 2015 no sentido de
mantê-lo centrado nos princípios fundamentais elencados no
artigo 4º deste decreto, foram observadas as seguintes diretrizes,
as quais refletem demandas próprias da Cidade de São Paulo:
I – democratização do espaço viário;
II – garantia do abastecimento e circulação de bens e
serviços;
III – gestão integrada do trânsito, do transporte de pessoas
e do transporte de bens e serviços;
IV – incentivo ao desenvolvimento técnico;
V – integração com a política de desenvolvimento urbano;
VI – prioridade aos pedestres e aos modos não motorizados
de transporte;
VII – prioridade para o transporte público coletivo;
VIII – mitigação dos custos ambientais, sociais e de saúde;
IX – promoção do acesso aos serviços básicos;
X – promoção do desenvolvimento sustentável;
XI – qualificação do sistema de transporte coletivo.
Art. 6º Com o propósito de atingir as diretrizes enumeradas
no artigo 5º deste decreto, o PlanMob/SP 2015 é orientado
pelos seguintes e principais objetivos:
I – ampliação do uso do coletivo na matriz de transporte
da cidade;
II – aperfeiçoamento da logística do transporte de cargas;
III – consolidação da gestão democrática no aprimoramento
da mobilidade urbana;
IV – contribuição para a política de redução das desigual-
dades sociais;
V – implementação de ambiente adequado ao deslocamen-
to dos modos não motorizados de transporte;
VI – incentivo à utilização de modos de transporte não
motorizados;
VII – otimização do uso do sistema viário;
VIII – promoção da acessibilidade aos componentes dos
sistemas de mobilidade urbana municipais;
IX – promoção da acessibilidade universal no passeio público;
X – promoção de melhorias na saúde e no bem-estar da
população;
XI – redução de emissões atmosféricas produzidas pelo
sistema de mobilidade urbana;
XII – redução do número de acidentes e mortes no trânsito;
XIII – redução do tempo médio das viagens;
XIV – homogeneização da macroacessibilidade da cidade.
Parágrafo único. O conjunto de objetivos enumerados no “ca-
put” deste artigo será atingido na medida em que metas, indica-
dores e parâmetros de análise, ainda em desenvolvimento, forem
definidos no âmbito do PlanMob/SP 2015, consultada a sociedade.
CAPÍTULO II
DO TRANSPORTE DE PESSOAS
SEÇÃO I
DO TRANSPORTE ATIVO
Art. 7º O PlanMob/SP 2015, no âmbito do transporte não
motorizado, aborda:
I – a Política de Integração da Mobilidade Ativa;
II – o Sistema de Circulação de Pedestres, em especial:
a) as características da rede de circulação de pedestres no
Município de São Paulo;
b) a infraestrutura necessária para o deslocamento seguro
e confortável do pedestre;
c) as metas específicas para os pedestres e para a acessibi-
lidade até 2016, 2018, 2020 e 2024;
III – o Sistema Cicloviário, em especial:
a) as suas diretrizes específicas, objetivos e elementos
constitutivos;
b) a rede cicloviária estrutural, suas diretrizes específicas,
componentes, classificação e metas específicas até 2016, 2020,
2024 e 2028;
c) as diretrizes específicas da infraestrutura cicloviária no
sistema viário estrutural, nos eixos do sistema de transporte
público coletivo, nas transposições, nas faixas de domínio de
redes de serviços e nos parques lineares;
d) o estacionamento de bicicletas, em especial:
1. as estruturas e os tipos;
2. as suas diretrizes específicas;
3. as metas específicas até 2016, 2024 e 2028;
e) o Sistema de Bicicletas Compartilhadas, em especial:
1. as suas diretrizes específicas;
2. as suas metas específicas até 2016, 2024 e 2028.
Parágrafo único. Para os fins deste decreto e de seu Anexo
Único, são considerados transporte ativo os modos de transpor-
te por bicicleta e a pé.
SEÇÃO II
DO TRANSPORTE MOTORIZADO
Art. 8º O PlanMob/SP 2015, no âmbito do Sistema de Trans-
porte Coletivo Público de Passageiros, aborda:
I – a classificação e a rede de corredores de ônibus;
II – o programa de novos corredores de ônibus;
III – o programa de faixas exclusivas de ônibus;
IV – o programa de novos terminais de integração;
V – as conexões e locais de transferência;
VI – o programa de operação controlada;
VII – a política tarifária e de bilhetagem;
VIII – o serviço de ônibus em rede, incluindo o calendário
para implantação da:
a) Rede de Referência de Dia Útil e Sábado;
b) Rede de Domingo;
