Por Gilberto da Silva
O livro Cena Poética 11 – Poesia e Prosa é uma produção da RS Edições, Belo Horizonte, editado em 2025 e reúne cerca de 50 autores de diversas partes do Brasil. Mineiros, paranaenses, paulistas e vozes de outras regiões se entrelaçam nesta coletânea que pulsa arte, pensamento e sentimento.
Mais que um simples livro de poemas, Cena Poética 11 é um mosaico de estilos, formas e saberes. Cada texto é um convite à reflexão, à emoção, à descoberta. A obra transita entre o lírico e o cotidiano, entre o sonho e a denúncia, entre o afeto e a resistência. São poemas e prosas que falam de amor, paz, harmonia, fraternidade, respeito, esperança e coragem — valores que, hoje, mais do que nunca, merecem ser exaltados.
Tive a honra de receber este exemplar pelas mãos generosas da advogada Ana Marina Godoy Zanotti, que participa da coletânea ao lado de sua filha. Ana, que já nos encantava nos tempos da Revista Partes com sua produção poética, cultural e turística, hoje brilha como profissional no ramo da advocacia e artista em seu tempo livre. Escrever, seja em qual forma, é uma extensão da alma inquieta e criativa.

As coletâneas têm o poder de revelar talentos que muitas vezes não encontramos nas vitrines das livrarias. Elas democratizam o acesso à literatura, aproximam leitores de autores que escrevem com o coração e com a vivência. Cena Poética 11 é exatamente isso: um portal para mundos diversos, para vozes que merecem ser ouvidas.
É uma pena que a obra não tenha um prefácio — ele poderia apresentar com ainda mais brilho esse universo plural de escritores e escritoras. Mas, mesmo sem ele, o livro fala por si. Cada página é uma janela aberta para memórias, paixões, lembranças e invenções. É o Brasil que pulsa, que escreve, que sonha.
Entre os autores, destacam-se nomes como Alcione de Oliveira, Antônio Galvão, Cecy Barbosa Campos, Edmundo Arruda Júnior, Fátima Sampaio, Graça Quintão, Irineu Baroni, José Hilton Rosa, Marcos Fabrício Lopes da Silva, Mary Jane, Olga Valeska, Rogério Salgado, entre tantos outros que emprestam sua arte à coletânea.
Que venham outras cenas poéticas. Que a literatura continue sendo esse espaço de encontro, de resistência, de beleza. Que os corações inquietos sigam escrevendo, descrevendo, rei





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