Receita de Doce de Abóbora

Foto Divulgação

Ingredientes
2.250 quilos de abóbora pescoço
1.250 litros de água
5 xícaras de açúcar
1 unidade de canela em pau
Cravo da índia a gosto

Modo de Preparo
Em uma panela, colocar a água e a canela ao fogo até levantar fervura. Com a abóbora limpa, descascada e cortada em cubos, juntar na panela com o açúcar e deixar cozinhar até desgrudar do fundo (não deixando secar muito a água). Acrescentar o cravo, mexer e deixar cozinhando por mais 10 minutos. Esperar esfriar, colocar na geladeira se preferir. Servir.
Tempo de Preparo: 1 hora
Rendimento: 8 pessoas
Fonte: Divino Fogão – http://www.divinofogao.com.br

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Engenheiros aprovam carta em defesa da democracia, da soberania nacional e da engenharia

Engenheiros e engenheiras reunidos no 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), realizado entre os dias 6 e 9/9, aprovaram a Carta de Curitiba. O documento aponta para a urgência de um projeto de país comprometido com a engenharia brasileira, a soberania nacional e a classe trabalhadora. “Com a consolidação do golpe ao mandato da presidenta Dilma Rousseff, a engenharia brasileira sofre um inaceitável processo de criminalização, com empresas nacionais fechadas, obras paralisadas e milhares de profissionais demitidos”, aponta o documento que ainda afirma: “Repudiamos a corrupção e exigimos a responsabilização de todas as pessoas envolvidas em desvios de conduta (…) A desnacionalização da economia, em curso no Brasil, aprofunda o desmonte da engenharia brasileira, a subordinação ao capital estrangeiro, as desigualdades sociais e ameaça a soberania nacional. Repudiamos, ainda, a entrega do território brasileiro e também as privatizações”.

Com o tema “Resistir! Em defesa da engenharia e da soberania nacional”, o 11º Consenge ocorreu em Curitiba, com mais de 300 participantes e o maior número de mulheres da história dos Congressos e ainda contou com aula magna do senador Roberto Requião (PMDB-PR) e palestras com o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães; o historiador e professor Valter Pomar; o economista e ex-presidente do Ipea, Marcio Pochmann e a socióloga e pesquisadora Maria Rosa Lombardi. O evento foi realizado pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), que tem sede no Rio de Janeiro, e pelo Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR). Ao longo dos quatro dias, filiados aos 12 sindicatos que compõem a Federação, tiveram como debate central a defesa da engenharia e da soberania nacional.  Também foi eleita a nova diretoria da Fisenge, cuja presidência é ocupada pelo reeleito engenheiro Clovis Nascimento.

 

 

Carta de Curitiba

No marco dos 100 anos da primeira Greve Geral no Brasil e da Revolução Russa, nós, engenheiras e engenheiros reunidos no 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), manifestamos a urgência de um projeto de país comprometido com a engenharia brasileira, a soberania nacional e a classe trabalhadora.

Fizemos o maior Congresso da história, com mais de 300 participantes, além da maior delegação de mulheres e de estudantes, frutos da construção do Coletivo de Mulheres da Fisenge e do Coletivo Nacional de Estudantes, em diversos estados.  

Com a consolidação do golpe ao mandato da presidenta Dilma Rousseff, a engenharia brasileira sofre um inaceitável processo de criminalização, com empresas nacionais fechadas, obras paralisadas e milhares de profissionais demitidos. Estas são consequências intoleráveis, frutos da crise política capitaneada pela Operação Lava Jato. Repudiamos a corrupção e exigimos a responsabilização de todas as pessoas envolvidas em desvios de conduta, sem a penalização das empresas nacionais.

A engenharia é o motor da economia de todo país, uma vez que amplia a capacidade produtiva e de investimentos. A desnacionalização da economia, em curso no Brasil, aprofunda o desmonte da engenharia brasileira, a subordinação ao capital estrangeiro, as desigualdades sociais e ameaça a soberania nacional. Repudiamos, ainda, a entrega do território brasileiro e também a privatização da Eletrobrás, dos Correios, da Casa da Moeda. Reivindicamos a defesa da Petrobras pública e estatal como elemento estratégico para o desenvolvimento social. É imperativo o investimento em ciência e tecnologia, impedindo a chamada “fuga de cérebros”. Um país sem ciência e sem tecnologia é um país sem soberania nacional. A engenharia brasileira possui acúmulo tecnológico para pensar, formular, construir, projetar e inovar soluções de melhoria de condições de vida para a população.

