O minimalismo está de roupa nova, volta em tons neutros e quentes, silhuetas mais soltas e descomplicadas. Não chega a ser um Helmut Lang, mas os ventos estão, sim, menos burgueses e mais limpos. Cores desérticas, cáquis, crus, amarelos e mostardas aparecem…

Este é um comentário de moda para o verão europeu – 2006. Duas coisas chamaram minha atenção: o minimalismo e o nome do estilista austríaco Helmut Lang.

Começando pela última, consta que Lang deveria estar trabalhando no mercado financeiro, mas acabou entrando na moda porque não conseguiu encontrar, em lugar algum, um casaco e uma camisa perfeitos. Foi então que ele decidiu fazer suas próprias roupas.

Nas artes plásticas, o objetivo do minimalismo é concentrar ao máximo a variedade em uma única imagem, reduzida em si mesma.

As formas geométricas são potencializadas ao extremo, de modo a eliminar qualquer referência figurativa ou subjetiva. A escolha do padrão cromático, às vezes de variações quase imperceptíveis, reforça a intenção dessa proposta artística.

O minimalismo se afasta da emotividade da arte abstrata. Um de seus maiores representantes, Ad Reinhardt, definiu a pintura minimalista como “não-representacional, não-figurativa, não-expressionista”.

Veja continuidade do artigo em:

http://www.partes.com.br/cultura/minimalismodosfestivais.asp

 

Uma resposta a “O Minimalismo dos festivais, por Iris Geiger”

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Tendência

Gilberto da Silva

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