Por Gilberto da Silva
Chupetinha quando nasce, se esparra pelo chão.
Chupetinha quando cresce,
vira sonho na prisão.
Chupetinha quando envelhece,
amolece em cada mão.
Assim pensei no presente fato,
as lembranças de quadrinhas que ouvia
no passado encantado..
Hoje, no silêncio do quarto, observo nas redes
as sociais,
Que Zéfiro faz falta!





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