As profundas transformações no mundo do trabalho, a chamada Revolução 4.0, impõem desafios para enfrentarmos o desemprego estrutural previsto internacionalmente. Para além do campo de benesses, é necessário disputar o controle e a distribuição das tecnologias.

Manifestamos como urgente a revogação da reforma trabalhista e da emenda constitucional 95, que determina um teto para os gastos públicos. Defendemos a redução da jornada de trabalho para 35 horas sem redução de salário e a manutenção da previdência social. Apoiamos uma reforma política popular, com financiamento público de campanha e fortalecimento dos partidos políticos.

A crise é mundial e não há solução fácil. Temos, todos e todas, grandes responsabilidades. E, com grandes responsabilidades, surgem tarefas. Temos a tarefa histórica de resistir e lutar em defesa da engenharia, da democracia e da soberania nacional.

Curitiba, 09 de setembro de 2017

11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros

 

Fonte: Camila Marins – Assessora de comunicação Fisenge

O Louco do Tarot e o tempo cíclico

O Louco do Tarot e o tempo cíclico

Gilberto da Silva

 

Se o homem persistisse em sua loucura, tornar-se- ia sábio.
William Blake

 

O Louco do Tarot é a última carta dos Arcanos Maiores. É, simultaneamente, a carta número 22 e a 0. É como um eterno retorno, o ir e o vir. Um ciclo, um terminar e um recomeçar. Um novo caminho. Uma nova mudança que vai acontecer. O tempo do eterno retorno. O tempo cíclico sem a falsidade do tempo real.

O 22 é o Fim: a conquista do Mundo. O 0 é o “nada”. O Zero ou o NADA é uma criação do homem do século XII.

Na condição de LOUCO, tudo vai depender da evolução espiritual e humana do sujeito. Aqui está inserida as possibilidades: as inconstâncias da vida, a descoberta do novo, a incertezas sobre o que pode ou não pode acontecer em nossas vidas. O EU interior está em ebulição.

Estar em Louco é estar na propensão para uma aventura, para sonhos não realizados, preparados com a mala e mochila para novas viagens. Louco para a liberdade, para descobrimento ou desabrochar de sentimentos.

Estar no módulo Louco é estar preparado para problemas e estar atentos à negligência. Tudo porque o Louco está pronto para novas experiências sem olhar para suas consequências. A irresponsabilidade pode estar ali: pronta para prosperar.

O Louco pode ser o idiota, o rebelde, o insensato, o revolucionário ou alienado. Ou simplesmente um sábio…

 

Balada do Louco

Arnaldo Baptista e Rita Lee

Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz

Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão

Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Se eles têm três carros, eu posso voar
Se eles rezam muito, eu já estou no céu (no ar)

Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Sim, sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz

Mas louco é quem me diz
E não é feliz. Eu sou feliz.

 

 

LOUCO
Composição: Wilson Batista e Henrique de Almeida

Louco, pelas ruas ele andava

O coitado chorava

Transformou-se até num vagabundo

Louco, para ele a vida não valia nada

Para ele a mulher amada

Era seu mundo

Louco, pelas ruas ele andava

O coitado chorava

Transformou-se até num vagabundo

Louco, para ele a vida não valia nada

Para ele a mulher amada

Era seu mundo

Conselhos eu lhe dei

Para ele se esquecer

Aquele falso amor

Ele se convenceu

Que ela nunca mereceu

Nem reparou

Sua grande dor

Que louco! Louco, pelas ruas ele andava

O coitado chorava

Transformou-se até num vagabundo

Louco, para ele a vida não valia nada

Para ele a mulher amada

Era seu mundo

Conselhos eu lhe dei

Para ele se esquecer

Aquele falso amor

Ele se convenceu

Que ela nunca mereceu

Nem reparou

Sua grande dor

Que louco!

Sambas para a Independência

“Já raiou a liberdade
A liberdade já raiou
Esta brisa que a juventude afaga
Esta chama que o ódio não apaga pelo Universo
É a evolução em sua legítima razão”

Império Serrano 1969 – Heróis da Liberdade

“Vou dizer…
Quem tem muito, quer ter mais
Tanto faz se estragar
Joga no lixo, tem bugica p’ra catar
Senhor, despertai a consciência
É preciso igualdade
O ser humano tem que ter dignidade”

Império Serrano 1996 – E VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA

 

 

 