c) Rede da Madrugada;
d) Linhas de Reforço da Rede de Referência.
Art. 9º O PlanMob/SP 2015, no âmbito do Sistema de Trans-
porte Coletivo Privado, aborda:
I – as suas diretrizes específicas para a melhoria do desem-
penho desse sistema;
II – as suas metas específicas até 2016, 2024 e 2028.
Art. 10. O PlanMob/SP 2015, no âmbito do transporte
escolar privado, aborda:
I – as suas diretrizes específicas para a melhoria do desem-
penho desse sistema;
II – as suas metas específicas até 2018.
Art. 11. O PlanMob/SP 2015, no âmbito do transporte mo-
torizado individual, aborda as ações específicas para:
I – o transporte motorizado individual remunerado de
interesse público;
II – o transporte motorizado individual privado.
CAPÍTULO III
DO TRANSPORTE E LOGÍSTICA DE CARGAS E SERVIÇOS
Art. 12. O PlanMob/SP 2015, no âmbito do Sistema de
Logística de Cargas, aborda:
I – as diretrizes e os objetivos da Política de Mobilidade de
Cargas e Serviços;
II – as metas específicas para a logística e o transporte de
cargas até 2016, 2017, 2018, 2020 e 2024;
III – as diretrizes e metas específicas para o transporte de
cargas superdimensionadas e perigosas;
IV – as ações voltadas à atividade de transporte de peque-
nas cargas por motofrete e por bicicleta;
V – as ações voltadas à atividade de carga a frete.
CAPÍTULO IV
DA CIRCULAÇÃO DE PESSOAS E VEÍCULOS
Art. 13. A Secretaria Municipal de Transportes define, no
PlanMob/SP 2015, a proposta para integrar e monitorar as áre-
as de trânsito e de transporte, no âmbito municipal, de modo a
fazer a gestão do sistema viário centralizadamente.
Art. 14. O PlanMob/SP 2015, no âmbito da segurança no
trânsito, aborda:
I – os objetivos específicos das ações em segurança no
trânsito;
II – as metas específicas para a segurança no trânsito até
2016, 2017, 2018, 2020 e 2028.
Art. 15. O PlanMob/SP 2015, no âmbito do gerenciamento
de estacionamento, aborda:
I – as diretrizes para o controle de garagens públicas e de
estacionamento na via pública;
II – as ações específicas para gestão e oferta de garagens pú-
blicas e de estacionamento na via pública até 2016, 2018 e 2020.
Art. 16. O PlanMob/SP 2015 aborda o Sistema Hidroviário e
o Sistema Aeroviário no Município de São Paulo.
Art. 17. O PlanMob/SP 2015 trata das interconexões da
mobilidade urbana municipal com a intermunicipal.
CAPÍTULO V
DOS MECANISMOS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR
Art. 18. A participação popular será exercida por meio:
I – do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte – CMTT;
II – de audiências e consultas públicas presenciais e ele-
trônicas.
CAPÍTULO VI
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 19. Para o acompanhamento e implementação das
ações constantes do PlanMob/SP 2015 poderão ser constituídos
Grupos Intersecretariais.
Art. 20. O Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São
Paulo deverá ser revisto periodicamente a cada 4 (quatro) anos,
a partir da data de sua publicação, e as suas revisões deverão
ser precedidas da elaboração de diagnóstico e de prognóstico
do Sistema de Mobilidade Urbana do Município.
Parágrafo único. As revisões do PlanMob/SP deverão con-
templar a análise do desempenho do Sistema Municipal de
Mobilidade Urbana em relação aos modos, aos serviços e à in-
fraestrutura de transporte no território do Município, mediante
o uso de indicadores, bem como deverão contemplar a avalia-
ção de tendências do sistema de mobilidade urbana, por meio
da construção de cenários que deverão considerar horizontes
de curto, médio e longo prazo.
Art. 21. O relatório técnico que contém o PlanMob/SP 2015
será disponibilizado na página eletrônica da Secretaria Munici-
pal de Transportes.
Art. 22. A Secretaria Municipal de Transportes poderá editar
outros atos normativos com o objetivo de garantir a eficácia e a
efetividade das disposições do PlanMob/SP 2015.
Art. 23. Este decreto entrará em vigor na data de sua
publicação.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 24 de
fevereiro de 2016, 463º da fundação de São Paulo.
FERNANDO HADDAD, PREFEITO
JILMAR AUGUSTINHO TATTO, Secretário Municipal dos
Transportes
FRANCISCO MACENA DA SILVA, Secretário do Governo
Municipal
Publicado na Secretaria do Governo Municipal, em 24 de
fevereiro de 201

