07 Graus de Poder Vibracional

Você sabia que seus pensamentos e suas companhias podem estar sugando sua energia?

Nesse minicurso você vai aprender como as frequências ao seu redor podem afetar a sua vida e como manter sua vibração elevada. Eu vou te ensinar a usar os 7 graus de poder vibracional para que você tenha uma jornada mais plena e feliz.

Instrutora: Madalena Carvalho, palestrante, coach, mentora de líderes e especialista em terapia vibracional. Mais de 25 anos treinando e desenvolvendo pessoas.

Inscrições: https://madalena-carvalho-bdae.herospark.co/p/07grausdepoder

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Pedro Paulo Rangel volta com o “O Ator e o Lobo” no Teatro Laura Alvim

  Foto: Gisela Schlogel_Divulgacao_PedroPauloRangel

Pedro Paulo ganhou o Prêmio Shell Especial em 2019 pelos 50 anos de carreira. Foi indicado como melhor texto no mesmo ano. Ir ao teatro é sempre uma experiência de embarcar em outra realidade, seja ela distante ou próxima à nossa própria vida.

É o caso do monólogo “O Ator e o Lobo”, com o qual o ator Pedro Paulo Rangel nos convida a uma jornada por lembranças que não são nossas, mas que nos aproximam de nossas próprias recordações. Basta comprar o ingresso (ou seria passagem?) para assistir à peça no Teatro Laura Alvim, durante a temporada (ou seria estadia?) que começa no dia 21 de outubro e vai até 13 de novembro, com sessões (ou seriam partidas?) sextas e sábados às 20h, e domingos às 19h.

O ator ganhou o Prêmio Shell Especial em 2019 por seus 50 anos de carreira justamente com este espetáculo, que tem direção de Fernando Philbert. Texto também indicado ao Prêmio Shell, “O Ator e o Lobo” traz uma comovente coletânea do consagrado escritor português António Lobo Antunes – autor de 29 romances e centenas de crônicas – e do próprio Pedro Paulo Rangel.

Os dois têm, em comum, a cultura luso-brasileira em suas histórias familiares: os avós de Pedro Paulo eram portugueses, e Lobo Antunes, por sua vez, costumava visitar, na infância, parentes de Belém do Pará que moravam em Lisboa. Essa mistura de histórias funciona perfeitamente e dá unidade à narrativa.

Num cenário básico – com banco, púlpito, cadeiras e alguns poucos elementos de cena –, Pedro Paulo emociona e diverte. Do encontro amargo com um velho amigo no hospital à comunhão dos irmãos que fazem xixi lado a lado no jardim; da histérica amante do senhor Biscaia ao menino que foge de casa porque não queria comer abóbora. E ainda tem a história da mãe, o amante dela e o filho ciumento.

Entre humor e nostalgia, “O Ator e o Lobo” tem, sobretudo, humanidade, aqueles “sinais interiores de riqueza” de que fala Lobo Antunes. No final do espetáculo, fica na plateia a sensação de aconchego, como nos abraços de dona Prazeres, avó de Pedro Paulo, personagem com a qual todo mundo se identifica e se enternece.

Pedro Paulo Rangel por Pedro Paulo Rangel

“Na década de sessenta do século passado, em 1966, estreei na minha primeira tragédia: ‘Antígona’. Disseram que eu estava muito bem. No ano seguinte, a segunda e última tragédia, o ‘Édipo Rei’, dirigido por Ruy Sandi. O público riu bastante comigo e fiquei arrasado. Tempos depois, fiz um teste para ‘Roda viva’, de Chico Buarque, e fui aceito. ‘Roda viva’ cumpriu uma curta, porém auspiciosíssima carreira no Rio e seguimos para São Paulo.

As comédias tomam quase que 90% do meu currículo de ator. Seria mais do que um jogo de palavras dizer que eu não as procuro, elas, sim, é que me escolhem. Estou tranquilo no meu canto, e, quando dou por mim, lá está um personagem cômico fazendo caretas pra mim. Meu santo nunca cruzou bem com o de Shakespeare.  ‘Romeu e Julieta’ foi meu primeiro encontro com autor inglês, e ‘O mercador de Veneza’, o último, até agora. Para meu espanto, o bardo me rendeu um Prêmio Cultura Inglesa de melhor ator.