Leônidas, o Diamante Negro

Em 6 de setembro de 1913 nascia o futuro jogador de futebol que inventou a “bicicleta”: Leônidas da Silva, também conhecido apenas como Leônidas.
Leônidas era conhecido também como “Homem-Borracha” ou “Diamante Negro”, é considerado um dos mais importantes atacantes do futebol brasileiro na primeira metade do século XX. Começou a jogar ainda muito novo pelo São Cristóvão, clube do seu bairro. Na década de 1930, profissionalizou-se pelo Bonsucesso e teve passagens de destaque pelo Vasco da Gama, Botafogo e Flamengo, nos 3 times conquistou títulos cariocas. Defendeu ainda o São Paulo (último clube de sua carreira, encerrada em 1949), onde seria campeão paulista em cinco ocasiões.
Pela Seleção Brasileira de Futebol, atuou nas Copas de 1934 e 1938, tendo marcado nove gols na história do torneio. É um dos maiores artilheiros da história da seleção “canarinho”, com 37 gols em 37 partidas disputas.
Após deixar os gramados, em 1950, continuou no mundo do futebol, em princípio como técnico, depois, como comentarista esportivo.
Morreu em Cotia, nod dia 24 de janeiro de 2004.

Cachaça boa, é cachaça velha

Confira este ótimo estudo sobre os efeitos da técnica do envelhecimento de cachaças artesanais

Realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o estudo mostra que, embora a produção industrial ainda seja muito superior, o grande destaque do setor nas últimas duas décadas é o progressivo crescimento e consolidação da fabricação artesanal, a chamada agroindústria de alambique (operada por pequenos produtores).

“Trata-se de um segmento que vem se adaptando às novas condições de concorrência, ao mesmo tempo em que tem conquistado competitividade e preço”, dizem Ricardo Augusto Barboza e colegas no artigo.

Dentre os principais fatores que contribuem para esse processo, o estudo destaca o reconhecimento da denominação cachaça e a definição de normas e selos de qualidade nas várias esferas (nacional, estadual e regional

Efeito do envelhecimento na qualidade da cachaça produzida por pequenos produtores

Ricardo Augusto Bonotto Barboza, Maria Cristina Meneghin, Vitor Rocha dos Santos, Sérgio Azevedo Fonseca, João Bosco Faria

 

Resumo

Este artigo relata os resultados de um estudo que buscou avaliar os efeitos da técnica do envelhecimento sobre amostra de cachaças produzidas e comercializadas por pequenos produtores do Estado de São Paulo. Amostras de cachaças, envelhecidas e não envelhecidas, foram enviadas por 10 produtores de cachaça participantes do projeto e curso de extensão: Encontro da Cadeia Produtiva de Cachaça e Concurso Paulista da Cachaça de Alambique, organizado pelo Departamento de Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP/Araraquara em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa do Estado de São Paulo (SEBRAE-SP) e o Sindicato Rural de Araraquara. A avaliação das amostras foi feita com base em testes sensoriais realizados no laboratório de análise e controle da qualidade de alimentos e bebidas do referido Departamento. Os resultados da pesquisa revelaram médias de aceitação significativamente maiores nas amostras envelhecidas em comparação com as amostras não envelhecidas. O processo de envelhecimento, um dos tópicos do curso, apresentou-se como uma forma efetiva de melhorar a qualidade da cachaça. Assim como, a pesquisa confirmou a importância do apoio da Universidade para o aprimoramento da qualidade de alimentos e bebidas produzidos no Brasil.

Palavras-chave

Envelhecimento de Cachaça. Extensão Universitária. Transferência de Tecnologia.

Texto completo:

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O Amor entre o racional e o irracional

Segundo o biólogo Marc Bekoff, da Universidade do Colorado, nos EUA, os cachorros podem ser tão racionais que fazem planos para o futuro . Foto crédito Gilberto da Silva

Revendo meus arquivos encontro a correspondência de um amigo sobre a questões sobre Ética, Moral e o Amor, não posso deixar de registrar aqui, preservando sua identidade, que mesmo que esta missiva tenha sido trocada há vários anos passados ela continua atual

 

 

Caro amigo Gilberto

Há algum tempo atrás, nós estávamos escrevendo – através da internet (e-mail) as chamadas “provocações”. Em uma dessas provocações intituladas “As ideias fora de lugar” eu falei de um conceito utilizado – o AMOR, onde você Giba disse que fora do amor não existe ética – eu disse naquela ocasião que sempre entendi o seguinte: “o que nos diferencia de outras espécies é a Razão!! – Acredito então que o que permeia e nos faz éticos é também a racionalidade, dessa forma, diria “fora da racionalidade não existe ética”. Pois bem, acho que devo admitir que eu estava totalmente errado. Primeiramente porque o Amor não é somente emocional – o amor também pode ser fruto da razão (mas isso é uma discussão muito filosófica para as nossas reflexões futuras)  – o que cabe neste momento é admitir um erro – pois uma vez que eu queria discutir a partir de um tema “As ideias fora de lugar” como posso afirmar que fora da racionalidade (que pode representar uma ideia no lugar) não existe ética. Os acontecimentos recentes (envolvendo o PT e sua direção em denúncias de corrupção) também contribuíram para eu entender que é necessário muito mais que a razão para nos manter éticos – talvez seja necessário mesmo – o AMOR, a Emoção, a Vergonha, a Pureza e tantos outros sentimentos ou reações humanas.