Dia Mundial Sem Carro

No dia 22 de setembro, em cidades do mundo todo, são realizadas atividades em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida nas cidades, no que passou a ser conhecido como Dia Mundial Sem Carro.

O objetivo principal do Dia Mundial Sem Carro é estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, além de propor às pessoas que dirigem todos os dias que revejam a dependência que criaram em relação ao carro ou moto. A idéia é que essas pessoas experimentem, pelo menos nesse dia, formas alternativas de mobilidade, descobrindo que é possível se locomover pela cidade sem usar o automóvel e que há vida além do para-brisa.

 

 

 

Mobilidade: seja você a mudança na cidade

 

Com esse tema, a Semana da Mobilidade – 2015, evento anual promovido entre 18 e 25 de setembro, pretende mostrar a mudança de postura de toda a sociedade paulistana no esforço para a redução de acidentes e por uma mobilidade urbana sustentável, segura e acessível que priorize o uso democrático do sistema viário pelos seus diversos atores – pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas/passageiros.

 

Sob a égide do conceito de Mobilidade Urbana Sustentável, está a prioridade à circulação dos pedestres e ciclistas em face da estrutura viária historicamente voltada à circulação de automóveis (transporte individual motorizado). Está, também, a necessidade de se priorizar e investir no transporte público coletivo.

 

Priorizar o deslocamento seguro dos mais vulneráveis no trânsito – que são, respectivamente, os pedestres e ciclistas (locomoção não motorizada) – e zelar pelo interesse da coletividade é justamente o que a Prefeitura da cidade de São Paulo, por meio da sua secretaria de Transportes, da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transporte (SPTrans), vem fazendo. Por isso, desde 2013, temos acompanhado e usufruído do investimento robusto na expansão das faixas exclusivas de ônibus e das ciclovias. Hoje, são mais de 480 km de faixas exclusivas implantadas e 356 km de estrutura cicloviária existente.

 

Assim, acreditamos, o Poder Público está ajudando a construir um novo paradigma de Mobilidade para a metrópole paulistana.

 

Prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a Semana da Mobilidade é uma iniciativa dos órgãos que compõem o Sistema Nacional de Trânsito, do qual São Paulo, que sedia a empresa de trânsito mais antiga do País, faz parte.

 

No interior de São Paulo, programa premiado substitui automóveis e motos por bicicletas

 

Concessionária de água e esgoto promove o uso da bike entre seus funcionários e recebe o Prêmio Sustentabilidade do SINDCON

 

No dia 22 de setembro, em cidades de todo o mundo são realizadas atividades que promovem a preservação do meio ambiente e a defesa da qualidade de vida nos grandes centros urbanos a data ficou conhecida como O Dia Mundial Sem Carro.

 

Em Guará, cidade localizada no interior de São Paulo, uma iniciativa se destacou ao desenvolver um projeto, que inclusive ganhou o Prêmio Sustentabilidade promovido pelo Sindcon – Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto, pela inovação que a iniciativa apresentava.

 

O projeto em questão substituiu por bicicletas os veículos da empresa que faziam serviços como medições, inspeções, atendimentos aos usuários, verificações de leitura, entrega de notificações e controle de qualidade da água e esgoto.

 

O Programa Frota Ideal da Concessionária Águas de Guará, foi premiado na categoria institucional. O resultado foi um aumento das leituras realizadas por dia e uma economia de 50% do combustível consumido. Outros benefícios foram a redução no consumo de recursos naturais e da emissão de gases poluentes, além da autonomia para equipes operacionais, agilidade e eficiência na prestação dos serviços, isso sem falar na maior empatia da comunidade pelos colaboradores da empresa e da própria concessionária. Outro benefício proporcionado pelo programa foi a melhoria dos indicadores de saúde entre os colaborares.