Os três prêmios Molière que tive a honra de receber, crédito-os também aos seus respectivos diretores: Naum Alves de Sousa, por ‘Aurora da minha vida’; Luiz de Lima, por ‘Machado em cena, um sarau carioca’; e Moacir Chaves, pelo ‘Sermão da quarta-feira de cinzas’.

Sou um dileto filho do teatro, um apaixonado embora não correspondido fã de cinema, mas é a televisão que eu caftinizo e que me deu tudo o que tenho. São quase 250 trabalhos em cinema, teatro e televisão nestes meus 50 anos de ofício. Sangue, suor e lágrimas. E muito, mas muito riso, também. Obrigado aos meus muitos amigos por terem me suportado e aos deuses por terem tomado conta de mim.”

Um pouco sobre Fernando Philbert

O premiado diretor assistente de Aderbal Freire Filho por 20 anos. Foi codiretor nos espetáculos: “Depois do amor”, última direção de Marília Pêra, com Danielle Winits e André Gonçalves; “O topo da montanha”, com Thais Araújo e Lazaro Ramos; “Além do que os nossos olhos registram”, com Priscila Fantin e Luíza Tomé; “Champanhe e confusão”, com Silvia Bandeira; e o premiado “O escândalo Philippe Dussaert”, com Marcos Caruso.

Pedro Paulo Rangel por Fernando Philbert

“Temos no Brasil um artista imenso. Um ator ganhador três vezes do prêmio Molière, entre outros tantos prêmios. Mas mais do que os prêmios, PP, como é chamado pelos colegas e amigos, é um coração feito das tábuas do palco onde vivem centenas de personagens e onde ele recebe o público. Sim, PP é um artista que recebe o público no seu coração. Ele, sem dúvida, é um ator raro, um homem de um talento solar que aquece a plateia.

Pedro Paulo Rangel está trabalhando com mais de 50 anos de carreira, de ofício, de risadas, de emoções, de palavras, de versos, canções, gestos e silêncios reveladores do caráter humano.

Não temos mais artistas assim feito PP. Artistas como ele, infelizmente, são raros, muito raros. Podemos reconhecê-los quando sobem ao palco, quando aparecem na tela da TV, pois, ao redor deles, há uma força, uma outra presença se estabelece: a presença da arte!

Este ator único traz consigo a presença da arte, a história de um teatro humano, onde o ator é o mágico que nos faz ver mundos, nos faz ver muitos personagens e sonhar. Não são apenas palavras bonitas neste texto sobre PP, são verdades! Quem tem o prazer e a sorte de vê-lo em cena vai entender a medida da arte e do talento. Este projeto é um marco, pois une dois grandes artistas: António Lobo Antunes, o mestre da Literatura Portuguesa, e Pedro Paulo Rangel, um dos nossos grandes atores e referência do teatro.”

Sobre o espetáculo

“O Ator e o Lobo” percorre o caminho das crônicas de António Lobo Antunes, na busca dos encontros entre a ficção e a realidade. A comédia e o drama são terrenos luminosos onde a peça lança sua ilusão poderosa – a do teatro – para encontrar ressonância entre a vida e as palavras criadas pelo autor português. Pedro Paulo Rangel, consagrado ator brasileiro, interpreta filhos, pais, mulheres, amantes e vários outros personagens das crônicas do famoso escritor, fazendo um jogo de espelhos que reflete ora o teatro, ora a vida real. Neste jogo de semelhanças e diferenças, é construído um espetáculo sobre a velha pergunta: a arte imita a vida ou a vida imita a arte? Esta é uma resposta que o público só vai descobrir ao assistir às apresentações.

Serviço:

“O Ator e o Lobo”

Local: Teatro Laura Alvim

Endereço:  AV. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro

Temporada: de 21 de Outubro a 13 de novembro de 2022.