Eu estou escrevendo um artigo sobre Ética e Moral também abordando racionalidade e irracionalidade – por isso estou – teclando para você – é uma forma também de ordenar as ideias. Existe um filósofo (francês) Gilles G. Granger que escreveu um livro com o título: O irracional – que me influenciou bastante também – segundo ele existe algumas posturas que devemos ter perante o irracional – entre outras – fala que preciso utilizá-lo como recurso – na qual as regras são deliberadamente violadas ou abandonadas em busca de resultados novos ou inesperados – o que significa dizer que deixar de lado o racional pode ser um meio de renovar e prolongar o ato criador.

Penso que faltou isso ao partido no governo – e não a defesa corrente que todos dizem – “se não for assim – não se governa”.

Abraços

J.

 

PS: 1)Em O irracional, o filosofo francês procura considerar o sentido e a função do irracional em algumas obras humanas, mais especificamente na ciência. Segundo ele, a irracionalidade aparece quando a produção da obra se situa ou se desenvolve contra ou fora do quadro original, que eventualmente se tornou demasiado restrito ou esterilizado. Para Granger, o cientista, sobretudo o matemático, pode ter três posturas perante o irracional: a primeira seria encarar o irracional como obstáculo, que nada mais e do que o ponto de partida para o cientista reconquistar a racionalidade a partir do encontro com a irracionalidade. A segunda, classificada como recurso, manifesta-se na criação artística e tem a função de renovar e prolongar o ato criador. A ultima, denominada renuncia, e a verdadeira recusa do racional. Nesse caso, o produtor da obra renega o sistema originário de enquadramento do seu pensamento e da livre curso a sua fantasia.

2) Muito do conceito de AMOR que utilizei nas ditas provocações trocadas entre nós foi extraída dos pensamento de Humberto Maturana.

3) As provocações ocorreram antes do advento da “Lava Jato”.

4) Entre tantas leituras vale apena ler O Erro de Descartes, Emoção, Razão e Cérebro humano, livro de 1994, escrito pelo neurologista António Damásio.

Chico Rey & Paraná – Grande Esperança (Reforma Agrária)

A classe roceira e a classe operária
Ansiosas esperam a reforma agrária
Sabendo que ela dará solução
Para situação que está precária.
Saindo projeto do chão brasileiro
De cada roceiro ganhar sua área
Sei que miséria ninguém viveria
E a produção já aumentaria
Quinhentos por cento até na pecuária!

Esta grande crise que a tempo surgiu
Maltrata o caboclo ferindo seu brio
Dentro de um país rico e altaneiro,
Morrem brasileiros de fome e de frio.
Em nossas cidades ricas em imóveis
Milhões de automóveis já se produziu,
Enquanto o coitado do pobre operário
Vive apertado ganhando salário,
Que sobe depois que tudo subiu!

Nosso lavrador que vive do chão
Só tem a metade da sua produção
Porque a semente que ele semeia
Tem quer à meia com o seu patrão!
O nosso roceiro vive num dilema
E o problema não tem solução
Porque o ricaço que vive folgado
Acha que projeto se for assinado,
Estará ferindo a Constituição!

Mas grande esperança o povo conduz
E pede a Jesus pela oração,
Pra guiar o pobre por onde ele trilha,
E para a família não faltar o pão.
Que eles não deixam o capitalismo
Levar ao abismo a nossa nação,
A desigualdade aqui é tamanha
Enquanto o ricaço não sabe o que ganha
O pobre do pobre vive de ilusão!

Avarandado

 

 Avarandado (Caetano Veloso)

Cada palmeira na estrada
tem uma moça recostada
uma é minha namorada
e essa estrada vai dar no mar
Cada palma enluarada
tem que estar quieta, parada
qualquer canção, quase nada
vai fazer o dia nascer
vai fazer o sol levantar
Namorando a madrugada
eu e minha namorada
vamos andando na estrada
que vai dar no avarandado no amanhecer
no avarandado do amanhecer
no avarandado do amanhecer