 

 

UM DIA SEM CARRO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
No próximo domingo, dia 20, será realizada a 28ª edição do UM DIA SEM CARRO, uma iniciativa global que convida toda a sociedade a deixar o automóvel particular na garagem. O evento contará com três atividades que serão realizadas no Aterro do Flamengo, a partir das 8h: corrida solidária, caminhada e passeio ciclístico.

 

As ações fazem parte da Semana Nacional de Trânsito e do Dia Internacional da Paz. O percurso de 12 km começa no Monumento aos Pracinhas e segue até o Mourisco, passando pelo Aterro e Enseada de Botafogo, retornando pela orla até a arena “Um Dia Sem Carro”, que estará situada no Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial.

 

A iniciativa conta com patrocínio e apoio do MetrôRio e do Instituto Invepar e é realizada pela Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (FECIERJ). A prefeitura Municipal do Rio de Janeiro também se destaca entre as apoiadoras do evento.

 

Serviço: UM DIA SEM CARRO

 

Data: 20 de setembro
Duração: aproximadamente 4 horas (todo o evento)
Local de Concentração: Monumento aos Pracinhas – Avenida Infante Dom Henrique 85, (Aterro do Flamengo) Rio de Janeiro

Horário da concentração: 7h (corrida e caminhada) / 8h (passeio ciclístico)
Hora da largada: 8h (corrida e caminhada) / 9h30 (passeio ciclístico)

Trajeto: Do Monumento aos Pracinhas até o Mourisco, seguindo pelo Aterro e Enseada de Botafogo, retornando pela orla até a arena “Um Dia Sem Carro”, que estará situada no Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial

Percurso total: 12 km

Censura livre

Contran torna facultativo o uso do extintor em automóveis

extintor

O uso de extintor de incêndio em automóveis passa a ser optativo no Brasil. Essa decisão foi tomada por unanimidade dos membros do Conselho Nacional de Trânsito – Contran durante reunião na manhã de hoje. A mudança na legislação ocorre após 90 dias de avaliação técnica e consulta aos setores envolvidos, e torna facultativo, também, em utilitários, camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada. O equipamento será obrigatório para todos os veículos utilizados comercialmente para transporte de passageiros, caminhões, caminhão-trator, micro-ônibus, ônibus e destinados ao transporte de produtos inflamáveis, líquidos e gasosos. A obrigatoriedade do uso do equipamento foi estabelecida em 1968 e passou a vigorar em 1970.

Segundo o presidente do Contran e diretor do Departamento Nacional de Trânsito – Denatran, Alberto Angerami, a prorrogação da data para a obrigatoriedade do extintor ABC para 1º de outubro, teve como objetivo dar prazo para reuniões com os setores envolvidos. “Tivemos encontros com representantes dos fabricantes de extintores, corpo de bombeiros e da indústria automobilística, que resultaram na decisão de tornar opcional o uso do extintor”, explica Angerami.

Dos fabricantes, o Denatran, órgão do Ministério das Cidades, ouviu que era necessário um prazo maior, cerca de 3 a 4 anos, para atender a demanda. Porém, segundo o presidente do Contran, essa justificativa já estava sendo dada pelas indústrias há 11 anos. A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, informou que dos 2 milhões de sinistros em veículos cobertos por seguros, 800 tiveram incêndio como causa. Desse total, apenas 24 informaram que usaram o extintor, equivalente a 3%.

Estudos e pesquisas realizadas pelo Denatran constataram que as inovações tecnológicas introduzidas nos veículos resultaram em maior segurança contra incêndio. Entre as quais, o corte automático de combustível em caso de colisão, localização do tanque de combustível fora do habitáculo dos passageiros, flamabilidade de materiais e revestimentos, entre outras.

O uso obrigatório do extintor em automóveis é mais comum nos países da América do Sul, como Uruguai, Argentina e Chile. Nos Estados Unidos e na maioria das nações europeias não existe a obrigatoriedade, pois as autoridades consideram a falta de treinamento e despreparo dos motoristas para o manuseio do extintor geram mais risco de danos à pessoa do que o próprio incêndio. “Além disso, nos “test crash” realizados na Europa’ e acompanhados por técnicos do Denatran, ficou comprovado que tanto o extintor como o seu suporte provocam fraturas nos passageiros e condutores”, explica Angerami.

Validade – Os extintores automotivos só serão do tipo ABC, destinados a combater fogo da classe A (sólidos combustíveis) B (líquidos e gases combustíveis) e C (equipamentos elétricos energizados). Sua durabilidade mínima e a validade do teste hidrostático são de cinco anos da data de fabricação, e ao fim deste prazo, o extintor será obrigatoriamente substituído por um novo.

