Esta é a capa de um raro e belíssimo exemplar Dicionário do Folclore Brasileiro do historiador Luis da Câmara Cascudo, mas segundo a Fundação Palmares, o livro está “gramatical e ortograficamente desatualizado”, tem páginas soltas e “um forte cheiro de mofo” (melhor descartar, do que restaurar, não é?). No caso do exemplar de Cascudo é, segundo o órgão, para que os jovens não aprendam errado a nossa gramática… Mais outras 5. 300 obras serão descartadas, a maioria porque são “ideológicas, marxistas ou alheias à temática negra.
Lembremos de uma frase histórica; “A era do intelectualismo judaico extremo chegou ao fim”, disse Joseph Goebbels, durante uma cerimônia de queima de livros em 1933.

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Gilberto da Silva

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