Por Gilberto da Silva

No meio da escadaria, cartas sobrepostas.

Um Rei, Um Coringa. Ali, nada mais: nem mesmo um cigarro queimando em ritmo lento.

Ao fundo, uma marcha nacional, um hino, uma homenagem.

Mas as cartas ao sol, solitárias, angustiam por um término.

Uma aposta?

Uma dívida?

Um rito analítico yunguiano?

Que rei é este a teimar em ser tirano?

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