As autoridades de trânsito ou seus agentes deverão fiscalizar os extintores de incêndio, nos veículos em que seu uso é obrigatório. A punição para quem não estiver com extintor ou se estiver com validade vencida, é de multa de R$ 127,69, além de cinco pontos na carteira de habilitação.

 

De: Assessoria de Comunicação/Ministério das Cidades

Semana da Mobilidade

 

bglt

 

 

Neste ano a Semana tem como tema a frase “Mobilidade: seja você a mudança na cidade” e pretende mostrar a mudança de postura dos paulistanos na busca pela redução dos acidentes e a democratização do sistema viário.

 

Durante toda a semana e, também, em boa parte do mês de setembro, serão realizadas atividades em parceria com outras secretarias municipais e entidades privadas, com temas variados como circulação de bicicletas, segurança no trânsito, além de audiências para debater a mobilidade em São Paulo.

 

A Semana da Mobilidade é uma iniciativa prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro, realizada pelos órgãos que compõem o Sistema Nacional de Trânsito, do qual São Paulo faz parte.

 

Serviço:

 

Workshop Logística – Soluções para a Mobilidade Urbana

Edifício-sede da FIESP – Av. Paulista, 1313

14h00 – Abertura

 

Desafio Intermodal 2015

Largada na Praça Gentil Falcão, Itaim Bibi – Chegada no Viaduto do Chá, Centro.

17h – Largada

 

Abertura da Semana da Mobilidade 2015

Red Bull Station – Praça da Bandeira, 137

18h – Abertura

Símbolo da Capital Paulista é tomada por ciclistas

10505013_1666607356904785_6872731152782353660_o

Sem carros, a Avenida Paulista foi tomada por ciclistas e pedestres no dia da abertura da ciclovia

Fotos Gil Félix

Trecho inaugurado liga a Praça Oswaldo Cruz à Avenida Angélica e foi aberto oficialmente neste domingo (28)

 

10914913_1666607260238128_7325377617882225821_oCom 2,7 quilômetros de extensão, a ciclovia da Paulista foi construída com concreto pigmentado, método que confere maior durabilidade, regularidade e resistência ao piso. Alguns trechos, próximos a semáforos, ganharam grades para a proteção dos ciclistas. A fim de garantir maior segurança nas travessias, a sinalização semafórica existente foi sincronizada para o fluxo de bicicletas.

 

Entre a Praça Oswaldo Cruz (no Paraíso) e a Rua Haddock Lobo (Consolação), o percurso é bidirecional e está no canteiro central da Avenida, que foi alargado e tem agora 4 metros, além de uma elevação de 18 centímetros em relação às pistas, com nivelamento apenas nos cruzamentos. Quando o canteiro central termina e dá lugar ao Túnel José Roberto Fanganiello Melhem (Complexo Viário Paulista), a ciclovia continua bidirecional na faixa da esquerda, até a Rua da Consolação, e segue à direita entre a Consolação e a Avenida Angélica.

 

O espaço destinado aos pedestres não foi alterado. As oito faixas de rolamento foram redimensionadas e mantidas, sendo seis delas para veículos em geral e duas exclusivas para os ônibus, divididas em ambos os sentidos. Uma ligação entre as ciclovias da Paulista e da Rua Treze de Maio foi implantada na Praça Oswaldo Cruz, onde houve troca do piso, reforma das jardineiras e das muretas em volta das árvores e instalação de nova iluminação.

 

A implantação de dutos para passagem de fibra ótica e cabeamento sob o canteiro central também foi contemplada no eixo Avenida Paulista – Avenida Bernardino de Campos. A Bernardino de Campos está passando por uma requalificação urbanística, o que permitirá enterramento de fiação, iluminação reforçada no canteiro central, implantação de totens de sinalização e de informações e reforma das calçadas, tudo isso com a preservação das árvores existentes.

