O amor de Hannah e Martin

OamordeHannaheMartin Um vinho seco posto à mesa, sinais trocados para comemorar enlaces, oportunidade de realçar vínculos. Flores e amor no campo. Primaveras,  outonos, qualquer estação está aberta à experiência. Aquela paixão estancada, o beijo furtado. Amou, amastes, amamos. Destinos em contraposição. Manhãs, acordares em fantasia, correspondências, frases, filosofias e admiração. Mergulho no Eu, divisões, biografias cruzadas. Ser, tempo, encontro, despedidas. Vazios, olhares, magia: amar não pede atestado, amar não esvazia a alma. O que importou? Qual estética, qual metafísica? Expressões de duas mentes inquietas. Saibamos: “nenhuma palavra irrompe na escuridão.”   Por Gilberto da Silva

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