Obs dia: 30 de outubro – Não haverá apresentação

Sessões: sexta e sábado, às 20h / domingo, às 19h

Ingressos: R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia-entrada e promoções)

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Informações: (21 )2332-2016

Ficha técnica

Dramaturgia e interpretação: Pedro Paulo Rangel

Autor: António Lobo Antunes

Direção: Fernando Philbert

Coach de Pedro Paulo Rangel: Rafael Augusto Fernandes

Figurinos: Antônio Medeiros

Cenário: Fernando Mello da Costa

Iluminação: Aurélio de Simoni

Trilha Sonora: Maíra Freitas

Projeções: Aníbal Diniz

Fotografia: Lucio Luna

Direção de cena e operação de luz: Daniel Rodrigues
Operação de som e vídeo: Renato Garcia

Designer: Marcely Soares
Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Assistente de Produção: Lay Akanni

Direção de Produção: Júnior Godim

Realização Pedro Paulo Rangel Produções Artísticas 

Lula divulga carta aos evangélicos e afirma ser contra aborto

Meus Amigos e Minhas Amigas, nesta reta final do segundo turno, decidi escrever esta Carta Pública ao Povo Evangélico.

A grande maioria dos brasileiros e brasileiras que viveram os oito anos em que fui presidente da República, sabe que mantive o mais absoluto respeito pelas liberdades coletivas e individuais, particularmente pela liberdade religiosa.

Como todos devem se lembrar, no período de meu governo, tivemos a honra de assinar leis e decretos que reforçaram a plena liberdade religiosa. Destaco a Reforma do Código Civil assegurando a Liberdade Religiosa no Brasil, o Decreto que criou o dia dedicado à Marcha para Jesus e ainda o Dia Nacional dos Evangélicos.

Mantenho o mesmo respeito e o mesmo compromisso que me motivou a apoiar essas conquistas do povo evangélico.

E o nosso Povo sabe também que cuidei, com especial carinho, dos mais pobres e injustiçados e assim, sob as Bênçãos de Deus, meu governo contribuiu para melhorar a vida de milhões de famílias brasileiras. Sempre penso, neste sentido, no trecho bíblico que diz: “a verdadeira religião é cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades…” (Tiago, 1,27)

Vivemos, entretanto, um período em que mentiras passaram a ser usadas intensamente com o objetivo de provocar medo nas pessoas de boa fé, e afastá-las do apoio a uma Candidatura que justamente mais as defende. Por isso senti a necessidade de reafirmar meu compromisso com a liberdade de culto e de religião em nosso País.

Todos sabem que nunca houve qualquer risco ao funcionamento das Igrejas enquanto fui Presidente. Pelo contrário! Com a prosperidade que ajudamos a construir, foi no nosso Governo que as Igrejas mais cresceram, principalmente as Evangélicas, sem qualquer impedimento e até tiveram condições de enviar missionários para outros países.

Não há por que acreditar que agora seria diferente. Posso lhes assegurar, portanto, que meu Governo não adotará quaisquer atitudes que firam a liberdade de Culto e de Pregação ou criem obstáculos ao livre funcionamento dos Templos.

Envio-lhes esta mensagem, portanto, em respeito à Verdade e ao apreço que tenho a esse Povo crente no Verdadeiro Deus da Misericórdia e a seus dedicados pastores e pastoras.

Se Deus e o povo brasileiro permitirem que eu seja eleito, além de manter esses direitos, vou estimular sempre mais a parceria com as Igrejas no cuidado com a vida das pessoas e das famílias brasileiras.

Sei muito bem que em todas as regiões do Brasil há Igrejas com Irmãos e Irmãs que trabalham ativamente nas suas comunidades com a propagação do Evangelho e com o cuidado do povo, dedicando-se a tornar mais leve os fardos espiritual e social de milhões de pessoas.

