Energia, energias

Energia
Dados do Balanço Energético Nacional produzido pelo Governo Federal mostram, ano a ano, que segue aumentando o consumo de energia elétrica no país. Junte-se a isso o atual momento histórico, em que várias regiões de país passam por crises de abastecimento, esforçando-se para cumprir o que rege a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia e todas as necessidades de geração e consumo que o próprio dia-a-dia das cidades produz. Diante desse quadro é necessário buscar alternativas.

Renovável
Energia renovável é aquela originária de fontes naturais que possuem a capacidade de regeneração (renovação), ou seja, não se esgotam. Como exemplos de energia renovável, podemos citar: energia solar, energia eólica (dos ventos), energia hidráulica (dos rios), biomassa (matéria orgânica), geotérmica (calor interno da Terra) e mareomotriz (das ondas de mares e oceanos). Falemos aqui de algumas:

Éolica
A energia éolica é a oriunda dos ventos que pode ser convertida em eletricidade através de turbinas eólicas ou aerogeradores. Abundante, renovável, limpa e disponível em vários cantos do Brasil, é uma destas alternativas, com potencial de contribuir para o processo de universalização do atendimento, seja integrada a grandes redes ou apenas no suprimento de pequenas comunidades.

Solar
A energia do Sol pode ser convertida em electricidade ou em calor, como por exemplo os painéis solares fotovoltaicos ou térmicos para aquecimento do ambiente ou de água. A energia solar também é fonte inesgotável, ainda pouco aproveitada, mas muito promissora quando se trata de expandir a oferta e diminuir os impactos ambientais gerados por outras fontes não-renováveis.

Resíduos Sólidos
Ainda mais rara, a geração de energia a partir de resíduos sólidos também merece ser estudada e avaliada pelo poder público. Além de potencial solução para problemas de abastecimento, também dialoga com outras questões ambientais e sociais estratégicas para a gestão municipal.

Poder Público
Devemos sugerir aos governantes a utilização de novas fontes de energia para o abastecimento de prédios públicos e outros espaços geridos pelo governo municipal. As prefeituras, em meio a esta urgente realidade, deveriam tomar atitudes firmes e concretas no enfrentamento destas crises. As prefeituras deveriam diagnosticar a demanda real, de maneira mais eficaz e buscar novas fontes de energia, respeitando e aproveitando o potencial e as características locais e regionais.

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