 

11411958_1666608110238043_2584014086261420439_o“Isso aqui não é uma política partidária, não é uma política de governo. É uma política que deveria ser abraçada por todos os partidos, por todos os governos, para que pedestres e ciclistas tivessem o seu espaço garantido, além do transporte público. É importante para a cidade também pelo simbolismo. O principal cartão postal da América Latina agora tem um marco, que é a malha cicloviária”, declarou  o prefeito Fernando Haddad

 

 

Estiveram presentes na inauguração da ciclovia da Avenida Paulista a vice-prefeita Nádia Campeão, que também coordena o Comitê Integrado de Subprefeituras (CIS), e os secretários municipais Celso Jatene (Esportes, Lazer e Recreação), Tadeu Candelária (Verde e Meio Ambiente), Eduardo Suplicy (Direitos Humanos e Cidadania), Gabriel Chalita (Educação), Luiz Antonio de Medeiros (Coordenação das Subprefeituras), Nunzio Briguglio (Comunicação) e Chico Macena (Governo).

11416390_1666609770237877_1256660475937795307_o

Com o grande número de pessoas que passaram pela Paulista ao longo do dia – para usufruir da avenida sem carros, da nova ciclovia e da ciclofaixa de lazer, que funcionou normalmente das 7h às 16h –, o secretário municipal Jilmar Tatto (Transportes) voltou a falar sobre a possibilidade de interdição total da via aos domingos.

Dia do Ferroviário: quem colocará, novamente, o Brasil nos trilhos?

banner-dia-ferroviario-3-1024x230

Em 30 de abril de 1854 foi inaugurada a primeira linha ferroviária do Brasil, o que fez com que data se transformasse em o Dia do Ferroviário, profissional que trabalha nas estradas de ferro. A primeira linha ferroviária do Brasil foi inaugurada com a presença com a ilustre presença do imperador Dom Pedro II e da imperatriz Tereza Cristina. A Estrada de Ferro Petrópolis, que tinha cerca de 14km de trilhos, ligava o Rio de Janeiro a Raiz da Serra, na direção da cidade que batizou a ferrovia. Ela foi um empreendimento do Barão de Mauá, que obteve o monopólio da linha por quatro anos. de Mauá.

 

Getúlio Vargas em 1930 pegou um trem no Rio Grande do Sul e seguiu para o Rio de Janeiro, conduzindo as tropas gaúchas que iriam depor o presidente Washington Luís e começar um novo período da história nacional. Da mesma maneira, viajavam de trem as tropas paulistas que se insurgiram contra Getúlio em 1932, lutando pela promulgação de uma nova Constituição.

 

Apesar de atualmente não se dar o valor merecido ao transporte ferroviário, ele tem presença significativa na história, principalmente quando se remete as locomotivas, tanto no transporte de passageiros quando de cargas na construção do País.

thumb

Na década de 1950, o trem era o principal meio de transporte entre as duas maiores cidades do país: São Paulo e o Rio de Janeiro. A ponte aérea só surgiria em 1959. Contudo, não foi o avião, mas a indústria automobilística, que o presidente Juscelino Kubitschek trouxe para o Brasil, na virada da década de 50 para a de 1960.

Aqui fica a homenagem a todos os trabalhadores ferroviários, uma categoria que luta para que malha ferroviária brasileira aumente e o transporte de passageiros se torne prioridade. Quem colocará, novamente, o Brasil nos trilhos?

O vai e vem dos extintores ABC

extintor

Contran adia por mais três meses o uso de extintor veicular ABC

kassabO Conselho Nacional de Trânsito (Contran) adiou por mais três meses o uso de extintor veicular ABC atendendo ao pedido do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, apresentado no início do mês de março ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), para prorrogar por mais 90 dias a exigência dos novos extintores veiculares ABC.

Essa decisão foi tomada durante a reunião do Conselho nesta quarta-feira (25/03). Com a publicação no Diário Oficial da resolução 521/2015, a nova data será 1° de julho de 2015.

O motivo para essa prorrogação é a falta do equipamento de segurança para venda no mercado.  O Ministro Kassab e o Denatran querem garantir que os motoristas não sejam prejudicados diante da dificuldade de adquirir o equipamento de segurança.

Os extintores com carga ABC são mais modernos e têm capacidade de combater princípios de incêndio em materiais sólidos, líquidos inflamáveis e equipamentos energizados.

Eles substituem o extintor BC, que apaga incêndio em materiais elétricos energizados, como bateria de carro e fiação elétrica, e também nos combustíveis líquidos (óleo, gasolina e álcool), materiais também recomentados para o extintor do tipo ABC.

A recomendação vale para carros que tenham dez anos ou mais, pois, desde 2005, os veículos produzidos no Brasil já saem de fábrica com o extintor recomendado