Declaro meu respeito e minha admiração pela fé, dedicação e amor com que os evangélicos realizam sua missão, seja na área da difusão do evangelho, seja na área da assistência social, proteção da infância, da juventude, das mulheres, dos idosos e das pessoas com deficiência. Da mesma forma é bem-vinda a participação de Evangélicos nas diversas formas de participação social no Governo, como Conselhos Setoriais e Conferências Públicas.

Em meio a este triste escândalo do uso da Fé para fins eleitorais, assumo com vocês este compromisso: meu Governo jamais vai usar símbolos de sua Fé para fins político-partidários, respeitando as leis e as tradições que separam o Estado da Igreja, para que não haja interferência política na prática da Fé.

Esse é um ensinamento que a própria Bíblia nos dá: andar pelo caminho da Paz com todos. Jesus nos mostra que a casa dividida não prospera. A religião é para ser respeitada e vivida de acordo com a livre escolha de cada pessoa.

Portanto, a tentativa de uso político da fé para dividir os brasileiros não ajuda ninguém, nem ao Estado, nem às igrejas, porque afasta as Pessoas da mensagem do Evangelho. Jesus Cristo nos ensinou Liberdade e paz, respeito e união, disso precisamos. E os cristãos evangélicos têm dado mostras, ao longo da História, de seu compromisso com a paz, seguindo o que Jesus ensinou: “Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus” (Mateus, 22,21).

Outro compromisso que assumo: fortalecer as famílias para que os nossos jovens sejam mantidos longe das drogas. Nós queremos nossa Juventude na escola, na iniciação profissional, realizando atividades esportivas e culturais para que tenham mais oportunidades e exerçam cidadania de forma produtiva, saudável e plena.

O respeito à família sempre foi um valor central na minha vida, que se reflete no profundo amor que dedico à minha esposa, aos meus filhos e netos. Por isso compreendo o lugar central que a família ocupa na fé cristã.

Também entendo que o lar e a orientação dos pais são fundamentais na educação de seus filhos, cabendo à escola apoiá-los dialogando e respeitando os valores das famílias, em a interferência do Estado.

A preocupação com as Famílias Brasileiras deve ser integral. O povo brasileiro está numa condição de desespero, e precisaremos muito da ajuda das Igrejas para, o quanto antes, reverter esta situação. De nada adianta se dizer defensor da Família e ao mesmo tempo destruí-las pela miséria, pelo desemprego, pelo corte das políticas sociais e de moradia popular.

Queremos dar às famílias, prosperidade e segurança. O Lar é a garantia de proteção. É inaceitável que milhões de brasileiros e brasileiras não tenham um teto. Por isso, vamos retomar o vitorioso programa Minha Casa Minha Vida, com toda intensidade, para que todas as Famílias brasileiras tenham uma casa onde possam viver com segurança e dignidade.

Nosso governo implementará políticas públicas consistentes para que nenhuma família brasileira enfrente o flagelo da fome. Sobretudo, não pouparei esforços para que possam adquirir os necessários e suficientes meios, para viver dignamente por seu trabalho, sem ter que depender da ajuda do Estado.

Nosso Projeto de Governo tem compromisso com a Vida plena em todas as suas fases. Para mim a vida é sagrada, obra das mãos do Criador e meu compromisso sempre foi e será com sua proteção. Sou pessoalmente contra o aborto e lembro a todos e todas que este não é um tema a ser decidido pelo Presidente da República e sim pelo Congresso Nacional.

Meus Queridos e Minhas Queridas, peço que recebam essas palavras como uma demonstração de meu desejo sincero de servir, de ajudar e trabalhar pelo bem de nosso país. E estejam certos de minha estima e meu compromisso com todo o povo cristão de nosso país. Reitero meu compromisso, que é o mesmo de vocês: paz, união e fraternidade entre todos os brasileiros e brasileiras.

Com as bênçãos de Deus, haveremos de honrar nossa dupla condição, de cidadãos e cristãos, pois não há contradição entre elas quando o propósito é servir, buscando a paz e o entendimento. E digo tudo isso com muito amor pelo nosso querido Brasil e pelo Povo Brasileiro: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes Amor uns pelos outros!” (João,13,35).

JUNTOS PELO BRASIL!

Luiz Inácio Lula da Silva

São Paulo, 19 de outubro de 2022.

Encontro gratuito com certificação sobre “Extensão Curricular Universitária”

Nesta quarta, dia 19/10, às 19h (horário de Brasília), acontece mais um encontro do ‘Projeto de Formação Extensão Universitária em Movimento’Extensão Curricular Universitária como Ação dialógico-dialética: rumo às aprendizagens transformadoras, com os docentes convidados: Moacir Gadotti (Instituto Paulo Freire), Renato Hilário (GENPEX/FE/UNB-CEDEP) e mediação de Paulo Roberto Padilha (Instituto Paulo Freire).

👉🏽  O encontro é gratuito e oferece certificado

▶️ A transmissão será pela iPF.Tv em: https://www.youtube.com/watch?v=4Ph6PwayJBk (acione a notificação para ser avisado(a) quando o encontro começar).

🗣️ E tem mais! As inscrições estão abertas para o ‘Projeto de Formação Extensão Universitária em Movimento‘, que é dividido em duas fases, com 10 encontros interativos e 12 Círculos de Cultura (ao vivo) ; diálogos com 16 debatedores renomados e com apresentações de experiências de Extensão Universitária. Certificação digital pela UniFreire de até 105 horas (formação + participação no e-book) e acesso à Plataforma até 26 de julho de 2023. Confira todas as vantagens, inscreva-se já e garanta sua vaga em: www.eadfreiriana.org/preum

👉Quer saber mais sobre o Projeto? Acesse a playlist com a íntegra de todos os encontros anterioreshttps://bit.ly/PROGRAMA-PREUNE

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Poderemos chegar á Venezuela? Sim! Mas por outras vias.

‘Prévia’ do PIB do Banco Central aponta queda de 1,13% na economia em agosto

Atividade econômica tem queda de 1,13% em agosto, diz Banco Central

No acumulado em 12 meses, o indicador ficou positivo em 2,08%

A atividade econômica brasileira registrou queda em agosto deste ano, de acordo com dados divulgados hoje (17) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou redução de 1,13% em agosto de 2022 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Desde o ano passado, os resultados do IBC-Br vêm oscilando. Em abril e maio teve queda, em junho e julho apresentou alta e, agora, mais uma redução.

Em agosto, o IBC-Br atingiu 143,97 pontos. Na comparação com agosto de 2021, houve crescimento de 4,86% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou positivo, em 2,08%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 13,75% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia – a indústria, o comércio e os serviços e agropecuária –, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2021, o PIB do Brasil cresceu 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. No primeiro semestre de 2022, o indicador já avançou 2,5% e a atividade econômica do país ficou 3%, acima do patamar pré-pandemia, verificado no quarto trimestre de 2019.

Edição: Denise Griesinger

Carta da FENAJ

Eleger Lula para resgatar a democracia e os direitos da classe trabalhadora

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), entidade máxima de representação da categoria no país, dirige-se novamente às/aos jornalistas e à sociedade, conclamando cada uma e cada um a abraçar em definitivo a justiça social, a soberania nacional, os direitos da classe trabalhadora, as liberdades de expressão e de imprensa e a democracia.

Em 76 anos de atuação, nunca nos furtamos de desempenhar nosso papel para além da representação classista. Na ditadura civil-militar, enquanto organizações de classe e empresas jornalísticas capitulavam à lógica autoritária, nos empenhamos em libertar e garantir a vida de jornalistas e de cidadãos brasileiros.

Assim como fomos uma das primeiras entidades de classe a denunciar o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, em 2016, dois anos depois, já anunciávamos que o ovo da serpente neofascista era chocado entre nós.

Sempre questionamos o governo Bolsonaro e tudo o que ele representa: autoritarismo, necropolítica, fisiologismo, corrupção, relações umbilicais com milícias, ultraliberalismo econômico e desmonte de políticas de justiça social. Os nossos valores sempre foram opostos.

Chegamos em 2022 com 33 milhões de pessoas sem comida em casa e com a vergonhosa volta do país ao Mapa da Fome. O Brasil ficou com o posto de terceira nação em número de mortos pela pandemia de covid-19.

Nos últimos quatro anos, políticas públicas e sistemas de monitoramento foram interrompidos, orçamentos reduzidos, espaços de participação popular inviabilizados ou eliminados. Hoje temos menos transparência e cada vez menos confiança no governo.

Houve incentivo à liberação de armas e à militarização de espaços civis. Consequentemente, a violência cresceu, especialmente contra meninas e mulheres, jovens negros, quilombolas, povos originários e população LGBTQIA+.

Os sucessivos ataques do governo federal aos direitos humanos e a instituições, como o judiciário (incluindo o STF) e a imprensa, compõem o cenário de regressão às liberdades de expressão e de imprensa. O presidente segue disseminando informações fraudulentas, limitando e bloqueando o acesso a dados oficiais e violando a Lei de Acesso à Informação.

Nesse cenário, destacamos os ataques diretos aos jornalistas e a veículos de mídia, com a constante tentativa de descredibilização da imprensa. Desde 2019, os jornalistas são agredidos principalmente pelo chefe de Estado no Brasil. Os números de nosso Relatório anual deixam clara esta situação: passamos de 135 agressões, em 2018, para 430 em 2021!

Com Bolsonaro no governo, há três vezes mais agressões a jornalistas do que havia antes. É mais do que uma por dia! Desde que chegou à Presidência, ele é o principal agressor: em 2021, Bolsonaro realizou 147 agressões a jornalistas, 34% do total nacional. Adicionando as pessoas do seu entorno, incluindo seus filhos, gestores públicos federais e seus apoiadores, o bolsonarismo responde por 70% dos casos de violência registrados contra a categoria no ano passado.

Soma-se à institucionalização da violência contra a categoria os ataques aos direitos conquistados, por meio das Medidas Provisórias 905/2019 (que propunha acabar com o registro profissional) e 1045/2021 (que buscava flexibilizar nossa jornada especial de trabalho) – ambas derrotadas pela mobilização da FENAJ de seus 31 Sindicatos filiados.

Não podemos esquecer o desmonte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) por meio do aparelhamento do atual governo federal, da censura e da perseguição a dirigentes sindicais.

Precisamos dar um basta a este governo que opera por meio do ódio e da mentira. E é por isso que defendemos, neste segundo turno das eleições presidenciais, o voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a única candidatura que tem compromisso com os direitos e as conquistas civilizatórias.

A esperança vai vencer o medo, a violência e o ódio.

O Jornalismo vai vencer a desinformação e a mentira.

A democracia vai vencer o autoritarismo.

Brasília, 14 de outubro de 2022

Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas – Sindjornal

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amapá

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas – SJPAM

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia – Sinjorba

Sindicato dos  Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará – Sindjorce

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal – SJPDF

Sindicato dos Jornalistas Profissionais na Região da Grande Dourados – Sinjorgran

Sindicato dos Jornalistas Profissionais  do Espírito Santo – SindijorES

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás

Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Juiz de Fora – SJPJF

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Mato Grosso

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Mato Grosso do Sul

Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro – SJPMRJ

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Paraíba – SindjorPB

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná – Sindijor Norte PR

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Pará – Sinjorpa

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná  – SindijorPR

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Pernambuco – Sinjope

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte – Sindjorn

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul – Sindjors

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Rondônia

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Roraima – Sinjoper

Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina – SJSC

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo – SJSP

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Sergipe – SindijorSE

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Tocantins – Sindjorto

1997 – Um ano inesquecível

Nessa quinta-feira, 29, você não pode perder meu encontro com Luiz França para um bate papo enriquecedor sobre liderança humanizada, mudanças positivas e pessoas que trabalham felizes
Será que é mesmo possível?
Então, ativa o alarme do celular para não perder nossa conversa.
Canal Vitrine do Giba – YouTube – 20hs